Como chegamos até aqui – Vivendo (e comendo) fora



Repetindo o spoiler, se colocar 3 casais morando sob o mesmo teto vai rolar sexo entre eles, não acho que isso aconteça normalmente, mas se pelo menos uma dessas pessoas for safada, a probabilidade de isso acontecer aumenta muito.
Depois da noticia, nossas vidas viraram de ponta cabeça, as famílias que tinham se aproximado entraram em parafuso, até que veio a ordem, do pai dela, “vão se casar”, eu tinha começado o trabalho numa empresa haviam meses, larguei o colégio pra poder fazer hora extra e voltar para casa, nos 3 primeiros meses foi muito difícil, pensei em desaparecer pelo menos 3 vezes ao dia, mas a noite estava la com ela, na sala da casa dela, com a barriguinha crescendo, e os pais dela me olhando com ódio. As coisas mudaram depois da cerimonia, num sábado, somente no cartório e uma recepção simples, só família mesmo, na casa dos meus pais. Depois de um tempo de festa ela disse que não estava se sentindo bem, fomos para o meu quarto, éramos casados de verdade já, rimos disso, e ela me surpreendeu, me abraçou, me beijou e foi com a mãozinha no meu pau, que deu um pulo diante da falta de uso, e toda delicadinha agachou e disse: hoje voce vai gozar na boquinha da sua esposa! Me chupou com gosto, ela também estava com muita vontade, e mostrando que não esqueceu como fazia, em minutos engoliu toda a porra acumulada. Beijei seu corpinho, e retribui, fiz ela gozar na minha língua, e enquanto ouvíamos a festa la fora, coloquei minha esposinha de quatro e meti forte na sua bucetinha, enchendo ela de porra, agora podíamos, já tínhamos feito a besteira mesmo. Depois desse dia, passamos a morar numa casa no fundo dos pais dela, metemos muito até umas duas semanas do parto. E como insisti para ela continuar estudando e as professoras e as colegas ajudaram, a vida foi se tornando mais fácil, e no natal seguinte tínhamos um lindo menino nas fotos!
E na virada para 1991 as coisas mudaram, meu patrão, que acompanhou a minha situação sem se meter, apenas sabendo do que acontecia pelos colegas, me chamou na sala dele, e me disse: Jayme, voce é pai agora, sei de algumas coisas que voce passou, e preciso te contar uma coisa e te fazer uma proposta, vendi essa empresa, uma parte do pessoal fica e a outra vai ser demitida, mas, como voce e sua esposa estão começando a vida, e tem um filho pequeno, conversei com a minha mulher e, se vocês toparem, vão com a gente para os Estados Unidos, voce trabalha comigo e com a minha mulher e sua esposa cria o seu filho e cuida dos meus dois filhos como babá, o que acha? Aquilo caiu como varias bombas na minha cabeça, e pra minha surpresa a Bia nem me deixou terminar, estava amando ser mãe e pode cuidar de mais duas crianças seria fácil pra ela. Em 3 meses arrumamos tudo, sob forte pressão contra das famílias, embarcamos num voo pra la.
Nos primeiros meses foram de duros aprendizados, ele era um cara muito mal educado com a mulher, comigo acho que tolerava a minha inexperiência, mas o negocio dele começou a andar, aprendi a trabalhar e as coisas foram melhorando, até que ele viajou para o Brasil, e do mesmo jeito que fazia, me chamou na sala dele e disse: Jayme, vou ficar 20 dias no Brasil, quero que voce cuide de tudo por aqui! Nossa rotina era sempre a mesma, acordava cedo, trepava com carinho com a Bia, de ladinho, pra fazer ela relaxar com a buceta toda cheia de porra o dia todo, levantava, tomava um café e ia esperar a Cecilia, esposa do chefe, chegávamos na empresa por volta das 7, e até a hora do almoço o negocio era frenético, mas na hora do almoço normalmente estávamos só nos dois de novo, e começamos a conversar, ela era uma mulher grande, quase 1,80, peituda, cintura fina e uma bunda grande, sempre de vestido leve, era normal ver sua calcinha ou seus peitões presos num sutiã apertado. Aquela mulher branca, era bonita, mesmo depois dos dois filhos, já tinha quase 40 anos, mas de certa forma atraente, e comecei a perceber que ela me olhava de uma forma estranha, sempre que estávamos sozinhos ela se soltava, brincava, segurava meu braço, esbarrava aquele bundão em mim.
