Irmãs Médicas – IV

        A mais velha das irmãs mal acreditava no que acabara de fazer com seu jovem cunhadinho, namorado da irmã caçula. Isso, aliás, tinha muito pouco a ver com qualquer espécie de remorso por oconta da sua irmã. Menos até por conta das constantes rivalidades dela, mas porque ela sabia que sua irmã raramente ficava muito tempo com o mesmo namorado, e mesmo assim, durante os períodos em que estava junto de alguém raramente ela era o quê se podia dizer de alguém ‘fiel’.

        Diferente dela.

        Ela estava admirada em como se permitira fazer isso, uma novidade absoluta na sua vida. Ela tinha razões, isso era verdade... Descobrira não uma traição isolada, mas um comportamento inteiro de putarias do seu namorado, quase noivo, incluindo à sua própria irmã caçula. Logo, ela não estava para remorsos, hoje. Mas estava admirada porque jamais havia tido qualquer tipo de atividade sexual sem ser com seu namorado.

Seus poucos namorados antes dele jamais haviam ido além de uns beijos e amassos. Nenhum homem que não seu namorado havia visto ela nua, antes. E no entanto, desejo de vingança à parte, ela estava se sentindo ótima com tudo o quê acontecera. Até porque, e era complicado assumir isso, ela nunca havia tido tanto prazer com tão pouco, junto do seu namorado. Aliás, nem com tão pouco, nem com muito mais. A cabeça dela girava, parada dentro da sala. Por quê, afinal, os homens tinham que ser assim?

Enquanto ela pensava nisso, entrando no seu quarto, lembrou-se do seu irmão. O safado havia trazido uma vagabunda qualquer para casa, aproveitando eu os pais estavam no exterior. Ela já sabia, agora, que o sacana traia a sua noiva, e pior, em aventuras junto com o bandido do seu próprio namorado. Mas, daí a trazer uma garota para dentro de casa... Para trepar com ela na mesma cama onde passava os fins de semana com sua noiva.

Não passou pela cabeça dela que acabara de trair seu namorado também dentro de casa. Mas, talvez por conta do álcool da tarde, talvez por conta de já estar na contravenção mesmo, algo bateu mais forte dentro dela e subitamente ela resolveu dar um passeio no quintal, a toa. Quem sabe, só por acaso, a janela do quarto do seu irmão estivesse aberta, afinal de contas.

Aproveitando que estava descalça, se esgueirou pela casa até o quintal. Ao passar em frente ao quarto dele, esticou a orelha para ver se conseguia ouvir algo do outro lado da porta fechada, mas o aparente silêncio reinando no quarto a surpreendeu e frustou, ao mesmo tempo. Será que o seu irmão transava tão em silêncio assim, pensou, lembrando do escândalo que protagonizara, momentos antes.

Chegou no quintal e, olhando em direção à parede do quarto do irmão, quase teve um surto. A Janela estava aberta, cerca de dez centímetros. Mais do que suficiente para ela dar uma olhada despretensiosa, pensou. Como se estivesse dentro de um filme de espionagem, se arrastou junto à parede, pé ante pé, até chegar ao lado da janela. Uma luz tênue saia pela janela, e de repente um quase pânico tomou conta dela, com medo de ser descoberta.

O medo de ser pega em flagrante, espionando o irmão na mais absoluta peraltice adolescente, a paralisou, um medo total de prosseguir e inclinar sua cabeça trinta centímetros para frente e olhar para dentro do quarto. Apurando os ouvidos, notou o som do chuveiro ligado, o quê a aliviou praticamente de imediato. – “Cheguei atrasada...”, pensou, com certa dose de frustação. Então, imaginando o casal no banho, ela esticou o pescoço e olhou para dentro do quarto. E, com uma pedra de gelo no estômago, se arrependeu no mesmo instante.
Deitado na cama, sozinho, estava Ronaldo, seu irmão. Totalmente nu, com um braço dobrado para trás, embaixo de alguns dos vários travesseiros onde apoiava a cabeça. A outra mão, lentamente, alisava um cacete enorme, duríssimo, apontado para o teto. Envergonhadíssima do que estava vendo, ela se abaixou rapidamente, temendo ser descoberta.

