Sou eletricista e naquele dia resolvi ficar até mais tarde para terminar tudo. Por volta das 21h entrei no metrô Botafogo. Reparei que um cara me olhava direto: branco, cabelos curtos, terno azul escuro, gordinho e devia ter uns 45 anos. Cara de pai de família. Eu vestia minha calça de trabalho (cinza de elástico, que marca o pau), bota serviço (de borracha) e camisa polo, estava meio largado porque queria ir logo para casa. Era um dia daqueles de mais de 40 graus no Rio, eu estava suado, cansado e doido para um banho, porque o apartamento que estava trabalhando estava vazio, então nem ventilador tinha!
O gordinho olhava discretamente, era boa pinta, bem arrumado, boca de quem chupava gostoso e a bunda parecia ser boa! Dei uma ajeitada no pau, que já estava ficando esperto, para ver a reação. O cara ficou vermelho e inquieto. O metrô não estava cheio, então dava para sacar um ao outro. Mexi de novo na rola, dando uma segurada. Ele já suava e o meu tesão aumentava. Resolvi arriscar: olhei bem para ele, fiz um gesto discreto e fui para a porta para descer na próxima estação. Ele veio atrás. Começamos a conversar.
Jorge falou que era casado e tinha que ser no sigilo. Perguntei para onde a gente ia, porque eu tava muito a fim de comer ele. Nervoso, ele disse que tinha que estar em casa porque a mulher e os filhos estavam na casa de praia e iam fazer uma vídeo chamada (era janeiro, estavam de férias e ele ia encontrar com eles no final de semana). Sugeri que a gente fosse para a casa dele, que, se tivesse porteiro, eu poderia passar por algum técnico para consertar alguma coisa, afinal estava com meu “uniforme” e minha mochila de trabalho. Ele pensou, o tesão falou mais forte e topou! Fomos até seu apartamento. Ele pediu para eu sentar no sofá que ele não ia demorar. Estava sério e falou rápido com a mulher, desligou e veio para perto de mim. Falei que precisava tomar banho e ele disse que não precisava. Se abaixou na minha frente e tirou minhas botas. Olhou meus pés (calço 44) e suspirou. Fiquei sem graça, estava sem meia, então, sabe como é, né!
- Que delícia, pés grandes, cheiro gostoso! - Jorge começou a alisar e insinuar para eu esfregar os pés na cara dele. Nunca tinha rolado nada parecido e entrei na onda, meio sem jeito. Ele lambeu embaixo, o peito dos pés que é peludo, gemia e suspirava. Comecei a passar os pés na cara dele e abri os dedos na frente de sua boca. Ele lambeu entre os dedos, até o calcanhar. Eu estava em um tesão da porra! Ele começou a tirar a roupa. Quando eu ia tirar a minha ele pediu:
- Deixa eu tirar sua roupa, posso? - com olhar delicado, ele tirou minha camisa e cheirou na gola e no suvaco, virando os olhos. - Cheiro de homem, cheiro de macho de verdade! - disse. Veio em direção ao meu peito cabeludo, passou a mão. Cheirou meu pescoço, lambeu meu suvaco e meu peito. - Salgadinho, gosto de homem! - continuou. Eu deixei ele ir adiante, já que estava curtindo um cara todo “certinho” lamber meus pés e curtir meu cheiro depois de um dia de 40 graus.
Meu pau estava quase saindo pelo elástico quando ele sentou e pediu para eu ficar na frente dele. Arriou minha calça até metade das pernas cabeludas e olhou para minha cueca melada. Era uma slip velha, suada e manchada de mijo. Ele lambeu meu saco por cima da cueca, se deleitando com tudo. Tirou minha calça e minha cueca. Minha pentelhada preta fez ele delirar. Segurou meu pau, cheirou tudo o que podia, lambeu minha virilha e meus pentelhos. Segurei ele pelos cabelos, esfreguei sua cara no meu pau e bati com ele na sua cara, depois, mandei abrir a boca e mamar. Ele começou lambendo a fenda do pau, puxando o líquido e engolindo em seguida. Tentou enfiar tudo na boca e eu segurei ele pela nuca, forçando. Ele engasgou, lacrimejou, mas continuou. Fui mamado avidamente por um homem com uma aliança enorme no dedo, que gemia baixo a cada tentativa de engolir meus 19cm. Ele salivava e engolia tudo, lambia, parecia uma puta de filme pornô! Segurei pelos cabelos de novo e empurrei até sua garganta. Ele olhava para mim com tesão. Dei dois tapas de leve em sua cara e senti seu prazer em ser puto de macho. Já estávamos sem roupa e o cheiro de suor estava forte. Fui passando a mão pelo seu corpo até chegar no seu cuzinho: quente, apertado e piscando. Mudei de posição e fui para trás dele. Olhei aquele bundão branco, grande e doido para levar rola. Caí de boca no cu rosa, meti a língua, passei em volta, meti o dedo, enquanto ele se contorcia e gemia. Ele era muito fogoso e aquilo me deixava louco! Apoiei ele de 4 no chão, debruçado no sofá, e deixei bem lubrificado de saliva. Cuspi na mão e passei no meu pau e encostei na portinha quente dele.
