Onde se ganha o pão, se come a carne, sim... - Parte 1

Onde se Ganha o Pão, se Come a Carne... Às vezes – Parte 1

Se havia uma verdade sobre empresas de engenharia, era a incrível necessidade que havia de pessoas que, além de produzirem o serviço principal da firma, claro, organizassem a tonelada de documentos, confusão de agendas, e as manias e vaidades de tanta gente junta que se achava a última bolacha do pacote. Essas almas caridosas que funcionavam mais ou menos com a mesma necessidade que óleo tem para um motor de carro, eram s secretárias. Ali, na Thallon Engenharia e Soluções, não era diferente. E havia várias delas.

Uma para a diretoria, outra para cuidar dos engenheiros propriamente ditos, as vedetes da empresa, outra, administrativa, que cuidava da empresa como um todo e, por fim, a Michaella, uma garota jovem, de rosto pequeno e cabelos longos que tinha como responsabilidade, basicamente, manter o time de projetistas em pleno funcionamento. Ela não media esforços para manter tudo funcionando, almejando o cargo que hoje era da Mônica, secretária da diretoria. Por isso, ela fazia das tripas, coração, para não deixar faltar nada. Eles sabiam disso, e se aproveitavam da jovem noiva.

Essa, aliás, era a principal complicação na vida da Michaella. Os rapazes viviam arrumando tarefas além do horário para ela cumprir, e ela tinha um vigia feroz dos seus horários, sempre fiscalizando, cobrando, praticamente rosnando de um lado para o outro como um doberman atento, insatisfeito com tudo e com todos: seu noivo! Ele adoraria que ela trocasse de emprego, sabedor que os rapazes do escritório não paravam de dar em cima da sua noiva. E não era a toa...

Michaella era uma morena clara, de pernas muito longas, cintura fina, seios pontiagudos, e que gostava muito de mostrar todas as suas deliciosas curvas em roupas sempre curtas e agarradas. Fora isso, a menina era do mal, e adorava uma conversa maliciosa, nunca fugindo de provocação alguma. Nas palavras dos rapazes, ela era a “rainha da 5ª série da Thallon”, e com isso ela fazia a alegria dos seus admiradores. Ela, definitivamente, não tinha ideia nenhuma de sair da empresa, imaginando-se fazendo carreira ali. Para desespero do enciumado noivo.

Mas, embora extremamente maliciosa, a Michaella não dava mole para os rapazes do Setor de Projetos. Ela brincava com eles, ria das piadas de duplo sentido, desfilava seu corpo longilíneo por ali, mas nunca deixara nenhum deles avançar o sinal. Não porque não quisesse ou não gostasse (ela frequentemente, na cama com seu noivo, fantasiava estar com algum dos rapazes do trabalho) , e menos ainda pela eterna vigilância do seu noivo:

- “Nossa, Mitty... Hoje você veio matadora, hein?”, comentou o Luca, um dos projetistas mais assanhados do time, sempre dando em cima dela. – “É hoje que você vai me dar aquela chance de um chope depois do expediente, só nós dois?”, arriscou.

A menina realmente estava deliciosa, usando um vestido vermelho claro muito curto, deixando suas deliciosas coxas, muito roliças e lisíssimas, à mostra. O desenho da frente do vestido, no busto, valorizava muito os seios dela, e na verdade todos os projetistas já havia gasto uns minutos naquela manhã imaginando-a sem aquele vestido.

- “Não dá, Lu... Meu noivo vem me buscar.”, ela falou, segurando umas pastas em frente ao seu corpo, o quê tampava a visão para os seus seios, para frustração do rapaz. – “Vai ter que ser ooooutro dia...”, falou, de maneira jovial, brincando com a imaginação do rapaz.
- “Ele sempre vem te buscar, Mitty...”, respondeu o rapaz ao lado do Luca, aproveitando para brincar com ela. – “Assim ele nunca dá chance para a gente, né...”, reclamou.
- “Vai ver é porque ele sabe o quê vocês querem fazer com euzinha, né Ivan...”, ela falou, piscando para ele, e mexendo ainda mais com a imaginação de todos.
- “Ahhh... Isso não é justo, Mitty. Você tem que arrumar um dia sem o mala do seu noivo, caramba!”, o Luca voltou à carga, assanhado de verdade.
- “Bem, eu espero que vocês persigam o prazo do cliente com a mesma ânsia que perseguem a pobre Michaella!”, falou uma voz diferente, entrando no salão e silenciando a zona imediatamente.
- “Bom dia, Ricardo!”, várias vozes o cumprimentaram.
- “Bom dia, galera... Como estão todos?”, ele respondeu, educado, mas voltando à carga do trabalho. – “Hoje já é 5ª feira, turma... Precisamos desses desenhos finalizados, sem falta, até o final da tarde de hoje... Amanhã cedo, revisão de tudo pelos engenheiros responsáveis, na última hora da manhã faremos o upload para o cliente. Sem atrasos dessa vez, hein. Vamos lá...”, falou, jogando água fria no ímpeto dos meninos, e saindo do salão em seguida.

