A corretora tímida

Trabalho com muitas mulheres, normalmente acabo tendo intimidade com algumas, e transei com varias. Mas uma que nunca mais esqueci foi a Keila. Precisava de uma área para montar uma fabrica, e fui a Sorocaba conhecer algumas, quem me recebeu foi ela, branquinha, 1,70 de altura, vestida como se fosse ao culto, camisa de botões fechada até em cima, uma saia preta abaixo dos joelhos, meia calça branca e um cabelo preso. No primeiro dia visitamos duas áreas, uma inclusive com instalações, fiquei horas ali discutindo alterações, a na manhã seguinte quando cheguei à imobiliária ela toda sem jeito me disse que o Juvenal, dono da imobiliária tinha tido um problema de saúde e seriamos só nos dois! Na primeira visita fiquei frustrado, mas quando passávamos pela rodovia vi uma placa, parei e anotei, e disse a ela que fizesse o contato, ela toda sem graça disse que não podia, que era o trabalho da esposa do patrão, forcei e disse que ela tinha que ser mais corajosa, que não podia perder uma venda, e a mulher, vermelha como um pimentão pegou meu telefone e foi falando com a pessoa do outro lado da linha, eu incentivando e ela se animando, tanto que conseguiu fazer com que a pessoa que estava em outra cidade se deslocasse pra la para mostrar as instalações pra gente. Marcamos para as 3 da tarde, e até la, ela não podia voltar, então sugeri almoçarmos, e durante a conversa, fiz ela se soltar, contou que era separada, que o marido era muito pacato, mas que fugiu com a pastora da igreja. Ri alto, mas me desculpei, e perguntei a ela como foi voltar a igreja, e ela contou que nunca frequentou, ri e me desculpei de novo, pensei que ela fosse ativa na igreja, e me perguntando o porque eu mandei na lata: mulher, voce é bonita, mas se veste igual crente, esse cabelo preso, essa roupa sem graça! Ela ficou vermelha, me disse que era muito tímida, e que mesmo não gostando, vestida assim não chamava a atenção. Desafiei então, pedi que soltasse os cabelos, e ela até tentou recusar, mas depois de um tempo soltou e um longo cabelo negro surgiu até a metade das costas, ela arrumou e sua aparência mudou, peguei o celular e tirei uma foto, ela de novo toda envergonhada. Ai falei da camisa, podia deixar um ou dois botões abertos, e ela fez, dobrou a parte de cima deixando parte do pescoço livre, pedi para ela levantar e dar uma voltinha, ela toda envergonhada ainda, disse que ela não conhecia ninguém ali, e ela fez, rodou umas duas vezes, sorrindo, mudou completamente. Já era hora de voltar ao trabalho, encontramos com o vendedor, ela se apresentou como minha diretora de aquisições como eu tinha dito, e o cara mostrou toda a área, quando falamos no preço ela foi feroz, e pra minha surpresa mandou uma oferta quase 50% abaixo do valor que ele pedia. O cara ficou no telefone com alguém por uns minutos e voltou aceitando a oferta, ela permaneceu firme, trocamos os telefones e ela ficou de mandar a proposta no mesmo dia, assim que o cara foi embora, ela me olhou toda alegre e nos abraçamos, apertei o corpo magro dela, senti seus seios se espremendo no meu peito, levantei ela e girei com ela gritando que tinha feito um excelente negocio, e quando parei, foi automático, nossos lábios se juntaram, um beijo delicioso aconteceu. Ela assim que se deu conta se afastou, corada de novo, pediu desculpas e eu rindo disse que adorei, quero repetir e não vou me desculpar. Precisávamos de um lugar para montara proposta, ela disse que na sua casa, já que não podia voltar na imobiliária, chegamos a um apartamento simples e bem decorado, ela já se adiantou preenchendo a proposta e enviou para assinatura e logo enviou ao vendedor, ficamos ali esperando e logo o aceite veio, de novo estávamos entusiasmados, mas ela ficou mais contida, foi a cozinha e me disse que ia passar um café, fiquei olhando aquela delicia ali, 42 anos, com uma carinha de que há muito tempo não gozava gostoso, cheguei por tras e a abracei, ela se arrepiou, segurou meus braços em duvida, fui beijando seu pescoço e disse que adoraria ver o que aquela mulher tímida era capaz de fazer, ela sorriu, virei ela de frente e nos beijamos, ela sempre travada, assistiu tensa os botões da sua camisa sendo abertos, e logo com habilidade o sutiã caiu, e surgiram dois seios lindos, médios, durinhos, apontando pra cima, suguei cada um com carinho, voltava e beijava sua boca, apalpava aquelas tetas deliciosas, e fomos indo para o sofá, chegamos sem a saia, deitei ela e fui beijando seu corpo inteiro, ela tremendo, gemia baixinho, tirei sua calcinha e uma moita de pelos apareceu, ignorei e continuei, levantei uma perna e vi uma bucetinha delicada escondida, lambi para separar os lábios e estava muito úmido, um