Ester mandou uma mensagem dizendo que os pais iriam viajar e ela ia ficar na casa de uma amiga para fazer um trabalho escolar. Era o que que precisava para levar meu plano avante. Disse a ela, que iria leva-la para almoçar comigo. Ela aceitou o convite, mas tinha medo que alguém conhecido nos visse juntos. Eu disse que tinha como resolver o problema. Pedi para ela dizer a amiga que iria passar almoçar e passar a tarde comigo. Como combinando, peguei ela em frente a casa da amiga por volta das 10h e a levei direto ao um motel em uma cidade vizinha. Ela entrou no carro toda cheiroso. Deu um beijo e disse que estava ansiosa e nervosa. Quando saímos da cidade ela começou alisando meu pau enquanto dirigia e assim que passamos pelo Posto da Policia Rodoviária Federal, ela ja deitou a cabeça no meu colo e ja viajou mamando no meu pau até Motel. Quando entramos no motel ela ainda estava mamando.
Descemos e fomos para a suíte. Pedi o almoço e já despindo Ester todinha. A safada estava com uma calcinha fio dental, que arranquei enquanto chupava sua buceta. Fizemos um gostoso 69 e ela engolia pau inteiro até tocar sua garganta. Coloquei Ester para sentar no meu pau e enterrei todo no cuzinho dela. Coloquei-a de cócoras apoiada na cama do redondo do Motel e a penetrei com rapidez...o pau entrava e saia e ela gemia alto. Gozei no cuzinho dela e ainda joguei uns jatos de porra na suas costas.
Almoçamos e fomos para cama. Botei um filme pornô e ela começou a assistir o cara comendo a buceta da atriz no Filme. Disse no ouvido dela, quero comer sua buceta hoje. Ela disse que não, mas logo disse que dava se eu prometesse ser carinhoso e não gozar dentro. Aceitei na hora.
Comecei a lubrificar a Bucetinha de Ester com uma belo oral. Coloquei a língua dentro xaninha dela. Ela gemia e segurava minha cabeça. Ester gozou sendo chupada novamente. Enquanto chupava buceta, meus dedos entravam no cuzinho dela ainda lubrificado com minha porra. Na posição papai mamãe, comecei e descabaçar a bucetinha virgem de Ester. Como ela estava muito excitada e molhada, quando coloquei a cabeça ela deu uma gritinho e disse que estava ardendo um pouco. Sentir a cabeça do pau rompendo aquele cabacinho e meu pau finalmente entrando dentro da bucetinha quente e apertadinha de Ester. Empurrei tudo. Quando ela acostumou, a coloquei ela de ladinho, penetrei a buceta por trás e passei a massagear seu pinguelo. Ester gemia alto como minha estocada. A buceta sangrou pouquinho, um fio de sangue escorria pela coxas dela.
Continuei fodendo Ester de pelas para cima e finamente gozei, labuzei sua barriga, seios e até o rostinho dela. O umbigo ficou cheio de porra. O resto da porra que ficou no meu pau, ela chupou até limpar. Ainda pegava a porra que estava no rosto e nos peitos e colocava na boquinha dela.
Ester estava com uma cara de felicidade grande. Disse que agora era mulher de verdade e que eu era um macho insistente e que lutou até conseguir o que queria. Já final da tarde, após um pequeno cochilo, comi a bucetinha dela novamente, mas ela disse que estava dolorida e ardida e acabei comendo o cuzinho dela de quatro na cama. Enrabei Ester gostoso e gozei novamente no fundo do cuzinho dela. Tomamos um banho e fui deixar ela na casa da amiga.
No dia seguinte, ela mandou mensagem dizendo que estava com infecção urinária e achava que tinha contraído na cama do motel. Logo acalmei ela e disse que é comum acontecer quando perder o cabaço, a inflamação chama-se cistite. Comprei um antibiótico próprio para infecção urinária e deixe para ela.
Na semana seguinte, já boa, comi a bucetinha e a bundinha dela novamente. Ela não deixava gozar na buceta e pedia sempre para terminar a foda na bundinha. Outras vezes, eu gozava na boquinha dela. Engolia porra como ninguém. A irmãzinha depois que perdeu o cabaço queria foder quase todos os dias e eu aproveitando o fogo dela e metendo rola a vontade. Já tem uns seis meses, que Ester leva madeira na raba e na buceta toda semana. Ela diz que eu tenho que prometer que não vou dizer a ninguém. Eu que não sou besta nem nada estou comendo calado. Já dizia o velho ditado - quem come calado come mais.


