- “Eu saí lá do interior, para vir até a capital, beber... Não tem bebida aqui, não?”, perguntou, me fazendo pensar se ela já não havia bebido demais.
- “Agora, senhorita...”, falei, pensando o quê deveria pedir. Aquela aventura toda, balada, motel com taxa extra pela 3ª pessoa, agora bebida. Mas, ela resolveu essa dúvida atroz por mim.
- “Eu quero champagne!”, cravou, me fazendo respirar fundo.
Pedi um prosecco ‘pagável’, enquanto as duas meninas ligavam o som e começavam a dançar sobre a pequena pista iluminada que havia no quarto. Me aproximei das duas, sem saber direito como proceder, quem abraçar ou beijar primeiro, esperando uma dica delas. Elas me olharam como se adivinhassem meu pensamento, e resolveram a dúvida por mim... Começaram ‘a se’ beijar, me deixando de lado. Não me fiz de derrotado, e abraçando a Fabi por trás, estiquei as mãos até o corpo da Eliane, apalpando a bunda dela por cima da sua calça apertada.
Fomos dançando assim, os três agarrados, até que comecei a morder a orelha da Fabi. Ela virou para me beijar, a Eliane enfiou o rosto e a língua no meio de nós dois, e começamos um beijo triplo, aos poucos trocando a boca e a língua que dávamos atenção. Comecei a puxar o vestido da Fabi para cima, revelando seu corpo delicioso, Ela usava um conjunto muito bonito (e pequeno) de lingerie, branca, de renda. Joguei seu vestido longe, e voltei a encoxar sua bundinha, agora coberta apenas pela calcinha minúscula, boa parte engolida pelas polpas das suas nádegas.
Ela logo reclamou que a prima estava vestida demais. Puxei a Eliane para mim, virando-a de costas também, ao abraçá-la. Sua bunda gostosa logo me atiçou, mas concentrei minha atenção em levar as mãos para a frente do seu corpo, abrindo sua calça justa. Me abaixei atrás dela, para conseguir puxar sua calça para baixo, e no processo me deparei com sua bunda redonda, mal coberta por uma calcinha preta, minúscula a exemplo da prima. Cravei os dentes na sua nádega, ganhando um gemido dela, me chamando de safado.
Tirei seus sapatos e consegui enfim livrá-la da calça. Fiquei de pé e tirei sua blusa, deixando as duas primas só de lingerie. Chamei as duas para a hidromassagem. A Fabi reclamou que somente eu ainda estava vestido, e demonstrando que, definitivamente, não precisava de mais bebida nenhuma, se aproximou de mim e no melhor estilo hollywoodiano, abriu a minha camisa de uma vez só, arrancando no processo metade dos botões dela.
- “Caralho, Fabi...”, comecei a falar, para receber uma apalpada meio impetuosa no meu pau, mais apertada do que o necessário, e a fala dela:
- “Cala a boca...”, disse, mordendo meus lábios. – “Ainda estou tentando te perdoar pela sua putaria, hoje de tarde...”
Achei melhor não reclamar. As duas se encarregaram de arrancar minha roupa, me deixando só de cueca, devidamente estufada, óbvio. O quê foi, óbvio, de piadinhas delas, enquanto abríamos a porta para a área externa onde havia a hidro, de proporções gigantescas. O motel era muito bacana, e a área da hidro, sauna, chuveiros e colchão d’água (!!!) ficava em um andar inferior, cheio de plantas, acessado por uma escada de madeira muito polida. O ambiente era realmente bonito.
Chegamos à beira da hidro, enorme, com três níveis e bem funda. Eu abri as torneiras, imaginando que demoraria uma hora para aquilo tudo encher, mas um volume absurdo de água vertendo das torneiras rapidamente encheu tudo. Comigo derramando os dois tubos de espuma concentrada, logo a hidro parecia um pudim de espuma branca, convidativo. Me aproximei da Fabi, satisfeito por finalmente poder vê-la peladinha, sem confusões ou distrações, e ainda por cima, no claro.
Soltei seu sutiã, enquanto beijava seu pescoço, vendo-a arrepiada. Seus seios pontiagudos pularam em direção ao meu peito. Abracei seu corpo, minha mão espalmada sobre suas nádegas, logo correndo para dentro da sua calcinha apertada, e puxando-a para baixo. Antes que a Eliane atrapalhasse minha descoberta, me ajoelhei em frente a ela e puxei sua calcinha para baixo. Ela havia se cuidado para aquele fim de semana, e eu vislumbrei sua bocetinha totalmente depilada, lisa como a pele de um pêssego.
Antes que me interrompessem, e pegando-a de surpresa, coloquei a coxa esquerda dela sobre meu ombro direito e, sem aviso, deslizei minha língua por toda a extensão da sua boceta lisinha, ganhando um gemido abafado de tesão dela, que agarrou meus cabelos entre suas coxas. Finalmente sorver seu sabor e sentir seu perfume fizeram meu cacete endurecer ainda mais, no momento em que a Eliane reclamou, de novo, de eu ainda estar vestido.
As duas me levantaram e, ato contínuo, se ajoelharam em frente a mim, com pompa e circunstância, rindo muito, puxaram minha cueca para baixo libertando meu pau, duríssimo.
