Enquanto sua namorada dormia no quarto vizinho, Rodrigo ajudava a irmã mais velha dela, sua cunhada, a encobrir uma noitada em que voltara super bêbada para casa. Até aí, seria uma cena normal... o problema é que a ‘vítima’ não havia solicitado ajuda, pois estava bêbada demais para isso. E o ‘herói’ resolvera disfarçar totalmente o deslize da quase-formada-médica, trocando a roupa dela, antes de ir embora. Nesse momento, ele perguntava o porquê de ter tido uma ideia tão estúpida.
Ele havia pego uma camisola para ela, e pretendia colocá-la para dormir como se ela tivesse chegado ‘bem’ (ou ao menos, em condições) em casa, pensando na irmã caçula dela, sua namorada, por acaso. A relação entre as irmãs era sempre meio tensa, e ele tinha carinho o suficiente pela futura cunhada para protegê-la dessa situação. Além do mais, ele mesmo já havia tomado pileques suficientes nessa vida para não julgar ninguém por isso.
O problema era que agora a sua cunhada estava seminua na cama, na frente dele. E como todo bom pileque, estava prestes a terminar em meleca. Enquanto ele estivera ocupado tirando a minissaia e a meia-calça da jovem, não vira ela ficando absolutamente branca, na cama. Agora, para desespero dele, ela abrira os olhos e, claramente, iria brindá-lo com boa parte do que ela havia bebido e comido na noite.
Percebendo o inevitável, e torcendo muito para não deixar rastros daquela interação, ele conseguiu ter presença de espírito e, quase carregando a ruiva nos braços, levá-la para o banheiro do quarto dela, bem a tempo. Foi entrar no cômodo e levantar a tampa do vaso, para a futura médica pôr para fora o quê ainda restava de todo o gin e tequila que havia, poucas horas antes, posto para dentro.
No melhor estilo BFF, o Rodrigo se entregou a segurar o cabelo da ruiva, tentando resguardar um pouco da dignidade dela, enquanto ela esvaziava o estômago no vaso. O problema é que ele era muito legal, mas ainda era humano... e homem!
Ajoelhada no chão ao lado dele, a irmã mais velha da sua namorada vestia ainda a blusinha de paetês, irremediavelmente comprometida agora pelo primeiro vômito da garota, e a tal calcinha preta, pequena o suficiente para mal poder ser chamada de calcinha. Por menos que ele quisesse, e a bem da verdade ele até queria, era quase impossível não olhar para as nádegas claras da cunhada, muito lisa e redonda, com suas bochechas caprichosamente engolindo o minúsculo triângulo preto de renda. Seu primeiro pensamento foi que, chegando em casa, ele precisaria homenagear aquela cena, para eternizá-la na memória.
Ele estava sendo muito decente com a menina, mais do que qualquer amigo que tivesse seria, pensou. Mas não olhar, aí já era demais. Assim que ela terminou, ele a levantou e levou até a pia, para que pudesse lavar a boca. Ela se abaixou na frente dele, assim como seus olhos. Mais uma vez, aquele bumbum de ouro estava a poucos centímetros dele, redondinho, quase pedindo pelo toque da sua mão ou, melhor, por uma encoxada amiga, apenas para apoiá-la..., mas ele se segurou. Repentinamente, lembrou-se da porta do quarto aberta.
Levou a Susan para a cama dela, sentou-a, e correu para fechar a porta dela. Subitamente, avaliando melhor a situação, querendo resolver de vez qualquer embaraço, além de fechar a porta, trancou-a. Voltou para a Susan, que parecia um robô sentada na beirada da cama. Falou para ela:
- “Calma, Cu... Você já vai dormir... Apenas vista isso aqui, para ficar melhor...”, disse, pondo a camisola na mão dela, enquanto tentava puxar para cima a blusa de paetês dela.
- “Você tá... tirando... minha... roupa... Safadiiiiiiiiiinhooooo...”, ela balbuciou, quase apagando.
