A Rosana sabia de coisas que eu não imaginava, mas como ela disse, uns 20 minutos depois que ela saiu, a tia Val chegou, ficou na cozinha um tempo, e quando entrou no meu quarto eu fingia que dormia, ela se assustou, fiz que estava despertando, e como minha irmã mandou, estava pelado. Minha tia sentou na cama me perguntando porque perdi a aula, ela estava linda, aquele vestidinho velho cobrindo aquelas coxas deliciosas, os peitões presos num sutiã rosinha e um decote que não deixava ver nada mas imaginar muito, eu disse que não tinha dormido bem e que a Rosana tinha prova então disse pra que eu ficasse, e ela, como eu imaginva, ficou toda compadecida, fazendo carinho no meu rosto, e sorrateiramente a abracei, disse que estava com saudades, que tinha ficado triste dela não nos visitar mais vezes, e ela tentando arrumar desculpas foi ficando envolvida, eu beijei seu rosto, disse que queria ela pra mim, e vendo seu pânico nos olhos beijei sua boca, ela não reagia, e com calma coloquei a mão dela no meu pau, já estava duro, ela apalpou e tirou, falei pra ela fazer um carinho, ela fez que ia se levantar, mas voltei a beijar sua boca, agora ela deixava minha língua invadir e buscar a sua língua, ela muito tímida mal respondia, e num movimento maluco, fui levantando seu vestido, ela parecia uma múmia, não se mexia, tirei pela cabeça, e sem deixar ela pensar, tirei seu sutiã, os peitões eram grandes, branquinhos, bicos bem delicados, e fui beijando seu pescoço e cheguei neles, apertava um e sugava o outro, ela suspirava, eu apertei a mão dela no meu pau, ela estava travada, fui me movimentando pra fazer ela deitar, mas ela acordou do transe, levantou rápido, pegou o vestido e saiu do meu quarto, fui atras dela, não podia perder a oportunidade, a alcancei no sofá, grudei nela, apalpava suas tetas e beijava seu pescoço, ela dizia para parar, que não podíamos, que era pecado, e eu com uma mão apalpava seu seio e com a outra fui tirando a calcinha, ela tentou me impedir, mas sem fazer força, fiz a calcinha cair, virei seu corpo nu, e voltei a beijar a sua boca, as mãos apalpavam seu corpo, e fui com a mão na bucetinha dela, estava melada, ela tremia, fui conduzindo ela para o sofá, fiz ela sentar, sempre beijando e chupando seus seios, ela balbuciava algo, claramente em pânico, fui abrindo as suas pernas e meti minha cara na sua buceta, fui chupando rápido, ela tentando me empurrar, mas fiz abrir as pernas e ataquei sua bucetinha com a língua, fazia igual com a rosana, lambia debaixo pra cima e me concentrava no grelinho delicado, chupava e sugava, as mãos, livres porque ela parou de lutar, apalpavam seus seios, prendia os biquinhos entre os dedos, e ela agora só gemia tímida, quase com culpa, mas eu percebi que quando envolvia o grelinho entre os lábios e sugava ela dava um gritinho, e assim descobri como fazer a Tia Val gozar, ela gemia e choramingava, dizia pra parar, mas ao mesmo tempo apertava as coxas prendendo minha cabeça, e quando o orgasmo se aproximou, ela começou a dar uns tapas na minha cabeça, e quando começou a gozar, soltou um gemido e apertou minha cabeça como se quisesse que entrasse dentro dela! Fui chupando até sentir que ela relaxu, estava largada no sofá, subi e beijei sua boca, ela dizia pra parar, que não podíamos, que era minha tia, que era casada, e nesse meio tempo, encaixei meu pau na entradinha da buceta, ela sentiu a pressão e disse: Jay, não enfia, não podemos! Beijei sua boca e disse no seu ouvido: só paro se voce dizer que não quer! Ela gemeu algo, fui metendo, beijando a sua boca, dava pra ver que ela era bem apertadinha, arrumou o corpo pra receber tudo dentro dela, agora procurava a minha boca pra beijar, fui metendo devagar, ela tremendo, até que me abraçou forte, e gozou de novo, agora me senti livre, bombei forte, chamando ela de gostosa, que ia comer ela todo dia, que seria minha putinha, e ela só balbuciava, não falava palavras inteiras, e quando estava no ápice me travou com os braços e pernas, pedia para não me mexer, que estava difícil controlar seu corpo, e eu beijando seu pescoço disse: goza tia, mostra pra mim tudo que esse corpão gosta, vou te comer o dia todo, vou te fazer gozar até cansar! E ela tremendo foi massageando meu pau com a buceta pulsando. Fiquei