Normalmente, nos períodos que meu pai ficava fora muito tempo, minha tia Valeria aparecia pra dar uma geral em casa, ela e o marido moravam num sitio, ele era um bêbado e ciumento, e ela, no auge dos seus 30 anos, era linda, tinha um corpo torneado, uma pele queimada de sol, mas sempre muito triste, e como sempre gostou muito de mim, sempre confidenciou sua situação, contava que o marido não gostava dela, que era putanheiro e bêbado, e que essa vida era uma porcaria. A Rosana aproveitava as visitas dela e sumia com as amigas, enquanto eu, ficava e a ajudava, o tempo era curto, normalmente ele a deixava e ia fazer algo, segundo ela, na zona, então, de certa forma, antes da Rosana começar a fazer seus showzinhos na garagem, a tia Val era o alvo das minhas punhetas, e ela sempre muito carente, me abraçava o tempo todo, e obviamente, que naquela semana eu estava muito motivado, e acabou que depois dela limpar a cozinha, a peguei encostada no batente da porta com o olhar perdido, claramente triste, nem pensei, vim por tras e a abracei pela cintura, dei um beijo no seu rosto e disse: voce não pode ficar triste assim, manda tudo a merda e vem morar aqui, te faço carinho o dia todo! A reação dela me surpreendeu, virou o rosto pra mim e me deu um selinho, tinha uma lagrima nos olhos, mas seus seios, preso num sutiã surrado, estava sendo furados pelo biquinho do seio, e sorrindo, me olhando fundo nos olhos disse: querido, voce é a única alegria que eu tenho, se eu pudesse fugia mesmo, mas levava voce comigo! Dei mais um beijo na sua boca, ela obviamente estava confusa e virou de costas, eu grudei nela, não dava pra esconder a ereção, e no seu ouvido disse: eu iria correndo com voce, seria seu marido, te daria todo o carinho que voce merece, eu te amo! Ela se arrepiou, meu pau na sua bunda, minhas mãos na sua cintura subiram e apalparam seus seios, ela respirava forte, quando virou de novo pra me olhar nos beijamos, eu passeava com as mãos pelo seu corpo, parei na bunda grande e apalpei, ela suspirou, e quando se tocou que estava a um passo de ser comida pelo sobrinho adolescente, me empurrou, balbuciou algo, e eu ri e disse: o que foi Val, ta com medo de gostar de ser bem tratada? Ela me olhou brava e foi para o fundo da casa. Fiquei na minha um tempo e logo ela veio, me pediu desculpas e disse que esta carente, e que isso não justificava se esfregar num moleque! Sem deixar ela continuar, beijei de novo sua boca e disse: Val, eu amo voce, se puder quero te fazer feliz, e não sou só um moleque, sou o moleque que quer voce inteira, adoraria ver teu corpo e te beijar inteira! Ela levantou assustada, dizendo que eu estava muito saidinho, mas pra não perder a chance, peguei sua mão e coloquei no meu pau por cima da bermuda, e disse pra ela que estava assim por culpa dela, ela apalpou mas largou, e foi de novo para outro canto da casa. A Rosana chegou um pouco depois, logo tocou a buzina do carro do marido dela, e ela foi embora rapidinho. A Rosana sacou algo, e veio no meu quarto perguntar o que tinha acontecido, “a Val saiu apressada com cara de culpada” eu ri alto e disse: nada meu amor, meu coração é só seu! Ela estava com ciúme, de verdade, veio pra cima de mim brigando, caímos no sofá da sala e nos beijamos, meu pau explodindo, ela percebeu, e desta vez como estava por cima esfregou bem a bucetinha nele, minhas mãos já soltavam o laço do seu vestido e antes que ela protestasse, o fecho do sutiã soltou, fui beijando seu pescoço, e logo seus seios, ela gemendo e dizendo pra parar, mas a bucetinha úmida não parava de esfregar no meu pau, quando percebi que ela estava mais