Eram anos 90, eu na faculdade, único que não tinha engravidado uma namorada anos antes, porque meus amigos, todos, tinham se casado antes de concluir o ginásio, por conta das transas sem camisinha. Tive uma namorada fixa durante esse tempo todo, a Carol, sua mãe, era ginecologista e desde que percebeu os nossos amassos passou a dar antoconcepcional para a filha, e eu me acabei, cheguei a comer a Carol com a avó dela dormindo na sala, fazia aquela delicinha de ninfeta gozar chormaingando com meu pau no cuzinho sem acordar a velha, mas, como disse, meus amigos foram tendo filhos, alguns manticeram ate casamentos, mas a maioria não, logo se separaram, as crianças ficaram divididas e foi o que aconteceu com a Clarice, filha do João e da Maria (fictícios, obvio), e como eles eram muito católicos, eu e uma prima da Maria batizamos a menina, e acabou que eu me tornei a referencia para ela, pois o joão se mandou no mundo, e mesmo depois de terminar com a Carol, continuei no bairro, e pela amizade que tinha com a família, continuei acompanhando o crescimento da Clarice. As coisas começaram a mudar quando a Maria conheceu um sujeito, o cara era envolvido em tudo o que era rolo, e logo ela foi morar com ele e levou a filha que na época tinha uns 10 anos, e na primeira briga que tiveram a menina fugiu e foi parar na minha casa, avisei aos avós e mesmo assim, ela ficou uns 15 dias com a gente. Depois a Maria apareceu, contou uma historia qualquer e a levou. Sempre nos víamos pelo bairro, quando me via vinha correndo e pulava no meu pescoço, e assim que ela fugia de casa e ia se esconder na minha, e numa noite, fui leva-la para casa, e a Maria me contou que o namorado tinha sido preso, que estava em dificuldades, e naquela noite, depois que a Clarice dormiu, comi a Maria na cozinha da casa dela, estava com um fogo danado, até no cuzinho me deixou colocar, e depois, abraçada sentada no meu colo, contou que estava preocupada com a filha, estava muito gordinha, e que os meninos estavam zuando com ela. Passei a comer a Maria sempre, e ajuda-las nas contas da casa, era visitar a filha, coloca-la para dormir e passar o ferro na mãe que por mais doida que fosse, era um tesão de mulher. Foram uns dois anos assim, até que eu fui para SC trabalhar numa construtora, e dois meses depois, voltei para visitar minha família e dar uma enrabada gostosa na Maria, mas descobri que elas tinham se mudado também, conversei com a mãe dela e deixei meus números de contato novos já que iria trabalhar fixo em Floripa. Passados quase 6 meses recebo uma ligação de alguém chorando, muito barulho na ligação, e quando consegui entender era a Clarice, já com 18 anos na época, pedindo socorro, a mãe tinha bebido, ela e o marido estavam brigando, e ela me pediu: tio, me deixa ir morar com voce? Nunca fui tão feliz como quando fiquei aqueles dias na sua casa! Ri e conversei com ela, expliquei que morava num apartamento pequeno, passava o dia todo fora, e ela insistiu, deixei e dois dias depois ela desembarca na rodoviária, linda, sorridente e me abraçou, chorou bastante, contou que a mãe aprontava todas e o cara, que era o malandro, agora é quem paga o pato. Levei ela para o apartamento, só tinha um quarto e um banheiro, ela disse que ficaria na sala. Nos primeiros dias daquela semana, eu estava incomodado, estava esfriando o clima, mas eu chegava tarde e ela estava dormindo. No sábado saímos juntos, fui conhecer e mostrar pra ela alguns lugares, ela agarrada em mim, sempre que uma mulher me olhava ela fazia manha, parecíamos pai e filha. A noite, estava frio, sentamos no sofá para ver um filme, ela deitou a cabeça no meu colo, e quando me doi conta, vi que seu seio tinha saído da camisola, um peito grande, pesado, com o bico bem clarinho. Ela era muito diferente da mãe, que era magrinha, a Clarice tinha peitão, bundão, pernão, e com aquela carinha de menina, fiquei constrangido, mas mesmo assim meu pau endureceu, ela percebeu, eu ali vendo o filme, mas não conseguia tirar os olhos daquele peitão, e pra tentar tirar aquilo da cabeça, puxei o vestidinho dela para cobrir, mas, aconteceu o contrario, ficou mais evidente ainda. Ela me olhou e sorriu, linda, meiga, e tudo o que eu queria evitar aconteceu, ela pegou a minha mão e colocou sobre o seio exposto, fazendo movimento para que eu apalpasse mais ainda, o biquinho começou a ficar durinho, ela suspirava, percebi que a mãozinha já estava entre as pernas, e sem dizer nada, esticou a mão e apalpou meu pau, durasso. Ficamos naquele silencio, só ouvindo as nossas respirações, até que ela tentou tirar ele para fora do moleton, não conseguiu, levantou o corpo e sem me olhar, me fez tirar a calça, e como estava sem cueca, ela ficou ali observando, e com muito cuidado, deu um beijinho nele, deu uma risadinha, pegou ele com a mãozinha fria, puxou pra trás, e ficou analisando, eu ali com um seio macio na mão com o biquinho durinho, olhando minha afilhada encarar meu pau na duvida sobre o que fazer, e foi lambendo, indo e voltando, tentou abocanhar, era muito largo, mesmo assim brincava com a língua no buraquinho, lambia e de leve me punhetava, aquilo estava me deixando louco, e ela tirou o vestidinho, ficou peladinha ali, apalpei seu bunda grande, e com o dedo cheguei na bucetinha, que estava muito melada, fui brincando ali, deslizando até o cuzinho, voltava