Naquele dia, ouvi o amigo dele dizer que de noite teria uma “festinha” e que meu sobrinho iria dar conta de três. Logo depois que transamos, o pessoal chegou da praia. Agimos naturalmente e tudo correu bem. Mais tarde, saí pouco antes de Cristian sair, queria saber onde ele ia, só que ele me viu.
- Tio? Tá fazendo o que aqui? Vai me seguir é?
- Vou, seu putinho. Eu ouvi a conversa de manhã e sei que você vai para uma putaria agora. Sinceramente, não sei como vai aguentar mais três rolas depois de ter dado para mim e para seu amigo.
- Tá com ciúmes?
- Não, tô com tesão. Quero assistir. Não gosto de grupal, mas assistir, eu gosto.
- Não sei se o pessoal vai curtir alguém sem avisar, ainda mais sendo meu tio, né!
- Não se preocupe, se não rolar, eu saio. E não precisa dizer que sou seu tio. Outra coisa, vocês não se previnem? - perguntei e fomos caminhando.
- Tio, não se preocupe, tudo sob cotrole, fica tranquilo, ok? Por isso que rola assim, curto direto, na pele, leite dentro, mas com segurança. - ele respondeu com cara de safado. Nisso, meu pau já estufava a bermuda.
Chegamos lá e Lucas, o amigo da manhã, abriu a porta e me olhou com estranheza. Entramos. Percebi que já estava rolando alguma coisa, meia luz, fumaça de cigarro e bebidas, além de estarem seminus. Meu sobrinho disse para eles que teriam um voyeur naquela noite e eles gostaram da ideia. Eles eram: Lucas, o rapaz da manhã (negro, alto e muito bonito) e Renato (branco, fortinho, mais baixo e com uns vinte e seis anos) e faltava mais um.
- Ué, cadê o outro? Vocês falaram que tinham uma surpresa, me preparei para isso! - disse Cristian.
- Enquanto não chega, a gente aproveita! - falou Lucas e começaram a putaria.
A campainha tocou e, de pau duro, Renato abriu a porta. Era um homem bem alto, magrão, tatuado e careca. Usava camiseta, que mostrava os pelos do peito e segurava uma long neck, e, para a minha surpresa, era um quarentão também. Achei que fosse encontrar apenas caras da idade do meu sobrinho!
- Cristian, este é o Sérgio, a novidade de hoje! - disse Renato apresentando o quarentão, que olhou e elogiou meu sobrinho. Eu cumprimentei e voltei a sentar na poltrona e eles voltaram a beber e falar sacanagens, continuando o clima. Sérgio, só de calça jeans agora, ajeitava o pau, reparando os outros.
- Fica à vontade, Hugo, vamos adorar um voyeur, e se quiser participar, vai ser ótimo! - falou Renato, se aproximando de mim e de olho no meu volume. Respondi que só ia assistir, mesmo.
E começaram! Primeiro formaram dois casais, que se beijavam e acariciavam. Sérgio com Renato e Cristian com Lucas. Depois os quatro começaram a se beijar e alisar. Beijos molhados e cheios de sensualidade. Sérgio segurava dois pela nuca e beijava um e outro, que se revezavam com o terceiro. Seus corpos gostosos, exalavam prazer e tesão, e, em pé, os quatro se descobriam. Lambidas no suvaco, beijos no pescoço, mordidas nos lábios. Muito volúpia e ação. Todos já estavam sem roupa, menos Sérgio, que continuou de calça. Sentado na poltrona, comecei a ficar mais à vontade.
Cristian e Renato sentaram no sofá e começaram a chupar o pau de Lucas. Sérgio puxou Cristian e o colocou de quatro, ajoelhado no sofá, arreganhando seu rabo.
- Porra, bem que você falou Lucas, o cara é gostosinho mesmo! Carinha de nerd, de rapaz de família e querendo ser macetado por três, assim que eu gosto! Olha a bunda dele, branquinha, lisa, pequena e redonda, caralho, que tesão da porra! - disse Sérgio, fascinado pelo meu sobrinho, que realmente era uma delícia, ainda mais com o jeitinho de bobo dele.
