Primeiro o sobrinho. Depois...

Meu nome é Hugo, moro no Rio de Janeiro e tenho quarenta e cinco anos. Sou do tipo grandão, alto, forte sem ser malhado e moreno. Casei aos vinte e cinco e separei alguns anos depois e um dos motivos era que eu curtia ficar mais com homens do que com mulheres. Apesar de estar sempre com minha família, nunca entramos em detalhes sobre isso, vivo de maneira discreta, às vezes namoro mulheres e homens, mas faço mais sexo com homens.

Como falei, a família é bem próxima e sempre viajamos juntos. Há dois anos atrás, passamos as férias de janeiro na casa de praia da minha irmã. Ela é casada e o filho estava com vinte anos, um nerd bem comportado e gostoso. Branco, usa óculos, cabelos pretos na testa, magro e jeito de intelectual. Sempre foi na dele e depois de adulto, reparei como ele tinha ficado um homem interessante! Um dia, todos resolveram ir para a cidade vizinha, uns trinta minutos, também conhecida pelas praias lindas. Cristian resolveu ficar, disse que estava quente demais e preferiria curtir a piscina. Eu nada falei, ainda não sabia se ia. No final, todos foram e ficamos em casa. Meu sobrinho não sabia que eu não tinha ido! Meu quarto era ao lado do dele e ouvi ele falando com alguém pelo celular. Alguma coisa me despertou para ficar na minha.

Dez minutos depois, outro rapaz chegou no portão da casa. Era negro, alto e muito bonito. Ele entrou e ouvi os dois na sala achando que todos tinham ido para a praia. Logo começaram a se agarrar e se beijar ali mesmo. Fiquei no corredor observando. Eles se despiram e começaram a se pegar. Fiquei de pau muito duro e queria ver tudo. Meu sobrinho fez um oral no outro de maneira invejável, bem experiente, na pica grande e pesada. Fiquei pasmo com a desenvoltura dele!

- Chupa gostoso, putinho, tava com saudade dessa gulosa me mamando! - falava o amigo, com voz baixa, segurando o cabelo e dando uns tapas no rosto dele enquanto era chupado. Estava ficando cada vez mais excitante. Ele segurou Cristian pela cabeça e socou a pica na garganta, fazendo ele babar e se engasgar. Vermelho e suado, meu sobrinho olhava com olhos de pidão para ele, enquanto engolia todo o cacete.

- Tá sofrendo, vadio? Tá é gostando, né, seu puto, toma, engole meu pau, viadinho. - gemia ele.

Fiquei muito surpreso em ver meu sobrinho tão quieto e sossegado gostando de coisas um tanto hard! Sempre foi estudioso e caseiro, eu jamais imaginaria ele gay e ainda mais submisso e ousado!

Depois o rapaz mandou ele ficar de quatro no sofá e socou com vontade, dando tapas na sua bunda. O pau grande dele entrava e saía com facilidade e de onde eu estava dava para ver o cuzinho dele bem aberto, sendo torado. O amigo fez ele ficar de frango, se apoiou nas pernas dele e voltou a socar. Cristian abriu a boca para receber o cuspe do outro que, logo após algumas estocadas, gozou fundo, gemendo alto:

- Que cu gostoso, cara, que vadio é esse que aguenta minha pica na pressão sem reclamar! Tá cheio de leite agora, cara, agora goza você, seu puto!
Cristian se masturbou e gozou, se contorcendo e contraindo o corpo.

- Macho gostoso, sabe meter em outro, saber deixar um cuzinho satisfeito e cheio de leite! - gemeu.

- Pronto, viado, matamos nossa sede a sós. Espero você mais tarde. Vai se preparando porque hoje vamos estar em três para brincar com você. Vai sair arregaçado! - disse o jovem, colocando a roupa e se preparando para sair.

-Estou ansioso por isso! -disse meu sobrinho.

- É cara, até que se você não fosse tão puto, a gente podia namorar, mas não quero virar corno, não. - o amigo disse e deu um tapinha no rosto de Cristian, que deu uma gargalhada.

O rapaz saiu e Cristian, foi ao banheiro. Corri para meu quarto e quando ele fechou a porta, fui escutar. Ouvi ele despejar toda a porra do amigo e, pelo barulho, começou a tocar uma punheta. Eu já estava com o saco doendo de tanto tesão. Antes que ele gozasse, abri a porta devagar. Ele estava sentado no vaso, com os dedos enfiados no rabo e se masturbando. Entrei e coloquei meu pau duro na sua frente. Ele tomou um susto, mas gostou do que viu.

