Uma semana depois, após fazer minha mulher gozar só no oral, um pensamento voltou à minha cabeça: a presença de Fábio, chupar o pau dele e sentir seu esperma. Era meu irmão, o cara que eu mais amava e admirava! Falei com Rafaela.
- Deu tudo certo, né, foi legal naquele dia, e temos transado direto, estamos melhor! - falei.
- Você acha que podemos repetir? Acho que seria legal, podemos fazer sem limites, já que nos entendemos bem!
- Sem limites, Rafaela? Não entendi, acho que fizemos até mais do que deveríamos!
- E você não gostou?
- Gostei, foi diferente, não sei dizer o que senti exatamente, foi uma experiência que nunca achei que iria ter! Nunca mesmo. - falei. Deitado ao lado dela, ambos sem roupa, admirava seus seios e seus cabelos. Rafaela desceu sua mão até a virilha e começou a se masturbar devagar.
- Quer mais? - perguntei, me animando para gozarmos novamente, dessa vez penetrando-a.
- Quero mais, mas também quero repetir com o Fábio, acho que vai ser muito interessante! - ela falou com tesão. Transamos feito loucos e gozamos novamente.
No dia seguinte liguei para o meu irmão e o convidei. Ao contrário do que eu esperava, ele respondeu de imediato que sim! Ficou um silêncio entre nós, acho que ficamos sem graça por motivos diferentes. Senti um frio na barriga, um nervosismo bateu forte, até mais do que antes!
Depois que falei para Rafaela que tinha marcado, ela ficou com os olhos brilhantes e eu sentia que era por mim. Estava mais carinhosa, safada e ousada. Deixou eu brincar com seu cuzinho e fizemos anal, coisa que ela não topava. Foi maravilhoso! No outro dia, ela me chupou todo e disse que era a vez dela: lambeu meu pau, chupou até quase me fazer gozar, lambeu meu saco e desceu mais um pouco até chegar no meu cu. Eu me contorcia, misturando cócegas e tesão. Sentir a língua dela ao redor do meu cu me deixou louco, e ela, em seguida, brincou com os dedos. Retraí, mas procurei relaxar, mas não aguentei e coloquei ela de quatro, metendo na buceta dela até gozar.
No dia combinado, meu irmão chegou e conversamos rapidamente e ele mesmo puxou a gente para o quarto. Muito safada, Rafaela tirou nossas roupas e continuamos em pé. Começou a me beijar de maneira bem sensual enquanto segurava nossos paus. Meu irmão colocou os braços em nossas cinturas, nos aproximando e minha mulher beijou ele também, como fez comigo. Olhei a cena e gostei, minha linda mulher sendo beijada pelo meu irmão, com intensidade. Depois do beijo, com cara maliciosa, falou:
- Beijo triplo agora! - e beijamos os três, ao mesmo tempo, nossas línguas se misturavam e eu sentia a boca macia da minha mulher e a barba por fazer do meu irmão, sensações diferentes e excitantes. Ela segurou a gente pela nuca e aproximou nossos rostos, fazendo a gente se beijar. Ainda com a boca molhada do beijo dela, Fábio me beijou como a tinha beijado e ela nos fez segurar um o pau do outro. Eu estava aéreo, sentia a respiração forte de Fábio enquanto me beijava e seu pau grosso pulsando na minha mão. Estava delicioso sentir outro homem enfiando a língua na minha boca, e esse homem era meu irmão! Paramos o beijo e olhei para Rafaela, que estava com cara de tesão e um olhar de desejo.
Ela sentou na cama e começou a nos chupar. Fábio fechou os olhos e jogou a cabeça para trás. Olhei para baixo, Rafaela engolia o meu pau e o dele, segurando nossos sacos e às vezes esfregava uma glande na outra, até que meu irmão começou a me beijar de novo. Eu alisava os cabelos dela e com a outra mão alisava o peito másculo dele.
