Por ser afeminado e delicado, eles implicavam comigo e tentavam me fazer “virar homem”. Quando completei dezoito anos, minha madrasta falou que eu tinha que sair de casa, pela vergonha que eles pai passavam na igreja e na vizinhança, mesmo nunca tendo me visto com namorados ou amigos gays, eu sempre fui reservado. Do dia para a noite, eu não tinha onde morar. Com mala e mochila, saí de Rocha Miranda, subúrbio do Rio, para o centro, sem saber o que fazer. Procurei o contato dax Raiane, uma ex-vizinha, que todos falavam que era prostituta. Liguei e, muito solidária, disse que eu podia ficar uns dias na casa dela. Chegando lá ela falou que eu precisaria de um trabalho e que o máximo que ela podia fazer por mim era me apresentar em alguns locais onde tinham clientes que curtiam afeminados ou CDs. Sem opção no momento, aceitei
Fomos a um sobrado do centro da cidade, perto do camelódromo. Conversamos com o responsável que explicou que só cobraria o aluguel da cabine para atendimento. O gerente disse que eu ia arrumar clientes fácil, por ser jovem e bem feminino. Raiane me deu algumas dicas, me emprestou o dinheiro para a primeira semana e me orientou a pegar PreP no posto, pois vários clientes não queriam usar preservativo. Resolvi tudo bem rápido!
No primeiro dia conheci melhor o local. Tinha um bar/balcão com um pequeno ambiente, onde as mulheres ficavam e um corredor com cabines limpas e arejadas. A minha tinha tipo uma maca e um gaveteiro. Notei que a maioria dos frequentadores era de camelôs e entregadores. Fui orientado para ficar na cabine e não no bar. Minha amiga me ajudou na produção: calcinha, cropped e um saltinho. Maquiagem bem leve, camisinhas e lubrificante.
Eu estava nervoso, praticamente só iria ver o cliente na cabine e, caberia a mim aceitar ou não. Como precisava do dinheiro, resolvi seguir as dicas de Raiane de abstrair durante a foda e quem sabe, até gozar! Ela me deu vários truques!
Eu usava calcinha vermelha e salto. O primeiro cliente entrou na cabine. Era camelô, bem alto e magro, uns quarenta anos. Moreno claro, pele marcada, cavanhaque e cara de macho safado. Fez elogios e quis ver minha bunda. Apoiei na maca e empinei o rabo em sua direção. Mesmo tremendo por dentro, senti tesão nos braços compridos com veias grossas e mãos grandes. Estava com camisa de time, bermuda jeans e chinelos. Os pés grandes e maltratados completavam a descrição do meu primeiro macho ali. Nunca vou esquecer.
- Vai fazer sucesso aqui, putinha. Novinha e com esse rabão gostoso! Vou ser sempre o primeiro do dia! - disse e tirou a roupa, ficando somente com a cueca de marca falsificada e estampada. A cabeça do pau saía pela lateral frouxa da cueca. - Vem cuidar do teu macho! - falou segurando o pau.
Abaixei na frente dele e tirei sua cueca. O pau balançou na minha frente: bem grande, envergado para esquerda e grossura normal. Comecei a chupar caprichosamente, tinha gostado! Um macho, com pica boa e cheio de tesão! E pagando por isso! Lambi todo o pau, brinquei com a glande, chupei seu saco bem pendurado, chupei cada ovo grande dele, enquanto segurava suas coxas magras. Ele já gemia baixo, me “xingando” e elogiando. Ele falou que não queria gozar daquele jeito e eu disse que ele poderia gozar duas vezes, já que era a primeira vez! Na verdade eu queria experimentar ele todo! Ele colocou as duas mãos na parede e fodia minha boca. O pau deslizava pela minha língua até minha garganta. Tinha hora que eu tirava da boca, lambia seu saco e sua virilha e voltava a chupar, até que ele se contraiu todo e começou a gozar. Ele mandou eu engolir e eu obedeci. O gosto ácido e amargo, quase me fez gozar, também. Não demorou muito para ele ficar de pau duro de novo. Fiquei de frente para a maca, de pé e ele levantou uma das minhas pernas na maca, deixando meu cu exposto. Lambeu meu cu e cuspiu, encostou na entrada e meteu devagar. Eu senti o membro adentrando em mim, deslizando até o final, doendo e me dando prazer. Segurando minha bunda, ele começou a meter com força. A cabeça batia no fundo e senti que ele ficou louco com isso e não demorou muito, gozou. Senti as pulsações, suas mãos grandes me apertando a bunda e sua respiração forte. Joguei minha cabeça em seu ombro e ele me abraçou nas últimas estocadas. Um camelô desconhecido, bem mais velho, gozando dentro de mim e eu não sabia o nome dele. Tirou o pau devagar e limpou com papel toalha que tinha ali, enquanto seu esperma já escorria e caía no chão. Disse que ia voltar para gozar muito no meu rabão. Vestiu a roupa, pagou mais que o combinado e saiu. Este foi o primeiro. Das outras vezes, me permiti gozar com ele!