aroma delicioso surgiu, fui metendo a língua fundo e ela gemendo me espremendo com as coxas, fui acelerando e ela se contorcendo, gemendo mais e mais, até que disse: Jay, não para, continua ai mesmo, ta gostoso, faz mais, mais, mais, e soltou um ahhhhhhhhhhhhhhhh. Seu corpo relaxou depois de um tempo, tirei minha roupa e olhei para a sua cama, ela sorrindo sem olhar direto para mim, foi na frente, deitamos e tirei a cueca, ela não olhava para meu pau, então peguei sua mãozinha e fiz ela apalpar, ela ficou mais tensa ainda, pedi pra ela me chupar, ela veio vindo sem muita coragem, encarou ele, e passou a língua, a ponta da língua na verdade nele, e totalmente desconfortável, me disse: Jay, nunca fiz isso direito, meu marido dizia que era coisa de puta! Ri e disse para ela abrir a boquinha e chupar, ia ajudar na hora que for entrar em voce! Ela foi fazendo, babando ele e eu dizendo o que fazer, e ela entrou no jogo,eu já bolinava sua bundinha magrinha, os dedos já passeavam da buceta ao cuzinho, e ela ali lambendo um sorvetão, voltei a apalpar seus seios, ela se arrepiava, então trouxe ela pra cima, chupei seus seios cmo gosto, saquei que era seu ponto fraco, fui conduzindo ela para subir no meu pau, quando encaixou ela fez uma cara de assustada,e disse: nunca vi um negocio desse tamanho, meu marido tinha pequeno, não vai entrar! Trouxe ela para um beijo e disse que entraria sim, e que ela iria viciar nele! Ela toda tremula não dobrava os joslhos, virei o corpo então, mum papai mamãe, encaixei e fui metendo, ela se debatia, eu beijava sua boca e apalpava seus seios, e bombando devagar, ffui abrindo aquela bucetinha muito apertada até entrar tudo, ela choramingava e dizia: nossa, ta me cutucando la no fundo, nunca fiz isso! Fui bombando de leve, ela tremia e gemia, levantei meu corpo pra assistir o pau entrando e ela se rebolando toda, bombei mais forte, ela dava gritinhos, e uns minutos depois se agarrou em mim, se pendrurando mesmo e gozou, ela me olhava em pânico, as oondas faziam seu corpo tremer mais ainda, e ela ficou nesse transe por um tempo, até que relaxou e se largou na cama com um sorriso largado. Tirei e deitei atras dela, a abraçando, beijando seu pescoço, apalpando com carinho os seios, e ela ali com os olhos fechados disse que nunca sentiu nada assim, parecia que era virgem de novo, e rebolando com meu pau colado nela, me viu abrir suas pernas e encaixar de ladinho, ela se sentiu mais confortável, fui metendo chamando ela de gostosa, que iria voltar sempre pra comer a minha corretora deliciosa, ela toda arrepiada me beijava, fui bombando gostoso e minha mão alcançou sua bucetinha, fiquei ali metendo e brincando com o clitoris, ela jogava o corpo pra tras e disse: goza em mim, não aguento mais nada, vou gozar de novo, goza comigo por favor! Mantive o ritmo vendo sua respiração aumentar, aumentei o ritmo da metida e das dedadas, ela gemia alto agora, uma mão segurando um seio, a outra na buceta e meu pau entrando e saindo com vontade, e ela começou a gemer alto, que estava vindo, vindo, e de novo, aquele aaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Aceleleri a metida e deixei rolar, a caba bombada era um jato dentro dauqela bucetinha apertada, ela parecia que apertava meu pau como se fosse com a mão, ela gozando, eu gozando, gemidos chamando ela de putinha safada, que era minha puta particular, ela dizendo que sim, que daria todo dia pra mim, que queria gozar daquele jeito todo dia, fomos nesse ritmo até acabar o gas. Ela pediu pra tirar dela, virou e se aninhou no meu peito, dormimos pesado, acordei já eram mais de 23 horas, milhares de mensagens no celular, ela acordou atordoada, fomos para o banho, nos beijamos, eu queria um pouco mais mas ela não quis, mas me pediu pra ficar, deitamos e dormimos novamente, acordei cedo com ela apalpando meu pau, quando viu que eu já tinha acordado foi chupando ele, brincando de punhetar e logo tomou uma gozada na cara, engoliu uma parte e se lambuzou com o resto, queria meter mais um pouco mas ela disse que não conseguiria, tomamos café juntos e ela contou que iria na imobiliária buscar suas coisas, já que era minha diretora de aquisições com a comissão iria dar um jeito na vida. Voltei a Sorocaba muitas e muitas vezes, sempre ficando no apartamento da Keila, que agora leva no cuzinho pelo menos uma vez por mês, goza falando palavrões e pede mais!
Foto 1 do Conto erotico: A corretora tímida

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A corretora tímida

Codigo do conto:
263033

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
26/05/2026

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3

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