- “Por ele, eu até arrumava uma desculpa para o meu noivo...”, a Michaella pensou, mas obviamente, não falou. Ela tinha uma atração secreta pelo gerente de projetos, anabolizada pelo fato de ele parecer blindado contra seus ataques.

Os dois tinham uma intimidade muito grande, chegando ao ponto de falarem sacanagens entre si, muitas vezes pelo sistema interno de comunicação da firma, em um joguinho de palavras e provocações que a deixavam frequentemente quente no escritório, e as vezes, até úmida além de quente. Mas, ele sempre repetia para ela: - “Mitty, Mitty... Onde se ganha o pão, não se come a carne... Ahhh, se não trabalhássemos juntos.”

Talvez fosse justamente por isso que ela se sentia tão atraída por ele, e desse tanto mole para o chefe... saber que ele não iria ultrapassar a linha imaginária entre o ‘querer’ e o ‘fazer’, diferente dos rapazes projetistas. Com eles, se ela desse mole, eles jogariam os caros computadores no chão para comê-la em cima da mesa de trabalho, ela não tinha a menor dúvida. Mas o chefe, esse não saia da linha.

Veio a hora do almoço, e a Michaella foi, como era hábito, almoçar com as outras secretárias. Elas tinham uma amizade e uma ligação muito forte, e sempre compartilhavam seus segredos. Em determinado momento, ela disse:

- “Nossa, gente... Eu acho que hora dessas vou acabar arrancando a roupa na frente do Ricardo, para ver se ele deixa de ser santinho.”, falou, meio desanimada.
- “Ah ah ah... De santinho, o Ricardo não tem é nada!”, respondeu a Camila, secretária dos engenheiros e que, portanto, tinha muito contato com ele. Como os olhares das demais garotas se viraram para ela, ela se apressou a explicar: - “Parem de me olhar assim... Só estou dizendo o quê eu acho, ué.”
- “Isso me pareceu mais do que um palpite...”, replicou a Manuela, a única loira da mesa, que cuidava dos assuntos gerais da firma, sendo a única na mesa que não tinha um departamento fixo para atender.

Seguiu-se um breve ataque x defesa entre as meninas, finalizado com risadas e palpites, até que a quarta secretária na mesa, quieta até então, falou:

- “Eu vou te dizer o quê faria...”, conseguindo imediatamente o silêncio das outras três. – “Se eu quisesse, de verdade, eu faria ele saber... E não, eu não precisaria arrancar a roupa para isso.”

As meninas ficaram uns instantes em silêncio, olhando para ela. Daniela era a mais velha delas, o quê não queria dizer muito, já que a faixa de idade das quatro estava entre 22 e 26 anos, mas ela era a secretária da diretoria, e como tal, sua atitude parecia sempre ser mais equilibrada, mais sábia, e as outras três meninas a ouviam sempre, com atenção.

- “Se ele desse em cima, você iria com ele?”, a Manu quis saber, curiosa.
- “Ahhh... sei lá.”, a Michaella respondeu, vaga. – “A verdade é que eu tenho um puta tesão nele...”, confessou.
- “Ahhhh... até aí, amiga, você não é a única.”, a Camila respondeu, pondo lenha na fogueira.
- “Mas não sei se iria às vias de fato, não.”, a Michaella retomou seu pensamento. – “É que saber que todo mundo dá em cima de você, e você se comporta, e aí o único cara que você dá mole, não está nem aí, é foda!”, concluiu, arrancando risada das outras três.

O almoço se aproximou do fim, e as meninas voltaram para o escritório, mas a Michaella ficou pensando no que a secretária mais velha havia dito.

