Sou a Bibi, tenho atualmente 30 anos, praticamente não conheci meu pai, e minha mãe me criou sozinha. Já postei a sequência, mas percebi que a primeira parte do que quero contar não foi publicado! Minha mãe conheceu o Carlos quando eu terminava o ensino médio, foi estranho, durante a vida dela os namorados eram caras bombados, bonitos e mais novos, e o Carlos era grandão, barbudo, forte mas sério, um homão mesmo. Ele tinha 40 e minha mãe 34. Logo no inicio muito ciúmes da família, já que minha mãe passou a se dedicar somente a ele e a mim, mesmo na escola onde ela era diretora, já trabalhava mais leve, parece que o Carlos era a solução dos problemas dela. Antes de o conhecer pessoalmente, na verdade na primeira vez que ele e minha mãe saíram num encontro no sábado a noite, esperei todos dormirem e eu e a minha prima fomos encontrar nossos namorados no parque, nos levaram para uma parte bem escura e acho que até combinaram, insistiram pra gente mostrar os peitinhos, eles chuparam com loucos, e depois fizeram a gente se ajoelhar pra chupar eles, mas, eu não queria, não era o clima, e minha prima deu uma mordida no namorado dela, ele meteu um tapa no seu rosto, nós saímos correndo, e nas semanas seguintes fomos perseguidas na escola, as pessoas faziam gestos de chupeta, e a fama era de que tínhamos dado pra eles, até que as coisas ficaram feias, discutimos com umas meninas e dissemos que eles eram frouxos, que não souberam nem convencer a gente, que eram dois imbecis, na saída da escola fomos perseguidas pelos dois, e quando entramos no parque eles nos cercaram, e quando eu achava que estava ferrada um homem apareceu, já deu duas pancadas que os dois perderam o rumo, o cara mandou a gente correr, e de longe ouvi os gritos, os dois apanharam muito, e a partir daquele dia não fomos mais incomodadas, mas naquele final de semana, minha mãe decide apresentar o namorado, e pra minha surpresa era o cara que salvou a gente. Depois disso, passei a ouvir minha mãe gemer a noite toda com ele na cama, até comentei com a minha prima, que contou que os pais gemiam por uns 15 minutos, parecia até piada, logo depois o pai roncava mais alto do que a mãe tinha gemido. Minha mãe chorava no quarto, mas pedia mais, chegava bem perto da porta para ouvir, e ela falava palavrões, chamava ele de roludo e safado, e ela a chamava de “minha putinha arrombada”, e era horas, sem brincadeira, 3 horas naquelas metidas. Eu desde a primeira vez, quando senti minha bucetinha coçar, já embaralhava os lábios entre os dedos, e gemia acompanhando minha mãe, no silencio do meu quarto. Lembro bem que numa noite, fomos a um restaurante numa cidade próxima, e todos la o conheciam, parecia politico, sempre vinha alguém o cumprimentar, e os garçons não saiam da nossa mesa, traziam coisas e mais coisas, sobremesas de todo tipo, e enfim, saímos de la cansadas e saciadas. Naquela madrugada, percebi que minha mãe realmente estava fudida, o cara parecia bem dotado, e durante a madrugada ouvi: ai que delicia, arromba meu cuzinho virgem! Me acabei na siririca naquela noite e tomei uma decisão, queria ver o que rolava dentro daquele quarto!
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