Durante a semana, trabalho na casa que tenho em SP a maior parte do tempo, volto para o litoral somente nos finais de semana, e andei percebendo que a Vera, a diarista aqui de casa esta meio triste, ela tem 50 anos, trabalha aqui há uns 6 meses, vive alegre, trabalha com fone no ouvido com seus forrós, mas nestes últimos dias não, chega, faz seu trabalho, quase não fala, e por mais que apreciasse o silêncio, chamei ela pra conversar no meu escritório e perguntei o que estava acontecendo, ela enrolou, foi até a sala e voltou, sentou na cadeira na minha frente e disse: Seu Jay, to com problemas em casa, meu marido foi viajar e fiquei sabendo que ele levou a minha vizinha com ele, ontem o marido dela bateu na minha porta pra perguntar dele, disse que esta viajando, mas a noite minha filha contou que viu a mulher entrando no caminhão dele na madrugada que ele viajou, e já são 20 dias com ele fora, tentei falar com ele mas nada de responder. E logo começou a chorar, dizendo que não sabia mais o que fazer, porque o vizinho é bandido, tem medo por causa da filha, e com toda essa situação. A acalmei, disse que, se ela quisesse, eu podia arrumar um outro lugar pra elas morarem, e que se quisessem ficariam comigo uns dias até arrumarmos isso, ela me olhou no fundo dos olhos e sorriu. Saiu falando com a filha e no fim da tarde encostou um uber e desceu uma moreninha linda, cabelo solto, duas mochilas, e ouvi as duas conversando. Quando eram umas 8 da noite eu estava terminando o meu trabalho quando ela entrou no escritorio com um lanche pra mim, dizendo que elas se arrumaram la no quarto do fundo. Terminei a ultima reunião online já eram quase meia noite, sentei na sala com uma cerveja e alguém entrou na cozinha, assustei e fui olhar, e era a moça, com uma roupinha curta, uma bundinha redondinha, uns peitinhos lindos sem sutiã, bem marcados na camiseta, ela se assustou comigo também, rimos e ela se apresentou, Adriane, e percebeu que examinei cada pedacinho do seu corpo moreno, com carinha de encabulada se despediu e foi dormir. Tomei um banho e apaguei na cama. De manhã, ouvi as duas conversando, a Adriane estava saindo pra trabalhar, e como eu só tinha reunião as 10, fiquei na minha, e lembrando do corpinho da moreninha to eu ali com aquela puta ereção matinal, e a Vera entra no quarto, eu com a mão apalpando meu pau, ele metade pra fora, ela parou, olhou, encarou e saiu. Eu ri, fiquei ali na minha, e uns 10 minutos depois entrei no chuveiro, quando percebo, ela esta no quarto, sai de toalha, já que me visto no quarto, ela me viu e agora sorrindo disse: Doutor, que mala hein! Ri e disse que sim, mas que difícil achar quem encare! Ela agora com uma cara bem safada riu e disse: será mesmo? O clima estava pronto, tirei a toalha, o bicho meia bomba, ela largou o pano, sentou na minha frente na cama e foi pegando, em instantes meteu na boca, foi chupando e disse: não sabia que estava precisando tanto disso! Foi chupando e ele crescendo, até que não cabia mais, ela agora rindo, tirou a camiseta, uns peitões presos no sutiã deixavam o clima mais gostoso, fiz ela soltar eles, e apertei cada um deles enquanto ela se deliciava com meu pau, fui apalpando e deitando na cama, logo fiz ela ficar pelada, seu corpo era volumoso, mas ela chupava sem parar, queria comer aquela buceta, mas ela agora sim, percebeu que o negocio iria pegar, sem deixar ela fugir, fui por cima dela, tirei a calcinha, dei uma bela esfregada e fui botando pra dentro enquanto chupava com força aquelas tetonas morenas, ela gemia e dizia pra ir devagar, que a florzinha dela era pequena, o pau do marido era muito menor, fui metendo sem dar atenção, e falando que ela era gostosa falei pra aproveitar que agora o marido era corno, porque a mulher dele estava com um pau de verdade na buceta, ela gemendo começou a gozar, se debateu na cama, e eu bombando, ela berrando pedia: mete doutor, mete esse rolão, arromba a buceta da nega! Fui bombando mais e ela naquela loucura toda, quando acalmou pediu pra sair, foi ao banheiro e quando voltou ficou com vergonha, disse que nunca tinha traído o marido, mas nem quis saber, fui por tras ainda apertando os peitões e fiz ela se apoiar na cama, meti por tras, ela dizia que estava toda ardida, mas fui metendo forte, em minutos a mulher berrava dizendo que estava arrombada, que queria mais, que era pra meter tudo! Fui bombando forte até que percebi que ela baixou a cabeça e começou a gemer diferente, estava gozando de novo, então grudei, bombei mais forte ainda, ela percebeu, rebolava e pedia: goza homem, enche a nega de porra, vou dar pra esse cacetão todo dia agora, vou chupar até secar essa rola! E aquilo me acendeu, bombei até o limite, tirei, fiz ela virar e meti na boca dela, fui punhetando e ela se afogando, mas gozei, ela desesperada tentava engolir, mas babou tudo, fui gozando e e=a porra escorria pelos cantos, escorrendo nos peitões. Quando terminei ela mostrou que curtia a putaria, com a cara toda suja de porra lambeu meu pau até ficar limpo, e com carinha de satisfeita disse: Que horas o senhor vai querer almoçar?
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