- Vander, você tem preservativo? - ele disse quase gemendo.
- Cara, um rabo como esse eu respeito, e te garanto, só meto de camisinha, mas quero muito sentir você, podemos confiar um no outro? - eu estava doido de tesão. Sabia que não era a coisa mais certa a fazer, mas eu sabia que estava tudo de boa comigo e ele, por ser casado, parecia, já que seu cu era muito apertado.
- Só dei de camisinha, mas… não aguento mais, mete, mete em mim, também quero sentir você! - implorou esfregando a bunda no meu pau.
Meti um dedo e depois outro, brinquei com o entorno do cuzinho dele e fui penetrando. Ele fazia pressão e eu disse para relaxar. Ele reclamou que era grosso demais. Lambi mais um pouco e peguei minha cueca e coloquei na cara dele.
- Sente o meu cheiro, você não gosta de cheiro de macho? Sente meu suor, cara! - esfreguei a cueca.
- Delícia, cheiro de mijo, cheiro de macho, você é demais, mete, me fode gostoso! - disse Jorge, relaxando o cu e pedindo rola. Meti devagar, sentindo o cu envolta do meu pau. Era quente e apertado. Meti fundo. Ele gemeu, empinou a bunda e fechou os olhos.
Dei uns tapas na bunda grande dele, abrindo bem para meter mais. Ele pedia para esfregar minha pentelhada enquanto metia e eu fazia. Coloquei a cueca toda dentro da boca dele e segurei pelos ombros para bombar com força. Ele gemia abafado, agora. Tirei o pau todo e enfiei de novo até o talo, umas quatro vezes, para deixar bem aberto. Depois de estocar fundo, mandei ele ficar de frente. Levantei suas pernas e vi seu cuzinho aberto. Cuspi de novo e meti de uma vez. Jorge gemia meu nome e alisava meu peito peludo. Eu sentia meu cheiro de suor e de certa forma me excitava mais.
- Tá gostoso? Quer rola, quer rola na pressão? - falei socando mais forte e dei mais dois tapinhas na cara dele.
- Bate mais, assim, mas não para de meter! - gemeu de novo. Dei outros tapas e meti os dedos na sua boca, passando pelos seus lábios. Senti que ele estava perto de gozar. Jorge passou a mão no suor do meu suvaco e cheirou e em seguida gozou muito. Senti seu cu me apertando e gozei junto com ele, socando com força, sentindo meu esperma jorrando dentro dele até esperar o último jato. Parei e antes que meu pau amolecesse, fui tirando. Parte da minha porra saiu e caiu no chão, seu cu chorava meu esperma. Eu nunca tinha gozado de maneira tão intensa.
Levantei e puxei ele pela mão. Não aguentei e beijei sua boca, quase engolindo ele. Lambi seus lábios, cobri seu corpo com o meu, chupei seus mamilos. Ele alisava meu peito e meus pentelhos e também meu pau melado. Quando passei minha mão pelo seu cuzinho, senti que escorria o restante do esperma.
Parecia que a gente tinha acordado de um transe. O sexo de homem e de sexo envolvia a sala. Virei para ele e disse que era melhor ir embora, mas que queria ver ele de novo. Me vesti e fui, mesmo sem banho, ainda queria sentir a sensação dele.
No dia seguinte nos encontramos. Decidimos continuar nos encontrando.
Acho que me apaixonei!