Mais experiente e desenrolado, conheci vários caras, não perdia tempo. Não passava uma semana sem sexo e, aqui no Rio de Janeiro, é bem fácil arrumar! Não era difícil trepar com mais de um na semana.
Com uns vinte e um anos, conheci um turista em um bar em Ipanema. Era japonês, tinha vinte e quatro anos e estava com amigos. Fiquei encantando com ele: gostoso, interessante e atencioso. Meu inglês não era tão bom, mas conseguimos o básico para transar no hotel que ele estava. Mais baixo do que eu, os cabelos pretos lisos e um sorriso lindo. Chegamos no quarto e tomamos banho juntos. Achei excitante dele ter poucos pelos no corpo, mas no pau e bunda ter bastante. Ele demonstrou boa habilidade em mamar, me levando a loucura! Quando coloquei ele na poltrona do quarto para penetrá-lo, seu corpo gostoso e a bunda pequena fizeram meu pau pular. Segurei pela cintura, meti e depois continuava metendo e abraçando ele, que gemia e falava coisas que eu não entendia. Fomos para a cama, deitei de costas e ele sentou. Cavalgou no meu pau até gozar no meu peito e eu encher seu cuzinho. Após o banho, me despedi e fui embora.
Eu sempre anotava cada foda, não por mérito ou troféu, era para mim, ninguém sabia, era uma espécie de mania mesmo. Nunca contei isso para ninguém!
Os meses e anos passavam e eu continuava solteiro e sem pretensão de namorar. Estava terminando a faculdade, já trabalhava na área e preparava meu futuro. Conhecia pessoas nas boates e na praia. Nos feriados, muitos turistas visitavam o Rio, então era mais variedade e pessoas procurando a mesma coisa!
Em um Carnaval, conheci um cara de Salvador. Negro, simpático e lindo demais. Ficamos juntos na Banda de Ipanema e depois fomos para o apartamento dele. Com a idade perto da minha, o tesão era parecido, também! Os amigos estavam pela cidade se divertindo e ficamos a sós. Ele se aproximou com o sorrisão lindo e nos beijamos. Seu beijo era bom demais e ele era muito gente boa, tudo perfeito, mas, nada é perfeito e ele quis me comer.
- Cara, você é lindo, tem um sotaque maravilhoso, que me atrai muito, mas não rola! Acho melhor você querer ser passivo, a gente vai se divertir muito! - falei. Ele não topou, era tão ativo quanto eu, mas não queríamos perder a viagem. Tocamos uma punheta gostosa juntos e gozamos, nos olhando e tocando. Tomamos banho e ele me deu uma sugestão: vamos pegar mais um!
Voltamos para a movimentação da rua, pessoas indo e vindo, cansadas ou iniciando a caça. Passaram dois caras olhando e chegamos logo juntos. Era um casal de São Paulo que queria uma brincadeira. Fomos para o local deles. Peguei o mais alto e ele se deliciou na minha pica. Depois de mamar muito, ficou de quatro e pediu para meter com força. O baiano estava no mesmo ritmo com o namorado dele. Depois de gozarmos, trocamos e fiquei com o outro. Colocamos os dois de joelhos no sofá e metemos muito enquanto eles se beijavam. Na hora de gozar, tiramos e jorramos nas costas deles! Tesão demais esse revezamento de cu! Deixamos o rabo deles bem tratados! Dois passivos em um dia! Acabamos ficando amigos e quando vou a Salvador, fico na casa dele e pegamos juntos uns passivos e quando ele vem para cá, fazemos o mesmo!
Um dia, eu estava na praia e o sol parecia aumentar a libido! Eu já fazia exercícios, estava mais saradinho e ia de sunga. Percebi os olhares de um cara. Ajeitei o pau e fui à água. Logo ele apareceu. Não era bonito, mas era charmoso e tinha uma bunda linda. Bebemos uma cerveja e ele me chamou para sua casa, em Ipanema mesmo. Cheguei lá e logo vi que era casa de casal, com certeza ele morava com alguém. Muito prático, chupou meu pau e virou a bunda. Coloquei o preservativo e meti sem dó. Ele reclamou um pouco, até quis parar, mas depois parou de cena e gemeu bem gostoso. Gozei, tirei a camisinha, me vesti e voltei para a praia. Era assim.
A vida também não era só sexo. Eu tinha meus amigos e familiares, fazia programas culturais, trabalhava e estudava muito! E, quando dava para garantir a foda da semana, eu não perdia tempo, até porque o pau já ficava duro pedindo!
Foram cinco anos de diversão e sexo. Terminei a faculdade, fiz pós-graduação e tinha mais consciência da minha vida. Fui morar sozinho também, estava vivendo e aprendendo muitas coisas. Levei a sério minhas responsabilidades, mas não deixei de aproveitar!
Eu já estava quase nos meus vinte e seis anos, por volta de 2006. Andava meio cansado de aventuras pois, nos últimos tempos era assim: conhecia alguém no chat ou site, ia na casa do cara, metia, gozava e voltava. Estava precisando de alguma coisa diferente.
(CONTINUA)
A vida adulta de Arthur em dez capítulos!
Namoros, sexo casual e experiências!
O que vai acontecer até encontrar o milésimo?