Comecei a namorar a Leila já tínhamos mais de 30, ambos divorciados, e naquela época, meus filhos moravam com minha ex, mas, viviam mais comigo do que com ela, e meu filho foi quem nos aproximou, estávamos na sua formatura do ensino fundamental, e durante a festa ele me apresentou a Erica e sua mãe, Leila, a conexão foi rápida, trocamos telefones, liguei na manhã seguinte, saímos a tarde para um café e terminamos na cama. Lembro que quando estávamos no café, os olhares, a vontade explicita falou alto, a convidei para sairmos dali, ela tinha contado que o ex batia nela e na filha, temia que a menina ficasse revoltada, e com muito jeito descobri, que ela adorava levar uns tapas, na garagem do motel, antes de entrar no quarto nos beijamos, já coloquei a mão dentro da sua saia e ela estava melada, brinquei que alguém estava com muita vontade de ser comida, e ela gemendo disse: arrebenta comigo, fode com força que eu gamo! Já entramos na suíte quase pelados, sem cerimonia coloquei ela pra mamar meu pau, que estava parecendo uma barra de ferro, e ela rindo disse que se soubesse que era tão grosso não tinha dito nada, mas já era tarde, conseguiu enfiar a cabeça na boca, mas eu queria mais, socava fundo, e ela desesperada tirava, mas voltava a chupar, não deu pra aguentar, acabei enchendo a garganta dela de porra, babou tudo, nos melecou inteiros. Rimos, fomos para o chuveiro, la fiz com carinho, chupei seus seios médios, passei pela barriguinha e me ajoelhei pra chupar aquela bucetinha peludinha, fui chupando e ela gemendo, logo eu enfiava um dedo e brincava na portinha, ela gemia gostoso e afundava minha cara na bucetinha, melei bem os dedos e fui explorando o cuzinho, ai descobri o quanto ela estava com tesão, meti um dedo bem melado no cuzinho e fui entrando e saindo, ela dava gritinhos, pedia mais, eu chupava e enfiava dois dedos agora, e ela travando minha cabeça na buceta em minutos gozou, os joelhos até dobraram, ela sentou comigo no chão rindo, dizendo que nunca tinha gozado assim, e dali fomos para a cama, meti sem camisinha mesmo, gemíamos, ela era apertadinha, choramingava pela largura do pau, mas pedia mais, e de repente disse: bate na minha cara seu safado, já ta me fazendo de puta mesmo, puta gosta de apanhar! Levou um, sorriu, dei de leve, mas continuou, dizendo: bate seu frouxo, meu marido me batia e eu gozava! Dei dois, ela me olhou assustada, eu metia forte, ela me agarrou choramingando e gozou de novo. Ficamos agarrados, ela falou que estava com vergonha, mas voltei a beijar sua boca, ela me chupou de novo, e bem safadinha foi ficando de quatro e quando eu meti na bucetinha fez beicinho e disse: achei que ia me arrombar o cuzinho agora! Que delicia, meti forte na bucetinha, quando ela estava bem relaxada fui fazendo baixar a cabeça e empinar a bundinha redondinha, ela sacou, abriu a bunda com as mãos, fui metendo e ouvindo ela berrar, nem dei bola, dei um tapão na bunda e falei no seu ouvido: agora aguenta sua cadela, queria um macho, agora tem um arrombando a tua bunda! Ela com os olhos cheios de lagrimas disse: eu sei meu macho, mete, é todo seu! Que mais me fascinava era como ela era apertada, a bucetinha melada ajudou, mas o cuzinho era apertado demais, aquilo estava me deixando louco, turava e lubrificava e metia de novo, ela gemia alto, pedia mais, dizia que estava sendo arrombada, e quando engatei umas bombadas seguidas, metendo no fundo e tirando quase tudo, ela começou a balbuciar e gozou novamente, eu enlouqueci, metia forte, e ela gemendo disse: goza Jay, não aguento mais, vou desmaiar assim, mete gostoso e goza! Nem precisava pedir muito, mais umas bombadas só deixei descer a rampa e gozei, bombava e esguichava porra dentro dela, que dava gritinhos a cada jato. Ficamos agarrados, o pau escapou, vazou porra e ela toda mole, fomos para a banheira, la nos beijamos e ela disse que nunca foi comida desse jeito, o ex marido não curtia tanta sacanagem, e depois dele só transou com um cara “normal”, foi legal, mas queria algo diferente do que conhecia, e aquela noite ia ficar na memoria dela. Depois de um tempo com ela se esfregando em mim, o pau endureceu, ela sentou de frente, me oferecendo os peitos pra chupar, queria que deixasse marcas nela, dei uns tapas ainda, e gozamos juntos dessa vez. Deixei ela na porta da casa dela as 3 da manhã, acordei quase meio dia com duas mensagens dela, e a partir daquele dia, metiamos varias vezes por semana, até que decidimos morar juntos, meu filho ficou meio bravo comigo, já que tinha transado com a Erica algumas vezes mas disse que ela era fria, e agora meia irmã ia ser esquisito. Minha filha já namorava e logo se casou e foi embora tbm, e a partir dai, viramos uma família, eu, Leila, meu filho Raul e a Erica.
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