Ai, aconteceu que a parte da tarde foi torturante para ela. O salão onde os projetistas trabalhavam era bem amplo, e a mesa dela ficava perto da porta de entrada do salão. Os rapazes se espalhavam pelo espaço, e do lado oposto ao dela, havia uma mesa vazia, que frequentemente era ocupada pelo Ricardo, quando ele queria trabalhar perto dos rapazes, como uma forma adicional de pressão em cima deles, disfarçada de “integração de objetivos”, como ele descrevia.

Sentado ali, do lado oposto ao dela, as trocas de olhares entre eles era frequente, acima e abaixo da mesa. Pelo ângulo de visão, com as mesas bem afastadas, ele conseguia prestar atenção nas pernas dela, e o aplicativo de mensagens da empresa fervia com as provocações entre os dois.

- “Nossa... Tenho que concordar com os rapazes.”, ele mandou para ela, fazendo de conta que estava digitando algo importante. – “Você está matadora, hoje... E olhe que eles nem tem a visão que eu tenho daqui.”, falou, olhando para os joelhos dela e o primeiro palmo de coxas, acima deles.
- “A visão é mútua... A minha, daqui, não fica atrás...”, ela disparou, e só então ele se tocou que, sem perceber, estava alisando seu pau, por cima da calça.
- “Seus joelhos são lindos...”, ele disparou. – “Lisinhos, diferentes da maioria das garotas...”
- “Obrigada!”, ela respondeu, mexendo as pernas, e dando a ele a impressão de que, se ela abrisse um pouco mais as pernas, ele poderia ver a calcinha dela. Na verdade, claro, não poderia, mas ele resolveu investir na ideia.
- “Sabe... estou pensando aqui...”, ele falou, fingindo não ter acusado o golpe do flagrante dela, embora tivesse obviamente tirado a mão de cima do seu pau duro.
- “O quê?”, ela perguntou, curiosa, tentando esconder o sorriso do rosto.
- “Qual cor de calcinha se usa, com um vestido vermelho... Branca? Preta? Vermelha?”, disparou.
- “Kkkkkk... Sério que você está pensando isso?”, ela perguntou, excitada com a ideia dele imaginar sua calcinha. Provocativa, ela virou a cadeira 45 graus, em direção a mesa dele, no canto, com a desculpa de pegar algo na sua própria mesa, e afastou suas pernas, o máximo que conseguiu. Ela sabia que o vestido cobriria a visão dele, mas oferecia assim uma visão privilegiada da parte interna das suas coxas. – “Eu realmente não sei...”, ela finalmente respondeu. – “Se eu estivesse usando uma, te diria.”

Ele odiava admitir, mas a resposta dela fez um arrepio percorrer seu corpo, como se tivesse enfiado o dedo na tomada. Imediatamente travou o olhar sobre o corpo da secretária, imaginando seu vestido vermelho caindo para o chão, o corpo dela todo nu, ali na frente dele... Pensou em como seria a xoxota dela, se com muitos pelos, se raspadinha... Pensou nos seios dela, os biquinhos arrepiados, e seu pau estufou indecentemente a sua calça social, impedindo-o de levantar da cadeira.

- “Duvido!”, ele conseguiu escrever para ela.
- “Ok... O quê posso fazer, se você não quer acreditar, não acredite.”, ela respondeu, satisfeita por, enfim, ter conseguido tirá-lo do sério.
- “Pode provar...”, ele disparou, mordendo a isca dela.
- “Vem aqui conferir...”, ela falou, balançando as pernas, e pondo-o maluco. – “Ow... Sério isso que você falou, dos meus joelhos? Acha eles bonitos, mesmo?”, perguntou, querendo cravar de vez o ponto daquela tarde que, finalmente, conseguira ganhar em cima da indiferença habitual dele.
- “Claro que sim...”, ele respondeu, olhando para eles. – “A mulherada costuma ter um joelho ossudo, parece de homem... Os seus são delicados, redondinhos... lisinhos...”, ele falou, viajando. A resposta demorou vários e vários minutos para chegar, e quando veio, trouxe um calor que quase o fez abrir a camisa:
- “Nossa... E olha que as vezes eu acho que eles vão ficar todos esfolados...”