Provocante, Rafaela indicou que eu sentasse na poltrona que tinha quarto e puxou Fábio para cima dela e ele começou a penetrá-la. De onde eu estava eu via a bunda e o saco peludo de Fábio que se movia de acordo com as metidas. De pernas bem abertas, minha mulher gemia e apertava suas costas. Fábio parou e se levantou. O pau duro e melado se apontou para mim. Cheguei perto e comecei a chupar, sentindo o gosto dos dois. Rafa sentou na cama e com cara de tesão nos olhava e masturbava e logo puxou Fábio de volta. Eu estava no chão, perto da cama, mais próximo deles. Os movimentos voltaram e Rafa alisou, apertou e abriu as nádegas do meu irmão. Eu via seu cu de macho se contrair a cada estocada e cheio de tesão peguei o lubrificante que usava com minha mulher. Passei bastante no pau e fui deitando devagar sobre ele. Me apoiando nos meus braços para não apertar ela, encostei na bunda dele e Rafa abriu mais. Pincelei meu pau no rego um pouco peludo e encaixei na entrada. Fiz uma leve pressão e entrou a cabeça e senti ele contrair após um gemido. Não quis tirar, pois, sentir o calor dele na cabeça do pau, ver sua bunda e suas costas e saber que estava dentro da minha mulher que sorria de tesão, me faziam ter mais desejo, um desejo que jamais imaginei. Fui penetrando aos poucos e ele passou a mexer de outra forma para facilitar. Nunca imaginei que cu de homem fosse tão gostoso!
Com meu pau todo dentro, meu irmão passou a penetrar minha mulher com mais vigor, fazendo um vai e vem em mim também! Rafa olhou para mim e disse quase gemendo que ia gozar e nós três gozamos juntos: ela com meu irmão penetrando, meu irmão dentro dela e eu dentro dele, sentindo as contrações do seu cu a cada jato dentro dele. Ele gemia alto e eu também, enterrando mais ainda.
- Tira, Felipe, tá doendo, tira devagar! - falou Fábio. Fui tirando devagar, vendo os pelos do seu cu em volta do meu pau. Fiquei em pé e ele deitou ao lado de Rafaela, ambos ofegantes também.
A buceta da minha mulher estava melada e escorrendo, não aguentei e caí de boca para sentir de novo o gosto do sêmen dele e da secreção dela. Muito fogosa e insinuante, ela abriu mais as pernas e meu pau nem chegou a ficar mole. Era tesão, eram descobertas, eram os todos sentidos ao mesmo tempo: ouvir seus gemidos, sentir o gosto, delirar com o cheiro de sexo, ver sua buceta macetada pelo Fábio e… o tato, pois senti meu irmão me penetrando. Essa surpresa me levou à lua, sentindo seu pau grosso entrando em mim, que de tanto tesão, fiz da dor um prazer enorme. Com ele encaixado em mim, subi devagar e passei a penetrá-la. Sentia sua buceta molhada e meu cu arder ao mesmo tempo. Rafaela me beijava e dizia coisas sobre nosso amor e nosso sexo! Em pouco tempo, novo orgasmo. Senti sua vagina me apertar e o calor de seu orgasmo no meu pau e o pau do irmão dilatando dentro de mim. Ao mesmo tempo que ele despejou o primeiro jato, eu gozei nela. Sentia calor no cu e no pau, melado no cu e no pau, prazer de todos os jeitos. Meu irmão gozou muita quantidade. Suspirando, tirou seu cacete grosso devagar e fomos os três para o banho. Deixamos o esperma correr, nos lavamos e nos beijamos.
Ao final, na sala e abraçados no sofá, demos mais um beijo triplo.
Sedutora, Rafaela falou:
- Sempre tive tesão em ver dois homens transando e sempre quis participar, mas se não fosse com você, eu não faria nunca, Felipe! Provoquei você até acontecer! Nunca imaginei que seria com o Fábio, mas a sua ideia foi maravilhosa! E vocês são irmãos! A gente se beijou, abraçou e gozou muito, todos fizemos tudo!
- Rafa, você conduziu a gente para acontecer tudo isso, me fez chupar meu irmão, sentir o gosto dele, penetrar ele e depois ele me penetrar! - falei surpreso, ela foi a mentora sem a gente notar!
- Que doidera, isso… e eu não sei o que falar… fico com um pouco de vergonha, Felipe… meu irmão… fizemos sexo, dividimos a mesma mulher, misturamos nossos suores, esperma… e foi bom, mas não sei se é correto, mas não sei se consigo parar!
- E quem disse que vamos parar? Tem muita coisa para gente fazer ainda! É sexo, gente! É pele, carne, desejo! Somos humanos! Confiamos uns nos outros e nos permitimos esse prazer! Não vamos parar, já imaginei as coisas que podemos fazer! - falou Rafaela com jeito sensual e cheia de volúpia!
- Claro que vamos, né Felipe? - perguntou Fábio, ajeitando o pau.
- Claro, meu irmão! Você é o único homem que vou fazer isso, sem tesão em outros!
- Você também, será o único cara… nunca faria como outro! - falou Fábio.
Beijamos de novo e Fábio foi embora. Mesmo com os lençois úmidos de nossos orgasmos, deitamos de novo e voltamos a fazer um sexo ardente!
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