Sérgio começou a lamber o rabo dele, enquanto os outros dois colocaram ele para mamar. Ver aquela cena, um homem mais velho dando tapas na bunda branca de Cristian e ele chupando vorazmente outros dois caras, era demais! Os dois se beijavam e acariciavam enquanto eram mamados. Entre revezamentos, Lucas e Renato meteram a língua no cu experiente do meu sobrinho e Sérgio esfregava a cara dele na calça, na altura do pau. Eu não entendia porque ele ainda estava vestido. Renato, que era versátil, dividiu o pau de Lucas com Cristian e Sérgio metia os dedos no cu do passivo que estava ali, à disposição de três machos famintos!
Eu já estava ansioso para ver a meteção, até que Sérgio se posicionou na frente de Cristian e começou a tirar a calça. Na cueca branca, daquelas com abertura na frente, tinha um volume bem grande, que achei ser impressão minha. Renato e meu sobrinho lamberam sobre a cueca, esfregaram o rosto, alisaram e começaram a tirá-la devagar. Sérgio era peludo e a quantidade de pentelhos dele era generosa. Os rapazes meteram o nariz e abaixaram mais a cueca, até um pau enorme saltar, duro que nem pedra, apontado para o rosto deles. Ambos ficaram surpresos.
- Puta que pariu! Isso é um caralho! - disseram hipnotizados pelo pau de mais de 24 cm e grosso na cara deles. Caíram de boca, lamberam, tentaram enfiar na boca, segurando o saco com dois ovos pesados. Minha boca estava seca, realmente era um mastro! Não curto rola, mas, era impossível não admirar um cacetão daquele.
A sacanagem rolava e já ia começar a hora da penetração. O tesão estava nas alturas, os três se concentravam naquele momento. Lucas começou a meter em Renato, que de quatro, beijava Cristian, que tinha o cu chupado por Sérgio. Lucas, lindo de rosto, corpo, pau e bunda, metia no fortinho, segurando pela cintura, até que:
- Chega de esquenta, vamos logo, não estou aguentando, quero meter em você Cristian, quero meter no seu cuzinho, nós vamos nos revezar e arrombar mais ainda esse rabo, você vai servir a nós três, vai ser nosso vadio… - falou com a voz rouca de tesão.
Cristian estava com o pau super babado de tesão e os outros também. Ele deu uma mamada nos três, e quando chegou em Sérgio, disse:
- Cara, eu não vou aguentar, esse cacete é grande demais, nunca vi isso!
- Qualé, Cristian, vai dizer que é apertado? Claro que aguenta, nós estamos esperando por isso, queremos ver você levando leite de três! - falou Renato. Com cara de tesão, Cristian segurava o pau de Sérgio, lambeu toda a baba e voltou a dizer:
- Será que eu aguento?
- Aguenta!
- Não aguento!
- Aguenta, cara, vai desistir, porra? Virgenzinha, agora? - bradou Sérgio, louco para meter no rabo dele.
Eu assistia aquilo com um misto de tesão e preocupação. Excitante demais ver ao vivo uma penetração de três caras, sendo um deles um pau enorme, queria ver como ia ficar o cuzinho do meu sobrinho, mas queria que ele sentisse prazer. Fiquei torcendo para que ele aceitasse logo!. Lucas sentou ao lado dele, deu um tapinha na cara e falou:
- Você quer, você disse que era seu desejo encarar um super dotado. Somos três, a gente prepara seu cuzinho, vamos do menor para o maior… Renato, eu e Sérgio! Enquanto você me chupa, Renato fode você gostoso, daquele jeito que você adora, até gozar. Com o cuzinho cheio, eu meto em você enquanto você limpa o pau do Renato e já começa a mamar o Sérgio. Vou no ritmo que você sempre pede e vou alargar mais você e depois dar aquela gozada farta, meu puto, aí você vai estar com tanto tesão que vai pedir mais! Lucas terminou de falar e beijou ele, enchendo sua boca de saliva.
