O Workshop - Casados no Sigilo

Workshop promovido por uma empresa. Hotel na região serrana, com chalés individuais. Sol e calor. Dois supervisores e doze gerentes de todo o Brasil para participar de palestras, capacitações e trocas de experiências. A van chegou na quinta à noite e na sexta as atividades começaram cedo.


Sou gerente do Rio de Janeiro, moreno, alto, corpo esguio, rosto fino e bem discreto. Alguns participantes, que eram homens e mulheres, me conheciam de reuniões online e eu estava curioso para conhecer alguns de perto! Sou casado, bissexual, mas estava muito a fim de pegar outro casado ter uma aventura cheia de tesão.

Comecei a observar no jantar de quinta-feira e fiquei interessado em dois caras que eu achava que tinha chance: um de Fortaleza e outro de Vitória. Um moreno claro, cabelos pretos e cara de bom rapaz e o outro era branco, alto e magro, cara de sério.

Na sexta, depois das atividades, às 17h, o jantar era marcado para 19h. Até lá, o pessoal se dividiu entre ficar no quarto, piscina e salão de jogos. Na sinuca, é inevitável fugir das brincadeiras de duplo sentido. Foi quando reparei no Elton, o funcionário de São Paulo: negro, forte, pernas musculosas, cara de macho safado! Esqueci o de Vitória e foquei no Carlos, de Fortaleza e nele! Dois homens diferentes, duas sensações distintas!

Sábado, as atividades terminaram às 17h e só retornariam segunda, 8h. Troquei de roupa e fui para a sauna. Tinha uns seis homens e, claro, rolou papo de sacanagem, mulher, e até brotheragem, tudo na brincadeira. O clima estava leve, menos nos olhares discretos que troquei com Elton e Carlos. Eu já sabia aonde aquilo ia chegar e estava muito disposto a fazer chegar! Carlos saiu mais cedo e depois todos fomos para os quartos para nos preparar para o jantar.

Após a refeição, alguns foram ver TV, jogar, etc. Fiquei perto da piscina e Elton se aproximou, todo macho. Ele me olhou dentro dos olhos e eu retribuí. Até então, só olhares. Falei para ele que ia fumar um beck no meu quarto, que era bom para relaxar e descansar, e insinuei o tesão que dava. Ele ficou atento e perguntou se podia fumar junto. Instintivamente fomos para lados diferentes, pois, precisávamos ser discretos. Mal fechei a porta e ouvi ele bater bem devagar. Ele entrou, fumamos, demos umas boas risadas e paramos em outro olhar intenso. Na brisa do baseado, nos aproximamos. Elton tirou a camisa e, sem falar nada, começou a tirar minha roupa, meio desajeitado, meio rápido. Observei seu corpo e o pau melado dentro da cueca boxer branca, que contrastava com sua pele linda. Enfiei a mão e comecei a masturbá-lo e ele fez o mesmo em mim. Era só punheta. Sentia sua mão grande segurando meu pau e movimentando e eu alisava o dele, suas bolas e seus pentelhos. Passei o dedo na fenda da cabeça e melei meu dedo com o pré-gozo e lambi. Ele reagiu, ficando mais excitado e aumentando o ritmo. Também acelerei e ao sentir seu corpo mais quente, me preparei para o gozo. Ejaculamos juntos, na mão um do outro. Ele gemeu baixo, grosso e rouco, escorrendo muita porra em seu abdômen. Passei os dedos pela sua glande, sentindo seus espasmos intensos, fechando os olhos e respirando fundo. Eu também estava em êxtase, tinha gozado muito. Fomos para o chuveiro, como dois colegas que saem do jogo de bola e vão para o banho.

Bebemos água e ficamos em silêncio.