Atendi vários homens naquela semana. Na semana seguinte, atendi um motoboy que era um pouco mais alto que eu, corpo normal, branco, simpático, bigode, cabelos descoloridos e tatuagens. Ele disse que soube por um amigo que tinha uma CD atendendo e que era muito boa! Eu! O boca a boca estava dando certo! Tinha vários clientes que vieram por indicação. Para a minha surpresa, o motoboy foi carinhoso e gente boa demais. Pagou adiantado, me elogiou e me deu um beijo. A surpresa não terminou aí: ele segurou no meu pau e disse que adorava um grelinho! Me colocou de quatro e lambeu meu cuzinho e foi para o saco. Colocou meu pau para baixo e chupou a cabeça. Eu adorei! Depois sentei e abri bem as pernas e ele me mamou bem gostoso, dizendo que meu grelinho era lindo e gostoso! Meu pau é pequeno e depiladinho e ele colocava todo na boca, sugando todo! Eu gemia baixinho, como uma mulher que está recebendo sexo oral do seu macho e ele ficava muito empolgado. Depois ele colocou a camisinha e me penetrou de frango assado, me masturbando junto.
- Goza, gata, goza junto comigo minha linda, deixa eu ver esse grelinho jorrar! - ele falava baixo e me olhava. Seu pau entrava e saía, eu sentia seus pentelhos fartos na minha pele lisinha e me dava tesão, mas não queria gozar com ele, não dava para gozar com todos! Devagar, passei a mão por baixo do seu saco e mexi no cuzinho dele.
- Quer sentir meu grelinho em você? Goza, gato, goza com o grelo da sua gata! - falei me insinuando e ele adorou! Mudamos de posição, pus o preservativo e penetrei ele, de pé. Enquanto metia, masturbava seu pau e ele gozou loucamente.
- Gata, você é maravilhosa! Se eu não fosse casado… tirava você daqui agora! - ele me disse. Enquanto a gente se vestia, ele me contou que morava com uma mulher trans mas que ela não deixava ele brincar com o grelinho dela. Enfim… de vez em quando vinha me ver!
Outro cliente que atendi no sobrado foi um negro, baixo e gordinho, uns cinquenta e poucos anos, roupa limpa e passada, calça social e camisa manga curta por dentro da calça etc etc, imaginou né? Claro que era casado! Ele me visitou algumas vezes. Muito metódico, ele chegava e ficava de cueca e pedia para eu tirar a cueca dele. Mexia na minha bunda, segurava meu pau e depois pedia para que eu chupasse ele. Tinha dias que ele gozava na minha boca e mandava engolir e depois elogiar o pau (que era tamanho normal) e o gosto do esperma (salgado), outras vezes ele me penetrava, deitado por cima de mim e gozava se mexendo muito. Sempre levava um chocolate que me dava na hora de pagar. Um cavalheiro!
Tinha também um que voltava sempre: era camelô, negro, encorpado, jeitão de safado e se arrumava melhor e era meio marrento. Gostava de meter com força e me xingar. Tinha o pau grosso! Enquanto eu chupava, ele metia o dedo junto na minha boca, me olhando nos olhos, com sorriso safado. Dava um tapinha no rosto e me chamava de vadia, dizia que eu era um homem vadia, puta de macho! Eu acabei gostando! Quando eu acabava de mamar, ele metia sem capa, lubrificava com saliva apenas e só parava de meter quando gozava. Mesmo jorrando porra, ele não parava de meter. Geralmente era meu último do dia, eu saía dolorido e só despejava a porra dele quando chegava em casa. Cheiro forte de sexo.
Meu último cliente:
Fui avisado para ficar de costas, porque o cliente não queria ser reconhecido por CDs. Imaginei que fosse algum guarda municipal ou apenas alguém que queria discrição, era comum. Senti que ele entrou, cheiro de perfume e calor de homem. Eu estava de calcinha preta e salto apenas. O homem elogiou minha bunda, afastou a calcinha e passou o dedo grosso e áspero entre minhas nádegas, apertando meu cuzinho. Debrucei na maca, abrindo mais. Ele alisou minhas costas e me segurou pela cintura. Vi quando jogou a camisa ao lado. Encostou seu corpo no meu, falando baixo, me elogiando. Perguntou se era o primeiro do dia e eu disse que sim, eu estava limpinho e cheiroso. Ele lambeu meu cuzinho, abrindo bem a bunda e depois encostou pau sobre a cueca no meu o rego e me abraçou. Senti sua barriga e seu peito cabeludo nas costas e me deu um tesão que não soube explicar. Ele segurou meu pau e pude ver seu braço forte e peludo. Passou a mão no meu saco e me masturbou. Não sei porque, mas eu estava todo melado, mesmo sem ver aquele homem! Seu calor, seu perfume de macho e seu corpo perto de mim, pareciam uma coisa jamais experimentada!