A imagem do irmão com o cacete apontado para cima queimava sua retina. Ela lembrou imediatamente da conversa das suas amigas da faculdade de medicina, que já haviam ficado com seu irmão e comentavam nas rodinhas sobre o quanto ele era bem-dotado. Não que isso a surpreendesse, em particular, já que o Fábio, seu namorado, também era muito bem servido, como ela bem sabia. Mas não tanto quanto o irmão. E independente disso, ela entendia que aquilo era errado, e que ela não devia vê-lo assim.

Mas, ela rapidamente pensou, ela havia se esgueirado até ali, não? O quê esperava ver, considerou? E, afinal, onde estava a menina? Ela estava tomando banho, e seu irmão estava lá, excitadíssimo... Como assim? Finalmente, como que para responder às suas muitas questões, o barulho do chuveiro cessou. Ela pensou, com acerto, que a posição onde ela estava poderia denunciá-la, já que estava meio na linha de visão do irmão, se ele olhasse para a janela. Abaixando-se, passou para o outro da janela, de modo que pudesse olhar mais na direção dos pés da cama do que da cabeceira, o quê na visão dela, dificultaria ela ser vista.

Assim, olhando na direção da porta do banheiro agora, viu a garota sair de lá, enrolada em uma felpuda toalha branca. Ela não conhecia a garota, o quê a fez pensar que seu irmão a tivesse conhecido na tal balada onde a turma foi. Ótimo, assim a chance dele ter sentido a falta dela era menor. A garota não era especialmente bonita, embora não fosse feia, seu lado feminino logo determinou. Ela virou-se de costas para o irmão, sensualizando um pouco. A toalha cobria até cerca de 2/3 da sua bunda. Seu irmão parecia gostar do que via, porque acelerou o movimento da mão ao redor do seu pau, apontando-o em direção da garota.

- “Caralho, meu... Olha só o tamanho disso.”, ela falou, deixando uma dúvida para a Susan se o comentário era só de surpresa, ou se era de desejo. Na verdade, ela própria não valorizava tanto assim um pau gigante, já que com frequência seu namorado a machucava.
- “Mas e aí?”, ele perguntou, a voz ligeiramente preocupada. – “Você não vai desistir, né?”, prosseguiu, soando meio indelicado, ao menos na opinião da Susan.
- “De jeito nenhum, gatinho...”, ela falou, abrindo a toalha e deixando-a cair, revelando seu corpo. – “Promessa é dívida...”, falou, se ajoelhando sobre a beirada da cama e engatinhando em direção ao corpo do rapaz deitado.

A menina tinha a pele morena, os cabelos longos, lisos, seios médios e não tinha uma cintura muito definida. O quê chamava a atenção nela era seu bumbum, bem redondo, empinado. Ela era, em suma, ‘normal’, e a Susan ficou pensando o quê faria um cara tão bonito, bem de vida, noivo de uma mulher fantástica, ter que pular a cerca com uma garota que não era nada além de ‘normal’. Os homens realmente não prestavam.

Fazendo força para mostrar o mínimo possível do seu rosto pela fresta aberta da janela, a ruiva viu a morena engatinhar até o lado do corpo do irmão, e esticar a mão em direção ao caralho dele. Ele tirou lentamente a própria mão, deixando a menina manuseá-lo para cima e para baixo diversas vezes, lentamente, como que experimentando o brinquedo que lhe era oferecido. Em contrapartida, o Ronaldo esticou a mão para o meio das pernas dela, ajoelhada sobre a cama. A menina recebeu o carinho dele, de bom grado, e logo fez uma manobra girando sobre o rapaz, colocando sua boceta ao alcance da boca dele.

A Susan se esgueirou um pouco para o lado, para poder ter uma visão completa do casal, já que agora eles com certeza não iriam olhar para a janela. Assim, viu os dois entregues a um meia-nove, a cabeça da garota subindo e descendo muito, a fim de conseguiu engolir a maior parte do cacete duro, apontado para cima, que conseguia. Pensou em quando fora a última vez que fizera isso com seu namorado, e sentiu vontade de repetir aquilo.

Os minutos se passaram, e então o casal se separou. Ela notou que o irmão se inclinou em direção ao criado-mudo perto da janela, do lado esquerdo da cama, e abriu a gaveta. Percebeu que ele pegou o quê pareceu ser uma camisinha, passando para a menina. Ela pelejou um tempo para conseguir encapar o grande cacete que lhe era oferecido. – “Bem... Pelo menos isso.”, a irmão pensou, lembrando-se na noiva do rapaz.