Nessa época, vivíamos em cima da garagem da casa deles que ficava na frente, o nosso ape era pequeno mas tinha tudo, e um dia ela me disse: Jayme, posso te fazer uma pergunta? Achando que era algo do trabalho disse sim sem olhar pra ela, e esperando a resposta, virei para olhar para ela, que estava com o vestido no meio da bunda branca, se olhando no espelho, e nossos olhos se cruzaram pelo espelho, fiquei travado e ela disse: voce me acha velha? Meio gago disse que não! Ela então disse: estou feia? Gorda, sei la, posso ser chamada de gostosa ainda? Sem saber o que dizer, tinha muito em jogo, gaguejei e mesmo assim disse: de jeito nenhum Ceci, de onde eu venho voce é um mulherão! Ela soltou o vestido cobrindo a bunda e deu um passo na minha direção e me abraçou, disse que eu era educado demais pra falar a verdade, mas, o clima era tenso, tinha que me defender, segurei a sua cintura e dei um cheiro no seu pescoço e disse quase no seu ouvido: voce deve ser muito gostosa, seu marido deve se divertir muito com esse corpão! Ela me apertou mais ainda e disse: no começo quando eu era novinha sim, metiamos todo dia, igual vc e a Bia, vejo da minha janela os dois na cama, fico toda excitada, mas desde que chegamos aqui meu marido não me tocou! Ainda colados, olhei o relógio, tínhamos uma meia hora até o pessoal voltar do almoço, estávamos no escritório trancados, tomado pelo tesão que aquela mulher carente exalava, beijei seu pescoço, subi e nos beijamos, e com toda a coragem do mundo disse: seu marido é um imbecil, deixar um tesão de mulher desse sem fazer gozar, otario! Ela tremeu, nos beijamos, e ela com pressa, medo ou sei la o que, tirou a calciniha, sentou na mesa e me puxou tentando tirar meu cinto, entrei no clima dela, deixei cair a calça e a cueca, ela apalpou meu pau e sorriu nervosa, mas não desistiu, me beijando me puxeou, encostei naquela buceta peluda e melada, apontei na entradinha e fui empurrando, ela gemeu alto, tapou com a mão, fui até o fim, ela me olhou sem ar, tirei e ela meio em pânico levou outra bombada, e para minha surpresa, em pouco mais de 10 bombadas ela colou em mim e gozou, parecia uma gatinha, gemia baixinho, escondia o rosto com os cabelos, mas fiz ela levantar o queixo beijei sua boca, baixei as alças do vestido, tirei os peitões do sutiã e bombava chupando as tetas grandes e pesadas, ela me puxava para me beijar, eu bombava forte, ela quase em desespero me apertava e pedia pra meter mais forte, e de novo, gozou forte. Me fez parar de meter, me travou dentro dela sentindo suas contrações, beijei sua boca, apertei os seios e a fiz desces da mesa, beijando seu pescoço e apalpando suas tetas pesadas, fiz ela se apoiar e fui metendo por trás, vendo aquele bundão bater nas minhas pernas, ela gemendo mais alto, fui metendo forte, dei um tapão na bunda branca e falei que era uma delicia, que iria comer aquele cuzinho lindo, ela se arrepiou, olhou sobre o ombro e disse; o corno nunca comeu, tem nojinho! Ri e disse que agora ela ia descobrir como era ser puta, puta minha tem que gozar dando o cuzinho. Ela gozou em instantes depois dessas palavras, eu acelerando a metida, segurei firme pela cintura e gozei, foram longas bombadas descarregando porra naquela bucetinha deliciosa daquela cavala.
Aquilo virou rotina, chegávamos cedo, colocava ela pra mamar, e ela era muito submissa, de verdade, comi ela com o marido no telefone, ela com meu pau dentro da buceta, sentada no meu colo com um olhar de medo, mas rebolando com o pau esguichando porra dentro dela. E na ultima semana, tivemos um trabalho logo cedo, ela esbarrava em mim o tempo todo com aquele bundão, quando deu um tempo colei nela e disse: trouxe o creminho que uso no cuzinho da minha mulher, hoje vou arrombar as preguinhas do seu! Ela com carinha de safada disse: achei que tinha desistido, depois de alargar a minha buceta e fazer ela de deposito de porra, achei que estava satisfeito! Assim que o pessoal saiu para almoçar, ela me chamou e me beijoou, apalpei seu corpo e já estava