- “Caaaraaaalho, meu... Olha esse cacete, durinho, empinado para cima...”, a Fabi falou, alisando meu pau com a palma da mão, falando muito mais para a prima do que para mim. – “Puta que pariu, hein, Lili... Vocês duas passam bem por aqui, mesmo.”, concluiu, começando uma punheta leve, lenta, torturante.
- “Né, prima...”, a Eliane, ainda de lingerie, falou, concordando com a observação safada da prima do interior. – “Eu te falei que valia a pena...”, completou, me deixando curioso sobre o quê mais ela falara.
Com as duas segurando meu pau, ouvimos uma campainha alta. Com desgosto me separei das duas, e fui buscar o Prosecco que havia chegado. Peguei a bandeja com o balde com gelo e três taças, e comecei a descer a escada, tomando cuidado para não protagonizar uma cena digna de uma videocassetada. No caminho, as duas já dentro da hidro, quase sumindo em meio a tanta espuma, batiam palmas e assobiavam, graças ao meu pau, duro ainda, apontado para cima.
- “Aêêêê, Lili... Preciso voltar mais vezes nesse restaurante, em que os garçons atendem a gente assim, empinadinhos...”, a Fabi falou, rindo.
- “Isso sim é que é serviço, hein Fá...”, a Eliane respondeu, enquanto eu servia as três taças.
- “Senta aqui, ô garçom... preciso da sua ajuda”, a Fabi falou, segurando a taça que ofereci para ela. Assim que me sentei na beira da hidro, as pernas para dentro da espuma, ela se aproximou de mim, inclinando a taça sobre meu pau duro. – “Eu quero beber em outra taça...”, falou.
O gelado do Prosecco quase acabou com o motivo de tantos elogios delas, resfriando meu ímpeto. Mas, antes que eu reclamasse do gelado escorrendo sobre meu pau, a boca quente da Fabi me arrepiou, de outro modo.
- “Hummmmm... que delícia, essa taça...”, falou, lambendo os lábios. – “Experimenta, Lili...”
- “Aiii, Fabi... Você não presta...”, a prima da capital falou, antes de derramar sua taça também sobre meu pau. – “Hummmm... que gostoso, geladinho e quente, ao mesmo tempo!”, falou, engolindo meu cacete.
As duas se encarregaram nos próximos minutos de se divertirem, derramando o Prosecco que eu suaria para pagar na minha rola e chupando, como se fosse um sorvete de pica. Alternando entre a boca de uma e de outra, foram me dando chance de perceber as diferenças entre elas. A Eliane era, por assim dizer, mais putona, chupando meu pau de um jeito mais afoito, safado, mais como se quisesse me fazer gozar logo. A Fabi, ao contrário, era mais namoradinha, mais dengosa, esfregando os lábios pela extensão do cacete, e chupando a cabeça só com os lábios, como que sorvendo cada sensação e cada momento.
- “Minha vez de brindar...”, falei, interrompendo aquele boquete com bolhinhas, antes que eu acabasse misturando vinho com leite.
Puxando primeiro a Eliane para fora da água, a sentei na beirada da hidro, toda coberta por espuma. Sem o menor pudor empurrei seu corpo para trás, fazendo-a se deitar no chão e, entrando no meio das suas pernas, peguei minha taça e derramei metade do conteúdo no seu ventre, vendo o vinho descer em direção à sua xana. Com ela gritando e reclamando do gelado, grudei minha boca sobre seus lábios, sorvendo não só o Prosecco como também o gosto da sua boceta melada.
Dois minutos depois, puxei para fora da água a Fabi, que observava a tudo, e a coloquei na mesma posição. Enfim, regada a Prosecco, pude desfrutar sem pressa da sua bocetinha, me entregando a lamber, beijar e chupar sua xoxota, arrancando um gemido alto dela, enquanto pegava a garrafa e derramava mais líquido sobre sua boceta. Ela segurou novamente a minha cabeça, me puxando de encontro ao seu ventre, enquanto minha língua deslizava para cima e para baixo pelos seus lábios.
Revezei entre as duas, até vê-las puxarem o rosto uma da outra, ambas se entregando a um beijo lascivo. Passei a dedilhar a boceta de uma, enquanto chupava a xoxota da outra. Percebi que a Fabi estava mais excitada que a prima, e dediquei especial atenção a ela, usando primeiro um, depois dois dedos explorando sua xana, até conseguir, alguns minutos depois, arrancar um orgasmo alto e intenso dela, que grudou as coxas nas minhas orelhas, me apertando, enquanto ondas de prazer transpassavam seu corpo moreno.
Me voltei para a Eliane, que deu mais trabalho, porém com entrega e afinco arranquei também dela um orgasmo molhado, regado a vinho espumante e bolhinhas. As duas se entregaram à preguiça gostosa da água quente e da massagem proporcionada pelos jatos da hidro, enquanto eu enchia novamente as taças com o prosecco, e me juntava a elas em meio à montanha de espuma que nos envolvia. O toque em seus corpos, sedosos graças à água e a espuma, somente colaboravam ainda mais para a minha ereção.
- “Nossa, prima... Você não brincou quando falou desse brinquedão aqui, hein...”, a Fabi disparou, cutucada por baixo da água pelo meu pau.
- “Êêê&e... que história é essa, afinal, de conversinha daqui, conversinha dali... O quê a senhora andou falando de mim para sua priminha caipira, hein...”, perguntei, alisando a bunda da Eliane embaixo da água, tentando arrancar dela alguma confissão.
