Morávamos numa cidade pequena do interior, meu pai, era engenheiro agrônomo e vivia viajando entre fazendas que atendia, minha mãe foi embora quando éramos pequenos, eu e minha irmã dois anos mais velha, a Rosana. Vivíamos bem, morávamos perto do centro, e fazíamos tudo juntos e por conta da situação, éramos um o apoio do outro, e quando minha irmã começou a namorar lembro que ficou dividida, não podia ficar até tarde fora de casa, e numa noite, depois de muito insistir, um namoradinho mais esperto conseguiu que ela entrasse e me colocasse pra dormir, e era achar que eu tinha dormido ela saia para encontra-lo na garagem, eu claro, corria para a janela pra assistir minha linda irmãzinha tendo os peitinhos chupados pelo namorado enquanto batia uma punheta pra ele. Meses antes, tinha achado um monte de revistas pornôs numa caixa empoeirada, tinha lido quase tudo, e como disse, aprendemos tudo sozinhos, então, eu me divertia vendo minha irmã pelada “inocentemente”, era normal ela sair secando os cabelos do banho com os peitinhos médios a mostra, acreditando que o irmãozinho não ligava, era muito pequeno, mas, eu já me acabava na punheta, e numa noite, o namoradinho estava mais afoito, insistiu pra ela tirar a saia e a calcinha, lembro de ouvir ele cochichando: relaxa, vou só esfregar, é gostoso! A bobona deixou, o cara se arrumou, fez ela encostar na parede e foi arrumando, mas quando ele acertou a bucetinha dela, ela pulou e brigou com ele, chorando que doeu, e o cara ficou puto, mas ela tocou ele de casa, entrou chorando e deitou na sua cama, eu logo fui deitar com ela, fiquei fazendo carinhos nos seus cabelos, e perguntei: o que aconteceu Rô? Ela chorando disse que eu não ia entender! Eu ainda afagando seus cabelos disse: ele meteu forte? Ela deu um pulo da cama assustada, perguntando onde eu tinha ouvido isso? Eu ri e disse que vi a cena, mas não sabia se ele tinha metido! Ela disse que não, mas ainda gaguejando perguntou o que eu já tinha visto, e eu contei que assistia ela ter as tetinhas chupadas enquanto os moleques batiam punheta e gozavam nas pernas dela! Ela ficou horrorizada, tampou o rosto com vergonha, me fez ir para o meu quarto e se trancou no quarto dela. Deitei, fiquei pensando se tinha feito merda, se era melhor ficar na encolha, mas ela entrou quietinha no meu quarto, banho tomado, toda cheirosa, veio e deitou comigo, e com uma voz bem doce disse: Jay, onde voce aprendeu isso tudo? Eu ri e disse que não podia contar, mas que sabia que os moleques eram doidos pra comer ela, e que, eles tinham razão, ela era linda! Seus olhos brilharam, ela sorriu e me deu um selinho, coisa que fazíamos sempre, mas eu quis mais, mas ela me afastou e me chamou de safadinho! Ri e peguei a mãozinha dela e mostrei que estava com o pinto durasso, ela primeiro assustou, me deu um tapa, mas a mão voltou, ela apalpou e disse: o que é isso menino, esse negocio é maior do que o do fulano! Ri e disse que se ela quisesse perder o medo, podia ajudar, rimos juntos, mas ela me mandou dormir, me chamando de bobo! Quando ela ia sair pedi que dormisse comigo, ela disse que não, saiu rebolando aquela bundinha redonda, mas eu sabia, em alguns minutos ela apareceu na porta e disse: vem seu moleque safado! Corri e deitei abraçado com ela, ela pedindo pra parar, mas só fiquei quieto quando consegui encaixar o pau na sua bundinha, assim ela podia sentir, eu a abracei, e desta vez, apalpava seus seios livres, sem sutiã, ela susprirava e mandava parar, eu beijava seu pescoço e dizia: poxa Rô, sou eu, seu irmãozinho, quem vai tratar voce com tanto carinho quanto eu? Ela ficou quieta, e com muita insistência, coloquei o pau no meio cas coxas, tocando sua bundinha, ela suspirava, eu apalpava os peitinhos, falava coisas que lia nas revistas, que ela era linda, que queria muito comer aquela bucetinha, ela toda arrepiada não falava nada, mas percebi que estava super melada, fuquei ali esfregando meu pau na bucetinha até que ela começou a respirar mais forte, seu corpo serpenteava, ela apertava meu pau com as coxas, e ali assisti minha irmã tendo seu primeiro orgasmo, ela gemia baixinho, eu apalpando os seios, beijando seu pescoço e com o pau entre as coxas, ela gozou gostoso, mas quando se tocou de tudo o que estava rolando ela me empurrou e se levantou, ficou no banheiro uns minutos e voltou, quieta, deitou e eu parti para o ataque de novo, mas ela me fez parar, disse que não podíamos, mas eu com muito jeitinho pedi: mas irmã, olha como estou, brinca com meu pinto um pouquinho. Ela dizendo que não, mas não tirava os olhos, e com calma colocou a mão, e ficou ali me punhetando, dizendo que era errado, e que éramos muitos loucos, e eu pedi: põe a boquinha, igual fez para o fulano! Ela me deu um tapa, mas com carinha de curiosa veio e colocou a cabeça na boquinha, fiz ela continuar a punhetar, estava delicioso, e acostumado a fazer sozinho, aquela cena estava me fazendo explodir, nem avisei, ela punhetando e chupando a cabecinha e eu gozei, ela se assustou, tirou o rosto, mas não tinha mais como parar, fui gozando e lambuzando ela, que largou meu pau, e eu terminei, e quando ela levantou, tinha melado toda a sua cama. Ela me fez levantar e sair, brava comigo, fui deitar e apaguei. Acordei no sábado com ela fazendo nosso café, cheguei na cozinha e ela de vestidinho curto, cheguei por tras, dei uma bela encoxada e beijei seu pescoço dando bom dia, ela fez carinha de brava, mas dei uma apalpada na bundinha e disse: Rô, o que vamos fazer hoje?
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.