O Pai da Amiga

Meu nome é Marco Aurélio, tenho trinta e dois anos e sou de Minas Gerais. Vim morar no Rio por causa do trabalho. Sou branco, tenho 1,82 de altura, corpo bem cuidado e me consideram um cara gato.


Fui convidado para o aniversário da minha amiga do trabalho. Marina era uma mulher negra, de vinte e oito anos, muito inteligente e bonita. Passamos na mesma seleção e isso nos fez sermos mais unidos. Sempre almoçamos juntos, conversamos, tiramos dúvidas, mas nunca entramos em assuntos muito íntimos. Ela sempre diz que sou seu único amigo no trabalho e me convidou para seu aniversário. A festa seria uma feijoada na casa do pai dela, com direito a samba e muita animação.

Como ainda estou me ambientando no Rio, Marina passou com o noivo para me pegar em casa (ela mora no Flamengo e eu no Catete), e seguimos para o bairro de Vila Isabel. Fui apresentado aos outros convidados e fiquei impressionado com o pai dela: um homem de uns 58 anos, careca, cavanhaque grisalho e muito em dia com a musculação! Quase da minha altura, apesar da barriguinha de cerveja, tinha os braços fortes e os ombros largos, além de panturrilhas deliciosas. Durante o samba, o observei discretamente tocando cavaquinho e ele me olhou bem na hora e deu um sorriso e uma piscada de olho. Fiquei na dúvida se era algum sinal (a vontade era muita!) ou, simplesmente, simpatia. Em seguida, Marina e o noivo me puxaram para sambar com eles. Depois de sambar muito, peguei mais uma cerveja e sentei. Bira ( pai de Marina), avisou que tinha que comprar gelo, antes que acabasse, e me prontifiquei na hora, não seria justo tirar algum dos músicos.

Entramos no carro dele. Olhei de perto as mãos grandes, dedos grossos, braços com veias saltadas. De novo ele estava olhando para mim, agora, deu um sorriso bem mais safado.

- Marina fala sempre de você, que é muito educado, gente boa… estava curioso! - falou.

- Ah, que isso, ela é maravilhosa, foi um achado a amizade dela aqui no Rio! - respondi.

- Você samba muito bem! Melhor que muitos cariocas! Tem gingado, mexe gostoso… sorriso bonito… é rapaz, você… - não terminou de falar e apertou o pau por cima da bermuda de moletom. Vi que o volume estava bem crescido. Ajeitei o cabelo, nervoso.

- É… aprendi cedo a sambar, sempre gostei…

- E gosta disso também, né? Pega aqui, rapaz bonito. - Bira estava com cara de tesão e o pau já estava para fora da bermuda. Era grande, reto e com cabeça grande e roxa, que brilhava de tão duro que estava. E continuou: - Entre a gente, rapaz, não sou gay, mas gosto de pegar de vez em quando… chupam gostoso, cuzinho sempre guloso…

- Calma, aí, Bira, como sabe…

- Cara, quase sessenta anos, porra, escola de samba, boemia, sabe como é! - ele falava com jeito carioquíssimo de falar, com tesão e safadeza e eu já estava pronto para sentir aquele pau pulsando na minha boca. Peguei no pau dele, que estava muito quente. Ele deu um gemido de macho e ficou empolgado.

- Como a gente faz? - perguntei.

- Ninguém vai ver por causa do insulfilm, hoje é domingo, tem umas ruas bem tranquilas…

Bira entrou em uma rua deserta e residencial, perto de uma praça. Eu não tinha tirado a mão de pau dele desde que tinha segurando. Reparei seu corpo, seu peitoral por baixo da camiseta regata, os mamilos, o pescoço grosso e os pentelhos. O coroa era delicioso demais! Debrucei sobre ele e fui admirando o pau grosso, antes de colocar na boca. Ele já estava indócil, querendo receber minha mamada. Aos poucos fui colocando na boca, sentindo a textura da pele da cabeça, o prepúcio carnudo retraído e a veia grossa pulsando. Devagar, deixei só a cabeça nos meus lábios, sentindo já o pré-gozo salgado que transbordava. Ele se ajeitou e desceu a bermuda e a cueca, deixando à mostra todo o pau e o saco grande. Coloquei todo na boca, apertei com os lábios, contraí os lábios, mamei e bolinei seu saco cabeludo. Os pentelhos eram volumosos, com alguns fios brancos, o que me dava mais tesão. Meu pau parecia que ia rasgar minha cueca. Eu sugava, lambia e babava bem naquele mastro negro. Enfiava até a garganta e tirava, lambendo a ponta e voltando a engolir. Passava nos lábios, sentindo a textura do seu líquido transparente. Bira segurou minha cabeça e começou a movimentar, fodendo minha boca. As coxas deles mexiam e se contraíam, prevendo o gozo que estava perto. Mais pré-gozo, mais respiração, mais gemidos baixos… e…