A Eliane, rebolando na minha mão, fez um charminho, com um clássico “Eeeeeu??? Euzinha não falei nada...”, mantendo o joguinho, enquanto minha mão explorava seu corpo, alisando sua bunda e sua xoxota, escondido pela água quente, até ser interrompida pela prima.
- “Caipira é a puta que pariu, seu safado...”, falou, me atacando e me jogando para baixo da água, enquanto se empoleirava sobre mim, uma perna de cada lado do meu corpo.
Sem falar nada, segurou meu pau apontado para cima e, após pincelá-lo por uns instantes na entrada da sua boceta, veio descendo sobre mim, me engolindo. A água atrapalhou um pouco a penetração, já que roubava um pouco da sua lubrificação, mas meu cacete estava tão duro que logo ela subia e descia sobre mim. Senti meu pau ser engolido por sua xoxota, seu corpo quicando sobre o meu, fazendo a espuma da hidromassagem se mexer e nos envolver.
Reparei que a Eliane estava meio de lado, e sem pudor a puxei sobre minha cabeça, fazendo-a quase sentar sobre meu rosto, de frente para a prima. Com ela meio arregaçada sobre meu rosto, estiquei a língua e toquei primeiro a sua boceta, arrepiando-a, e na sequência o seu cuzinho, arrancando um gemido alto dela. Segurei suas nádegas e cutuquei furiosamente o seu rabinho, fazendo-a rebolar e gingar a cintura sobre mim.
Logo as meninas resolveram sair da água. Usamos as toalhas gigantes que havia ali do lado para nos secarmos, e deitamos no espaçoso colchão que havia ao lado de duas espreguiçadeiras, próximas à hidro. Nem dei chance das meninas escolherem quem iria ser fodida... Puxei a Fabi para junto de mim, deitada de lado, de costas para mim, e erguendo sua perna direita me ajeitei apontando meu pau para a sua boceta, e a penetrei por trás.
Depois de um final de semana sonhando com suas nádegas redondinhas e firmes, finalmente estar encoxando ela enquanto fodia sua boceta apertadinha, me colocou em ponto de bala. O contato com suas nádegas me eletrificava, e precisei interromper a metida nela para ganhar uns instantes a mais com as duas gatas. A Eliane estava deitada ao lado de nós, de frente para a prima, beijando a boca dela. Afastei suas coxas e me deitei entre elas, penetrando sua boceta.
Recomecei a meter, o calor da sua xoxota me atiçando, mas bem ou mal, a Eliane eu estava mais acostumado a foder, e por maior que o tesão fosse grande, era menor do que a experiência nova com a prima. Meti nela por vários minutos, olhando o corpo esguio da prima do interior ao lado dela, convidativo. Voltei à garota do interior, virando seu corpo e colocando-a de bumbum para cima, de quatro sobre o colchão. Ela olhou para trás, desconfiada:
- “Êêêêê... juízo ai atrás, hein, seu safado!”, falou. – “Não sou minhas primas, viu.”
Ignorei a temporária frustração, decidindo lutar essa batalha depois. Até porque, só de olhar aquela bundinha linda virada para mim, já estava quase perdendo a luta contra meu próprio tesão. Apontei meu cacete, duríssimo, para a sua bocetinha e fui empurrando para dentro dela, arrancando um gemido de tesão dela. Meti nela assim, ajoelhado atrás da sua bundinha, por cerca de dez minutos, deixando-a em ponto de bala novamente, até que, encolhendo seu corpo e gemendo baixinho ela gozou, novamente, deliciosamente:
- “Ufffffsssssss... Hummmmmm, hummmmmmm, hummmmmmmmmmm... Ahhhhh-ahhhhhhh-ahhhnnnnnnnnn...”, gemeu, o rosto enfiado nas almofadas que haviam ali, enquanto eu sentia sua boceta apertar meu pau, em espasmos.
Eu estava, já há muito tempo, por um fio, lutando para me controlar. Querendo provocar a prima do interior, saquei o cacete de dentro dela, duríssimo, apontado para o teto, e ‘convoquei’ a prima da Capital:
- “Vem, Li...”, falei, alisando meu pau, com muito cuidado para não explodir antes da hora. – “Fica de quatro aqui, para a gente mostrar para a Fabi como o pessoal da Capital se diverte de verdade...”
- “Aiiii, seu sacana...”, ela respondeu, mas veio para a minha frente, sem refugar. – “Você sempre abusa do meu rabinho...”
Vi a morena se ajeitar à minha frente, de quatro. Caprichosamente afastei mais os seus joelhos, deixando-a totalmente arrebitada para mim. Abaixando-me atrás dela dei uma linguada caprichada entre suas nádegas, subindo da sua boceta para o seu cuzinho, que piscava, nervoso, antecipando a invasão. A Fabi, recuperando-se ainda do orgasmo recente, começou a se levantar e olhar a cena, curiosa. Descarado, chamei ela:
- “Vem, gatinha... Me ajuda a foder esse cuzinho gostoso... Põe ele na posição, põe!”, falei, masturbando lentamente meu cacete, que estava a ponto de explodir.
- “Caralho, Li... Não acredito que você vai deixar ele por tudo isso ai atrás...”, ela falou, se aproximando mais de nós.
- “Primeiro ela, depois você, tesão...”, falei.