- “Só para você dormir melhor... Eu já vou embora... Só vista isso aqui, e eu vou embora, e você vai dormir, está bem?”, ele falou preocupadíssimo com o quê ela poderia se lembrar / achar no dia seguinte. – “Se você preferir, eu olho para o lado enquanto você se troca, está bem assim?”, falou.
- “Tô nem aíi... Meu namorado é... um... filho da puta!”, ela falou, dando informações mais complexas do que o Rodrigo queria processar naquela hora. – “Se você... qui... quiser me... comer... Zuzzo beinnn...”, ela falou.
O Rodrigo era homem, tinha um puta tesão na cunhada, não era tonto, mas era honesto. Rapidamente entendeu a situação toda, e se já não iria tirar proveito de alguém alcoolizada, agora iria menos ainda se aproveitar de alguém com dor de corno. Respondeu para ela:
- “Cu... Eu acho você uma gata, você é perfeita, e em outra situação, eu adoraria ficar com você... Mas você está completamente bebinha, e eu só quero te ajudar a ter uma boa noite de sono, ok? Eu não vou ficar com você... Você vai se vestir para dormir, e eu vou embora daqui, está bem? Só isso...”, falou.
Bêbada ou não, ela entendeu o recado. Começou a chorar na mesma hora, abraçando o corpo dele, o quê só piorava a situação, porque ele estava de pé, e ela sentada na cama. Entendendo que bêbada ela iria chorar por pelo menos meia hora, o quê complicava a situação dele ali, ele resolveu tentar liquidar a situação e cair fora dali:
- “Sussu... Está tudo bem, ok? Você vai ficar bem... Vem cá... Você só precisa vestir sua camisola, e dormir. Amanhã tudo vai estar melhor, está bem? Vem cá...”, ele falou, querendo sumir dali...
- “Ele... é... filho... da puta!!!”, ela respondeu, mostrando que havia, sim, algum problema ali. Mas ele não estava nem um pouco interessado nisso, só queria sair dali o quanto antes.
- “Tudo vai ficar bem... Vem... Veste isso...”, ele insistiu, levantando ela para poder ajudá-la com a blusa.
Ela levantou os braços, com muito custo, e ele puxou a blusa para cima. Revelou-se com isso, claro, o óbvio. Sem sutiã, os seios da garota apareceram completamente para ele, ali, expostos. E, que seios eram aqueles. Muito diferentes dos da irmã caçula, eram naturais, porém tão firmes e apontados para a frente quanto os da morena, mostrando que a genética era forte, e que ela nem precisava ter investido grana nisso. Os seios da Susan eram de tamanhos médios (perfeitos, segundo avaliação do rapaz), com auréolas e bicos rosados, muito protuberantes, tentadores, lindos, quase pedindo por um agrado... ou um beijo... ou uma chupada!
Ele se conteve, embora seu pau, não. A ereção era absoluta agora, fruto da calcinha e dos peitos da cunhada. Os braços dela seguiam levantados, e ele os aproveitou e vestiu a camisola preta nela. Ela, bêbada ou não, percebeu isso e abraçou o corpo dele, agradecendo.
- “Voxê é 10... Diferente do... do...”, ela tentou completar a frase, sem sucesso.
Ele deitou ela na cama, depois de um abraço que iria permanecer na sua mente por muito tempo, dizendo um: - “Boa noite, Sussu... Durma bem.”, e ganhando dela um:
- “Goxxto de voxê...”, como retribuição.
Ela se virou na cama, ele a cobriu, e satisfeito estava pronto para ir embora, sentindo-se um herói... Não fosse o barulho da maçaneta da porta dela sendo forçada, uma, duas, três vezes... A fala seguinte, do outro lado da porta, quase fez seu coração parar:
- “Suuuu... Acorda, caralho!!! Está tudo bem??? Cê tá sozinha aí???”, a voz grossa da sua namorada ecoava como um trovão vindo diretamente dos céus...
Na cabeça do rapaz, a Susan iria acordar assustada, dar de cara com ele dentro do seu quarto, com a porta trancada, e ele seria na sequência conduzido diretamente para a guilhotina usada na revolução francesa. Ele quase correu em direção à ruiva e tapou os ouvidos dela com as mãos. Mas, ao contrário, se encolheu e torceu para nada acontecer. Contou silenciosamente até 100, torcendo para a irmã voltar para seu quarto, e dormir.
