Como chegamos até aqui – Tirando um cabacinho



Não vou dizer que se colocar 3 casais morando sob o mesmo teto vai rolar sexo entre eles, não acredito que isso aconteça normalmente, mas se pelo menos uma dessas pessoas for safada, a probabilidade de isso acontecer aumenta muito.
Conheci a Bia na adolescência, fazíamos a oitava série na época. Ela, uma linda moreninha com peitinhos pontudos e bundinha magrinha, e tirei seu cabacinho na lavanderia da sua casa. Nos pegávamos com tesão, éramos muito novos, eu já tinha comido uma prima mais velha, mas ela praticamente fez tudo, mas com a Bia não, eu era o “experiente”, e quando tirei seu vestidinho e chupado os peitinhos mordendo de leve os biquinhos, ela ficou toda molinha, tirei a calcinha de algodão de lado, estava ensopada, e coloquei ela sentada na maquina de lavar e fui beijando, logo chupava o grelinho, e em alguns minutos senti a minha namoradinha se arrepiar, gemer abafando a boca com a mão, e seu melzinho transbordou, eu ali numa de tentar lamber e sorver tudo até que percebi que isso fazia com que ela gozasse mais e mais, até que me puxou pelo cabelo me fazendo parar, quando olhei para ela, estava vermelha como um pimentão, mesmo com a luz fraca, dava pra ver que ela tinha curtido muito, e me puxou pra me beijar, sem se preocupar com o melado do meu queixo, e como se tivéssemos programado, tirei meu pau pra fora e encostei na bucetinha que ainda pulsava, e olhando nos olhos dela, meu pau colou e encontrou a entrada, ela arrepiada me beijava, fui forçando, senti uma pressão como se estivesse empurrando algo, até que forcei, ela grudou os dentes no meu ombro, tinha lagrima nos olhos, meu pau já era largo nessa época, foi entrando, ela grudada em mim sentiu cada centímetro, e quando encostei totalmente meu pau dentro dela, ela pediu gemendo para ficar parado porque ardia muito, beijava sua boca, passeava com as mãos nos peitinhos, ela logo começou a gemer baixinho, e passou a mover o corpo, e quando percebi, já metia cadenciado, entrava e saia com o pau daquela bucetinha apertada, ela dava gritinhos quando chegava no fundo, e aquela dança estava muito gostosa, ela pediu: pode fazer mais forte amor, ta gostoso, to sentindo que vou explodir de novo, fomos juntos metendo e bombando, até que de novo seu corpo se arrepiou, ela grudou em mim tentando me fazer parar, mas o momento era tão bom que levantei seu corpo, e com ela no colo meti livremente com a boca nos seios, ela gemendo com a boca no meu ombro, e gozamos juntos, só deixei sair, não tive que fazer nada. Ficamos parados com ela no meu colo e o pau dentro dela, riamos baixinho sem saber se tínhamos acordado os pais dela, ela foi desmontando do meu pau, pegou a calcinha e limpou a bucetinha, tinha sangue misturado com porra, ela escondeu dentro do cesto de roupa suja e vestiu o vestidinho, eu queria mais, mas ela estava cansada e com medo, fui embora dançando na rua!
Passados dois dias, não tínhamos aula por conta de reunião dos professores, mas ela vestiu seu uniforme e foi, mas para a minha casa, estávamos sozinhos, no começo ela começou a falar que estava com medo, ainda dolorida, mas com muito carinho me deixou chupa-la, e foi nessa mesma tarde, que vendo um pornô no vídeo cassete, ela chupou meu pau de verdade, metendo ele na boca, punhetando até gozar na sua boquinha. Comi sua bucetinha de quatro, dando tapinhas na bunda dela, falando que era minha putinha, que ia come-la quando quisesse, e quando ela estava gozando bombava mais forte fazendo ela gemer mais alto. Depois que ela gozou, pediu pra parar, e foi quando descobri a posição que ela mais gostava, que a fazia gozar mais, de conchinha. Deitei ao seu lado, queria gozar, mas ela cansou mesmo, queria carinho, então, deitei atras dela, beijei seus ombros e sua boca, apalpava e fazia carinho nos peitinhos, cutucando o cuzinho com o pau durasso, mas ela com a mãozinha pegou ele e colocou na estrada da bucetinha, e fui beijando, massageando seu corpo e metendo, e nessa posição, dizendo que me amava, assisti minha delicinha gozar mais duas vezes, e na segunda, jogava a bundinha pra trás dizendo que estava amando ser minha, que queria dar a “pepeka” só pra mim, que era minha, e naquele clima delicioso, deixei rolar, ela gemendo dizendo que estava bom, sua respiração entregando o orgasmo, fui metendo e bombando até que explodi de gozar dentro dela de novo.
Na tarde seguinte, depois de ver um filme pornô pela milésima vez, a convenci, com margarina untando o cuzinho, me deixar comer sua bundinha, e foi quando, vendo o mesmo filme, percebemos que a mulher na tela dedilhava a buceta enquanto o cara metia forte no seu cuzinho. Eu fui fazendo igual, e as sensações eram diferentes, a pressão, as reações dela, dizendo que doía mas não era pra parar, até quando em algum tempo ela diz: amor, goza, meu cuzinho tá doendo, goza! E isso também foi diferente, ela dava gritinhos a cada jato dentro dela, e depois ela não quis mais me deixar come-la, mas antes de ir embora fez o primeiro boquete até o fim, com carinha de safada, engoliu a porra toda, mesmo com carinha de nojo depois.
As férias chegaram, fugíamos para os mais variados lugares para trepar, e foi numa dessas que fomos flagrados pelos olhares curiosos da Estela, sua irmã mais nova. O ano virou para 1990, passamos a noite toda juntos, aproveitando que as nossas famílias estavam bebendo e comemorando, nos escondemos na lavanderia e transamos de novo, por horas, mesmo com os barulhos a volta. Até que, fevereiro chegou, eu já trabalhando durante o dia e inscrito para fazer o 1º ano a noite, ela tinha escolhido magistério a tarde, ciumenta, brigava comigo dizendo que ia comer as minhas novas amigas, mas me esperava no portão pra comer sua bucetinha na nossa lavanderia.
Até que, cheguei uma noite pra nossa visita intima, e ela tinha chorado, fui consola-la, mas piorou, ela voltou a chorar com força, e entre soluços contou, “eu to gravida”!
(a menina da foto é muito parecida com ela)
Foto 1 do Conto erotico: Como chegamos até aqui – Tirando um cabacinho

Foto 2 do Conto erotico: Como chegamos até aqui – Tirando um cabacinho

Foto 3 do Conto erotico: Como chegamos até aqui – Tirando um cabacinho

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Ficha do conto

Foto Perfil adoromulherpelada
adoromulherpelada

Nome do conto:
Como chegamos até aqui – Tirando um cabacinho

Codigo do conto:
264737

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
18/06/2026

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