Renato se posicionou atrás de Cristian e começou a meter, e seguiram a sequência falada por Lucas. Renato penetrou devagar e quando entrou tudo começou a socar com força, tirava até a metade do pau e metia de novo. Sérgio e Lucas eram mamados e estavam cheios de desejo de penetrar nele. Após dar uns tapas na bunda de Cristian, o rapaz se esticou e começou a gozar. Os outros olhavam os gestos e Lucas foi tomar a posição. Renato tirou o pau e antes que escorresse o esperma, Lucas meteu. Seu pau era grande e grosso, mas deslizou com facilidade. Cristian gemia e agarrava o sofá, mordendo os lábios. O cheiro de sexo, o calor da energia que emanava, era maravilhoso. Lucas fez Cristian mudar de posição e deixou ele de frango. Segurando pelos pés, enfiou de uma vez, tirando gemidos do meu sobrinho. O corpo gostoso de Lucas, entrava e saía, até que ele avisou:
- Vou gozar, porra, vai levar mais leite, vou encher você todo! - e fechou os olhos, jorrando vários jatos dentro do outro. Da poltrona, eu via seu saco e cu se contraindo, mostrando que ejaculou várias vezes. Com espasmos fortes, Lucas foi diminuindo o ritmo e ainda de pau duro, foi saindo de dentro. Uma quantidade razoável de esperma escorreu, pela diferença, dava para perceber que dois machos tinham galado ele.
Cristian gemia e disse que não aguentava mais e queria gozar. Olhou para Sérgio, consentindo, como era esperado. Tinha chegado a hora. Sérgio mandou ele ficar de quatro no sofá. O cu, aberto e melado, chamava por ele. Me ajeitei na poltrona, eu já estava sem roupa, tocando uma. Sérgio começou a penetrar devagar. Todos olhavam com tesão o cuzinho dele ser mais arregaçado. Cristian já implorava para que ele metesse tudo, ao mesmo tempo, pedia para ir devagar. Com a respiração ofegante, meu sobrinho empinou e mandou ele ir. Sérgio meteu tudo, devagar e sem parar. Os outros dois já estavam de pau duro de novo. O magrão começou a meter seu pau pesado e grosso, dando estocadas e Cristian começou a sentir mais prazer. Na sequência, ele tirou o pau e meteu de novo e fez isso mais duas vezes até virar ele de frango. Cristian olhou para ele:
- Me faz gozar, quero gozar com você metendo e olhando para mim, sem dó, me fode! Estou cheio de tesão, cara! - Sérgio encaixou e meteu fundo. Se apoiando e segurando por trás dos joelhos do meu sobrinho, ele metia com cadência. Seu saco grande batia no corpo. A minha visão era das costas largas e magra do cara, a bunda branca e peluda e o saco grande indo e vindo. Não aguentei e me levantei. Os outros estavam ao lado, se masturbando. Com um urro sufocado, Sérgio começou a gozar e Cristian, também, gemendo de prazer. Eu via a pulsação do caralho dentro dele, as veias saltadas e o saco se contraindo. Depois de vários movimentos bruscos, eles gozaram e nós três gozamos em cima do meu sobrinho, no rosto, no peito e na boca. Foi um banho de esperma.
Sérgio ficou parado, ofegante, e ambos se olharam. Deu um tapinha no rosto de Cristian e falou que foi a melhor trepada da vida dele. Tirou o pau meio duro e não teve como conter o leite que saiu. Cristian levantou devagar, com um sorriso no rosto, cansado. Limpou nossos paus e foi para o banheiro.
Coloquei minha roupa e saí. Naquela semana mesmo, comecei a trepar com meu sobrinho pelo menos uma vez por semana.
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