Veio o silêncio... Ele pensou quanto tempo precisaria esperar para poder sair em segurança da casa. Sentou-se no chão, perto da porta, esperando silenciosamente que os barulhos silenciassem do lado de fora da porta. Após dez minutos, pensou o quê seria pior... Ir embora, e correr o risco de ser surpreendido pela namorada, ou adormecer ali, e ser acordado pela cunhada, sem entender o que ele estava fazendo ali. Pegou o celular e marcou um alarme para 30 minutos, no modo apenas de vibração. Aguardou até o celular vibrar, o quê para ele pareceu algo próximo a estação inteira do outono passar em frente a seus olhos.
Finalmente se levantou, e se esgueirou para fora do quarto. Ao passar em frente ao quarto da Sônia, notou a porta entreaberta. Pensou rapidamente na namorada, no quanto ela era gostosa, e no quanto ele estava arriscando a relação com ela.
Mas, em uma imagem muito surrealista, motivado sabe-se lá por que, imaginou as duas irmãs nuas, na cama, ambas de quatro, e ele de pé, atrás delas. Claro que no caso da Susan ele precisou abstrair, imaginar como seria a bundinha dela sem aquela calcinha preta... Aquela imagem iria roubar o sono dele por muitas noites, ainda.
Finalmente foi embora daquela casa das perdições, dando-se por satisfeito por tudo ter acabado bem. Ele voltou a encontrar a cunhada apenas no final do domingo, quando esteve na casa para deixar a namorada, depois de um programa juntos. A Susan olhou para ele, de longe, na mesa, enquanto a família reunida comia uma pizza de encerramento do final de semana. Ele apenas desviou o olhar dela. Ao se despedir da família para ir embora, entretanto, a cunhada foi abrir o portão para ele, com uma desculpa qualquer.
- “Ow... queria te agradecer por ter me ajudado, naquela madrugada.”, ela falou, sensivelmente incomodada com a situação. – “Valeu mesmo.”, ela concluiu, obtendo como resposta uns trinta segundos de observação silenciosa do rapaz.
- “Não faço ideia do que você está falando, Cu...”, ele retrucou para ela, com um sorriso no rosto. – “Uma ótima semana para você na faculdade... Tchau.”, disse, dando um beijo no rosto dela e indo embora, sem olhar para trás.
Quis o destino que eles mal se encontrassem nas duas semanas seguintes. A agenda das meninas foi tão intensa, que nem a sua namorada ele conseguia encontrar. Quando encontrou a namorada, teve que ser em um motel, para uma transa rápida, entre os compromissos da menina. Com a cunhada, então, o reencontro se deu em uma situação de amigos em comum. Os pais das meninas viajaram ao exterior, para o casamento de uma sobrinha, e levaram a Sônia. Ronaldo não pode ir, por conta do seu trabalho, e nem a Susan, por conta de provas na faculdade. Porém o Ronaldo organizou um churrasco na casa deles, e quis o destino que ele, Rodrigo, fosse convidado, por ser amigo de várias pessoas ali, além, claro, dos próprios irmãos.
O churrasco corria solto, e como o Rodrigo estava ‘solteiro’, acabou sendo encarregado de pilotar a churrasqueira, enquanto o restante das pessoas aproveitava a piscina generosa da casa. Rodrigo assumiu a função de bom grado, satisfeito por apenas estar ali, no meio da galera mais velha. Fora isso, não havia como esconder, ainda tinha o ‘brinde’ que era ver a cunhada em traje de banho.
Fosse sua namorada, ele pensou em dado momento, e ela estaria praticamente nua ali, exibindo seus muito gostosos atributos. Mas a Susan era diferente. Ela tinha uma classe, uma elegância, que fariam dela sexy ainda que vestisse uma armadura medieval. Só que ela, para piorar tudo, vestia apenas um biquini roxo, muito pequeno, muito cavado, muito tesudo. Não era abusivo, ou apelativo. Mas o corpo dela parecia perfeito naquele traje.
