A noiva solitária: Trepar é o melhor remédio

Anna Erica era noiva há mais de seis anos. O tal noivo conseguiu comer ela durante um ano e logo se embrenhou a trabalhar, aparecendo uma ou duas vezes no ano. Dava umas madeiradas na pobre e sumia novamente. Érica começou a vê o tempo passando e o tão sonhado casamento não acontecia. Começou a sofrer de crise do pânico, ansiedades e quase entrou em depressão. No trabalho ela conheceu o Fábio, que além de ser um cara boa pinta, era extrovertido e vivia comendo tudo que era mulher que dava mole. Érica começou a conversar com ele:
- Vivo assoberbada de tanto trabalho. Já não tenho nem mais saúde mental.
- Mas você tão nova já se sentindo assim, não é certo.
- Muito trabalho.
- Mas tem que se divertir, namorar, sair e viver a vida mulher.
- Minha saída é para o trabalho, para o psicólogo ou para minha terapia.
- E como está vida amorosa?
- Meu noivo está longe... Não sabe nem quando aparece.
- Assim é difícil mesmo.
- Pois é.
- Você é muito bonita, deve tentar viver a vida. Quando o noivo resolver voltar você reata com ele.
- Sou medrosa. Não sou de dar cabimento a qualquer um. Os homens só querem se aproveitar e depois deixam a gente de lado.
- Seu noivo fez isso com você?
- Em parte sim. No começo era tanto amor e carinho. Noivamos e depois as coisas foram acontecendo. Depois que ele teve o que queria me deixou aqui e tá nem aí para vida.
- Mulher... comece a virar o jogo. Você é jovem, bonita, bem sucedida. Resolva sua vida.
-Minha Psicóloga já me disse isso.
- Você acha que seu noivo está há seis meses sem pegar nenhuma mulher esse tempo todo.
- Ele diz que não, mas sei que é safado.
- Você acredita?
- É. As vezes desconfio.
- Érica. fique certa que ele deve está dando seus pulos por onde anda. Você precisa vencer essa insegurança e viver sua vida.
- Aí não tenho coragem. Sou medrosa.

O tempo foi passando e uma grande chuva se formou naquela tarde. Erica estava de moto e Fábio aproveitou para oferecer uma carona. Ela meio sem jeito acabou aceitando. Deixou sua moto no trabalho e entrou no carro de Fábio sem perceber as intenções dele. Fábio continuou jogando conversa para cima de Erica que aos poucos foi abrindo a guarda.

A chuva aumentou e a noite caiu. Ao chegar em frente ao apartamento de Erica, ela por educação o convida a entrar, pensando que ele não aceitaria. Fábio aceitou de primeira. Subiram para o apartamento.
-Não olhe a bagunça... vou fazer um café .
-No momento só estou prestando atenção em você.
-Não me deixe sem jeito.
-Não. Estou apenas apreciando sua beleza e fico pensando como um cara consegue deixar uma mulher como você esse tempo todo sem assistência.
-Ele não liga para isso.
-Mas devia ligar. Você não merece uma solidão dessa.
-Ah Fábio. É a vida meu amigo. Vamos tomar o café .
- E depois faremos o que?
- Não sei.
- Pois vou te dizer o que iremos fazer.
Fábio aproximou e deu um beijo na mão. Depois na testa, e logo tocou os lábios de Erica, que de tanta carência afetiva e emocional, não esboçou nenhuma reação. Fábio a puxou para mais próximo e os corpos se entrelaçaram. E passaram a intensificar o beijo e o toque no corpo .
Érica estava trêmula, arrepiada com as carícias de Fábio. Ele estava investido tudo para comer Erica naquele dia. Ela era uma presa fácil e já estava envolvida. Fábio vai para o tudo o nada e apalpa os seios de Erica e começa a chupá-los por cima da blusa. Com as mãos ágeis ele consegue abrir num toque de mágica o sutiã dela, e chupar os peitos ainda por cima da blusa. Ela já queria mais parar.
-Você é louco.
-Como ter juízo perto de uma beldade como você.
- O problema é que você quer tirar o pouco que ainda me resta. Sou noiva esqueceu?
- Não. Quero que continues noiva. Mas vamos aproveitar esse momento. Será segredo nosso.
- Promete?
- Prometo.