A filha da puta conseguira... Roubou a paz dele, e ele ficou até o fim do expediente pensando putarias com a menina, até que finalmente ela se levantou para ir embora. Sentado ali, do outro lado do salão, ele travou o olhar no corpo da secretária, e ficou medindo cada curva dela. Quando ela se virou de costas para ele, ele fez tanta força com a vista, tentando ver, ou mesmo adivinhar, a marca de uma calcinha por baixo do tecido vermelho do vestido, mas não conseguiu definir se sim, ou se não.

Mas, que ficou imaginando-a sem aquele vestido, ajoelhada de quatro, esfolando os joelhinhos perfeitos no carpete do escritório, isso ele imaginou. Ela não saberia disso, claro, mas em casa, naquela noite, ele se masturbou deliciosamente imaginando essa cena, e foi dormir com essa imagem na mente.

Dia seguinte, sexta-feira, entrega de etapa de projeto no calendário, o escritório estava em plena ebulição. Nesse clima, com todos absurdamente focados em suas tarefas, a Michaella passou na sala do Ricardo para levar um café, cortesia rara ali no escritório, onde todos gostavam de ir até a copa se servir, como desculpa para circular pelo escritório. O Ricardo notou a gentileza, e já ia perguntar a que se devia, quando a secretária se abaixou perto dele, ao lado da sua mesa, e sussurrou:

- “Ontem eu fiz uma coisa feia...”, ela falou, com uma voz rouca que o arrepiou. – “Menti para você...”
- “Hã? Como assim?”, ele perguntou, confuso.
- “Ontem eu estava de calcinha...”, ela continuou, ainda abaixada, junto ao ouvido dele, falando rápida, sabendo que tinha que sair daquela posição. – “Era branca...”, confidenciou, fazendo a mente dele imaginar a cena, por baixo do vestido vermelho. – “Mas hoje, eu juro para você... Hoje eu estou sem!”, concluiu, se endireitando, sorrindo, e saindo da sala dele.

Atônito com aonde as coisas haviam chegado, o Ricardo ficou olhando a Michaella andar para fora da sua sala, passos muito lentos, fazendo questão que ele visse seu corpo, até chegar à porta. A menina usava uma legging, preta, absurdamente colada ao seu corpo. A blusa, muito curta, não cobria a sua bunda, tentadora.

Ele viu a calça, quase tatuada sobre a pele da menina, e imaginou-se deslizando a mão por ali, duas suaves montanhas muito bem desenhadas, empinada, no tamanho certo, sem excessos, perfeitamente curvilíneas. Ele finalmente levantou os olhos do traseiro da menina, apenas para vê-la sorrindo para ele, por cima do ombro.

- “Duvido!”, ele repetiu o desafio da véspera. – “Era mentira ontem, e é mentira de novo.”, cravou.
- “Eu já disse... Ontem, era. Hoje, não...”, ela falou, com tranquilidade. – “Mas, Ricardo... Se você precisar daquele arquivo, podemos procurar na sala de arquivos, depois, ok...”, disse, de modo calmo e alto.

Meia hora depois, ele escreveu para ela:
- “Louca... Quero ver isso.”, seus dedos teclaram, quase por vontade própria.
- “Agora não... Eu aviso...”, veio como resposta. Passou-se quase duas horas, de uma espera agoniante. Até que: - “Acho que todos os arquivos foram enviados... Os rapazes foram almoçar!”

Ele esperou mais dez minutos, como margem de segurança e, meio trêmulo, levantou-se e foi para a sala de arquivos, localizada na edícula no fundo do terreno do escritório. Olhou cuidadosamente ao redor, e abriu a porta. No espaço quase totalmente tomado por arquivos de aço, estava a Michaella, sorrindo para ele. Ela usava uma camisa, amarrada na cintura, os dois botões de cima abertos, mostrando o vão entre seus seios expostos. E aquela calça do demônio, praticamente plastificada sobre suas pernas.

- “E aí?”, ele perguntou, olhando nos olhos dela e perguntando-se onde aquilo o iria levar.
- “Pode tirar a prova...”, ela falou, andando até ele. – “Passa a mão...”, disse, a meio metro de distância dele.

Ele esticou a mão, de um jeito meio bobo, e passou pela lateral da cintura dela, por cima da calça, sentindo-se meio infantil. Ela pegou a mão dele e, puxando a calça para longe do seu corpo, colocou a mão dele dentro, no mesmo lugar que ele havia tocado, na lateral do seu quadril...

