Tirou minha gravata, me encostou na parede e me deu um beijo molhado e sensual, másculo, e se agachou à minha frente. Abriu o cinto e a minha calça. Esfregou o rosto no meu pau duro, que estufava o tecido da cueca que, com os dedos, ele abaixou suavemente até a altura dos pentelhos onde, de novo, esfregou o rosto e passou a língua. Continuou a descer minha cueca e meu pau surgiu duro, em sua direção. Segurou pelo meio, puxou o prepúcio, deixando à mostra a cabeça rosada e grande. Sorriu com tesão, cheirou e, aos poucos, foi colocando na boca, sempre sem tirar os olhos dos meus.
Sexo oral suave e intenso, ele me lambeu, me chupou, me deu prazer, segurando meu membro e alisando meu abdômen. Seus olhos verdes brilhavam de prazer, me deixando hipnotizado, sem ação. Eu estava parado, com as mãos inquietas, encostado na parede, à disposição dele me fazer gozar na horas que quisesse, pois quando eu começava a chegar perto do orgasmo, ele mudava de ritmo ou acariciava meu corpo com os lábios, me fazendo sentir outra forma de prazer, para desviar o impulso do gozo.
Pelo espelho da parede oposta, eu via a cena por outro ângulo: meu namorado, na minha frente, dando e tirando prazer de mim. Eu encostado na parede, ainda de paletó, camisa aberta, calça e cueca arriadas, meu pau duro e molhado. Seus cabelos em desalinho, sua pele lisa, as costas largas e definidas, sua cintura sensual. Parecia uma visão!
Eu sentia sua língua deslizar suavemente pelo meu corpo, contornava meu pau, passeava pela virilha, voltava, colocava todo na boca. Sempre suavemente, mas de um jeito que me obrigava a querer ficar ali mais e mais! Eu sentia o prazer dele em sua respiração, em sua dedicação e eu não tinha ação, eu só sentia na pele, pelos olhos, em ouvir seus gemidos curtos e baixos, de homem.
Do meu pau brotava o pré-gozo, que ele passava a ponta da língua e sorvia. Seus olhos semi-cerrados, acompanhavam minhas expressões. Um olhar de homem com desejo, homem com desejo de homem, olhar másculo, de tesão puro. Quando ele decidiu, eu vi que finalmente ia gozar, eu já estava dolorido de tesão.
Apenas me sugando, ele foi aumentando o ritmo, sem me masturbar. Fazia com a boca o movimento de vai e vem, foi uma tortura gostosa e intensa, que fazia eu me contorcer. Fazendo uma pressão, tanto sutil quanto mais forte, alternadamente, na cabeça do meu pau, eu já contraía o abdômen, os ombros, os olhos. O coração começava a disparar! Meu moreno apertou mais os lábios e em seguida envolveu meu membro em sua boca, em sua saliva morna, devagar, até eu sentir minha glande na sua garganta. Aquele toque na sua mucosa macia e quente mostrou o quanto eu já estava próximo a chegar ao ápice do tesão e eu não aguentei mais. Finalmente ele permitiu que eu gozasse! Com um urro sufocado, um calor percorreu meu corpo de baixo para cima: do períneo, passando pelo saco, pau, mamilos, pescoço e nuca. Meu gozo parecia sair dos meus poros, de toda minha pele e comecei a ejacular. A sua língua aparava meu esperma, deslizando pela cabeça do pau, que estava apertado pelos lábios macios. Senti ele engolir duas vezes e ainda com esperma na boca, e sem tirar os olhos de mim, colocou a mão no meu membro, puxando a pele e foi tirando lentamente da boca ao mesmo tempo que engolia devagar o esperma que estava em sua boca. Depois voltou a passar a língua à medida que apertava meu pau para sair o restante, tirando espasmos de mim devida à sensibilidade em todo meu corpo.
Sem forças, afinal tive um orgasmo profundo, desaguando toda a tensão e ansiedade, continuei encostado na parede, só subi a cueca. De frente um para o outro, ele me abraçou segurando meu pescoço. Beijei seu queixo com furinho lindo, seu pescoço e sua boca, que tinha o gosto do meu sexo. Enfiei minha língua, puxei a dele, lambi seus lábios. Trocamos carinhos com os lábios durante um tempo, para eu poder respirar melhor. O coração acelerado, agora pela emoção e sentimento que tinha por ele.
Olhei para o chão e vi seu gozo branco, cremoso e farto espalhado, ao lado da minha gravata.
Fomos tomar banho para continuar nosso dia. E assim era a nossa vida.
(Sinto saudades de você).