- Sou casado, cara… nunca fiz isso, mas senti atração por você desde a reunião online. Tava doido para te conhecer… - ele falou. Era tesão demais ver aquele homem bonito e gostoso falando aquilo. A gente já tinha se vestido, mas agarrei ele em um beijo gostoso, de dois machos com desejo. Segurei o pau dele por cima da bermuda e já estava duro de novo, latejando! Ele perguntou se rolava mais coisas, disse que sonhava em receber um oral meu e fazer uma garganta profunda. Sem hesitar, caí de boca e ele gemeu. Usei e abusei daquele cacete grande que expelia um líquido delicioso. Elton gemia e olhava franzindo as sobrancelhas, com tesão, sem entender de onde vinha aquele prazer! Ele elogiava, falava que era melhor do que imaginava e alisava meus cabelos. Depois de chupar bem e deixar ele mais louco ainda, deitei na cama, com a cabeça para fora, na posição para receber seu membro. Quase sem acreditar, ele se aproximou e engoli seu pau devagar. Eu controlava a respiração para não engasgar, não podia fazer feio! Alisei suas pernas musculosas e senti seu saco no meu rosto. A visão era uma maravilha! Sua pele linda e suada, sua bunda, seus pelos, tudo junto! Seu cheiro e seu calor! Quando percebemos, seu cacete já atravessava minha garganta. Ele enlouqueceu! Segurei suas pernas para que ele não forçasse muito, e engolia e tirava. Comecei a salivar muito, e isso o deixou mais excitado. Mais uma sessão de pau na goela, indo e vindo, eu, vermelho e suado, admirava seu corpo e me surpreendia como estava conseguindo! Ele tirou devagar, deixou eu respirar e voltou de novo. Eu engolia com um prazer único, e senti que ele ia gozar. Os primeiros jatos foram direto, senti o volume da sua porra grossa e quente! Depois do segundo jato, tirei e fiz ele continuar gozando na minha boca, para eu sentir o gosto e a textura de seu esperma farto. Eu estava tão cheio de tesão que não tinha gozado e, para minha surpresa, ele notou. Foi em direção ao meu pau e começou a me chupar. Tudo era bom demais, parecia um sonho! Ainda degustando seu caralho melado, senti sua boca quente e inexperiente em mim, o que me deu mais tesão ainda e logo jorrei. Elton não sabia o que fazer e não engoliu, deixando escorrer o esperma. Levantamos e voltamos para o banho e nos beijamos, cada um sentindo o próprio gosto na boca do outro, se misturando. Ele se vestiu e saiu. A onda do baseado ainda estava boa!

No domingo, acordei e toquei uma. Fui para o café e não vi Elton. Carlos estava lá e me chamou para a mesa dele. O domingo era de folga e quem quisesse podia sair ou ficar na piscina etc. Eu estava com sungão branco, para provocar, contrastando com minha pele morena bronzeada. Carlos me reparava e eu devia estar exalando sexo! Ele perguntou o que eu tinha feito de noite no sábado, eu falei que dormi. Carlos falou que achava que eu tinha saído com o pessoal e eu desconversei, disse que estava cansado, mas que antes tinha tocado uma punheta pensando na conversa da sauna. Provoquei deixando em aberto se era sobre mulheres ou brotheragem! Ele olhou para minha aliança, ficou meio sem jeito, mas mexeu no pau. Continuei e disse que domingo era dia de sair da rotina e ele me chamou para ir na trilha que dava para a mata. Pensei em Elton, mas não ia dispensar aquele gato! Fomos e percebi que ele estava excitado. Disse que também era casado e tinha dois filhos. Eu falei que mesmo casado, gostava de curtir outras pessoas e mostrei meu pau duro na sunga:

- Olha como eu fico só de falar! - apertei o pau. Ele olhou meio surpreso e disse que devia ter muitas mulheres atrás de mim e eu respondi dizendo que homens também e que eu curtia os dois. Logo, ele me puxou e me deu um beijo e chamou para ir para o quarto dele.

No hotel, fui pelo outro lado, para manter a discrição. Meu pau estava quase saindo da sunga! Quando cheguei, a porta estava entreaberta. Começamos a nos beijar e ele era muito diferente do Elton: menor, mais experiente, menos afoito. Mesmo casado, sabia fazer uma sacanagem! A cara de bom moço escondia um bom fodedor! Mamei ele e ele me mamou em um meia nove delicioso. Seu pau era tamanho normal, um pouco grossinho. A cabeça rosada e o saco pequeno faziam um dos cacetes mais bonitos que eu já tinha visto! Falamos sobre prevenção e sentimos firmeza um no outro. Depois de chupar gostoso seu pau, mudei de posição e abri sua bunda, lambendo seu rego liso e chegando ao cuzinho pequeno e quente. Carlos gemia e rebolava a cada linguada que eu dava. Passei o dedo em volta, pelas pregas, enfiava e tirava, cuspi de leve para deixar bem lubrificado. Eu estava cheio de tesão e queria meter até gozar. Coloquei ele de quatro e admirei sua bunda, encostei a cabeça do pau e empurrei. Ele gemeu, reclamou da dor, mas gostou. Seu cu era apertado e guloso, Carlos era intenso, degustava o sexo! Ele sentia cada centímetro dos meus 19 dentro dele e viajava! Comecei a meter com mais força e ele quis mudar de posição. Deitei de costas e ele veio por cima e começou a cavalgar! Olhei para seu corpo, sua cara de bonzinho e deixei fluir, era muito bom sentir suas mãos no meu peito e seu cu apertando meu pau!

Tinha hora que Carlos reclamava de dor, então virei ele de frente e passei a penetrar olhando nos seus olhos. Seu desejo e sua boca bonita eram um convite. Comecei a beijá-lo e gozar. Dei estocadas fortes, com minha língua dentro da boca dele, batendo meu corpo naquele corpo que se entregava para mim. Dei uns espasmos e ele também e gozamos juntos! Passei a mão no seu esperma e levei à minha boca e à dele. Seu gosto era delicioso! Quando tirei o pau, fiz questão de ver escorrer o resultado da nossa foda! Meu esperma saiu abundante daquele rabo usado por mim.