Ele olhou os seios dela, lembrando-se deles nus, na noite da bebedeira. Seu pau se atiçou dentro da bermuda. Ele olhou para a cintura dela, suas coxas, o ventre lisinho, e ele se lembrou da calcinha preta. Ela era menor do que o biquini, claro, mas o quê ele via já era maravilhoso... Ele se entreteve com essa visão gostosa, até que, do nada, sentiu um hálito perto do seu pescoço. Na sequência uma voz falou:
- “Se você não parar de babar, eu vou ficar com dúvidas sobre ‘qual’ irmã você anda pegando...”
- “Porra...”, ele respondeu, assustado. – “Caralho, Bia... parece um fantasma, meu!”, ele reclamou, principalmente por ter sido pego em flagrante.
- “Relaxa, gatinho...”, a morena respondeu, olhando fixo para ele. – “Eu não mordo...”, falou, o olhar travado nos olhos dele. – “...Só chupo!”, completou, fazendo questão de manter os lábios entreabertos ao dizer isso. – “Estou com um problema... Será que você consegue me ajudar?”
A atitude dela fazia com que, ao dizer o que disse, ela parecesse totalmente nua, para o rapaz. Ele, que já estava assanhado por conta da cunhada, quase pulou em cima da amiga. A Bia era uma garota muito, mas muito, gostosa. Morena clara, cabelos escuros lisos até abaixo dos ombros, grandes olhos negros sempre curiosos, o seu olhar por si só era muito erótico. Ele ficou confuso com a fala dela, pedindo ajuda.
- “Diga, Bia... O quê que pega?”, perguntou, atento aos sinais dela.
- “Eu preciso conversar um assunto com o Ronaldo, mas talvez a Susan interprete errado o fato de eu falar em particular com ele... Não sei se você entende claramente isso, sabe...”, falou, deixando o assunto no ar, olhando para o rapaz com um sorriso meio enigmático. – “Isso seria muito importante para mim...”, ela continuou, chegando perto do rapaz e passando os dedos pela camisa dele, raspando as unhas no peito dele. – “Importante do tipo que eu poderia recompensar, depois... em uma outra ocasião. Isso, claro, se não fosse problema para você, sabe... Tipo, namorando a Sônia, e tal...”
O rapaz ficou olhando para a morena por uns segundos, sem saber como responder àquela colocação, meio surpreso com o quanto a menina conseguia ser direta, sem aparentar o menor sinal de constrangimento. Respondeu quase que por impulso:
- “De boa, Bia... O quê exatamente você precisa?”, falou, colando os olhos no corpo tentador da morena, mal coberto por um biquini minúsculo.
- “Eu preciso sair discretamente com o garotão, sem que a irmã vigilante dele, a mesma que você estava secando até quase virar uma uva passa, perceba.”, ela falou, sorrindo. Depois, se aproximando da orelha dele, complementou: - “Eu posso ser muito grata, no futuro... De um jeito que você iria gostar, MUITO, eu tenho que dizer.”, falou, grudada ao rosto dele.
- “Eu acho que tenho um assunto para conversar com a Susan, a propósito...”, ele falou, olhos cravados no vão entre os seios da morena. – “Vou chamá-la, lá do outro lado da piscina.”, concluiu.
O resultado dessa conversa aconteceu poucos minutos depois. Enquanto o Rodrigo abandonava a churrasqueira para prender a Susan com uma conversa mole qualquer sobre um livro que ela havia recomendado para ele, séculos atrás, a Bia furtivamente entrou na casa, sendo seguida pelo primogênito da casa.
- “Foi apenas sorte a sua noivinha não poder ter vindo, hoje?”, a Bia perguntou, assim que a porta do quarto se fechou.
- “Talvez eu tenha esquecido de falar para ela do churrasco...”, o rapaz respondeu, apreciando o corpo da morena, a dois palmos de distância. - “Você não acha meio cedo, para isso? Mais tarde a galera estará toda bêbada... Agora pode dar na vista.”, ele falou, esticando a mão para a cintura dela, sentindo sua pele quente.
