- Ele já foi? - perguntei nervoso.
- Já, sim, por isso que eu vim, achei que não tinha mais ninguém, eu faço a última ronda para deixar limpo para amanhã. Nunca vi você aqui... é novo? - perguntou e mexeu no pau.
- Sim, comecei hoje...
- Começou bem! Um cara como você eu também não deixaria passar! Quero ver seu cuzinho, posso? - ele perguntou se abaixando perto. Sem ação fiquei parado. Ele abriu minhas nádegas. - Ih, mandou ver, era cabaço? Cuzinho lindo, imagino ele fechadinho, no original, que tesão! - falou e ajeitou de novo o pau que já fazia volume na calça de elástico cinza do uniforme. - Tá perfumado, o cheiro do doutor ficou em você! Mesmo com esse cheiro de sexo!
- Cara, eu não sei o que você tá falando, eu quero ir embora!
- Calma, rapaz, se quiser ir, tudo bem, mas é sacanagem deixar um brother aqui cheio de tesão... você tem a pele macia, bunda lisa, todo cheiroso... quer experimentar um macho de verdade agora? - ele falou e se levantou, ficando na minha frente. Vi sua calça estufada, parecia ser um caralho bem grande. ele enfiou a mão dentro da cueca e pude ver uma parte dos pentelhos. O cheiro dele era de roupa usada e cigarro. A proximidade dele me fez ficar de pau duro de novo.
- Eu... vamos embora... - falei quase gaguejando.
- Vamos, não! Olha aí, com tesão de novo! Curte macho né? Experimentou outro playboy, agora vai experimentar cria, rapaz! Prazer, Maicon! - falou e apertou minha mão. Sua mão era grande, os braços magros e veiúdos, corpo magro, a roupa meio larga. O baixinho tinha cara de safado e sorria com o canto da boca, me dando vontade de sentir seu cavanhaque no meu rosto. Eu ainda estava aceso, a experiência com o Dr Marcelo tinha me despertado! Fui em sua direção para beijá-lo.
- Ih, o cara quer beijinho? Vai ficar entre a gente e vou beijar, mas vai deixar eu fazer o que eu quiser! Vem, riquinho, pega aqui! - ele me puxou e colocou minha mão sobre sua calça, senti seu pau duro e grande.
Perto dele, agarrei seu pau e beijei sua boca. O hálito de cigarro me deu uma sensação diferente, Dr Marcelo era todo cheiroso e agora estava em outra situação! Senti seu cavanhaque no meu rosto, seu cheiro de suor e desodorante comum. Tudo era diferente de antes. Eu nem tinha entendido direito o que tinha acontecido com Dr Marcelo e agora tinha esse cara! O pior é que o tesão estava pedindo mais! Maicon me beijou e puxou minha língua com sua boca, me dando um tapa na cara.
- Tu vai de cabaço para puta em menos de meia hora e com dois machos, cara! Quando você acordou, imaginou que ia virar puta do chefe e do servente? - falou.
Na minha cabeça, só vinha o desejo de sentir de novo tudo o que tinha sentido, mas com um homem diferente, com tudo diferente. Não imaginei que viraria puta, mas estava gostando da ideia! Nunca tinha passado isso nas minhas maiores fantasias com o Dr Marcelo!
Tirei a camisa do uniforme dele e vi o peito magro e liso, e o cheiro de roupa usada subiu de novo, me deixando confuso de tesão. Abaixei na frente dele e vi que tinha pelos embaixo do umbigo até para dentro da cueca encardida e surrada, que estava pesada segurando seu membro. Maicon me olhava com o olhar de tesão e sorriso de safado. Abaixei devagar sua cueca e os pentelhos apareceram, volumosos e com cheiro de suor. O pau, grande, comprido e envergado para a esquerda, pulsava com a cabeça coberta pelo prepúcio. O saco, pequeno, mostrava suas bolas.
- Gostou, puto? Saiu do cheiroso e arrumadinho para o cria pentelhudo com cheiro de macho, e tá gostando, né?
Realmente era um contraste! Um alto, o outro, baixinho. Um morenaço e o outro branquelo de pau pentelhudo. Um cheiroso e perfumado e outro com cheiro de macho e cigarro. O pau era menos grosso que o do Dr Marcelo, mas era muito maior. Puxei a pele e veio o cheiro da glande, invadindo minhas narinas com suor e mijo. Eu não raciocinava direito. Até a manhã daquele dia eu tinha uma atração apenas por um único homem e agora já tinha sido desvirginado por ele e estava prestes a ser fodido por outro cara. O tesão, os cheiros, a vontade, isso não era de meu conhecimento até então. E minha namorada estava me esperando para saber do dia!
Admirei a cabeça do pau e cheirei com curiosidade. Passei a língua e senti o gosto salgado e enfiei o que pude na boca, tirando um gemido alto de Maicon.
- Agora, sim viadinho, agora gostei mais ainda! Mama gostoso, puta de doutor vai virar puta de todo mundo! - falou, segurando minha cabeça e socando na minha garganta.
