O Milésimo - Capítulo 4/10: O Segundo Namorado

Tive um curso no trabalho e interagimos com outras pessoas de empresas diferentes e aí conheci o Fernando, que veio a ser meu segundo namorado. Desde o Cláudio, não tinha mantido mais ninguém, só foda única.

Fernando tinha a minha idade, bonito, gostoso demais e muito inteligente. Fui admirando-o profissionalmente e como pessoa e ficamos amigos. Um dia na Farme (na praia de Ipanema), onde ficam muitos gays, encontrei ele. Eu já sabia, mas nunca tinha pensado em investir para não perder a amizade. Conversamos, nos abrimos e passamos a nos conhecer mais ainda! Já gostava dele e tinha tesão, mas, depois desse dia, passei a querer ficar mais perto! Um dia, marcamos de beber um chopp com o pessoal do curso, só que todos furaram e só fomos nós! E foi melhor! Resolvemos ir para outro bar, em Botafogo. Acabamos bebendo um vinho e trocando mais olhares. A minha vontade era colocar ele no meu colo e encher de beijos. Com o efeito do vinho, convidei ele para conhecer meu apartamento. E ele foi.

Um pouco mais baixo do que eu, cabelo grande e bonito, rosto simpático e delicado. Corpo de ciclista, era magro, esguio e todo certinho. Bebemos uma água e ele foi para a varanda, onde dava para ver o Cristo Redentor. Fiquei ao lado dele conversando sobre a noite, o céu, a paisagem até que segurei ele pela nuca e, suavemente, o beijei. Foi um beijo demorado, carinhoso, esperado por nós dois. Segurei seu queixo delicadamente, passei a língua nos seus lábios, afaguei seus cabelos e o apertei contra mim. Na varanda, de noite, namoramos de pé. Depois ele se virou de costas e o abracei, sentindo sua bunda no meu pau, alisando seu corpo e beijando seu pescoço. Seu cabelo cheiroso me fazia viajar. Acho que de tão gostoso e suave que o Nando era, tinha que ir bem devagar, até mesmo para aproveitar cada segundo. Depois de outro longo beijo, ele disse que tinha que ir embora, pois era tarde. Fiquei preocupado, será que ele não tinha curtido? Levei ele até a portaria para pegar um táxi.

Voltei para casa e deitei no sofá, o cheiro dele ainda estava no ar. Tirei a roupa e comecei a me masturbar pensando na sua boca macia e quente, no seu corpo esguio e rosto lindo. Não quis gozar logo, alisei o pau, o saco, passei a mão na minha virilha e no meu abdômen. O desejo foi aumentando aos poucos e veio a imagem de seu corpo na praia, a bunda empinada e do corpo liso e trabalhado. Meu desejo agora era descer sua sunga, abrir sua bunda e lamber todo, até chegar o cuzinho e deixar ele louco com minha língua. Gozei como um adolescente.

No final de semana, o interfone tocou. Era ele! Falei para subir, mas ele não quis. Desci e ele me chamou para dar uma caminhada no Aterro do Flamengo. Depois fomos almoçar e chamei ele de novo para minha casa. Ele disse que tinha que ir à casa da avó, mas que poderíamos fazer alguma coisa de noite. Mais tarde, quando ele me ligou, dei um “ultimato”.

- Fernando, preparei um jantar para a gente! Não me faça desfeita, aguardo você às nove da noite! - falei bem carinhoso, dei boa noite, mandei um beijo e desliguei. De pau duro, fui preparar tudo.

Nove horas em ponto, o interfone toca. Era ele. Trouxe uma garrafa de vinho e um chocolate, o que me deixou derretido (trocadilho infame!). Abracei ele e nos beijamos, com carinho. Jantamos com um vinho meu e depois fomos para o sofá conversar e bebemos o vinho que ele levou. Nossos olhares eram apaixonados. Entre uma conversa e outra beijei ele, com carinho e sedução, e ele foi se entregando. Tiramos nossas camisas e alisei seus ombros e costas, ambos estávamos muito excitados e não dava para parar mais. Continuamos com mais intensidade e Fernando disse para irmos para o quarto. Puxei ele pela mão e fomos tirando a roupa no caminho e nos jogamos na cama, eu por cima dele, em mais um beijo gostoso.