- “Duvido muito que você tivesse coragem de não chamá-la...”, a Bia respondeu, também esticando a mão na direção do rapaz, mas diferente dele, sendo muito mais objetiva. Sua mão tocou a sunga do rapaz, sentindo imediatamente algo reagir ao toque, ali dentro. – “Então, como pode ser que ela apareça por aqui mais tarde, achei melhor me garantir.”
- “Você é uma vadia, Bia...”, ele respondeu, desamarrando a sunga, enquanto ela alisava seu pau por cima do tecido. – “Mas eu gosto disso.”, falou, enquanto ela puxava a sunga, liberando seu cacete, já duro.
- “Mostra para mim o quanto você gosta...”, falou, vendo o pau dele saltar em direção ao rosto dela, agora que ela se ajoelhara em frente a ele. Segurou aquele naco grande de carne, firme, e manuseou ele lentamente, para frente e para trás, vendo com prazer o rapaz fechar os olhos, curtindo o carinho. – “Hummm... ele está ficando durinho! Gostoooso...”, disse aproximando a boca dele.
Ela sabia, por larga experiência, que a expectativa era sempre a parte que conquistava eles. Assim, gastou um bom tempo brincando com a ansiedade do rapaz, mexendo no pau dele para frente e para trás, e dando beijinhos suaves na lateral dele, depois passando os lábios entreabertos na cabeça rosada, abrindo a boca, fazendo que iria engoli-lo, mas voltando a apenas beijar ele, de lado.
- “Vai, Bia... Não temos a tarde toda!”, ele apelou, esfregando o pau no rosto dela.
- “Caaaaaalma, garanhão...”, ela respondeu, acariciando as bolas dele, satisfeita por ter ganho aquele ponto no joguinho dela. – “Vai valer a pena, você vai ver...”
Quando ele já ia reclamar, ela abriu sua boca o máximo que conseguiu, e colocou o pau dele dentro dela, porém quase sem tocar nele... Então, fechou os lábios ao redor do caralho duro do rapaz e o puxou, lentamente, para fora da sua boca, os lábios molhados deixando-o brilhando. Ele conteve um gemido gutural de tesão, puxando a cabeça dela de novo de encontro ao seu pau. Ela até tentou repetir o movimento mais uma vez, mas agora ele a segurava e, sem pudor, empurrava o caralho para dentro e fora da boca dela, quase sufocando-a.
Ela deixou se levar, passiva, sentindo aquela picona foder sua boca. Ele era realmente bem-dotado, sem meios termos, com mais de vinte centímetros de rola dura, pulsante, e agora ele pegara fogo. Levantando a morena em frente a ele, deslizou a mão pelo corpo dela, apalpando seu bumbum duro, na sequência levando a mão para a frente do corpo dela, e deslizando por dentro do seu biquini, até atingir sua xana, já molhada.
Na sequência ele a empurrou de costas sobre sua cama e mergulhou entre as pernas dela, puxando o biquini preto da menina para o lado, revelando sua boceta. Ele acreditava no que havia dito, sabia que realmente não tinha tempo para ficar de carinhos com ela, sabia que era uma loucura o quê estava fazendo, mas a morena brincara com ele, e ele não ia deixar de passar a rola nela... Ainda mais com as tequilas todas que já havia tomado. Nessa direção, então, se encarregou de lamber a boceta da menina, deixando-a ainda mais molhada e pronta do que já estava.
Na sequência, arrastou-se até a cabeceira da cama, meio por cima da morena, e puxando a gaveta do criado mudo, pegou uma embalagem de camisinha. Rasgou-a, tendo o cuidado de jogar a embalagem de volta na gaveta, evitando problemas depois, e começou a tarefa de fazer sua rola caber dentro daquela prisão de látex. Com algum custo, como sempre, desenrolou o preservativo sobre seu pau, e foi se ajeitando sobre a morena. Ela segurou o membro rijo do rapaz, e o apontou na direção correta, soltando um gemido alto, assim que ele a penetrou:
- “Aaaahhhhhh... Uffffssssss, gostosoooo!”, soltou, propositalmente causando.