Ela ficou olhando o Ronaldo permanecer deitado, a grande rola apontada para cima, brilhando agora por conta da camisinha, enquanto a menina se encarregava de passar a perna por cima do corpo dele, se ajeitar sobre ele, e começar a cavalgá-lo. O corpo da garota agora parecia delgado, sinuoso, sensual. Ela se mexia sobre o seu irmão com graça, com erotismo, e aquilo parecia estar ficando realmente bom. Ele deslizava as mãos sobre ela, hora sobre seus seios, hora sobre as nádegas dela. Quando parecia que ela acelerava os movimentos, ele repentinamente girou o corpo deles na cama, ficando por cima dela.

Ela falou algo que a Susan não conseguiu ouvir, mas o rapaz se ajoelhou entre as pernas da morena. Apontou com grande esforço, pelo que a futura médica pode perceber, o cacete para baixo, e voltou a penetrar a garota, se mexendo para frente e para trás por uns minutos assim. Logo, entretanto, se debruçou sobre o corpo da morena. A Susan achou que ele iria beijá-la, mas então percebeu que ele esticava a mão para onde havia deixado as camisinhas. Será que ele iria trocar a camisinha, ela pensou. Então ela viu...

Ele tinha agora na mão um tudo de lubrificante. Pareceu colocar um pouco sobre seus dedos, e então levou-o em direção a boceta dela. A ruiva estranhou o fato dele só se preocupar isso ‘depois’ de estar transando com ela há bastante tempo... A lógica seria ele ter usado isso no começo, não? Ai ela entendeu, pelo movimento dos corpos deles, e pela reação dela.

- “Aiii, benzinho... Vai devagar... É muito grande... Aiii, aiiii... Ufffssss...”, ela gemia, alto o suficiente para a Susan ouvir nitidamente.
- “Assiiiiimmm... Caaaalma...”, ele replicava, segurando com a mão seu grande cacete, apontado para baixo, mais para baixo de onde seria a xoxota dela, a Susan percebeu. – “Ahhhh... Entrou...”, falou, em uma descrição meio bisonha, para a menina.

A morena começou a mexer a cintura, facilitando o trabalho do irmão, para espanto da irmã que bisbilhotava a tudo com olhar vidrado. Parecia impossível, mas a morena não parecia estar sofrendo, mesmo com a invasão daquele gigante lá atrás. E olhe que o Ronaldo estava longe de parecer o mais gentil, nesse ataque à retaguarda da moça. Como que para confirmar isso, ele moveu seu corpo, ficando por trás da morena, ambos de ladinho na cama.

Ele levantou a perna esquerda dela, facilitando seu ataque, e começou a meter rapidamente nela. A luz que vinha do banheiro fornecia uma visão até que bem explícita para a Susan, já que iluminava eles dos pés para a cabeça, por assim dizer. Logo, o ventre da menina, e o largo cacete do seu irmão, entrando na bunda dela como um pistão bem azeitado, fizeram a ruiva arregalar os olhos, surpresa com a performance do próprio irmão, e a resiliência da menina, que parecia até estar gostando daquilo, já que alisava os próprios seios, martelada por trás pelo rapaz.

Eles mudaram de posição novamente, com o Ronaldo fazendo a menina sentar sobre o caralho dele. A Susan já não conseguia ver com tantos detalhes, já que agora eles estavam de lado para ela, de frente para a tal porta do banheiro, mas via a menina subir e descer sobre a rola do irmão, sem o menor constrangimento. Após vários minutos assim, a menina falou para ele:

- “Vem... me pega de quatro!”, disse, e como se fosse um movimento ensaiado, saiu de cima do cacete do rapaz e se ajoelhou na cama, abaixando os ombros, erguendo a bunda, virada para ela. – “Atola essa rola grossa no meu cuzinho...”, pediu.

O Ronaldo se levantou, pegou mais gel e levou até o ânus da menina, ao mesmo tempo que deslizava uma generosa quantidade ao redor da sua pica. Subiu na cama e, se ajeitando atrás dela, foi apontando seu longo cacete contra o rabo da menina. Sem parar nem esmorecer, ele logo mexia a bunda para frente e para trás, dando mostras de ter invadido novamente aquele reduto apertado.

- “Ahhhh, caralho... Uhhhh, que bom... Vai, mete... põe, põe tudo, atrás... Fode minha bunda, porra!!!”, ela pedia , mexendo a bunda para trás, de encontro ao corpo dele.