- Você é tesudo, essa calcinha provocante… novinho e rabudo, viadinho gostoso, nunca peguei um assim, com esse rabo e um piruzinho tão melado. Vou pagar bem! - falou baixo, com a voz cheia de tesão. Ele apertava meu pau e brincava com meu cuzinho. Achei diferente ele me tratar no masculino, geralmente tratam no feminino. Ainda falando quase sussurrando, ele pediu para ajoelhar na frente dele e mamar, sem olhar para cima.
A calça aberta, mostrava a cueca estufada e a ponta do pau para fora, melado. Passei a língua e saboreei seu melzinho abundante. Arriei um pouco a calça e engoli seu pau grosso e todo o mel, parecia até que ele tinha gozado! Segurei suas coxas pela calça e vi que eram fortes e grossas. O cheiro dos pentelhos e o gosto do pau, me envolveram de maneira muito grande. Chupei com mais pressão, fazendo tudo para agradar a ele e a mim e ele respirava mais forte e mais rápido, o calor da pele dele era grande e percebi que estava perto de gozar e eu queria muito mais do que uma gozada! Senti o primeiro jato no céu da boca e vários outros que vieram. Ele se contorcia todo, querendo expelir todo esperma que pudesse.Em meio aos espasmos e eu com a boca cheia, porque quis engolir aos poucos, para degustar o leite ácido e quente, o homem quis se livrar das roupas, assim como eu, ele queria mais! Na hora que começou a tirar a calça e a cueca, eu vi uma tatuagem grande na perna! Impossível ser engano. Era o meu pai!
Levantei e encarei ele. Acabando de engolir seu esperma e ele de pau duro, nos olhamos com surpresa e várias outras emoções que eu não tenho como descrever.
- Pai? - falei com sua porra escorrendo pelo meu queixo.
- Leandro? - respondeu estupefato. Mesmo com tudo aquilo, ele continuava de pau duro. Com dificuldade, subiu a cueca e a calça e pegou a camisa, cobrindo o corpo.
Eu comecei a chorar, um misto de revolta, raiva e frustração! Como eu senti tudo aquilo por meu pai? Como continuava sentindo? Seu calor e seu cheiro passaram a ser mais percebidos por mim, seu peito peludo, seu pescoço me atraíam mais e mais, ao mesmo tempo que eu queria sumir dali! Eu nunca tinha olhado para ele como homem e agora eu tive ele com um homem, como um amante!
- Como você me expulsa e agora vem pagar por programa com um afeminado…
- Você… se prostituindo…
- Por sua causa e daquela mulher! Olha onde vim parar! Era isso que você queria? Se eu não fizesse isso, iria passar fome, ser violentado na rua, ser morto!
- Eu não queria, mas… não podia mais conviver com você… e ela… parecia ter ciúmes…
- Você… sentia atração por mim? - perguntei horrorizado, mas ao mesmo tempo com meu coração a mil e admirando seus traços, sua boca masculina, sua pele de macho. Eu ainda estava totalmente excitado e olhei para baixo e segurei o pau dele, que estava duro como pedra!
Em um rompante, meu pai arriou a calça e me virou, me jogando na maca. Encostou em mim e meteu, sem pensar, sem parar, sem pedir. Senti ele me abrindo, me alargando, machucando e enchendo de prazer. Meu pau pingava de tesão e eu chorava e gemia, reclamava e pedia mais. Meu pai suava e metia mais fundo, mais rápido até que parou com todo membro dentro e senti a dilatação e pulsação: estava gozando dentro de mim, na pele, no desejo. Eu gozei muito, como nunca tinha gozado. Ainda dentro de mim, ele me fez virar a cabeça e me deu um beijo, molhado e quente.
Ele me tirou de lá e passamos na casa da Raiane para pegar minhas coisas e me levou para um apartamento que mantinha para encontros, no bairro de Fátima, perto do centro. Disse que eu ia morar lá e acabar meus estudos e que pagaria tudo.
Ao sair, disse que ia resolver a vida dele e depois seríamos apenas nós dois.
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