Eu segurava suas coxas finas para não me engasgar. Maicon me dava uns tapinhas e ria. O gosto salgado agora estava acompanhado do gosto do pré-gozo dele, tudo uma novidade! O pau envergado entrava e saía minha boca, até que o servente falou que ia gozar. Ele mandou eu abrir a boca e colocar a língua para fora e começou a jorrar:
- Engole, cara, engole minha porra, vai! - ele bufafa enquanto me enchia de leite. Eu ia engolindo, primeiro senti uma rejeição, mas depois, adorei o gosto salgado e ácido, e suguei tudo o que eu pude! Ele mandou eu abrir a boca e apertou o pau até a ponta, expelindo mais um tanto de esperma, que eu engoli tudo. A porra grossa e branca deslizava entre minha língua e o céu da boca.
Mesmo depois de gozar, Maicon continuou de pau duro
- Vou te comer, quero gozar dentro de você, te engravidar, minha puta!
- Cara, tô todo dolorido e melado...
- Foda-se! Você aguenta! - ele falou e me levantou e me debruçou na pia e eu me abaixei um pouco para ficar na altura. - Tá que nem cadela abaixando para o macho, aprendeu direitinho!
Maicon veio por trás e aproveitou a porra do doutor para penetrar. A pica deslizou macia, de uma vez, no meu cu já preparado e largo pelo Dr Marcelo. As cabeçadas do pau dentro do meu corpo doíam e eu reclamava. Maicon enfiou com mais força. De novo, pelo espelho, eu me via sendo possuído por outro macho, agora branquelo, baixo, pentelhudo e magrelo. O cansaço batia, mas a vontade de gozar era maior.
Com um urro profundo, Maicon apertou meu corpo e começou a meter mais forte e fundo, e, sem parar até ejacular dentro de mim. Eu sentia a porra se espalhando dentro, a mistura com a porra do Dr Marcelo, e a dor aguda das metidas. Com o homem ainda tendo seus espasmos, eu gozei, apertando seu pau com o meu cu, tirando mais gemidos do servente.
Ele tirou o pau e eu sentei no chão, cansado e ofegante. Maicon chegou com o pau na minha cara e esfregou:
- Sente minha porra e do doutor, viado. Isso é só o começo! Se arruma que você tem que sair logo do prédio, já passou do horário do controle de saída, só pode ficar com autorização.
Enquanto eu me vestia, ele se ajeitou e foi limpando tudo. Em silêncio peguei minha mochila para ir embora. As pernas bambas, o gosto de esperma na boca e o cheiro de sexo, suor e cigarro em mim. Mudança total. Desci pelo elevador social e Maicon pelo de serviço, com o saco de lixo.
Na portaria, hora de passar pela catraca, o segurança me chamou.
- Rapaz, tá saindo de onde? Cadê o crachá? - perguntou.
Eu não sabia que para ficar no prédio até depois das 19:30h precisava de uma autorização da empresa, coisa que eu não tinha. Nisso o elevador de serviço chega e Maicon sai. Olhei para ele e ele percebeu.
- Carlão, o cara é novato, começou hoje, não tem crachá e não sabia.
- Beleza, então assina no livro, amanhã a chefia dá ciência. - falou o segurança.
- Pô, cara! Libera, o rapaz é novo, vai pegar para ele! - insistiu Maicon.
- Ele tava com você, é? - perguntou Carlão.
- Tava, é da minha firma, libera logo, as câmeras estão desligadas, ninguém vai saber!
- Já entendi, Maicon, tava com o cara lá em cima né? Chega aqui, rapaz, deixa eu ver!
Me aproximei achando que ele queria minha mochila para ver se não tinha roubado algo, apesar de não concordar, eu queria sair logo dali.
- Mochila cara! - Carlão falou e chegou mais perto. - Caralho, que cheiro de sexo! Maicon, o cara tá com cheiro de porra! Ele tava te mamando! Ahahaha! Dois viados!
- Ele que é, eu não, pára com isso, libera logo!
- Libera logo? Quem disse? Onde come um, come dois, Maicon, vamos dividir o mauricinho! Me amarro em socar riquinho! Esse tem cara de bem criado! Tô até de pau duro já! - falou apertando o volume imenso na calça. O cara tinha dois metros de altura, imagina o pau!
Eu estava apavorado com a situação! No primeiro dia de estágio eu já tinha segredo com o servente e o segurança, e, pelo visto, o preço que ia pagar pelo silêncio de Carlão ia ser permitir ele fazer o que quisesse. E o pior, eu estava cansado e mais do que dolorido. Tanto meu corpo, minhas pernas e meu rabo estavam doendo. Eu precisava de um banho, além do suor, a porra seca dos dois estava impregnada em mim e eu sentia minha cueca melada da porra que escorria.
- Carlão, o cara não vai aguentar, peguei de jeito, vai machucar ele, e pode ser pior, vai que dá merda? - falou Maicon. Carlão pensou e disse:
- Foda-se, ele aguenta e eu estou sem gozar tem quatro dias! Vou dar duas nesse viadinho!
(CONTINUA)
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