Depois daquela noite, a vida em casa mudou, e como sabíamos que o papai demoraria a voltar, não nos preocupávamos mais de andar quase pelados dentro de casa, e a Rosana se mostrou muito putinha, quando transamos percebi que ela não era mais virgem, insisti e ela contou que foi com um primo nosso, o Emerson, mais velho que a gente, durante as férias na praia, me assustei porque já faziam alguns anos, ela contou que ela estava com 14 quando aconteceu. Depois, contou que já tinha transado com dois namorados, e eu achando que ela era santinha, mas ela explicou que não queria ficar falada, por isso não tinha dado para o namorado, mesmo porque, ele gozava muito rápido, e ela ficava na mão. Passei a chupar minha irmã varias vezes por dia, e ela começou a se desafiar, engolir toda a porra quando me chupava. Sua bucetinha já recebia meu pau sem dor, mas pra não perdermos a linha, nosso combinado era só transar na hora de dormir, ai era festa, ela adorava ser comida de quatro, era assim que gozava de ficar sem forças, e eu enchia sua bucetinha de porra, já que ela confidenciou que tinha voltado a tomar remédio. Mas acordar com aquela delicia ao meu lado era impossível resistir, e ela reclamava sempre que tinha porra escorrendo no meio do dia. Uma tarde, estava arrumando a garagem e lembrei da caixa de revistas que tinha achado, e que la dentro tinha algumas fitas VHS, e uma fita empoeirada chamou a atenção, estava sem titulo, como estava sozinho, peguei as fitas e levei para dentro, coloquei no videocassete e a primeira era um filme chamado “TABOO”, delicioso, a moça dava pra família toda, a mãe dava para o filho, a amiga dava para o irmão, enfim, era o paraiso da putaria. A outra era um filme americano também, não lembro o nome, mas era uma putaria dentro de uma empresa, uma mulher dava para o chefe, que comia a secretaria, que dava para o mensageiro, enfim, diversão garantida, tinham outras nas caixinhas, as uma fita sem rotulo me chamou a atenção, e quando comecei a ver o vídeo descobri que era caseiro, de qualidade ruim, mas, deu pra notar que o local onde era filmado eu conhecia, era na casa do nosso sitio, onde a tia Val e o tio Beto moravam naquela época e alguém estava filmando pela casa, até que entrou num quarto e tinham dois casais transando, um cara reconheci na hora, era o tio Beto, a mulher, uma morena clara com uma bunda grande e redonda, o outro casal era o tio Wilson e uma loira, e não era a tia Carmem. Olhei no rodapé da filmagem e datava de 1982, ou seja, 14 anos atrás, eu tinha 2 anos nessa época, a Rosana, 4, até que a cena muda, outra data, em dezembro do mesmo ano, aquela mulher que o Beto estava comendo, agora transava com ele e com um negro, não sabia quem era, mas o cara comia ela de quatro enquanto ela chupava o Beto, e pelos gemidos o clima estava muito sexy, ela tira o pau do Beto da boca, vira para a pessoa que estava filmando e diz: amor, ele ta arrebentando meu cuzinho, filma pra gente lembrar de como era, porque vai ficar arrombado! A câmera se aproxima bem do pau do cara entrando e saindo do cuzinho da mulher. A cena desenrola e de repente o Beto deita na cama, ela vai engatinhando e da pra ver de perto o pau dele entrando na buceta dela, lembro que era bem peluda, mas o pau dele some dentro dela, de repente, o negro vem chegando e coloca no cuzinho dela, ela berra alto, e o câmera vai perto da boca dela, e tira o pau para ela chupar, enquanto filma, os dois comendo ela e ela chupando seu pau fino, quando ela tira da boca, com voz manhosa diz: amor, eles estão me fudendo forte, to gozando muito, “obrigado amor”!, eu não sabia quem era, mas claramente, o câmera men era o marido dela, o Beto eu sabia quem era, mas o negão nem imaginava, e a mulher estava com muito tesão, ela tirava o pau do marido da boca e dizia: amor, que delicia, eles estão metendo muito forte, eu amo ser puta deles! E de novo, obrigado “amorzinho”, dizia isso claramente gozando. A cena corta uns instantes, mas volta com o câmera filmando o negro gemendo e mostra o cuzinho, quando ele tira o pau escapa um monte de porra, ela geme largada em cima do Beto, que pelo close, também tinha gozado na buceta dela. A fita tem um intervalo, e a data mostra janeiro de 83, novamente, a mesma mulher na rede com o mesmo negro, eles transam com ele por tras, a câmera mostra bem quando ela abre as pernas que o negro esta comendo o cuzinho dela, quando se afasta, da pra ver as mãos dele espremendo os peitões dela enquanto eles se beijam. Quando a câmera vira para a porta da sala, uma morena baixinha esta de quatro com o Wilson comendo ela de frente pra porta, ela berra que ta doendo e que ele é bruto, ele sorri enquanto isso, do outro lado da sala, um casal esta aos beijos, e eram a tia Carmem e o Beto, ela subia e descia no colo dele enquanto ele chupava os seios dela. Até aquele momento eu já tinha batido duas punhetas para aquele filme caseiro, a cabeça fervilhava de tanta putaria, até que a Rosana chega atras de mim e diz: seu tarado, vendo putaria na tv agora? Que susto tomei, cai de costas rindo, e disse pra ela que achei aquelas fitas, mas essa era foda, ela rindo disse que acreditava, já que meu pau estava até