- Vou gozar, porra, caralho, que mamada… agora, agora, vou-go-zar! - gemeu e encheu minha boca de esperma quente, não muito grosso e salgado. A cada espasmo, ele gemia e falava sacanagens. Engoli tudo, por tesão e também por não ter onde cuspir, mas adorei receber aqueles jatos de um homem maduro e gostoso e que sabia foder uma boca. Ainda com o pau entre meus lábios, fui tirando, apertando até sair a última gota. Levantei e me joguei no banco do carro, respirando.

- Que tesão, Bira!

- Há muito tempo não gozava assim, cara, você tem talento! - falou e perguntou, em seguida, se Marina sabia de mim. Respondi que não, que eu era muito discreto. Ele suspirou e disse que era melhor assim, para ela não desconfiar dos nossos próximos encontros. Fiquei animado, queria aquele mastro dentro de mim.

- Próximos?

- Claro, uma foda de vez em quando. Não estou te pedindo em namoro, não, rapaz, foda entre machos, só isso. A fim? Mas tem uma coisa, você se cuida, né? Quero encher esse cuzão de porra, adoro bunda de macho como a sua!

- Me cuido, posso mostrar os exames, fiz todos há pouco, aproveitei a entrada na empresa…

- Ótimo, vamos pegar a porra do gelo logo!

Voltamos para casa e o samba comia solto. Já tinha bebido e bebi mais. Pena tirar o gosto de macho da boca! A feijoada foi servida e estava uma delícia. As pessoas estavam distribuídas em mesas e fiquei com Marina e o noivo e uma prima dela. Tudo muito perfeito! Família festeira e animada. Depois de um tempo, o samba voltou. O pessoal voltou a beber e dançar. O ambiente estava muito bom. Eu só não conseguia muito interagir com a mãe da Marina, a esposa do cara que tinha gozado na minha boca!

Estava tudo divertido e eu bem alto, assim como todos! O samba deu uma pausa, estava rolando karaokê e conversas. Bira chegou para mim e falou que queria me mostrar uma coisa no bairro e Marina riu, falou que o pai adorava apresentar Vila Isabel para quem não conhecia. Fui com ele, meio tropeçando e já olhando para seu corpo gostoso: a bunda masculina, as pernas, as costas largas e o andar de macho. No corredor ao lado da casa, que dava passagem da parte de trás para a varanda da frente e portão, ele abriu uma porta e me puxou. Era um quartinho de bagunça.

- Tá doido? - falei já metendo a mão na rola dele.

- Tô, quero comer esse cu! Ninguém ia ver a gente aqui, vão achar que saímos para a rua, podemos ficar tranquilos, tranquei por dentro e de fora não dá para ver a lâmpada acesa. Ele falou isso e arriou a bermuda.

O pau pulou duro como pedra, apontado para mim pedindo para ser chupado! Pedi para ele tirar a regata e lambi seu peitoral e seus mamilos, sempre segurando a rola. Encostado na parede, Bira gemia. Minha língua percorria a pele negra e bonita, salgada de suor. Ajoelhei na frente dele e me aprximei, seu membro cheirava um pouco de gozo, e suor nos pentelhos. Eu não curtia esse tipo de situação, sempre curti caras perfumados, mas aquilo estava simplesmente delicioso! Cheiro de macho!

Depois de chupar até quase fazê-lo gozar, ele me puxou e me apoiou em umas caixas. Tirou minha bermuda e cueca e abriu minhas pernas com os pés, parecia um policial!