- “Está vendo? Não tem nada...”, ela falou, a voz em um sussurro. Não dava mais para parar, agora, ele pensou.
- “Ainda duvido...”, falou, deslizando a mão para a nádega da secretária. – “Quero ter certeza...”, disse, sentindo a maciez da bunda dela, e alisando-a despudoradamente, para cima e para baixo.

Ela grudou o corpo ao dele, e colou sua boca ao pescoço do chefe, enquanto a mão dele alisava sua bunda. Ele mal acreditava que estava, enfim, apalpando aquele bumbum que há tanto tempo cobiçava, desfilando suas roupas apertadas para lá e para cá. Finalmente, ela falou, a boca grudada junto ao ouvido dele:

- “Viu? Eu falei a verdade...”
- “Aqui atrás, sim...”, ele respondeu. – “Agora eu tenho que conferir na frente...”, disse, entrando de vez no joguinho dela, e provocando um arrepio gostoso na menina, de ansiedade.

Sem titubear, já que havia pulado de vez dentro do rio, ele tirou a mão da bunda da menina. Puxou a legging na frente do corpo dela com uma mão, enquanto deslizava a outra para dentro da calça dela, alcançando a xoxota da menina. Ela soltou um – “Shhhhhhhh...”, quando ele passou os dedos pelos pelinhos aparadíssimos dela, e tocou seus grandes lábios, sentindo-a molhada, já. Ele deslizou seus dedos para baixo, ao longo dos lábios dela, que sem perceber afastou as pernas, franqueando acesso à mão do rapaz.

- “Hmmmm... que delícia... Molhadinha, sua safadinha.”, ele falou junto à orelha dela, antes de colar sua boca na dela, começando um beijo aflito e molhado.

A língua dela atacou a dele, enquanto os dedos do chefe exploravam sua xana, o dedo médio ameaçando penetrá-la, fazendo começar a gemer mais alto do que a prudência determinava. Após dois minutos masturbando ela assim, ele voltou a ataca-la por trás, com a outra mão, com isso tentando puxar a calça dela para baixo, mas ela segurou as mãos dele.

- “Para... Você tá louco?”, falou, se recompondo, puxando a calça para cima. – “Era só para você ver que era verdade.”, ela falou, jogando um pouco gelo no ímpeto do rapaz, que agora se soltara de vez. – “Mas eu adorei...”, disse, tentando não esfriá-lo totalmente.
- “Você é uma diabinha, isso, sim...”, ele falou, voltando a beijar a boca dela, e a alisar sua xoxota, agora por cima da calça. – “Me tira do sério...”, confessou.
- “Você ficou assanhadinho...”, ela disse, abaixando a mão para a calça do chefe, e alisando o volume que se projetava ali, arrepiando-o. – “Olha só isso...”, falou, deslizando a mão ao longo do cacete dele.
- “Viu só o quê você provoca?”, falou, passando a língua pelo contorno da orelha dela, fazendo-a se encolher de tesão, girando ligeiramente o corpo em frente a ele. Ele aproveitou o movimento dela, e mesmo sabendo que eles estavam demorando demais ali, e que deveriam ir embora, decidiu que precisava matar mais uma vontade, pelo menos.

Girando o corpo dela em frente a ele, a colocou de costas para ele. Puxando-a pela cintura, grudou o seu corpo no dela, encoxando-a, e fazendo-a sentir o volume do seu cacete duríssimo pressionado contra a sua bundinha arrebitada.

- “Hummmm... Que bundinha gostosa que você tem.”, falou, sua mão alisando a perna dela, enquanto ela esfregava a bunda contra ele.
- “Hmmmm... Você gosta dela? Achei que não gostasse... Você nunca elogia ela.”, a menina falou, deixando claro que gostava de um agrado.
- “Mas você não faz ideia de quantas vezes ela já foi homenageada...”, ele confessou, provocando um novo arrepio nela, que iria guardar aquela informação como o maior elogio do ano.
- “Mentiroso...”, ela conseguiu balbuciar, excitadíssima, sua xoxota se contraindo de tesão.”
- “Fiquei pensando essa noite...”, ele começou, mordiscando a orelha dela, sem desgrudar do seu traseiro, enquanto deslizava a mão para dentro da calça dela, de novo, até sentir o calor da xoxota dela. – “Em fazer você esfolar esses joelhinhos lindos...”, disse, tocando a boceta molhada dela novamente.
- “Ufffsssssss...”, ela gemeu, arrepiada, antes de interromper aquele sarro, definitivamente. – “Para! Chega! Seu louco, vão pegar a gente aqui...”, disse, se recompondo. – “Vamos embora.”