- “Cala a boca, caralho...”, ele reclamou, pondo a mão sobre a boca dela. O quarto dele, afinal, era o último na sequência de 4 quartos da casa, e era justamente o quê dava com a janela para a piscina, onde estavam todos os convidados. – “Quer me fuder, porra?”, reagiu, bravo.
- “Não, meu macho... Quero que VOCÊ me foda... Vem... mete, bota tudo...”, falou, beijando a boca dele e mordendo seus lábios, enquanto puxava a bunda dele de encontro ao seu corpo, fazendo aquela vara dura a penetrar com força.
Sem tempo a perder, o Ronaldo sentiu a xoxota da morena abraçar sua rola, o calor aquecendo sua pica enquanto ele metia com vontade nela. O barulho dos corpos se chocando os denunciariam, se houvesse alguém com a orelha grudada na janela, mas o alvoroço lá fora indicava que isso era pouco provável. Ronaldo logo puxou as pernas dela para cima, colocando-as sobre seus ombros, em um frango-assado clássico, enquanto seguia metendo a rola na morena. Logo ele saiu de cima dela, deitando-se de costas no colchão, puxando-a sobre seu pau.
Ela começou a cavalgá-lo, e em alguns minutos o tesão da trepada, o prazer da conquista do noivo, em uma típica disputa por poder entre mulheres, o inusitado da festa acontecendo a uma parede de distância, trouxe seu preço... Gemendo de maneira entrecortada, fazendo força para não fazer um escândalo, o quê era meio que o seu normal, ela mergulhou o rosto no pescoço dele, sentindo o orgasmo se aproximar, velozmente.
Ele percebeu isso, e querendo garantir algum silêncio, movimentou os corpos novamente. Colocou a menina de quatro na cama, e soltou o lacinho lateral do seu biquini. Ajeitou ela, fastando seus joelhos, expondo sua boceta. Apontou o cacete encapado para lá, e a penetrou novamente, começando a bombar na sua boceta, com vigor. Ela afundou o rosto nos travesseiros, gemendo cada vez mais alto e rápido, felizmente seus sons abafados pelos travesseiros que ela tinha em frente ao seu rosto.
- “Ahhhh, ahhhhh, ahhhhh... uffffffffffsssssssss... Hmmmmmmmmm, ca-aa-aa-raaa-lhooooooo... Ahhhhhhhhhhhhhh”, gozou, enrijecendo suas pernas e corpo, trinta segundos antes do próprio rapaz encher a camisinha de leite quente, segurando-se ao máximo para conseguir gozar em relativo silêncio.
Assim que acabou de gozar, mais do que rapidamente, ele saiu de trás da menina, descartou no banheiro a camisinha usada, vestiu a sunga e se apressou em voltar para a festa. Ele sabia que ela iria demorar uns minutos ainda, mas lembrou a ela para não demorar muito, para evitar o risco de alguém vê-la saindo do seu quarto. E assim, deixou ela ali, deitada na sua cama, o biquini aberto na lateral, sua bela bunda apontada para o teto.
Lá fora, após tomar uma dura por abandonado a churrasqueira à própria sorte, o Rodrigo voltara ao seu posto, torcendo para que a Susan não se lançasse em uma missão à caça do irmão pela casa. O tempo foi passando, e o pessoal dando cada vez mais mostras do quanto haviam bebido. Prevenido, o rapaz há muito estava só na água, pensando que seria interessante estar sóbrio quando todos começassem a cair. Nessa linha, e com todos os motivos do mundo, passou a prestar atenção na Susan. Em determinado momento, ao vê-la pegar mais uma taça de vinho branco, falou para ela:
- “Ô Cu... Fica esperta aí, com esse vinho todo, hein...”, disse, fazendo ela parar e virar-se para ele. Ele ficou parado, pensando se havia passado dos limites em repreender a anfitriã, mais velha, dentro da própria casa. Mas ela respondeu:
- “Por quê, Cu?”, disse falando junto ao ouvido dele, já claramente altinha. – “Eu tenho um salvador particular, lembra? Se tudo o mais der ruim, até me pôr na caminha, ele põe...”, disse, piscando em seguida, antes de ir para uma rodinha com o pessoal da faculdade.