Agora não era só isso, era o meu peito no dele, meu abdômen sentindo o dele, meu pau no dele, nossas pernas se entrelaçando. O calor foi aumentando e fiquei meio surpreso, pois chegava a ser reservado ou medroso no outro encontro, agora, ele me apertava, alisava minhas costas e se entregava. Com meu braço por baixo, parei e olhei nos olhos. Lambi seu rosto, sua boca e seu queixo, desci para o pescoço e mamilos. Levantei seus braços e passei a língua em suas axilas. Nando gemia baixo e tinha pequenos espasmos contidos. Desci mais, para seu umbigo e cintura e até seu pênis. Duro como pedra, melado na ponta, era um belo pau: tamanho um pouco acima, grossura comum, branquinho e cabeça rosa claro. Masturbei levemente, passei a língua por sua virilha e fiz ele virar. Olhei todo seu corpo. As costas bonitas e definidas, o cabelo bagunçado e a bunda perfeita. Deitei por cima, encaixando meu pau em seu reguinho liso e beijei sua nuca. Desci até chegar nas suas nádegas, que abri e comecei a passar a língua. Seu cu rosa e liso, piscava. Nando empinava, me chamando para dentro dele. Depois de muito lamber, viramos em meia-nove, aí senti sua boca quente e ávida no meu pau! Com desejo, metia tudo na boca, alisava, passava a língua em volta da glande e na abertura, brincando com minha baba que já estava abundante. Quando começou a chupar minhas bolas, eu enlouqueci! Ele vinha com a língua de baixo para cima, tentava colocar meu saco todo na boca, chupava uma, depois a outra e voltava para o pau! Não aguentei e peguei o lubrificante. Passei por todo seu rego liso e no cuzinho, enfiando um pouco o dedo. Sentindo que ele era muito apertado, ficamos de lado. Pincelei meu pau entre as nádegas, passando pelo cu, ia e voltava tirando suspiros dele, na verdade eu queria que ele pedisse, e ele pediu!

- Me penetra, Arthur, mete, eu não estou aguentando de tanto tesão! - gemeu baixo.

Deslizei até a entrada e forcei. Entrou a metade da cabeça, parei um pouco e meti mais. Quando a cabeça entrou toda, ele gemeu alto e me segurou pela perna. Fiquei parado, sentindo o calor do seu corpo. Com as mãos eu seu torso, voltei a penetrá-lo, devagar, sentia que estava abrindo seu cuzinho, sentia que estava com dor, mas que o prazer era maior. Quando meti tudo, levantei a perna e, de lado ainda, comecei a me movimentar. Eu sentia meu pau abrindo seu corpo, sentia cada centímetro dele por dentro até ele começar a relaxar! Fui mais rápido, mais fundo e logo ele quis mudar de posição e sentou no meu pau, de frente para mim.

- Achei que não ia aguentar seu pau… gostoso, grosso… e olhar você assim e sentir tudo dentro de mim… ai Arthur, que delícia, cara! - ele falou e mexia em movimentos circulares. Suas mãos no meu peito, seus cabelos desalinhados caindo pelo rosto e seu calor, mostraram a química que acontecia entre a gente.

Fizemos algumas posições, coloquei ele de quatro e meti mais fundo, de frente com as pernas nos meus ombros e voltamos para a cavalgada. Sentei na cama sem tirar o pau e beijei sua boca e seus mamilos e queria gozar, já estávamos há bastante tempo em um amor intenso demais, com olhares, suspiros e beijos. Encaixado nele, abracei e joguei ele na cama, eu por cima, peito no peito. Eu penetrava até o fundo e passei a dar estocadas curtas. Suas pernas estavam em volta do meu corpo, parecíamos um só! Senti que ia chegar ao gozo e continuei mais rápido, mas ainda com estocadas curtas e profundas. Abraçado nele, nossos rostos colados, eu avisei que ia gozar, e ele também. Com os joelhos dobrados e em cima dele, comecei a gozar dentro, sentindo seu corpo em volta do meu pau, sentindo as contrações do seu cu, que demonstravam que ele também estava gozando e logo senti o líquido melado e quente entre nossos corpos. Não tenho ideia de quanto gozei dentro dele e quanto tempo durou esse orgasmo tão intenso.

Ainda ficamos um tempo colados, meu pau dentro dele, não baixava, parecia pulsar mais! Levantei o corpo e voltei a meter, sentindo meu esperma sair dele e vendo o dele espalhado na gente. Nando começou a se masturbar e depois de um tempo, gozamos de novo. Foram duas intensas, sem tirar de dentro! Depois dos espasmos, procurei ficar o máximo dentro dele. Meu pau foi saindo. Fernando estava cansado! Ficamos deitados um pouco e ele se levantou para ir ao banheiro. Fiz que ia também, mas ele preferiu ir sozinho. Ouvi quando deu descarga e logo entrou no banho. Dei um tempo e levei a toalha. Tomei banho, trocamos o lençol e dormimos agarrados. E não desgrudamos mais. Desde então, dormimos juntos todos os dias! Foi um amor enorme com um tesão maravilhoso.

Ficamos juntos uns três anos bem intensos, mas, infelizmente a fase da vida, os compromissos e o tempo mudaram nossos sentimentos e nos tornaram melhores amigos. Não vivo sem ele, mas somos somente amigos. Ficamos uns dois meses digerindo nossa separação. Fomos nos acostumando com a nova maneira de se relacionar e as coisas foram tomando rumo.

(CONTINUA)

Mais um namoro.
Mais aventuras.
A lista aumenta!
E o milésimo?


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Milésimo - Capítulo 4/10: O Segundo Namorado

Codigo do conto:
260916

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
01/05/2026

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