O Ronaldo não dizia nada, mas metia nela com competência, seu pau sumindo dentro do rabo da morena, por vários minutos. Finalmente, ele soltou um: - “Vem!”, para ela, interrompendo a transa. Ficou de pé na cama, arrancando e jogando longe a camisinha, enquanto a morena, ajoelhada sobre os calcanhares, puxou o longo cabelo para trás, enquanto abria a boca, em frente a ele, como se esperasse receber água em um deserto.

A Susan mal podia crer que aquilo estava mesmo acontecendo... Após masturbar seu grande cacete por cerca de dois minutos, o Ronaldo gozou sobre o rosto da menina, melando a bochecha dela. Assim que acabou, ela segurou o cacete dele e chupou sua cabeça, sorvendo o resto de leite que escorria, com grande prazer.

Preocupada que, finalizada a transa, eles pudessem descobri-la, ela se agachou passou por baixo da janela mais uma vez, e tão rapidamente quanto silenciosamente conseguiu, voltou para dentro da casa, passou em frente à porta do quarto do irmão, ouvindo vozes indistintas, imaginando o quê poderiam estar falando. Entrou em seu quarto, trancou a porta, com urgência. Ela estava agitada, excitada, confusa.

Querendo apagar os traços da intensa noite, pensou em apenas deitar e dormir. Tirou seu vestido por cima da cabeça, jogando-o no chão, algo que ela jamais fazia. Olhando de relance para o espelho no seu armário, com enorme surpresa se viu totalmente nua. Confusa, perguntou-se onde havia ido parar sua calcinha. Lembrou-se do sofá, do Rodrigo, pensou na aventura no quintal, e não sabia onde havia deixado a calcinha. Subitamente, pensou: - “Meu Deus! Só pode estar embaixo da janela do Ronaldo.”. Lembrou dos sapatos, que deviam estar na sala. Ela estava confusa...

Foi até a cômoda, puxou a gaveta das calcinhas para pegar uma, uma camiseta, e simplesmente dormir, e esquecer as loucuras da noite. Ficou olhando para as suas calcinhas, e imaginando o Rodrigo olhando para elas, naquela noite da bebedeira, em que ele fuçou tudo para achar uma roupa para ela dormir. Repentinamente, pensou nele com carinho. Tentou adivinhar qual calcinha ele escolheria para ela, se estivesse ali. Afastou o pensamento, com um gesto da mão no ar. Resolveu tomar um banho.

Entrou embaixo da ducha, forte, querendo que a água quente lavasse seus pensamentos, e suas memórias recentes. Sentiu-se tocando seu próprio corpo, alisando seus seios, lembrando do toque gentil e quase trêmulo das mãos do cunhado. Afastou o pensamento. Saiu do chuveiro, e deslizou a toalha pelo seu corpo, secando-o. Mais uma vez, fechou os olhos e imaginou a palma da mão do rapaz, deslizando pelas suas coxas, pelas suas nádegas. Dessa vez não afastou o pensamento, apenas fechou os olhos e procurou na memória a sensação que sentiu quando ele chegou à sua xana, quente.

Vestiu um conjunto de malha curto, discreto, e abriu lentamente a porta do seu quarto. Identificou o par de sapatos, sobre a mesa de jantar. Deixou para pegar eles depois. Saiu uma vez mais pela cozinha, em direção ao quintal. Se surpreendeu com a porta trancada... não se lembrava de ter feito isso. Saiu para o ar já gelado da madrugada, muito adiantada, quase amanhecendo. Foi até a janela do irmão, e sem dificuldade achou sua calcinha caída ali. Quase sem cuidado, olhou para dentro do quarto, e encontrou seu irmão, deitado de cueca, sozinho.

Ela não entendeu muito bem, olhou na direção do banheiro, mas a luz estava apagada. Onde havia ido parar a menina, afinal de contas? Voltou o olhar para o irmão, e de fato ele estava ali, deitado, sozinho. Os dois braços estavam encolhidos para trás, mãos cruzadas atrás da cabeça, como se estivesse assistindo a um jogo na TV. Estranho... Ninguém dormia assim.

Então, veio o pesadelo:

- “Oi, Sussu... Foi bom o passeio na madrugada?”, uma voz gelada veio do irmão, totalmente acordado.

Foto 1 do Conto erotico: Irmãs Médicas – IV

Foto 2 do Conto erotico: Irmãs Médicas – IV

Foto 3 do Conto erotico: Irmãs Médicas – IV


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Irmãs Médicas – IV

Codigo do conto:
258244

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
30/03/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
3