Olhando em volta para ver se alguém tinha reparado, seus olhos cruzaram com os da Bia, do outro lado do espaço quintal. Ela olhou fixo para ele, e seus lábios se moveram, sem emitir o som: - Valeu!”, ele entendeu, pela leitura labial. Ergueu seu copo para ela, em um brinde discreto, e voltou a atenção para a churrasqueira.
Passou-se mais cerca de duas ou três horas. Início da noite, uma parte do pessoal começou a ir embora. Alguém lembrou que era aniversário de um dos amigos do Ronaldo, logo apareceu uma segunda aniversariante. Combinaram de se encontrar em uma balada, para seguir a festa. De repente, todo mundo começou a ir embora, sobrando uma bagunça enorme para limpar. Enquanto os dois moradores da casa se encarregavam de tomarem banho e se trocarem, o Rodrigo resolveu dar uma ajeitada no que pudesse ali.
- “Ô Rodrigão... Deixa isso aí. Depois a Juliana limpa isso tudo...”, falou o Ronaldo, passando no quintal e vendo o rapaz reunindo garrafas e latas espalhadas por lá. – “Pow, carinha... super obrigado pela força, hoje. Você mandou bem demais, fico devendo essa, hein.”
- “Imagina, Ronaldo... A galera é top demais, foi super de boa.”, o Rodrigo respondeu, sincero. – “Precisando de uma mão na próxima, é só avisar.”
- “Valeu mesmo... Agora vai se arrumar, que a festa está só na metade, beleza? Você tem o endereço da balada, né? A gente se vê por lá.”, falou, e saiu apressado, sem nem esperar a resposta do rapaz.
Finalmente, apareceu a Susan. Linda, como sempre, agora a bordo de um vestido leve branco, de alcinhas, cheirosa de uma maneira inebriante. Se admirou de ele ainda estar lá, arrumando a bagunça. Perguntou se ele iria para a balada.
- “Ahhh... Não vou, não, Sussu...”, ele falou, sincero. – “Estou meio quebradão... Acho que vou tomar um banho, e cair na cama.”
- “Ahhh, para de ser velho... vamos lá. Vai ser legal...”, ela falou, em frente a ele.
- “Não... Acho que vou ficar por aqui, só para garantir que você vai voltar intacta...”, ele provocou, se arrependendo de imediato. Ela ficou olhando para ele, por alguns instantes, antes de aproximar dele, demais até, colar seu corpo no dele e sussurrar em. sua orelha palavras que pareceram queimar até a sua alma:
- “Bem... pelo menos dessa vez vai ser mais fácil se você precisar tirar a minha roupa, né?”
Aquilo provocou um arrepio que percorreu seu corpo todo, o qual ele nem conseguiu disfarçar. Foi impossível não olhar para ela, para o conjunto da obra à sua frente, e não imaginar em um flash a cena dele puxando o vestido dela pelos seus braços. Mas, o quê se seguiu, foi mais desconcertante ainda...
Sem dizer nada, ela se aproximou dele e, segurando seu pescoço, lentamente aproximou seus lábios dos dele, e o beijou, com uma suavidade que fez todos os pelos do seu corpo se arrepiarem. Ele relutou, a princípio, mas sem saber como agir, segurou a cintura dela e correspondeu ao beijo, que durou cerca de trinta segundos. Então, ela parou. Imediatamente olhou para baixo, se afastou, e pediu desculpas.
- “Nossa!!! Cacete, eu... Rô, eu não... aí, caramba, o quê eu fiz...”, ela começou a se desculpar, deixando-o em dúvidas se ela já havia bebido demais. Aí, ela desabou, em prantos.
Ele a abraçou novamente, mas de outra maneira, dessa vez. Não sabia muito como agir, apenas olhou para a porta, torcendo para o irmão dela não voltar para casa para pegar alguma coisa esquecida. Tentando acalmá-la, a levou para o espaço sofá da sala, onde a sentou, ajoelhando-se na frente dela e segurando suas mãos.