molinha com os beijos, fui tirando a bermuda e a cueca, e junto, tirando sua calcinha, ela dizia que não, mas fui ao céu quando ela sentou com aquela bucetinha quente no meu pau, ela sentou perfeitamente, sentia os pelinhos dela na cabeça dele, ela gemendo com a fricção, eu beijando sua boca e sugando seus seios, senti ela escorregar o corpo, a cabeça do meu pau ficou no lugar certo, ela comandando, foi esfregando até que a cabeça travou na entrada, ela respirava forte, dizia que não podíamos, que era minha irmã, e eu dizendo que a amava, que iria fazer tudo com carinho, ela tremendo forçou o corpo pra baixo, o pau entrou um pedaço, ela gemeu, disse que era muito grande e que a pepeka não abria mais, fui tentando fazer o corpo subir, mas ela me impedia, então fui chupando seu seio com mais vontade, senti ela levantar o quadril até quase escapar do meu pau, mas voltou a descer, e senti suas carnes expremendo meu pau, uma leve pressão, e de repente, ela gemeu alto, quase um urro, e sua buceta foi recebendo meu pau inteiro, até colar nossos corpos, ela gemia e choramingava, beijava minha boca e levantava os seios para serem sugados, e logo senti ela se mexer, subir um pouco e voltar a descer, dizia que doía, que não era pra me mexer, mas ela foi tomando coragem e bem devagar tirava um pouco e sentava de novo, sempre dando um gritinho, agora nos beijávamos com tesão, sentia seu corpo inteiro arrepiado, e num movimento ela nos virou, fiquei por cima, com o pau cravado na buceta da minha irmã, a única coisa que fiz foi tirar um pouco e meter de novo, ela gemeu com os olhos fechados, eu fiz de novo, e de novo, e em pouco tempo tirava quase tudo e metia de novo, ela gemia me agarrando, e não demorou para tentar me travar com as pernas em volta de mim, mas a massagem que a sua bucetinha fazia era alucinante, ela enfiou a cabeça embaixo do meu ombro e gozou, sentia seu corpo reagir, ela gemia e gozava, tentava dizer algo mas não saia nada direito, e eu fazendo força pra continuar a meter nela, até que ela gemeu alto, me soltou e me empurrou, se encolheu de ladinho como se estivesse ferida, deitei atras dela e não teve jeito, o pau encaixou de novo, a abracei e beijei seu pescoço, chamando ela de gostosa, de maravilhosa, e comecei a meter assim, de conchinha, ela dentro do meu abraço só sentia as estocadas e gemia baixinho, fui bombando mais forte, ela dava a impressão de estar entregue, e quando não aguentei mais tirei, sabia que não podia gozar dentro, e acabei despejando toda a porra sobre suas coxas. Deitei e a trouxe num abraço, ela com a mão no rosto dizia que não podíamos ter feito isso, mas fui beijando suas costas e disse: Ro, somos só dois irmãos que se amam, ninguém vai saber disso, só nós dois, e eu faço tudo pra te ver feliz! Ela virou, com carinha de cansada, e nos beijamos. Depois de um tempo, ela levantou, recolheu as roupas jogadas no chão e foi para seu quarto, fiquei largado peladão no tapete da sala, mas quando ouvi o som do seu chuveiro corri la, ela protestou, mas disse que queria esfregar suas costas, e não deu outra, em minutos metia nela debaixo do chuveiro, e pra terminar, a convenci a deixar gozar na boquinha, e terminei meu banho vendo a minha irmã tossindo por ter engolido parte da porra que não vazou pelos cantos da sua boca. A noite, deitados no sofá da sala, a abracei e beijei seu rosto, ela disse pra parar, estava muito dolorida, mas quando perguntei se ela gostou, ela com carinha enigmática disse: eu até te respondo, mas primeiro o senhor vai contar quem faz mais gostoso, eu ou a Val?
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