sem nada por baixo do vestido, tirei ele deixando ela nua, aquele corpão a minha disposição, fiz ela me chupar, batia o pau na cara dela e dizia que era para ela pedir, e ela com vozinha bem doce dizia: come jay, a minha buceta, depois tira e arromba meu cuzinho, quero ser sua puta, uma puta completa! E assim fiz, coloquei ela sobre a mesa, abri as pernas e fui metendo na bucetinha, que me expremia, bombava do jeito que sabia que ela gozava, apertava e chupava as tetas, ela começou a gozar e me disse: bate em mim Jay, puta gosta de apanhar! Dei dois tapinhas na sua cara enquanto ela gozava, e pra minha surpresa ela acelerou na rebolada, dei mais um e ela gemeu mais alto, e de repente me empurrou, virou e ficou de quatro, já buscando meu pau, entrei fundo, ela gemeu alto de novo, fui bombando, com os dedos com creme fui enfiando o dedão no cuzinho de leve, ela gemia arrepiada, dizia que era minha puta, dei um tapão na bunda, ela dobrou o joelho, me olhou com carinha de desespero e disse: bate de novo, eu amei isso, bate que eu gozo! Sem deixar o momento passar, fui bombando mais forte e dei mais um tapão, ela berrou, nunca tinha feito isso, deu um urro e gozou, os joelhos dobraram, e no auge ela disse: mete jay, arromba meu rabinho, me faz de puta! Nem pensei, com o cuzinho besuntado, encostei a cabeça nas preguinhas e fui forçando, ela tensa, não relaxava, dei um tapa e falei sério: relaxa sua puta, esse cuzinho é meu, voce é minha vagabunda, casada dando para o moleque, agora vai me deixar comer esse cuzinho, de um jeito ou de outro! Vi seus pelos se erisçarem, forcei e ela soltou o ar, o cuzinho reagiu, foi se abrindo, fui metendo e ela com a roupa enrolada na boca, foi aguentando até entrar a metade, parei dei um beijinho nas costas, disse que ela era deliciosa, que era uma putinha bem obediente, e tirei quase todo, voltando a meter, ela dava gritinhos, os olhos corriam lagrimas, mas fui nesse movimento, tirava quase até a portinha e metia de novo, ela gemia e se arrepiava, fui assim até colar naquela bunda branca, com marca dos tapas que dei, então colei com o pau no fundo, peguei na sua cintura e disse para ela rebolar, ela gemeu baixinho dizendo que doía, dei um tapa e mandei, rebola sua vagabunda! Ela fez, dava pra ver o desconforto dela, mas mesmo assim, valente, ergueu o corpo, peguei nos peitões deixando os biquinhos saírem pelos dedos que eu pressionava, fui metendo naquele cuzinho recém deflorado, ela jogava o corpo pra trás, fui bombando forte, até que ela disse: meu amor, goza, não aguento mais, prometo aprender a dar o cuzinho pra voce meu dono, mas ta doendo muito! Fui bombando, apertando aquele rabão, ela gemendo e dizendo que estava sendo arrombada, e gozei, fui bombando e gozando, urrando na orelha dela chamando de minha puta deliciosa, e pra minha surpresa ela gozou comigo, se expremendo com meu pau dentro do cuzinho. Levei ela até o banheiro para se limpar, fiquei um tempo sentado para retomar o folego e no meio do dia ela vem com uma carinha de cansada e diz que vai pra casa, fiquei preocupado, mas ela fechou a porta do escritório, me beijou e disse: nunca fui tão bem comida na vida como nesses últimos dias, gozar dando o rabinho foi algo muito louco, nunca pensei que pudesse, mas to muito cansada, voce roubou todas as minhas forças.
Dia seguinte ela nem foi trabalhar, mas me ligou algumas vezes pra dizer que estava bem, ficou ajudando a Bia, lembrando da foda e com dor na bunda! O chefe chegou naquele fim de semana, e na sexta ela me chupou de manhã engolindo porra, levou uma surra de rola (como ela chamava) ficando com porra escorrendo nas pernas a tarde, e me deixou gozar no cuzinho no fim do expediente, no dia seguinte a vida voltaria ao normal, ou não!
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Ficha do conto

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Nome do conto:
Como chegamos até aqui – Vivendo (e comendo) fora

Codigo do conto:
264748

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
18/06/2026

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