- “Ah, tá... Só por que você quer.”, ela respondeu, me frustrando.
Porém, sem que eu pedisse de novo, ela segurou meu caralho pulsando com sua mãozinha delicada e realmente apontou para o ânus da prima. A Eliane era muito experiente na arte da sodomia, e eram raras as nossas transas em que não fazíamos anal, razão pela qual era quase apaixonado por ela. Meu pau logo foi sendo engolido pelo seu cuzinho quente, com ela gemendo e fazendo um charme muito maior do que o normal, o quê só me excitava ainda mais. Ainda assim, segui metendo dentro do seu cuzinho. Puxei a Fabi, ajoelhada ao nosso lado, fazendo seu ouvido chegar perto da minha boca, e sussurrei para ela:
- “Eu estou enrabando a Li, mas imaginando que é você, de quatro, aqui na minha frente...”, falei, deslizando a mão esquerda para a sua bundinha redonda.
Ela se arrepiou com a minha putaria, dando um tapa no meu ombro. Depois, travando seu olhar ao meu, sussurrou de volta: - “Safado, filho da puta... Então imagina que você está fodendo a minha bunda...”, falou, se ajoelhando ao lado da prima, pernas afastadas, bundinha empinada, enquanto disfarçava a putaria, beijando a boca da amante.
Deslizei a mão pela sua bunda, acelerando a metida na Eliane. Na sequência, rocei o dedo sobre o cuzinho apertado da Fabi, que se apressou em segurar meu braço. Eu, entretanto, não parei o carinho sobre seu buraquinho, enquanto seguia metendo firme na morena. Em mais dois minutos anunciei que ia gozar. A Fabi se levantou, vindo para junto da bunda da prima, ver. Foi no tempo em que, tendo sacado o pau de dentro do rabo dela, me masturbei por dez segundos antes de disparar os dois primeiros jatos de porra contra as costas dela. No caminho, porém, eles encontraram o rosto curioso da Fabi.
- “Aiiiiiiiiii... Ahahaha... Seu puto!”, ela ralhou. – “Meu olho...”, disse, levando os dedos para o seu rosto, tirando o gozo que escorria, realmente, do seu olho. O segundo ‘tiro’ explodiu na sua bochecha, enquanto os muitos outros caíram sobre as costas e as nádegas da Eliane.
- “Aiii, ele é terrível, Fá...”, a Eliane denunciou. – “Sempre me dá um banho enooorme...”, dedurou, sem me ajudar muito na tarefa de conquistar a prima.
- “Estou vendo... Aliás, mentira! Não estou vendo nada, viado!”, reclamou, enquanto eu me jogava no colchão, prostrado.
Ficamos falando putarias mais uns minutos, até que os três se revezaram no potente chuveiro com ducha escocesa redonda que havia ali do lado, antes de subirmos para o quarto. As meninas, claro, se revezavam ao secador, tentando dar um jeito no cabelo, enquanto eu agradecia pelos minutos de sossego, depois de uma noite de dança, cachaca e, agora, trepada intensa. Acabei adormecendo na cama. Acordei muitos minutos depois, com as meninas gemendo, ao meuj lado.
Excitadas e animadas, as meninas se entregavam a um beijo intenso, ambos os corpos nus, embolados. As meninas pareciam empolgadas, à meia luz que banhava o quarto, fruto da iluminação indireta, dando um clima muito sensual à cena. Suas mãos pareciam deslizar sobre o corpo uma da outra, alisando seios, coxas e, eu via agora, ambas trocando carícias em suas xoxotas.
Me aproximei delas, tentando participar sem atrapalhar, por assim dizer. Comecei beijando levemente o ombro de uma, pescoço da outra, desci pelas costas morenas da Fabi, subi pela espinha da Eliane, crescendo de ousadia a cada movimento, até me embrenhar entre as pernas enroscadas das primas. Afastei as coxas delas, conseguindo acesso às suas xoxotas, e colei meus lábios primeiro na Eliane, mudando em seguida para a Fabi, até começar um balé de linguadas entre a boceta de uma e da outra, arrancando gemidos mais agudos das duas.
- “Aiiii... Caralho, meu, essa noite vai ficar na história...”, a Fabi disse, puxando a prima para cima de si.
- “Bem...”, pensei comigo, -“Se ela quer uma noite inesquecível, e se eu quero um repeteco disso no futuro, melhor tratar de fazer algo que ela não se esqueça tão rápido.”
Cheguei perto do ouvido delas e sussurrei: - “E você está dizendo isso ‘antes’ de saber qual é a próxima coisa que você vai fazer...”. Falei isso, e me levantei da espaçosa cama que ocupávamos, indo até a ante-sala onde havia uma mesa de refeições e um dispenser de ‘brinquedos de gente grande’. Afinal, o quê era um peido em termos de grana, para quem já estava fudido mesmo. Peguei gel, camisinhas e um presente muito especial para elas. Voltei para a cama, onde as duas seguiam agarradas.
Comecei a abrir as embalagens de tudo o quê eu havia pego, até chamar a atenção da Fabi. Ela olhou assustada para o quê eu tinha na mão, e tapando a boca em um gesto de surpresa começou a rir, eu não sabia se de ansiedade ou nervoso.
- “CARALHO, Li... Olha o quê esse depravado pegou!!! Kkkkk...”
