- Duvido que você tenha visto um desses! Pai de nove filhos! - falou e deu uma gargalhada. - Vem logo, putinho! Vem, chupa, me faz gozar!
Olhei para seu corpo grande, suas pernas grossas e me deu tesão. Abri sua camisa toda e vi seu peito meio flácido e sua barriga. Seu pescoço grosso era proporcional ao pau. Era maior do que o de Maicon e mais grosso ainda do que o do Dr Marcelo.
- Aqui não é arriscado? - perguntei desconfiado.
- Claro que não! Você acha que eu iria me arriscar por causa de viado? Trabalho aqui há mais de vinte anos, moleque, já enrabei putas e putos aqui. - falou e riu, com cara de safado.
Levantei o saco grande que tinha e comecei a lamber pela virilha, o saco e os pentelhos. Carlão gemia alto. Quando coloquei o pau na boca, o que eu consegui, ele se contorceu, dizendo que minha boca era quente e macia e minha língua era melhor do que a de qualquer vadia. Terceiro macho, mais um cheiro de macho, diferente e marcante. Chupei a masturbei ele, gostando e me aproveitando daquele momento. Carlão tinha cheiro de homem, mas não estava perfumado como Dr Marcelo e nem tinha cheiro de suor como Maicon.
O segurança enfiou a mão na minha calça, em direção a minha bunda. Apertou e elogiou, dizendo que era lisa e gostosa e que logo ia meter. Foi em direção ao meu cuzinho e chegou lá com o dedo médio. Percebeu que estava largo e melado de porra e riu.
- Cara, se você tá reclamando de estar assim, vai ver quando eu meter! Não vai ficar uma prega!
Eu estava com tesão demais, eram sensações que eu nunca tinha sentido. Com olhar de safado, continuei mamando seu pau e caprichei na pressão. Eu não me reconhecia mais! Segurei sua pica, quase não fechava a mão, e passei a sugar a cabeça, sorvendo todo melzinho escorregadio. Ele começou a suar e respirar forte. O gosto era diferente dos outros, a pele, os pelos, tudo! Eu olhava para cima e o olhei nos olhos e vi seu tesão!
- Vai puta dos olhos azuis, mama como estivesse implorando leite, né? Essa carinha de desejo, né! - Carlão tinha mudado o tom de debochado. Estava prestes a gozar, impressionado com meu boquete, até eu estava!
Mais um pouco e ele me segurou a cabeça e começou a gozar. A porra batia no céu da boca e escorria para a garganta e para fora. O gosto era salgado, muito forte e a textura menos densa do que a de Maicon. Saboreei tudo com e fiquei impressionado de como era quente! Mesmo quando ele acabou, continuei sugando aquele monstro de pau, querendo sorver tudo o que podia, até Carlão implorar para parar, de tanta sensibilidade.
- Posso ir embora agora? - perguntei passando a língua na cabeça do pau.
- Sem eu te rechear? Não. Tira a roupa toda. - respondeu.
Cheio de tesão, pois eu não tinha gozado, tirei tudo. Ele fez sinal e voltei a chupar até ficar duro de novo. Carlão me posicionou nos degraus meio de quatro, e veio por trás. Apoiando um pé em um degrau e o outro em altura diferente, encostou no meu cu. Ao sentir, contraí. Ele cuspiu na mão e passou no pau e cuspi entre minhas nádegas, espalhando a saliva. Encostou de novo a cabeçorra e empurrou, devagar e sem parar. Agora eu tinha a certeza de que estava sendo rasgado. Mesmo alargado por dois e lubrificado por saliva e porra, o membro do Carlão me preenchia totalmente! Senti dormência nas pernas e um prazer enorme junto com a dor! Ele tirou tudo e colocou de novo, falando baixo para eu relaxar o cu e quando eu vi estava empinando para ele.
Carlão me deu um tapa forte na bunda e meteu de novo, agora até o talo! Segurando minhas nádegas, ele suava e metia gostoso, devagar, fundo e firme. Meu pau pingava de tesão. Comecei a sentir ele meter mais rápido. O desenho da cabeça do pau deslizava dentro de mim, seu sentia até as veias daquele mastro implacável! Eu gemia alto, de dor e prazer.
- Maicon, dá uma chupeta para ele, tá precisando! - falou com voz rouca e baixa. Maicon veio e colocou o pau duro e curvo na minha frente, puxando a pele para a cabeça ficar para fora. Agora, além do cheiro forte de cigarro, o cheiro de pau esporrado invadiu minhas narinas e eu chupei de novo, sentindo o ranço de esperma e o gosto forte.
Sendo penetrado por dois machos, me entreguei. Batia com o pau do servente no meu rosto, sentia meu cu alargar com as estocadas do segurança até escutar o primeiro gemido de gozo de Carlão. Ele bateu forte na minha bunda, segurou apertando e socou fundo, pulsando seu pau e me inundando com seu gozo. Maicon também não aguentou e me segurou pela nuca, jorrando na minha garganta dois jatos, e ele tirou e ganhei um jato no rosto. Rapidamente coloquei na boca para sentir o restante na minha língua. Eu gozei intensamente, sentindo tudo girar naquela escada fria.
Carlão respirou fundo e começou a tirar o pau, que já estava amolecendo. Uma cachoeira desceu do meu cu, mais uma vez, porra e sangue. Maicon sentou na escada e ficou respirando. Limpei a porra que corria pelo meu rosto e me levantei devagar. Ainda sentia o mastro de Carlão dentro de mim.
- Viado, se arruma e vaza! Maicon, limpa essa porra toda, literalmente. - disse Carlão, levantando a calça e se ajeitando. Eu estava com dificuldade para andar, de tão arrombado. Maicon me deu papel toalha para me limpar.
Por fim, me arrumei e saí do prédio, sem olhar para eles. Fui andando até o terminal para pegar o ônibus do condomínio e voltar para casa. Eu andava com dificuldade, parecia que minhas pernas estavam mais separadas. Meu cu ardia, eu sentia os tapas na minha bunda e estava cansado.
Cheguei em casa com um misto de tesão e nervoso e corri para o banheiro. Eu cheirava a sexo, minhas roupas e meu corpo. Entrei no banheiro e me despi. A cueca estava dura de esperma seco e manchada de sangue, colada na minha pele. Minha bunda estava dolorida e também com porra seca. Sentei no vaso e ainda saiu esperma. Tomei um banho demorado.
Meu primeiro dia de estágio virou meu primeiro dia de puta de macho!
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