Eu caminhava na Sete de Setembro, movimentada rua do centro carioca, satisfeito com a reunião de que havia saído e curtindo o sol morno do inverno. Troquei olhares com outro homem. Ele devia ter a minha idade, era paredo, da minha altura, atraente e muito bem vestido. Senti meu pau dar sinal e resolvi olhar para trás. Ele estava parado, também. Apenas com um aceno de cabeça, ele veio em minha direção. Andamos em silêncio até a minha sala, na Rio Branco. Entramos, fechei a porta e nos olhamos por um segundo. Começamos a nos agarrar ali, no pequeno corredor que antecedia a sala. Encostei ele na parede e beijei, enfiando minha língua na sua boca, mordendo seus lábios e abrindo os botões da camisa. Ele correspondia e apertava minha bunda e alisava minhas costas por baixo da minha camisa, já por fora da calça. Em seguida, me segurou e me empurrou para a outra parede. Com uma mão na minha nuca, lambia minha boca, meu pescoço e tirava minha roupa. Quando vi, estávamos com as calças arriadas e as cuecas mal segurando nossos cacetes duros. Em um movimento gostoso, senti seu membro duro roçando no meu, de baixo para cima, de um lado para o outro. Saí de sua frente e fiquei atrás. Com o rosto na parede e os olhos entreabertos, empinava a bunda enquanto eu deslizava entre suas nádegas, e minhas mãos alisavam seu abdômen definido e seu pau melado. Senti sua mão na minha cueca, e segurou meu saco. Coloquei uma mão em sua virilha, apertando com o indicador o espaço abaixo do saco e quase chegando chegando ao seu cu pouco peludo e a outra, alisava seus pentelhos. Ele se virou e me levou para a outra parede, de volta. Chupou meus mamilos, segurou minha bunda e voltou a me beijar com sede, fome e desejo. Não tinha palavras, apenas gemidos baixos e leves. Senti sua mão grossa no meu pau, me masturbando e fiz o mesmo nele. Com respirações fortes, nos masturbamos, olhando nos olhos do outro, lendo o tesão e a vontade de gozar. Dois machos, dois estranhos, em busca de gozo. Paus melados, respirações mais fortes e a primeira contração. As sobrancelhas franzidas, os olhos semicerrados e o orgasmo vindo. Em cadência, um gozou no outro, gozo farto e grosso, que escorria nas peles suadas. Após o último espasmo de ambos, um beijo e a despedida silenciosa.
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