A promessa foi suficiente para fazer Erica se entregar nos braços de Fábio. Ali mesmo no sofá, ele começa a despir Erica até deixá-la somente de calcinha. Pela calcinha era possível ver a boceta toda encharcada de tesão, estava toda molhada. Fábio sabia enlouquecer uma mulher e Erica já estava doidinha. Ele afastou a calcinha para o lado e começou a penetrar o pau devagarinho na buceta de Erica que logo abriu as penas e deixou a penetração se aprofunda. Fábio aproveitou a começou a mamar os seios de Erica enquanto metia pica sem dó na buceta da noiva solitária que gemia baixinho a cada estocada que recebia na buceta.

Fábio passa a massagear o clitóris de Erica e ela logo começou a gozar loucamente, sendo completamente possuída e enlouquecida pela maneira como Fábio a comia. Ele a colocou de quatro no sofá e gozou nas suas costas dando um banho de porra quente nas costas de Erica. Ela ficou toda melada de gala quente. Ficaram abraçados. A chuva continuava caindo. Erica estava zonza de prazer e convida Fábio para tomarem banho.

Foram ao banheiro juntos. Pareciam até que se conheciam há anos. No banheiro, vendo o corpo branquinho e escultural de Erica, o pau de Fábio começou a subir novamente. Começaram a se pegar novamente. Logo estavam na cama fazendo um gostoso 69. Erica com a depilação impecável, fez Fábio dar uma verdadeira aula de putaria a Érica. Chupou sua boceta como se estivesse chupando o mais gostosos dos sorvetes. Chupou seu cuzinho, Érica goza no oral. Fábio aproveita a oportunidade e começa a comer ela novamente.
-Posso meter na bundinha?
- Aí...dói.
- Se doer eu tiro...vou colocar só a cabecinha tá?
- Se doer você tira? Promete?.
-Prometo.

Fábio já encostou a chapuleta na entrada e foi desbravando o cuzinho de Erica, que gemia baixinho e dizia vai devagarinho. Fábio logo empurrou toda a ferramenta dentro da raba de Erica e começou a fazer o entra e saí. O cuzinho dela estava todo laceado. Em poucos minutos, Fábio deu uma gozada grande e inundou o cuzinho de Erica todo. Ela sentia o pau vibrando no cuzinho e a porra quente de Fábio inundando-a por dentro. O calor da gala quente, fazia o cuzinho de Erica arder e ao mesmo tempo fazia ela sentir um prazer sem limite.

Terminaram a foda. Fábio foi embora. Trocaram beijos na saída.
- Estou com tanta vergonha.
- Não precisar sentir vergonha, quero que sinta prazer.
- Acho que gozei horrores.
- Isso é o que realmente faz sentido. Prazer
-Obrigada!!! conto com sua discrição.
- Não se preocupe. Serei discreto. Vou querer você outras vezes tá.
- Tá bom. Fica em Off.

Fábio voltou a encontrar Érica outras vezes e a fez sua putinha por muito tempo. A ansiedade, as terapias deixaram de ser necessárias. Quem resolveu os problemas de Erica foi os 18 centímetros de Pica que Fábio disponibilizava para ela sempre que se encontravam. O noivo continua trabalhando fora e Fábio continua fodendo Erica sempre que podem. Não se sabe nem se ela vai querer casar com o tal noivo. Trepar tem sido o melhor remédio para uma noiva ansiosa.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A noiva solitária: Trepar é o melhor remédio

Codigo do conto:
260101

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
22/04/2026

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