- “Meu Deus... o quê você vai fazer com isso???”, a Eliane perguntou.
- “Eu? Nada! Já a Fabi...”, respondi, estendendo um pinto de borracha com cintas, para ela. – “Acho que ela vai te comer...”
As duas começaram uma briga animada pela posse do caralho de borracha, uma esfregando o tal cacete no rosto da outra, até que a Fabi conseguiu puxar o brinquedo para ela, rapidamente vestindo as tiras e passando, de modo muito cômico, a exibir um possante caralho de mais de 20 centímetros, alisando-o e ameaçando a prima:
- “Vai, putinha... deita e abre essas pernas que agora você vai ver o quê é bom!”, falava, alisando o pau de borracha. Passei uma camisinha para ela, que com dificuldade encapou o cacete, animadíssima com a possibilidade de comer a prima. Ela pegou o gel que eu ofereci, e lambrecou mais a camisinha, começando a esfregar a cabeçorra nos lábios da Eliane, que começou a se entregar à brincadeira. Me aproximei dela, ajoelhado ao seu lado, e ofereci o meu pau para ela chupar. Assim, em dois minutos a Fabi empurrava o cacete de borracha para dentro dela, enquanto ela engolia meu cacete, já de volta a ação.
De tudo, o mais legal de ver era o semblante da Fabi, totalmente entregue à tarefa de foder a prima, absorta de todo o resto ao seu redor. A Eliane abria as pernas, e a Fabi segurava-as, encolhidas, deixando a priminha totalmente exposta, metendo cerca de metade do cacete dentro dela. Saindo da boca da Eliane, me ajoelhei atrás da Fabi, agradecendo pelas tiras do cintaralho não correrem pelo seu rego. Apontei meu cacete para a sua xoxota, e comecei a fodê-la, por trás.
Assim, a cada estocada que ela dava na prima, ao recuar fazia o meu pau mergulhar em sua xoxota. As duas logo gemiam, excitadas, mexendo-se cada vez mais rápido e gritando putarias uma para a outra. Após vários minutos assim, a Fabi deitou-se sobre o corpo da prima, beijando a boca dela e murmurando – “Puta que pariu... que loucura...”, falou. Eu sai de dentro dela, e fiz elas girarem os corpos na cama, deixando a Eliane por cima, ainda com o cacete de borracha enterrado em sua boceta.
Aproveitando ela assim, por cima da Fabi, encolhi suas pernas, fazendo-a empinar a bunda. Lubrifiquei meu cacete com o gel, e encostei na entrada do seu cuzinho. Ela esboçou uma reação, mas ajudada pelo gel e pela excitação dela, a cabeça do meu pau deslizou para dentro do seu cuzinho, alguns centímetros a mais a cada nova estocada.
- “Ahhhhhhh, caraaaaalhoooo... Aiii, meu cu, porra... Ahhhhh... Ahhhh, seus putos... aiiii, vai... ai, mete, mete mais... Puta que pariu, que tesão... ahhhhhhh, ufffffsssssssss... Põe... põe... põe, caralho, mete tudo,,,”
- “Vai, sua puta... vai, dá o cu para ele, assim, engole todo meu caralho, porra...”, a Fabi gritava, puxando-a pela cintura, socando o cacete nela enquanto eu bombava no cuzinho da prima.
Atacada em meio à DP, a Eliane parecia em êxtase, gemendo sem parar. Após vários e vários minutos assim, eu a virei de barriga para cima, pernas encolhidas, cuzinho exposto para o ataque da prima. – “Assim, gostosa... Deixa sua priminha foder seu cu, deixa.”. Ela nem esboçou qualquer tipo de reação. Eu derramei mais gel sobre o enorme cacete de borracha, facilitando a entrada, e a Fabi apenas segurava a pirocona brilhando apontada para cima.
- “Vem, Li... Isso... Deixa eu foder esse cuzinho!”, a Fabi falou, segurando o pau de borracha apontado para cima.
- “Aiii, sua safada... Devagar com essa picona ai no, meu cu.”, a Eliane respondeu, rebolando e se ajeitando sobre a rola de borracha.
Aproveitei ela de pernas abertas, tentando sentar sobre o cacete de brinquedo, e grudei minha boca na sua xoxota, chupando seu grelo. De camarote, vi o cuzinho da priminha da capital abraçar e ir engolindo a borracha branca do cintaralho da prima do interior, primeiro lentamente, mas logo com a ela quicando sobre a prima, engolindo a rola toda e, graças às minhas linguadas no seu clitóris, gemendo e prestes a gozar. Eu não ia deixar a oportunidade passar em branco. Apontei meu pau para a sua xana e voltei a penetrá-la, recomeçando a DP de antes, só que agora fodendo sua boceta.
- “Ahhhhhhhh... Caraaaaaalhoooooo... Vocês dois vão me matar... ahhhhhhh... ahhhhhhh... uffffssssssssss, vai... vai... põe... mete, caceeeteeeeeeee... Ahhhhhhhhhhhhhhhh”, ela explodiu em gozo, agarrando meu pescoço com os braços, minha cintura com as pernas, gemendo, apertando e gozando.
Após uns minutos ofegante, a Eliane foi se livrando de nós dois, deitando de lado na cama e praticamente adormecendo imediatamente. Eu fiz a Fabi tirar o cintaralho, me sentei na cama, apoiado contra a cabeceira, e a puxei sobre meu pau. Ela se sentou, engolindo meu cacete, e logo começou a gingar a cintura, me cavalgando rapidamente.