Tomamos banho e ficamos agarrados na cama, ele era assim. E eu estava adorando! Logo ficamos de pau duro de novo.

- Agora é sua vez! - Carlos me empurrou para chupar seu pau. Dei uma mamada de respeito e deitei de bruços.

- Cara, com você eu faço tudo, que tesão é esse! - falei. Ele não era só gostoso, tinha um carinho, um apelo mais do que sexual!

Carlos brincou com meu cu, mostrando ser bem experiente também. Depois de meter em algumas posições, me tirou da cama e me encostou na parede. De frente para um espelho, levantou minha perna e meteu com força, socando fundo, me fazendo gemer. Eu via nossa imagem no espelho, seu pau entrando e saindo de mim, e ele metia sem parar, fazendo meu cu esquentar com o atrito. Estava bonito de ver seu pau me alargando. Ele me apertou em seus braços e senti seu corpo contraindo e seu pau inchando dentro de mim e finalmente me preencheu com seu gozo. Estávamos agarrados um no outro, seu pau todo dentro, ainda acabando de jorrar. Eu tinha gozado no chão. Quando ele ia tirar o pau, bateram na porta. Ele disse que tinha combinado com uma colega de almoçar juntos. Já era hora do almoço, perdemos a noção do tempo! Ele falou com ela sem abrir a porta e disse que estava terminando de se arrumar e, para piorar, ela disse que estava esperando ali! Ele disse para eu sair depois, discretamente. Pegou uma toalha, limpou o pau e foi lavar o rosto, para disfarçar. Eu fiquei ali, parado, procurando minha roupa para me vestir.

Fui logo para o meu quarto, tomar banho e despejar sua porra. Quando cheguei, dei de cara com Elton.

- Procurei você, tô cheio de tesão, cara… se não fosse aquele baseado eu nem teria dormido direito!

- Eu, eu… fui na trilha, estou cansado, Elton, e tem gente vindo. Vai para piscina, te vejo lá.

Falei e entrei. Que situação! Cu cheio com porra e cheiro de sexo! A viagem estava melhor do que eu podia imaginar! Corri para o banheiro, despejei e tomei banho. Encontrei com Elton na piscina e ficamos conversando com outros colegas. Era o momento de descanso que eu precisava! Mais tarde, na primeira oportunidade, ele veio.

- Você é gostoso demais! Quero comer você, não aguento mais!

Fomos para o quarto, ele me beijou com muito tesão e tiramos a roupa. Depois de chupar meu pau e quase me fazer gozar, colocou seu pau na minha boca. Viramos em um meia nove e ele meteu a língua no meu rabo, já amaciado por Carlos. Elton chupava gostoso, mordia, lambia e queria meter. Como seu pau era muito grande, falei para deitar de costas que eu ia sentar. Aos poucos fui descendo e recebendo seu membro pulsante dentro de mim. Ele gemia e me olhava, me segurando pelas pernas. Ficamos um tempo assim e ele falou:

- Quero você de quatro!

Fiquei de quatro e ele em pé, fora da cama. Elton me segurou pela cintura e meteu sem dó. Eu ouvia ele sussurrar coisas, tipo bunda gostosa, cu de homem, macho gostoso e isso me excitou mais e mais. Seu pau grande batia no fundo e eu sentia uma dor gostosa e um prazer enorme. Minha barriga doía, mas o tesão era muito maior, até que não aguentei mais e anunciei que ia gozar. Seu pau me alargava o cu, eu sentia arder! Ele apoiou um pé na cama e socou mais forte e mais fundo, até parar e eu sentir meu rabo sendo inundado. Foi um orgasmo intenso, quase animal. Após estocar forte, ele foi parando, suspirando e respirando forte. Caí na cama com ele por cima. O peso do seu corpo e seu suor, quase me deixaram de pau duro de novo. Elton virou meu rosto e me beijou.
- Se eu soubesse que homem chupava desse jeito e dava gostoso assim, não teria esperado tanto!

E era domingo. A viagem ia ser até quarta! Dois homens diferentes em tudo, me dando prazer diferentes e gozos intensos!
***
Nosso protagonista se divertiu muito e seus colegas também!
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Foto 1 do Conto erotico: O Workshop - Casados no Sigilo

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Comentários


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tonypunto Comentou em 08/08/2026

CARALHOOOO, SEVEN!!! Que conto, que fodas, que criatividade fantástica. Sua escrita é impecavel e precisa, me deixou no maior tesão. PARABÉNS!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Workshop - Casados no Sigilo

Codigo do conto:
269397

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/08/2026

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