travado naquela situação até ela relaxar, fui tirando meu pau de dentro dela, que agora me olhava incrédula, quando sentei ao seu lado, com o pau durasso, ela continuou me olhando, mas a sua mãozinha pegou ele, apertou, e disse: Jay, faz quase dois anos que o Beto não encosta em mim, nunca fiz as coisas desse jeito, vamos parar, por favor, eu não sei se consigo olhar para ele agora, sou uma mulher casada, voce é meu sobrinho, eu te amo também, mas não podemos, é errado! Eu ri e disse: ta bom tia, chupa ele um pouquinho, preciso muito gozar! Me olhando, mesmo incrédula, baixou o corpo e colocou na boca, quase não cabia, mas ela ficou com os lábios em volta dele, sem se mexer. Eu brinquei dizendo que ela nunca chupou um pau de verdade, ela me olhou e disse que não, então pedi que ela molhasse os lábios com a língua, e fosse chupando a cabeça, ela foi fazendo exatamente o que eu mandava, eu aproveitei pra apalpar seus seios, ela repetindo o movimento na chupada, comecei a elogia-la, dizendo que aprendia rápido, que iria chupar muito meu pau ainda, ela concentrada, estiquei o braço e alcancei a sua bunda, desci o dedo até o cuzinho, ela me fez tirar a mão, então eu disse: ta gostoso, mas quero a sua bucetinha de novo, vem sentar nele! Ela até virou o corpo, mas me olhou e disse: Jay, é muito grande, to muito dolorida! Ri e puxei ela para um beijo, apalpava seus seios e fui conduzindo ela, que logo estava apoiada no sofá, com as pernas sobre meu pau, encaixei na bucetinha e mandei: desce Val, quero te comer agora! Assisti a bucetinha se abrindo e recebendo meu pau durasso de novo, ela gemia de olhos fechados, quando entrou a metade puxei uma perna para o meu lado, logo a outra, agora ela estava pronta, eu cchupando seus seios e ela travada sobre o meu pau, olhei pra ela e disse: vai minha putinha, cavalga gostoso, quero gozar vendo voce subir e descer! Ela toda sem jeito foi achando a forma de fazer, e logo minha tia subia e descia no meu pau, gemia contida, mas eu aproveitava pra meter debaixo pra cima, ela gemendo gostoso, fo entrando no ritmo, e quando percebi que ela iria gozar, fui acelerando a metida, chamando ela de gostosa, dizendo que era minha a aprtir de agora, ela tampou a boca com a mão e gemeu abafado, quando apiou a cabeça no meu peito, vi que ela iria gozar, fui bombando forte e quando ela começou a gemer, gozei junto, ai não teve jeito, arranquei muitos gemidos dela, a cada jato ela dava um gritinho, e fomos assim até cansar. Ela, aquela mulher branca, com a pele queimada de sol, peladinha do meu lado, deitamos no tapete, eu beijava seu corpo e ela virou de costas, claramente tinha vergonha, estava confusa, mas eu fui beijando suas costas e disse: Val, me conta uma coisa, quanto tempo voce vai se sujeitar a isso tudo? Ela ficou tensa, deu pra notar, mas não disse nada. Continuei, não posso te dizer que sei tudo, mas o que já descobri me fez tomar a iniciativa de comer voce! Ela me olhou, parecia uma menininha assustada, encolhou os braços escondendo os seios, e perguntou do que eu estava falando, e eu disse: o que teu irmão ta fazendo na sua casa? Ela baixou a cabeça e ficou quieta, e eu perguntei de novo, ele vai pra la né, quanto tempo ele fica? Ela quieta, não falava nada, e eu insisti, se voce jogar limpo comigo eu te mostro como eu descobri tudo! Agora ela me olhava assustada, mas perguntou: o que voce quer saber Jay? Eu sabendo que tinha vencido disse: a verdade, ele vai para a sua casa e fazem o que la? É so ele dando para o Beto ou come voce também? Ela fez cara de choro, a abracei, beijei seu rosto, e ela soluçando disse: Jay, vocês não vão entender, mas é algo que acontece há muitos anos! Ela falou e levantou, foi para o banheiro, fui atras, liguei o chuveiro, a agua caia sobre a gente, eu beijava sua boca, apalpava seu corpo, ela pegou o sabão e esfregou meu corpo, quando chegou no meu pau, ficou na duvida, mas pedi que continuasse, foi ela ensaboar e ele endurecer, ela me olhou, agora brava, eu ri e disse que era esse o efeito que ela causava em mim há muito tempo, a abracei, beijei sua boca, e foi ai que percebi que ela continuava ensaboando meu pau, virei seu corpo, fiz ela apoiar na parede e fui metendo de novo, ela gemia e dizia que eu era tarado, que ela estava