Aquela putaria toda, comendo a prima com o cacete de borracha, havia deixado a garota do interior em ponto de bala, e bastaram cinco minutos dela me cavalgando, com minhas mãos deslizando pelo seu corpo, sua costas, apertando seus biquinhos arrepiados, e meu dedo lambuzado de gel roçando seu ânus para ela também explodir em gozo, mordendo meu ombro.
- “Hmmmmm... Hmmmmmmm... Uffssssss... Aiiiii, deliíiíiíciaaaa... Vai... Assim... ahhhhhhh, que bom... que gostoooooooso... Ahhhhhhhhhhhhhh”
Cai para o lado, na cama, puxando-a para cima do meu peito, e ficamos assim, respirando pesado, tentando voltar ao normal. Os minutos foram passando, e ela não largava meu pau duro, e achei melhor chamá-la para uma ducha, para nos recompormos e para eu dar um break antes que acabasse gozando na sua mão. Embaixo do chuveiro, esfregando as costas dela, ao olhar para baixo e para as suas nádegas firmes não pude deixar de me aproximar do seu ouvido e perguntar:
- “O quê você tem contra fazer anal?”, perguntei, alisando a polpa da sua bunda.
- “Não é bem contra... É que... É complicado.”, ela falou, se virando e ficando de frente para mim.
- “Conta aí... Quem sabe eu possa gostar da história.”, falei, esticando a mão e alisando sua xoxota.
- “E como você poderia gostar da ‘história’, como você diz?”
- “Eu prometo gostar de qualquer história que você contar, desde que ela acabe com ‘...então, é isso... mas, com você eu quero tentar.’”, falei, ganhando uma gargalhada alta como resposta, seguida por um soco no ombro, até forte.
- “Você não existe...”, ela falou, se virando para pegar uma toalha branca, gigante.
- “Posso provar para você que existo, sim...”, falei, ajudando-a a se secar enquanto ia, lentamente, empurrando-a para trás, até a enorme bancada da pia que havia no banheiro.
Quando ela se deu conta, estava sentada sobre a toalha branca, em cima da bancada, coxas afastadas, comigo ajoelhado no chão e boca mergulhada sobre sua xoxota cheirosa. Segui sugando sua xoxota, por vezes molhando a ponta do meu dedo médio ali e, em seguida, roçando seu ânus, rodeando-o, cutucando e colocando a pontinha do dedo para dentro. Sem parar de chupar sua xoxota e lamber seu grelinho, eu sentia seu cuzinho apertando meu dedo, como que ‘ordenhando’ ele. Decidi trocar meu dedo pela minha língua, e deslizei minha boca para baixo da sua boceta, até chegar ao seu cuzinho. Cutuquei ele com a ponta da língua, fazendo-a gemer de tesão e me xingar de safado.
Ela estava totalmente sentada sobre a bancada do banheiro agora, pernas encolhidas, meio de lado para mim, que mergulhava o rosto entre suas pernas e nádegas, a língua apontada para frente, surrando seu ânus. Ela gemia sem parar, agora, a pele das sus nádegas estava arrepiada, e os biquinhos dos seus seios pareciam que iriam pular para fora do corpo dela. Levantei-me, virei-a de frente para mim e, com as pernas totalmente abertas, empurrei meu cacete para dentro da sua boceta, arrancando um gemido dela. Estiquei as mãos para a sua bunda e a puxei de encontro ao meu corpo, metendo nela enquanto falava junto ao seu ouvido:
- “Você vai dar essa bundinha gostosa para mim, agora...”
- “Uffsss... Para... Eu não posso!”, falou.
- “Não pode, ou não quer?”, perguntei, puxando-a para cima de mim enquanto deslizava a mão por baixo do seu corpo, o dedo cutucando de novo seu ânus.
- “Quero, mas não devo...”, respondeu, enigmática.
- “Caralho... Se nós dois queremos, você deve, e muito...”, respondi, suspendendo-a do balcão no meu colo e caminhando em direção ao quarto, mas sem sair dentro da boceta dela.
Aquilo ligou algum fio escondido dentro da menina, que grudou a boca no meu pescoço me mordendo até doer, enquanto se mexia como podia no meu colo, mantendo a trepada enquanto caminhávamos (aliás, eu caminhava). Coloquei-a sobre a cama ao lado da prima, que seguia dormindo, sem parar de meter nela. Após uns minutos assim, gemendo de olhos fechados, ela me fez sair de dentro dela, pondo a mão no meu peito e, cravando seus olhos verdes nos meus, falou de maneira assustadoramente séria:
- “Você vai PROMETER para mim que jamais vai contar sobre isso para ninguém!”, disse, quase soletrando a palavra ‘prometer’. Notei que ela segurava na mão o tubo de lubrificante que havíamos deixado na cama, e com essa perspectiva eu teria prometido até virar corinthiano, se ela exigisse (bem, quase).
- “Calma, gata... Claro que não vou falar para ninguém.”, respondi, fingindo naturalidade, mas na verdade, excitadíssimo.
- “PROMETA!”, ela insistiu, antes de continuar: - “Principalmente para a Li e a Déia! Ou promete, ou a gente para agora.”, falou, quase esfriando o clima entre nós.
