Um dia desses ela soube que o companheiro anda comendo uma menina por fora. Ele negava, mas ela sabia que era verdade. Diante da falta de madeira e dessa suposta traição, Patrícia ficou cultivando a ideia de dar o troco. O tempo foi passando e ele continuava sem foder ela como antes. Ela queria ser puta na cama, mas o cara não a procurava e a cada dia ela sofria mais com o desprezo dele.
Patrícia foi convocada para assumir uma nova função em um concurso público e conheceu um cara no trabalho que começou a jogar conversa para cima dela. Ele era um negro charmoso e dono de uma vara descomunal. Muitas mulheres que ele pegou suspirava na pica dele. Patrícia carente como estava, começou a cair nos bons papos que o Carlos tinha. Até que ele começou a dá cantadas nela. Resistiu um pouco, mas a carência e atenção que ele a dava acabou ativando a vontade de vingança.
Carlos consegue finalmente converse Patrícia a sair com ele. Ela disse que teria que ser no horário de trabalho e ficaram de combinar o dia que desse certo. Até que o marido de Patrícia foi fazer um júri e ficaria o dia inteiro no fórum. Oportunidade perfeita para os dois se encontrarem e fazer tudo que tinha direito. Carlos levou a Patrícia em seu carro para o motel mais chique da cidade na hora do almoço. Chegando na Suíte foram logo se pegando. Ela se livrou da calça Jeans e da Blusa e ele tirou logo seus sutiãs e começou a dar um banho de língua nela. Os arrepios vinham a cada toque, a cada chupadas nos seios e a cada beijo no pescoço. Carlos chega a buceta, afasta a calcinha para o lado e chupa muito o grelo dela. Os gemidos de Patrícia eram altos. Em pouco tempo ela segurava a cabeça do Carlos com as mãos e o prendia entre suas grossas coxas. Ele devorava sua buceta com a língua. Patrícia começou a urrar no gozo que chegou logo.
Carlos coloca o mangote de rola para fora e Patrícia fica admirada com o tamanho e a grossura daquele descomunal cacete. Aos poucos ela começa a chupar a cabeça e as bolas e tentar colocar o máximo possível na boca. A garganta logo é preenchida e os olhos dela começam a lacrimejar com um iminente engasgo. Carlos pega Patrícia no frango assado e começa e enterrar a madeira na xota molhada de Patrícia que recebe a pica gemendo a cada centímetro. A cabeça da madeira de Carlos toca o útero de Patrícia. Ela sente a pressão do cassete dele preenchendo completamente sua buceta se expandido dentro dela. Os movimento de vai e vem tiram suspiros de Patrícia que após algumas bombadas começa a gozar como uma cadela na madeira de Carlos, pedindo “mete mais....aí meu Deus.... que coisa boa......vou gozaaarrrr.... não acredito.....” Ela gozar e sua buceta parece apertar o pau de Carlos que continuava metendo sem dó. Até encher a buceta de Patrícia de porra quente. A gala jorrava quente dentro da buceta e ela se deliciava com a sensação da porra escorrendo dentro dela.
Ficaram abraçados e logo Carlos colocou a Patrícia para fazer um boquete e limpar a porra que ainda estava no pau. Ela pensava que era para ir embora. Logo sentiu os dedos de Carlos acariciando seu cuzinho. O pau acesso e duro como pedra ela logo percebeu que seria enrabada antes de sair daquele primeiro encontro. “Você que meter atrás, mas coloque devagar porque tenho muito tempo que não faço, não se aguentou a pica desse tamanho” disse ela. Carlos a colocou de ladinho e passou a acariciar a buceta e colocar o pau na buceta para ficar molhadinho. Deu umas pinceladas no cuzinho dela e começou a colocar devagarinho a cabeça do pau no cuzinho. Ele gemeu quando a cabeça entrou... Carlos teve paciência e foi empurrado aos poucos sem tirar. Patrícia toda arrepiada se entregava completamente as carícias de Carlos e o deixava reabrir seu cuzinho com precisão de um macho comedor. O pau estava completamente agasalhado dentro do rabão depilado e gostoso de Patrícia.
Os movimentos na raba dela começaram a se intensificar. Carlos começou a meter sem dó. Ela gemia com as estocadas. O cuzinho ardia, parecia que Carlos tinha descabaçado novamente. Ele colocou-a de quatro e meteu madeira pra cima. Ela começou a gozar com o pau atolado no cú. Carlos aproveitou e meteu vara com força, fudendo o cuzinho dela como um garanhão. Finalmente gozou. O cú de patrícia ficou aberto e cheio de porra. Foram tomar banho juntos e fizeram juras de sigilo. Ela disse que adorou e ele disse que queria sair com ela mais vezes.