Os dois se arrumaram, tentando diminuir as evidências do encontro, até que ela olhou para trás, para aquela barraca indecentemente armada. Esticou a mão para a calça dele, segurando o pau duro, e falou, olhando diretamente nos olhos dele:

- “Hoje foi sua vez... Aproveitou, sacana.”, disse, apertando o pau dele. – “Mas na próxima, vai ser a minha vez...”, concluiu, deslizando a mão para dentro da calça dele e, pela primeira vez, tocando o cacete do rapaz diretamente, pele com pele. – “Dá um tempo para sair daqui, para não dar bandeira...”, falou, e saiu da sala apertada dos arquivos, batendo a porta atrás de si.

O Ricardo mal podia acreditar no que havia rolado ali. Demorou mais de meia hora para sair, esperando seu pau abaixar e tentando guardar na memória cada detalhe daquela menina maluquinha. O final da tarde teve happy-hour, para comemorar a entrega parcial do projeto, mas a Michaella não participou. Seu noivo passou no escritório e a levou embora, para tristeza do time de projetistas, que passou boa parte da noite falando besteiras e fazendo piadas sobre o quê fariam com a menina, se o noivo desse uma chance.

O Ricardo ouvia tudo, tendo o cuidado de rir um pouco, para mostrar uma certa independência dela, mas não tanto a ponto de chamar a atenção das pessoas. Na hora de ir embora, o habitual ritual de quem ia dar carona para quem acabou deixando alguns casais meio óbvios ao sair dali, em plena véspera do final de semana.

Ricardo não foi exceção a isso, e ao aguardar uma sua vez na entrada de um motel famoso na Marginal, reconheceu o carro do seu amigo Arthur, Gerente Geral na firma, alguns carros à frente do seu. A curiosidade sobre quem seria a sua companhia era grande, mas ele sabia que na 2ª feira seu colega iria entregar os detalhes, com requintes nada discretos. Ao seu lado, sua companhia disparou, para sua surpresa:
- “Você sabe que tem mais uma pessoa que queria estar sentada aqui nesse banco, né?”, ela disse, seus grandes olhos negros observando-o. Ele pensou bastante antes de responder.
- “Eu imagino de quem você está falando...”, ele respondeu, com cuidado. – “Mas acho que é só sacanagem de vocês.”, seguiu, tentando mostrar que não fugia do assunto, apenas não concordava muito com ele. – “Embora, eu tenha que reconhecer que, se fosse verdade, eu iria fácil, ali... Eu só acho que, agora que ela foi morar com o gringo, não está mais disposta a aventuras aqui e ali, não.”, disse, fazendo a menina olhar para ele, surpresa. – “Pelo menos não agora... Sabe como é... Está em lua-de-mel...”, concluiu.
- “Hã? Mas de quem você está falando?”, a baixinha perguntou.
- “Da Mônica, claro...”, ele respondeu, com naturalidade tão grande que quase convenceu a ele mesmo.
- “Eu não estava falando dela...”, a secretária dos engenheiros respondeu, confusa, enquanto ele deslizava a mão pela perna dela.
- “Opa... Tem mais alguém ai?”, ele perguntou, cínico. – “Conta...”, falou, atacando na sequência o pescoço dela, enquanto a menina do atendimento entregava a chave do quarto para ele, impaciente.

Assim que ele baixou o toldo da garagem, olhou para a Camila, satisfeito. Ela não era a Michaella, era verdade, mas era bem interessante, também. Embora fazendo juz ao apelido de ‘cheveirinho’ que os engenheiros haviam dedicado a ela, tudo no seu corpo era interessante. Seios bons para o seu tamanho, muito firmes e empinados, rosto muito bonito, olhos sacanas, sempre muito abertos e desafiadores, e lábios muito grossos, que aliás ela sabia usar como poucas.