- “Prometo! Para ninguém, nunca.”, respondi rápido, tentando retornar o quê estávamos fazendo.
- “Olha lá, hein...”, ela falou, espremendo uma quantidade generosa de gel sobre a palma da sua mão, e na sequência deslizando a mãozinha ao longo da minha pica, que alheia a tudo seguia apontada para o espelho no teto do quarto, sobre a cama.
Na sequência, como se quisesse compensar a “esfriada” de instantes antes, a caipirinha me surpreendeu com sua safadeza e sensualidade. Ela passou uma perna de cada lado do meu corpo, que estava deitado na cama, e, de costas para mim, se inclinou para frente, em direção aos meus pés. Assim, expôs a sua bundinha linda para mim, incluindo seu cuzinho tentador.
Ela seguiu alisando meu cacete com a mão lambrecada de gel, me torturando, enquanto eu esticava as mãos para alisar suas nádegas. Seguindo no ritmo da provocação dela, que gingava sensualmente a cintura sobre mim, peguei o gel no colchão, coloquei nos meus dedos e levei até seu ânus. Ela olhou para trás, por cima do ombro, e seus olhos pareciam brilhar. Brinquei com meu dedo lambuzado, aos poucos começando a penetrá-la, indo mais fundo, pouco a pouco. Ela gingava a cintura, aceitando o carinho.
Pouco a pouco fomos ajeitando nossos corpos na cama, eu me encaixando atrás dela, tentando colocá-la de ladinho, mas ela acabou jogando a bunda para cima do meu corpo, meio atravessada sobre meu corpo, ambos deitados de barriga para cima. Encolhi uma perna dela, facilitando o acesso ao meu pau, conduzido sempre pela sua mãozinha, até o lugar o correto. Fiquei parado, enquanto ela conduzia as ações, empurrando a bunda lentamente contra meu pau. Eu achei que a posição não era a melhor, mas provando que eu estava errado, ela foi engolindo meu cacete, me permitindo sentir o calor do seu cuzinho envolver meu pau.
- “Ufffsssssss... Hummmm... Shhhhhhhh, aiiii, cacete... Ahhhhh, ai, ai... aiiiii...”, ela foi gemendo, mas sem parar de rebolar um s;o instante, esfregando aquele bumbum gostoso no meu corpo, e me fazendo pensar se eu iria conseguir me segurar para terminar aquela ‘missão’.
- “Caralho, meu... Como você é gostosa... Puta que pariu, que bundinha deliciosa... Assim, vem... isso, vem... tesãozinho...”, eu ia respondendo, junto ao ouvido dela, aproveitando para mordiscar sua orelha enquanto minhas mãos passeavam pelos seus seios.
- “Aiii... Caralho, é muito grande... Devagar...”, ela falava, embora eu estivesse praticamente parado. – “Vai... vai, já foi metade...”, ela falou, parecendo ter incorporado o tal conceito de ‘missão’ mais do que eu próprio.
Essa negociação seguiu mais uns instantes, com ela bravamente seguindo em frente (ou, mais apropriadamente, seguindo ‘de ré’) sem esmorecer, até que em determinado momento, parou. Respirou fundo algumas vezes e, sem aviso, começou a mexer a bunda para cima e para baixo, com constância e ritmo, me fazendo penetrar seu rabinho com uma intensidade que me fez revirar os olhos de tesão. Ela parecia genuinamente disposta a me dar a bunda, algo que só muito depois eu iria entender completamente. Percebendo que estava prestes a por um fim prematuro àquela conquista, decidi mudar de posição.
Com muita gentileza fui girando o corpo dela, sem deixar meu cacete escapar da sua bunda. Coloquei-a meio de lado na cama, meio de bruços, parecendo um camarão, meio encolhida, sua bundinha virada para mim. Me ajoelhei ao lado do corpo, atrás da sua bunda, e gentilmente, mas com com firmeza, comecei a movimentar minha cintura para frente e para trás, fodendo seu cuzinho cadenciadamente. Ela sentiu a mudança de ritmo, e começou a gemer, alto, de maneira entrecortada, em incentivando:
- “Uffssssss... Ai, cacete, vai... Hummmmm... Isso... Vai... Assim... Não era isso que você queria, safado... Ahhhhhhh... Ufffssssssssss, vai, vai, mete... Come meu cuzinho, porraaaa!!!”
- “Ahhhhh, tesuuuudaaa... Ahhhh, ahhhhh... caralho, de delícia...”, eu gemia de volta. – “Sim... Eu quis comer essa bunda gostosa desde que te vi pela primeira vez, tesuda!”
- “Então mete, porra... põe... põe tudo, eu quero tudo dentro, põe, mete... Ahhhhhhhhh...”
Segui metendo nela ajoelhado, com ritmo e força, sua bunda colocada na cama de lado para mim, minhas mãos puxando-a pelas e dobra da sua cintura, fazendo sua cintura se mexer para frente e para trás, com intensidade. Em mais dois minutos assim senti que, infelizmente, não conseguiria mais me segurar. Tirei o pau de dentro dela instantes antes de gozar, com força, atirando dois longos jatos de leite quente que caíram sobre seu ombro e pescoço, enquanto vários outros pintavam sua anca, costas e seios de branco, drenando minha energia completamente.