- Se vai gozar de novo, goza comigo, vai, safado, tomou leite no cu, agora vai tomar na boca. - falei e meti na sua boca gulosa, que abocanhou e começou a mamar tão avidamente quanto antes, sem perguntar nada.

- Gosta de um tapa na cara, né? - falei de dei. Ele sorria, com a cara de tesão e a boca cheia. Meti até a garganta e ele deu conta. Batia com o pau na cara dele e enfiava de novo até ele engasgar. Segurava sua cabeça pelos cabelos e via a baba escorrer pelo queixo. Senti que ia gozar e quis encher a boca dele de porra. Mandei abrir e colocar a língua para fora. Jorrei vários jatos e ele engoliu tudo, limpando meu pau todo, e gozou em seguida. Saí do banheiro e caí na minha cama.

Cristian tomou banho e entrou no meu quarto.

- Nossa tio, quanta porra! Leite gostoso, grosso! Acho que foi o melhor que experimentei!

- Então você é vadio mesmo, quem diria! Também vou te fazer de puto. Quero comer seu cu logo.

- Come agora, tio, come, tio Hugo. Sempre esperei por isso, já toquei várias pensando no senhor!

- Sério? Eu sempre quis te pegar, mas não achava que você… gostava tanto de rola!

- Adoro, e quero a sua dentro de mim! - disse e deitou na minha cama. Não perdi tempo e botei ele para mamar de novo, já estava de pau latejando novamente.
Coloquei a camisinha e ele reclamou. Eu disse que só assim e, meio a contragosto, ele aceitou, se abrindo todo. Olhei o cu dele, alargado pelo outro. Ainda estava um pouco inchado e, pelo visto, era bem rodado. Enfiei um, dois, três dedos e ele já gemia e rebolava. Cuspi no rego e fiz escorrer a saliva para lubrificar. Não foi difícil enrabar ele, que já estava com o cu amaciado. Meti em várias posições. No frango, olhei ele nos olhos, rosto bonito, cara de santo, mas um puto safado. Soquei com mais força. Ele pediu para ficar de quatro, queria que eu gozasse assim. Estoquei fundo, segurando pela cintura e gozei de novo, enchendo a camisinha. Depois do meu último espasmo, ele falou:

- Tio, despeja o leite da camisinha no meu rabo, quero gozar sentindo seu esperma. - eu fiz, deixando escorrer pela sua bunda e metendo com o dedo. A quantidade de porra era grande e ele gemia e piscava. O cheiro de sexo e esperma começaram a me deixar de pau duro de novo. Finalmente ele gozou, estremecendo todo. Quando viu meu pau duro e melado, abocanhou e limpou. Quando acabamos ele falou:

- Tio, meu pai não pode nem imaginar isso! Sabe como ele é, nem imagina e souber da gente… se souber que eu dei para um cara contrário às ideias dele, é capaz de me expulsar de casa! - falou com cara de safado.

- Cris, se ele souber que você é puta de macho, já é o suficiente para fazer isso. Ele é homofóbico, falso moralista e nunca vai permitir filho gay. Então é bom você ficar esperto. Ele é extremamente homofóbico e conservador, imagina descobrir que o filho é uma vadia?

- Fica tranquilo, tio, viado é sempre o filho dos outros, ele nunca vai saber, nem você desconfiava! E agora até comeu, né? Gostoso, vou querer sempre! - disse o safado, rindo.

E assim foi nossa primeira foda. Soube depois que naquela noite ele deu conta de três rolas na casa do amigo e chegou em casa com cara de quem tinha ido tomar um sorvete: feliz da vida! Realmente, né, chupou muito e estava cheio de leite!

Durante uns dois anos, a gente fodeu gostoso sempre que dava.

Você pensa que acaba aqui? Tem muita coisa ainda! Se primeiro foi o sobrinho, quem terá sido depois?

***
Curta e comente! Quais são suas expectativas? Querem saber também como foi a noite de Cristian com os três amigos?

***
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Comentários


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alda Comentou em 15/03/2026

Nossa fiquei de pica dura qui, doido pra levar pica também.

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engmen Comentou em 15/03/2026

Uma estória que tem muito a revelar, delicioso conto!

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renner1960 Comentou em 15/03/2026

Conto magnífico.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Primeiro o sobrinho. Depois...

Codigo do conto:
256895

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
15/03/2026

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