roxo de tanta punheta, chamei ela pra sentar comigo, ela disse que tinha que tomar banho, mas insisti, disse que ela iria se assustar com aquilo, e com muita insistência ela sentou, estava de vestidinho solto, e quando voltei a fita ela primeiro se ligou na data, e rindo disse: que filme velho! Mas como eu, quando a câmera passeava pela casa, ela tbm reconheceu: eita, é a casa do sitio! Quando a cena mostra o Beto e o Wilson, ela da um salto por entender quem eram. Quando a cena fixa na morena sendo fudida, ela pega o controle remoto da minha mão e volta um pouco, mas logo adianta, passando pelas cenas da rede, e acelera o vídeo um pouco mais, sempre que tinha movimento parava, olhava as pessoas que estavam ali, e de repente, volta numa cena, na porta do guarda roupas do quarto tinha um espelho grande, e quando ela parou a cena, descobri quem era o câmera, era o meu pai! Ele quem filmou tudo aqui, e acelerando um pouco mais, a cena que mudou a nossa vida, a data era maio de 83, a câmera passeou pela mesa da cozinha, muitas garrafas de bebida vazias, ai caminha até o quarto, era noite por causa da pouca iluminação, mas no quarto dois casais estavam transando na cama, a loirinha que já tínhamos visto antes estava de quatro com o Beto comendo ela, e ao seu lado, a morena que aparecia sempre estava sentando no pau do negro, a câmera foi colocada num móvel, deu pra perceber porque parou de tremer, o foco eram os dois casais na cama, e a performance deles era deliciosa de assistir, e nesse ponto, eu com o pau duro de novo peguei a mão da Rosana pra me punhetar, ela apertava de leve e subia e descia bem devagar, eu levantei seu vestido e meti os dedos na calcinha, e pra minha surpresa, estava melado, não como sempre, tinha muita “gosma” escorrendo, eu ali perdido em pensamentos, saquei que a minha irmãzinha tinha saído pra dar pra alguém que encheu ela de porra, ela fixada na tela, e quando de repente ela para o vídeo na expressão da morena, ela se contorce, da uma risada estranha, ri e aponta o dedo para o lado, alguém pega a câmera, e a cena que se segue é um cara de costas, bunda branca, não sei quem era, mas, quando a câmera passa para o lado dele, um cara esta chupando seu pau, e quando a cena afasta um pouco, esse cara que esta chupando o outro, esta sentado no colo de um terceiro, que esta com o rosto iluminado, e pelo som, metendo forte no cara. Aquela cena era chocante, pornô gay era novidade, e a câmera agora pede para o cara mostrar, e o sujeito que esta sentado, empurra o cara para a frente e a câmera pega claramente o pau na bunda do cara, que esta de olhos fechados, o som é ruim, mas todos riem, e o cara que esta sendo chupado começa a gemer, chamando o cara de putinho, e quando a câmera volta para eles, o cara segura a cabeça do chupador e geme, o cara tenta escapar, mas abre a boca cheia de porra, a mulher morena vibra na cama e diz: isso viadinho, engole tudo! Ele volta a ter a boca invadida pelo pau do cara, e a Rosana para a cena, tira a mão do meu pau, empurra a minha mão da sua bucetinha melecada e levanta, me manda sumir com essa fita e vai para o quarto, fiquei sem entender, até que olhei direito para o cara que esta sendo comido e chupando o outro, e era o meu pai! Na hora caiu a ficha, corri no quarto dela, e como imaginava, ela estava chorando com um álbum na mão, e foi fácil de entender como estava fudido, a morena que dava para vários, mas sempre no pau do negrão, era a mamãe, a semelhança dela com a Rosana era impressionante, até os seios, que da morena eram bem maiores, mas no mesmo formato. Ela chorava e dizia, Jay, nossa família é fudida, por isso a gente trepa, o papai e a mamãe eram uns fudidos! Eu demorei um tempo pra processar, mas voltei pra sala, assisti aquela fita até descobrir que a ultima filmagem tinha acontecido em novembro de 83, e a cena começa com a câmera na varanda, como se tivesse se preparando, e entra pela sala, caminha até o quarto e da pra ver empurrar a porta, na cama, aquela morena, que agora sabia que era a minha mãe, sentada no pau do negro, subia e descia com força, e um outro cara desconhecido com o pau na boca dela, ela tenta chupar mas escapa, mas quando ela percebe a câmera, olha furiosa e diz: Claudio, vai embora, vai dar o cu la longe seu viado, deixa a gente em paz! Claramente, não havia mais agradecimento do “amorzinho”, mas desprezo na voz dela, a câmera sai e quando volta para a sala, da pra ver o Beto sentando no sofá e tirando o pau mole da calça, a câmera é colocada num canto, a cena fica parada, mas da pra ver de lado que o meu pai se ajoelhou e foi chupar o Beto. A cena fica assim um tempo e desliga. Fiquei sem saber o que pensar, fui tomar um banho frio, mas as cenas, principalmente a performance da minha mãe, que pelo visto se apaixonou pelo negro, tanto que a historia que eu sabia era que ela foi embora com alguém dias antes do natal de 83, eu tinha completado 4 anos e a Rosana tinha 6, já tinham se passado 12 anos daquelas filmagens, e nunca tinha imaginado ter sabido de tanta coisa de uma vez só, alguns fragmentos de historia agora faziam parte, outros, nem imagino como se encaixariam, mas eu já sabia quem iria me contar!