Cai prostrado atrás dela, respirando de modo ofegante, enquanto ela se virava, me dava um beijinho e rumava para dentro do banheiro novamente, já que com certeza ela precisava de outro banho.
Acordei muito tempo depois, manhã já com sol, as duas praticamente vestidas, para irmos embora. Tomei um banho rápido, e assim que entramos no carro, a Fabi se deitou no banco de trás e dormiu. Fui conversando amenidades com a Eliane, até metade do caminho, quando disparei:
- “Pow, gata... essa noite foi animal, hein... fala sério.”, disse, passando a mão sobre a coxa dela. – “Precisamos marcar um repeteco disso... Temos que convidar a Fabi para voltar para São Paulo.”.
Foram os momentos de silêncio até que a Eliane falasse, que me deram a noção de que algo não estava bem. Ela olhou longamente para o banco de trás, como que confirmando que a prima realmente dormia. Então, disse:
- “Marcos... A Fabi não vai voltar para cá. Pelo menos, não nesse pique que você conheceu.”, disse, a voz meio fria demais.
- “Como assim? Por que não?”, perguntei, meio surpreso com o tom dela.
- “Essa noite... Bem... Isso foi, na verdade, uma despedida...”, ela seguiu, pesando as palavras.
- “Despedida? Ela vai viajar?”, perguntei, pensando em algum estágio, ou intercâmbio, já com o coração apertado... Mas nada me preparara para a resposta seguinte.
- “Não, Marcos... Ela vai se casar.”, falou, baixinho. – “Essa noite foi, assim, uma despedida de solteira dela. Ela não vai mais bagunçar.”, concluiu, inapelável.
- “Mas eu nem sabia que ela...”, comecei a falar, meio atrapalhado pela revelação. Ela me cortou.
- “Ela implorou para eu e a Déia não contarmos... Acho que ela, de verdade, gostou de conhecer você. Não queria que nada atrapalhasse essa aventura. Mas foi isso, Marcos... Uma aventura.”, ela continuou. – “Ela quase não veio esse fim de semana, porque achou que você iria ficar bravo, pegar no pé dela, aprontar alguma besteira com a família dela, revelar o quê rolou entre vocês, sabe... Mas eu GARANTI para ela que você não era assim, e que esse fim de semana seria uma despedida de solteira dela.”, ela falou.
Os próximos dez minutos de estrada foram percorridos em silêncio. Eu não estava bravo ou chateado por ela ter alguém... Estava por ela não ter confiado em mim para contar. A Eliane recomeçou a falar, acho que se sentindo na obrigação de explicar o quê a prima não dissera. Disse que ela era noiva há muito tempo, de um cara muito mais velho, cheio da grana, fazendeiro do interior do estado. Super ciumento, não dava brecha para ela fazer nada. A nossa viagem e essa noitada foram coincidências, que bateram com a ausência dele do país, resolvendo assuntos antes do casamento.
- “Ok...”, consegui responder, fingindo indiferença. – “Foi legal, de qualquer modo.”, comentei, tentando parecer maduro e seguro.
- “Nossa!!! Foi demais... Que loucura total, hein, Má...”, ela falou, tentando animar o clima. – “Aliás, preciso te contar um segredinho... Mas, vê lá, hein... Coisa de garotas, não vai dar com a língua nos dentes e dizer que eu contei.”, falou, me lembrando a prima, exigindo silêncio de mim.
- “Beleza... Diz ai...”
- “Eu havia contado para ela, faz tempo, que você, assim...”, balbuciou, se aproximando de mim para falar, baixinho, junto ao meu ouvido. – “Bom... que você gostava demais de um sexo pela porta de trás.”, concluiu, fazendo meu pau se animar. – “Mas eu queria te explicar porque ela não fez com você.”
Olhei para ela meio atônito... Muita informação para processar.
- “Isso é uma promessa de casamento dela, para o noivo. Ele pediu, e ela vem segurando isso como o ‘presente de casamento’ para eles.”, falou, olhando para mim.
- “Ah, beleza... Teria sido legal... BEM legal, devo dizer...”, tentando parecer o mais natural possível. – “Mas, se é um lance assim, ok. Tá tudo certo.”, falei, querendo que a estrada acabasse logo, e aquele caminho de retorno, também.
- “Marcos... Tem mais uma coisa...”, ela falou, escolhendo as palavras. Antes que eu falasse alguma coisa, ela disparou: - “Também foi uma meio ‘saideira’ dessa vida de putaria, minha, sabe... Combinei com ela, que nós duas íamos aproveitar ao máximo essa noite, pq estamos seguindo outra vida, agora. Eu voltei com o Paulo, sabe. Essa foi a última saída ‘solteira’, por assim dizer. Ele está viajando, e aí eu...”, ela continuou, mas eu nem ouvi mais o quê ela falava.
Chegamos finalmente em casa, deixei as duas, me despedi animadamente, dizendo que a noite havia sido incrível, agradecendo pela companhia, e sai dali. Estava ainda meio em choque com a perda de duas gatas de uma vez só.
Mas, enfim, a vida é assim... Com a facilidade que nos dá, nos tira de volta. Ao menos eu teria imagens e lembranças para uma vida de punhetas.
Não havia do que reclamar.

Nossa, adorei seu conto, me deu um tesão enorme lendo! Votado com prazer! Adoraria sua visita na minha página, tenho conto novo postado, bjinhos Ângela