assada, que não ia sentar uma semana, e soltou um: nossa, que moleque tarado! E eu no seu ouvido: e a tia putinha, ta gostando do moleque safado? E gemendo ela disse: estou amando, faz o que quer comigo, eu te amo! Fui bombando enquanto segurava os peitões, e sem pensar muito, gozei de novo, enchendo a bucetinha dela de porra. Terminamos o banho e ela quis se vestir, por mim continuaríamos pelados, queria comer ela mais e mais, mas ela disse que não, que precisávamos conversar, e na sala, ela contou: Jay, não sei se posso contar isso, mas não podia deixar acontecer o que a gente fez, então, o Beto morava na casa da gente e eu era pequena quando ele apareceu, o pai trouxe ele e disse que era irmão da gente, mas ele era um menino revoltado, vivia aprontando, e o Claudio, seguia ele o tempo todo, uma vez descobri que eles ficavam no riacho com outros meninos, e segui eles, o Beto fazia os meninos chuparem o pinto dele, e depois comia o cuzinho deles, um dia um adulto viu, deu uma briga e o Pai decidiu vender o sitio onde morávamos e viemos aqui para essa cidade, e mesmo ele dando bronca nos dois, o Beto continuava fazendo o Claudio de namorada dele. Quando o Claudio foi pra faculdade, ele começou a mexer comigo, no começo com carinho, mas um dia, o Claudio voltou de férias, e a noite o Beto comeu ele e me fez olhar, ai começou a querer fazer comigo, e o Claudio incentivava, até que com 13 ele conseguiu, o pai tava doente, o Beto era maior e numa noite, colocou nós dois pelados, mandou eu chupar o Claudio pra ir aprendendo, mas logo que terminou com ele, me fez abrir as pernas e tirou meu selinho, dai em diante, era assim, ele me comia e partia pra cima do Claudio, até que o Claudio apareceu com a namorada, manteve ela escondida por um tempo, mas ela engravidou da Rosana, e ele teve que trazer ela para o sitio, ai começou o inferno, ela era bem safadinha também, e logo o Beto comia os dois, me deixando em paz, mas o pai morreu e minha tia me levou pra morar com ela, o Claudio e sua mãe montaram essa casa, mas o sitio ficou para a putaria, eles apareceiam la sempre, e na semana que voce nasceu, ele apareceu na minha tia, me levou no cartório e eu sai de la casada com ele, mesmo eu não querendo, tinha que limpar a casa depois que eles faziam a putaria deles, eu cuidava de vocês, até que um dia a sua mãe foi embora com um outro homem! Eu na hora perguntei, um negro com uma marca na testa? Ela arregalou os olhos e confirmou, perguntou como eu sabia disso, e nessa hora a Rosana entra na sala com a fita na mão, ela ouviu tudo, colocou no videocassete e sentou, a Val ficou branca, ainda tinha os cabelos molhados e eu só de cueca, assistimos pedaços da fita em silencio, e quando terminamos, a Rosana olhou pra ela e disse: então, explica, o papai sai daqui e fica viajando mesmo ou fica no sitio dando para o seu marido? Val tremendo, obviamente assustada, disse: ele vai sim, fica la uns dias e depois viaja, mas quando volta fica la mais alguns dias! A Rosana me olhou com uma carinha bem sacana e disse: bom, a gente vive no meio desses filhos da puta e não sabíamos de nada, agora a gente sabe! Ia saindo, a Val chorando a e Rosana ordenou: fiquem aqui! Ela saiu, a Val ficou sem saber o que fazer, tentava limpar a casa mas nada ficava no lugar, derrubava as coisas de tão tensa, e demorou, mas já era tarde quando ouvimos um carro na porta, a Rosana entrou, ficou no quarto do papai um tempo, e saiu com algumas malas, ouvimos passos na porta, algo caindo no chão, e ela entrou triunfante, e disse: Val, fica tranquila, eu sei que esse moleque aqui é safado, até meu cuzinho ele come, então, voce agora mora aqui com a gente, assim me ajuda a dar conta dele, e não se preocupe, eu resolvi essa palhaçada desses viados. A partir dai, eu tinha duas bucetas e dois cuzinhos só pra mim, a Val, moramos juntos como mãe e filho até eu me casar, e até hoje, vou a casa dela, já casado e com filhos, comer a minha tia que adora ficar com o cuzinho cheio de porra. A Rosana, depois que casou sossegou o facho, mas não durou muito, logo depois do 3º filho veio me procurar dizendo que o maridão perdeu o pique, e até hoje como minha irmã com força, como ela gosta desde novinha!!!
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