- Que bunda gostosa, dura, grande! Vai receber muita rola agora! - ele disse com a voz cheia de tesão. Minha vontade era beijar ele, e virei fiz um movimento, mas ele, educadamente, disfarçou e me virou de novo. - Não é namoro, rapaz, é foda de macho. Beleza?

Concordei a empinei a bunda, mostrando que estava querendo. Ele abaixou, abriu minhas nádegas e começou a lamber meu rego. Meu cu piscava, eu já gemia baixo. Ele passou o dedo e enfiou devagar, eu gemi.

- Cu rosinha e suado! Tesão! Cu bonito e apertado, mas vou deixar bem aberto, como você merece! - falou, deixando bem molhado.

Depois de lamber e brincar com os dedos, cuspiu no meu cu e no pau, espalhando saliva. Relaxei e comecei a receber a tora dentro de mim. Primeiro a cabeça, de uma vez. Ardeu e mandei parar. Peguei fôlego, sabia que não ia ser fácil, mas ia ser muito gostoso. E desafiei:

- Mete, porra, tu não é o gostoso de Vila Isabel? Mostra agora, mete até me fazer gozar, vai devagar… depois…

- Depois deixa comigo, Marquinho, tu vai receber muito leite dentro, vai sair pingando daqui. - ele disse.

O pai da minha amiga começou a meter devagar, com experiência e dando prazer! Ele metia um pouco e tirava, metia mais um pouco e tirava de novo, sempre deixando a cabeça dentro. Cada vez mais fundo. Cuspia no pau para lubrificar mais e ia. Eu já estava quase gritando de tesão! Apesar da grossura e do tamanho, a dor era prazerosa e ele fazia de cada alargada uma vontade maior de sentir tudo dentro! Eu estava relaxado, mesmo com ardência no rabo, até que ele segurou minha cintura e enfiou tudo, de uma vez. Senti a ponta bater no fundo, uma mistura de prazer e dor, queria mais aquilo! Eu sentia seus pentelhos na minha bunda e o saco batendo em mim. Debrucei mais e olhei por baixo. Seus pés grandes, ao lados dos meus, suas pernas, seu suor. Segurei seu saco por baixo e ele gemeu, me xingou baixo, respirou na minha nuca. Com os dedos, percorri ao redor do meu cu, senti seu pau e notei como eu estava alargado! De propósito, ele tirou todo o pau e eu segurei por baixo. A cabeça melada e pulsante na minha mão e em seguida penetrou de novo, de uma vez. Gemi de novo, preocupado com os outros. Coloquei a mão por trás, alisei o lado do corpo enquanto ele socava no meu rabo. Depois, passei a alisar seu abdômen e pentelhos. Segurei o pau pela base e nos pentelhos de novo. Bira pegou minha mão e colocou no meu rosto e na minha boca. Senti o gosto e o cheiro de macho dele. Abrindo minhas nádegas para poder penetrar mais fundo, ele começou a aumentar o ritmo e a força. Minha barriga doía um pouco, tive que me ajeitar. Na posição, eu senti melhor ainda o cacete deslizando dentro de mim, eu estava quase alucinado de tesão e o efeito da bebida ajudava!

Bira começou a falar coisas e senti seu pau dilatar e começar a pulsar. Ele tremia enquanto gozava, me deu tapas na bunda e eu, sem perceber, gozei junto com ele, sem me tocar. Foi intenso demais.

Aos poucos fomos recuperando a “sanidade”. Ele tirou o pau devagar e mandou eu contrair o cu, eu sabia que ia sair muita porra. Demos um tempo e nos recompomos. A sorte era o som alto e o calor, estavam todos suados, então a gente tinha um bom pretexto para estar do jeito que estava.

Saímos do quartinho rapidamente e ninguém viu. Ele foi para a festa e eu para o banheiro.

Depois desse dia, fodemos várias vezes na minha casa!

***

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Foto 1 do Conto erotico: O Pai da Amiga


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Comentários


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tonypunto Comentou em 06/09/2026

CARALHOOOO QUE DELICIA DE CONTO!!! Fechei os olhos e me senti o Bira e Você S...n o Marquinhos... e gozei gostoso. Parabéns pela escrita, descrição dos detalhes, pelo clima de tesão.




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Ficha do conto

Foto Perfil sevenrj
sevenrj

Nome do conto:
O Pai da Amiga

Codigo do conto:
271566

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/09/2026

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2

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