Quando ele chegou, reparei nos detalhes assim que abri a porta (me sentei no carona, lógico!). Ele estava de regata, bermuda verde musgo e tênis e era alto, magro e gostoso e devia ter uns 25 anos. Puxei logo assunto! Ele parecia estar bem cansado e falou que costumava trabalhar entre 18h e 2h da manhã, podendo chegar às 4h, dependendo do movimento. Disse que teve muitas corridas boas e então resolveu aproveitar o movimento e não parou, já que precisa de um dinheiro extra para resolver algumas coisas. Comentei que ele já estava há quase 24h e ele falou que valia a pena, mas não tinha se programado e por isso se alimentou mal e também precisava urgente de um banho! Comecei logo a pensar em alguma maneira de “resolver o problema dele”! A corrida ia durar uns trinta minutos, então dava tempo de pensar. Na conversa, ele disse que minha casa era caminho para ele, que morava no Méier, e que seria a última corrida, caso não aparecesse nada que valesse a pena, pois corrida boa ele não dispensava, mas precisava parar, até porque tinha que ir ao banheiro mijar, já que a última parada foi bem antes do meio dia.
Como sou um cara muito “bonzinho”, disse que ele poderia usar o meu banheiro, que eu morava sozinho e não seria problema e que também ele poderia me fazer companhia no lanche. Falei que meu prédio tinha garagem e ele poderia entrar. Emerson ficou meio sem jeito e eu insisti, disse que seria bom para ele e para mim, também, pela companhia. Não sei se ele sacou de imediato, mas acabou aceitando depois de muita insistência minha. O moreno estacionou o carro e fomos em direção ao elevador. Elogiei sua altura e corpo enquanto andávamos rápido. Ele riu meio sem graça. Fiquei reparando os detalhes do seu corpo, seu pescoço, ombros e fiquei mais interessado! Ele olhou para mim, parecia ter percebido o meu olhar. Quando entramos no elevador, eu apertei o 20, onde eu moro. Fiquei de frente para ele e reparei os pés grandes dele. Ele riu sem jeito e falou que era todo grande, as mãos, braços e pés e por instinto, deu uma ajeitada no pau. Não me contive e comentei que realmente tudo era grande. Emerson riu, olhando para o lado e abaixando a cabeça.
- Você, hein, Mateus! Agora que estou sacando! Estou tão doido para mijar que… cara, olha que recebo cantadas e tal, trabalhar de noite é assim, né, mas estou tão pilhado que não reparei! Cara…
- Não tenho dúvidas que você recebe cantadas, você é um cara muito interessante! E o que costuma fazer com as cantadas? - perguntei sem saber qual era a dele ainda.
- A grande maioria eu ignoro… pessoal meio abusado, sabe… - respondeu.
- E a minoria? - perguntei?
- Aí… depende da pessoa... - respondeu e apertou a mala já meia bomba. Isso me animou muito. A reação e a cara de safadeza dele, mesmo cansado, me deixaram piscando. Segurei o pau dele e senti o peso, devia ser delicioso!
- Acho que se depender do seu pau…
- Se depender dele, já é, mas preciso mijar! E esse elevador que não chega - falou com um sorriso gostoso e ao mesmo tempo aflito de vontade de ir ao banheiro.
Entramos no meu apartamento, fui direto para o banheiro com ele e falei para aproveitar e tomar um banho, já que estava muito calor. Tirei a roupa dele e a minha e puxei para o box. O cheiro natural de macho dele inundou meu nariz. Fiz questão de cheirar ele todo: pescoço, axilas e pentelhos. Agachei em sua frente.
- Quero sentir seu mijo quente em mim, cara! Me dá um banho! - falei segurando seu pau.
Emerson puxou a pele do cacete grande e cheio de veias, exalando, agora, cheiro de pica, que eu respirava como se fosse o melhor dos perfumes. Ele começou a mijar em mim, primeiro no peito, pescoço e barriga. Senti sua urina quente e amarela escura, escorrendo no meu corpo. Realmente ele não mijava há horas, que cheiro forte! Mijou no meu rosto e na minha boca, também. O cheiro forte de mijo e de pau, estavam quase me fazendo gozar! Assim que ele terminou, o pau estava duro, com a cabeça roxa apontada para mim. Comecei a chupar sentir seu gosto salgado e seu calor. Caprichei alguns minutos, segurando suas bolas, lambendo sua virilha e alisando suas pernas. Ele gemia gostoso e relaxava. O mijo dele estava grudando no meu corpo, junto com meu suor e abri o chuveiro. Masturbei ele e comecei a passar o sabonete em seu corpo, começando pelo peito, mamilos, barriga (chapada, retinha) e pentelhos. Com o gosto salgado na boca, passei sabonete na abertura do pau, os dedos em volta da cabeça e em toda a extensão. O uberista gemia baixo e seu pau pulsava na minha mão! E que pau!
Tinha tempo que eu não dava banho em macho e estava adorando aquilo! Fiz muita espuma nos pentelhos e fui lavar suas pernas. Adorei ver a marca de sol do short, que ia da cintura até quase na metade das coxas, um tesão do caralho! Cheguei aos pés grandes e quase os lambi! Levantei e fiz ele ficar de costas.
- Qual é Mateus… - falou baixo e de olhos fechados.
- Você é gostoso demais, mas o que me interessa é seu pau e não sua bunda, mesmo que linda! - falei. Ele riu com um sorriso safado de novo e relaxou. Ensaboei e esfreguei suas costas, passei as mãos pela cintura e por trás das pernas. Agachado, fiquei de frente para sua bunda morena e masculina demais, com poucos pelos e continuei pelas pernas.
- Pode lavar, cara, lava tudo! - ele falou. Passei o sabonete em suas nádegas e as abri para lavar no rego. Os poucos pelos negros contornavam seu cu fechadinho e delicioso. Passei o sabonete e a mão, lavando e deixando enxaguar. Meu pau parecia que ia explodir! Ensaiei uma lambida, mas ele se virou e colocou o pau na boca e fechou a água. Senti a viscosidade do pré gozo que saía e lambi tudo.
Ele me encostou na parede do box, agachado, segurou meus cabelos e começou a meter na minha boca. Tirava o pau e batia com ele no meu rosto, e colocava na boca de novo. Segurando minha nuca, começou a meter e tirar, deslizando pela minha língua e lábios. Olhei para ele e o vi, de cabelos molhados, boca entreaberta e feições de tesão. Sua barriga reta e seu peito gostoso, no movimento de vai e vem, me davam vontade de engolir a rola toda, o que era impossível pelo tamanho!
- Tesão demais, Mateus, nunca outro cara fez tão gostoso… se tua mamada é assim… imagino seu cu! Puta que pariu! - falou junto com um urro de prazer, enchendo minha boca com seu esperma.
Quase me afoguei em seu gosto salgado e forte e a textura grossa, como eu nunca tinha visto! Junto ao gosto estava o cheiro forte de seu gozo, o resultado que todos esperamos de um macho: a gozada farta! Gozei em seguida, sentindo meu pau pulsar e meu cu piscar de tesão! Emerson se contraiu várias vezes, lançando jatos que iam diminuindo. Eu não sei de onde saiu tanto leite! Ele se apoiou na parede e riu.
- Cara, minha pressão caiu, sei lá, estou tremendo! - disse, respirando forte, sorrindo.
- Vamos terminar o banho e lanchar, Emerson. Quero que você descanse. Você fica depois do lanche?
- Claro, Mateus, quero descansar e acordar com você me mamando de novo, cara!
(CONTINUA)

Tesão de conto. Me deixou com o pau babando de tesão