Seu corpo, mesmo que mignon, era todo proporcional, e sua cintura fina aumentava a percepção do seu bumbum gostoso, agora meio coberto pelo vestido de tecido claro que ela usava. Assim que entraram no quarto eles trocaram um beijo, e a Camila se virou de costas, na frente dele, pedindo ajuda para abrir o zíper do vestido, nas suas costas. Aberto o zíper, ela puxou o vestido para cima, garantindo que ele não seria excessivamente amassado pelo ataque do parceiro, e assim ficou apenas de lingerie. O visual era inspirador...

Ela usava um conjunto de lingerie branco, muito pequeno, o quê por si só seria motivo de prazer para ele, a imagem das suas costas refletida na parede de espelho do quarto mostrando as polpas da bunda dela engolindo a minúscula calcinha branca. Mas, o quê fez seu pau se levantar uma vez mais naquela 6ª feira foi a visão da menina em um elegante e tentador conjunto de cinta-liga, com as meias brancas compondo uma imagem muito tesuda.

- “Caralho, Cá... Você está uma delícia nesse conjunto!”, falou, sincero, esticando a mão para o corpo dela.
- “Gostou? Coloquei especialmente para você...”, ela mentiu. Mentiu, e ele sabia. Ele sabia, e ela sabia que ele sabia, mas estava tudo bem. Ela só queria trepar... Ele, também.

Os dois caíram sobre o colchão redondo macio, agarrados, suas bocas coladas, línguas duelando enquanto as mãos percorriam o corpo um do outro. Ela seguia vestindo sutiã, calcinha e a cinta-liga, com meias. Ele, já estava totalmente nu, seu cacete duro seguro pela mão dela, que apressadamente o mexia para cima e para baixo, deixando-o em ponto de bala. Tentando igualar as coisas, ele puxou a calcinha dela para baixo, revelando uma fina faixa de pelinhos muito bem aparados, desenhando uma xoxota tentadora.

Sem perder mais tempo ele mergulhou entre as pernas dela, grudando sua boca na xana dela, sua língua atacando o sexo da garota e fazendo-a fechar os olhos, esticar os braços para cima e afastar as pernas, facilitando o acesso dele. Ele seguiu chupando sua xoxota, alternando os carinhos da sua língua entre a boceta e o clitóris dela, sentindo a excitação da menina crescer, pouco a pouco... Com paciência foi deixando-a aproveitar mais e mais, até que ela o puxou para o meio das suas pernas, aflita.

Ele apontou o pau duro para a boceta dela, e ela o puxou para dentro, gemendo de tesão. Sabendo que ela estava quase gozando, ele se preservou, procurando manter os movimentos contidos, deixando o prazer dela fluir primeiro, segurando-se. Em poucos minutos de uma trepada bem cadenciada, foi brindado com um orgasmo intenso:

- “Uffffffsss... Ufffssssss... Ahhh, ahhhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhh... Hummmmmmmmmmm!”, ela gemeu, cruzando as pernas atrás das costas dele e abraçando os ombros largos do chefe. – “Caralho, meu... que gozada gostosa!”, falou, o suor molhando sua testa.
- “Adoro ver você gozar...”, ele falou, erguendo-se e deslizando a mão pelo corpo dela, tocando o seio arrepiado da secretária baixinha.

Foram falando baixinho, um elogiando o outro, ela se recuperando do orgasmo, ele ainda com o pau duro cravado dentro da garota. Em alguns minutos assim ela fez força e girou o corpo deles na cama, ficando por cima dele, as pernas esticadas ao lado dele, gingando levemente a cintura, como se fizesse um carinho no pau duro dele, que seguia cravado na sua xoxota. Ele deslizou as mãos pelas costas branquinhas da morena, chegando até sua bunda, que ele alisou com gosto. Assanhada, ela encolheu as pernas e, apoiando os pés no colchão, meio de cócoras sobre ele, passou a subir e descer com vigor, querendo retribuir o prazer que recebera.

Mas, o rapaz não queria se entregar fácil. Sentando-se na cama, puxou a baixinha sobre seu colo, fazendo as pernas dela se esticarem, em direção às suas costas. Assim, com ela sentada no seu colo, de frente para ele, deixou ela ficar quicando sobre sua vara, enquanto atacava seu pescoço e alisava suas costas. Foi descendo a mão, até alisar a bunda dela, arrepiando-a. Sem pedir permissão, deslizou o dedo médio até o ânus dela, e lentamente foi introduzindo a ponta do dedo ali, atiçando-a.