e dedilhava o clitoris, ela suspirava e continuava a chupar meu pau, até que dei atenção ao grelinho, prendi entre os dedos e com o terceiro judiei, ela gemia baixinho, e em alguns minutos soltou um suspiro, senti sua bucetinha melar mais ainda, e com a boca enfiada na cabeça do meu pau ela gozou. Deitou a cabeça no meu colo de olhos fechados, apenas curtindo o momento, cobri seu corpo, achei que tínhamos ido muito longe, mas logo ela voltou a ativa, me fez tirar a calça, voltou a babar meu pau, punhetou mais um pouco, levantou e veio sentando no meu colo, eu ainda tentei fazer ela parar, mas ela sabia o que queria, e esfregou os dois peitões na minha cara, chupei um de cada vez, dei bastante atenção aos biquinhos clarinhos, na tv já rolava outro filme, e ela esfregando aquela buceta melada no meu pau, aquilo estava maravilhoso, até que ela veio me beijar, tímida, com certeza confusa, mas com um tesão absurdo, apontou meu pau na bucetinha e deixou o corpo descer, quando entrou a cabeça ela gemeu e apertou a minha cabeça entre os seios, ficou travada ali uns instantes, ela era muito apertada, mas apoiando as pernas no sofá, levantou um pouco e deixou entrar mais, senti uma pressão, ela me olhava com carinha de dor, e quando entendi que era virgem já não dava mais tempo, ela soltou o corpo e meu pau foi invadindo aquela bucetinha, pedacinho por pedacinho, e quando ela não agentava, parava, suspendia o corpo mais um pouco e deixava descer mais. Fui chupando seus seios, beijando sua boca, e ela tentando retribuir, mas quando meu pau entrou todo, ela me olhava com carinha de desespero, fiz menção de tirar mas ela não quis, me beijou e disse: tio, to arrombada, mas quero muito! E em alguns instantes, subia um pouco e deixava o corpo descer, dando gritinhos, beijando a minha boca e me dando os seios pra chupar, até que, ela mesmo apertando forte os seios disse: morde eles tio! Fui mordiscando, ela gemendo, já subia um bom tanto no meu pau e deixava bater no fundo de novo, já estávamos há meia hora naquela metida, até que ela acelerou um pouco, gemenu gostoso e travou, com meu pau batendo no fundo dela, sua bucettinha parecia em convulsão, mastigava o meu pau, ela me apertou e disse com uma voz rouca: tio, to explodindo de gozar, não se mexe, fica assim! E assisti aquela ninfeta gordinha gozar no meu pau! Quando o clímax passou, ela foi tirando, meu pau todo sujo de sangue, ela foi ao banheiro e voltou com um lencinho, se ajoelhou e limpou ele todo, eu não tinha gozado, meu saco até doía, ela sorrindo lambeu ele mais um pouco e me puxou para o chuveiro, entramos os dois, e como ela é baixinha, se encostou no box e levantou aquela bundinha gorda, ficou rebolando no meu pau, arrumei para encaixar e fui metendo, ela dava gritinhos, dizia que estava sensível, que estava gostoso, pedia pra socar mais, e quando percebi, socava forte naquela bucetinha, ela não gemia mais de forma que eu pudesse entender, eu segurando aqueles peitões dela socava forte na sua bucetinha, ela só balbuciava alguma coisa, até que passou a gemer mais curto e dizia: mete, mete mete tio, de novo, vou gozar!!!! E gemendo alto gozou pela terceira vez, eu descontrolado, metia forte naquela bucetinha apertada, até que não deu mais pra segurar, tirei dela e quando ela se deu conta, se ajoelhou e levou um banho de porra na cara, nos seios e nos cabelos, lambeu meu pau todo gozado, e foi lavando ele, até que se levantou e pediu um beijo, aquela boquinha quente da minha gordinha ficou marcado na minha mente. Terminamos o banho, nos sacamos e fomos para a cama, ela deitou comigo e apagamos de conchinha. Acordei e fui ao banheiro, olhei para a cama e vi aquela menina que eu conhecia desde sempre, com a buceta arrombada, bateu uma culpa, mas já tinha ido, deitei de novo, amanheceu numa friaca brava, ela toda encolhida em mim, peladinha, ficou rebolando como se soubesse, e logo eu metia forte naquela bucetinha de ladinho. Ela ainda quis meter por cima, mas estava muito frio, deitou e pediu para que eu metesse assim, numa estocada o pau escapaou e deu uma bela travada no cuzinho, ela riu e disse: mais tarde tio, agora continua metendo assim que eu vou gozar! Não deu outra, logo aquela delicinha pediu pra meter de ladinho e gozou no meu pau, bombei mais um pouco e acabei enchendo sua bucetinha de porra. Ficamos quase até a hora do almoço na cama, saímos para almoçar, e voltamos, sentamos na sala e ela já tirou a calcinha e sentou no meu colo, meti de novo, e logo enchi sua bucetinha de porra. Só conseguimos conversar a noite, já esgotados, e ela contou que o padrasto vivia procurando ela, tentando comer sua buceta de todo jeito, e a mãe dela sacou, por isso me mandou te procurar, sabia que voce saberia como tirar meus cabaços, e me tratar direto. Enfim, naquela noite terminei enchendo seu cuzinho de porra, e a partir dali vivíamos como casal, chegava em casa e la tinha uma boquinha, uma bucetinha e um cuzinho, ao meu dispor. Ficamos nessa uns 2 anos, até que ela quis voltar para a casa da mãe, para ajudar a cuidar da avó. Sempre que podia eu mandava as passagens e ela vinha, mesmo depois de casada e com filhos, como a Clarice até hoje, a minha gordinha adora sentar no meu pau com a bucetinha e sentir cada centímetro abrir caminho até gozar.
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