- “Ahhhh... Ai, ai... safado... Ai... Assim, vai... põe esse dedinho safado aí atrás, põe... Hmmmm...”, ela gemia, se mexendo mais rápido sobre o amante. – “Eu sei o quê você quer, safadinho...”, falou, sabendo mesmo. Ele vinha se controlando para ter essa chance, por isso não queria acabar rápido. – “Mas não é assim... Aquela vez foi um presentinho para você. Não é sempre, não...”, ela falou, frustrando as expectativas do rapaz, que eram bem altas. – “Mas eu deixo você olhar minha bundinha...”, falou.

Interrompendo a transa, ela levantou-se na cama, e girou 180 graus, ficando de costas para ele. A visão da baixinha de cinta-liga branca e meias longas era realmente tentadora. Ela se abaixou, novamente de cócoras, e mantendo o pau dele apontado para cima, encaixou a xoxota sobre ele, descendo e fazendo-o voltar a penetrá-la. Ele se inclinou para trás, apreciando a vista linda da bunda dela sobre seu pau, lamentando não ter ganho o anal com ela.

A Camila havia “presenteado” ele, uma vez, com essa prenda, e desde então ele vinha pleiteando um repeteco, sem sucesso. De qualquer maneira, a baixinha era uma trepada e tanto, e ele não tinha do que reclamar. Agora ela se inclinara para a frente, em direção aos pés dele, e a bunda dela subia e descia sobre seu pau, o calor da xoxota dele incendiando-o. Em alguns minutos ele anunciou que iria gozar, e ela saiu de cima dele, deitando-se ao seu lado para beijá-lo, enquanto masturbava seu pau. Logo ele gozou, seu sêmen caindo sobre sua barriga, enquanto ela seguia alisando o cacete duro, torturando-o.

- “Hmmmmm... que gostoso... E ele não abaixa...”, ela falou, seu indicador e polegar roçando levemente o pau dele, ainda com espasmos pós-gozo. Ela se aproximou dele e, sem falar nada, abocanhou o pau melado, fazendo-o quase torcer os joelhos e revirar os olhos.

Ficaram abraçados juntos mais um tempo, até que ela disse que precisava ir embora. Ficaram falando amenidades enquanto se vestiam, ela pedindo para ele ajudá-la com o zíper do vestido. Ele aproveitou para encoxá-la, e o contato com as nádegas dela o atiçaram:

- “Cá... Você precisa deixar eu comer essa bundinha de novo.”, murmurou junto ao ouvido dela. – “Sacanagem você judiar de mim assim.”
- “Se você se comportar direitinho, quem sabe você não ganha esse presente de novo...”, ela falou, inclinando o pescoço para o lado, quase pedindo por um beijo ali, que ela ganhou.

Ao chegarem à garagem, o Ricardo deu a volta para abrir a porta do carro para ela, mas antes disso parou em frente a ela.

- “O quê foi?”, ela perguntou, curiosa. Ele não respondeu, apenas se ajoelhou em frente a ela e, sem dizer nada, deslizou ambas as mãos para baixo do vestido dela, subindo-as até a cintura da garota, alisando suas coxas. Antes que ela falasse alguma coisa, pegou ambos os lados da calcinha dela, e simplesmente a puxou para baixo, deixando-a nua embaixo do vestido. – “Hãããã... Seu tarado... a gente precisa ir embora.”
- “E vamos... Eu só estou ‘me comportando direitinho’, sabe...”, falou, e levantando a perna esquerda dela, entrou embaixo do vestido e deu uma lambida caprichada na xana dela, por toda a sua extensão, provocando um arrepio que quase a fez perder o equilíbrio. – “E dando um beijinho de boa noite.”, concluiu, esticando a calcinha para ela e diendo: - “Toma... guarde na sua bolsa.”

Ela entrou no carro sabendo que aquele caminho de volta para seria, no mínimo, interessante.
E, de fato, foi.

Foto 1 do Conto erotico: Onde se ganha o pão, se come a carne, sim... - Parte 1


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Ficha do conto

Foto Perfil cialis
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Nome do conto:
Onde se ganha o pão, se come a carne, sim... - Parte 1

Codigo do conto:
259020

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
10/04/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
1