- “Sussu... O quê foi? O quê está acontecendo? Você está com algum problema?”, perguntou, entendendo que ela estava meio fora do seu comportamento normal. Ela seguiu soluçando mais uns minutos, até disparar, sem olhar para ele.
- “Ele é um filho da puta...”, começou. – “Eu devia saber... Eu tive os sinais, mas não quis acreditar...”, falava, entre soluços.
- “Calma, Cu... Ele, quem? O Fábio? O quê foi, o quê rolou?”, perguntou. – “Desabafa... Você sabe que pode confiar em mim.”, falou, por falta de coisa melhor para dizer, mas já entendendo o assunto todo.
Estava claro para ele, até porque a Sônia já havia meio que soltado algo nesse sentido, que o namorado da Susan era um galinha, inclusive endo aprontado com as meninas da turma da faculdade dela. E, as histórias que rolavam eram que ele, junto com o cunhado Ronaldo, botavam para quebrar durante as suas viagens “à trabalho”.
- “Você acredita que a empresa NUNCA pediu para os dois filhos da puta ficarem nas obras nos finais de semana?”, ela perguntou, puta. – “Ele e o puto do meu irmão só ficam lá para poder cair na esbórnia, com as putas dessas cidades.”
Aquilo não surpreendia o rapaz, nem um pouco. Afinal, ele próprio, se tivesse essa oportunidade, não deixaria passar em branco. Mas, claro, ele não iria dizer isso para ela. Tentou consolá-la, dizer para esquecer isso, pelo menos por hora, já que ela mesma estava altinha. – “Amanhã as coisas vão fazer mais sentido... Você não tem que se remoer por isso.”
- “Filho da puta!”, ela repetiu, mais uma vez. – “Eu vou acabar com ele, essa semana.”
- “Calma, Sussu... Respira.”, ele repetiu, realmente com pena dela, mas sem ter mais o quê falar.
- “Você deve entender ele, né? É homem, igual...”, ela falou, virando as baterias para ele.
- “Hey... opa, opa, opa... Amigo, lembra?”, falou, sorrindo, tentando quebrar o ritmo dela. – “Calma ai, não me põe no rolo... Eu sou um cara legal.”, falou, brincando, e abraçando ela, fazendo um cafuné e tentando mudar o ânimo dela.
- “Pior é que é mesmo...”, ela falou, estancando o choro. Enxugou as lágrimas, parou o soluço, e se empertigou no sofá. – “É tão legal, que eu vou te contar uma coisa que ouvi hoje... Mas, você vai ter que prometer que vai se segurar, e não vai falar nem fazer nada com essa informação... Pelo menos, não ainda.”
- “O quê foi?”, ele perguntou, curioso.
- “Promete...”
- “Prometo. Fala, Sussu... está me deixando aflito.”
- “Eu estava em uma rodinha com as meninas... Começaram a falar putarias, sobre quem era mais liberal, quem fazia o quê... Putaria, mesmo... Tipo vocês, rapazes...”, começou.
- “Fala, mulher...”
- “A Nanda estava já muito bêbada... A conversa era sobre quem teria coragem de ficar com dois caras, junto... Sabe?”, ela perguntou, meio receosa de seguir... Ele estava curiosíssimo sobre onde a conversa iria acabar, doido para ouvir a resposta dela. – “A pergunta era sobre... Aí... meu deus... Era sobre quem faria uma DP... pronto, falei.”, ela disse, ficando vermelha, o quê soou engraçado para ele, vindo de uma garota tão moderna quanto ela.
- “Bom... Beleza... acho...”, falou, tentando parecer normal. – “Tipo, curiosidade, fetiche, e tals... nada de mais. Eu acho até que...”, ele tentou seguir no assunto, mas ela o cortou.
- “Até que a Nanda soltou: - ‘Imagine... As duas princesas não contam nesse time, já que nem uma das duas jamais fez anal com um cara só, imagine uma DP’...”, disparou.
O Rodrigo parou, e sentiu que o sangue deixava o seu rosto. Sem precisar de um espelho, soube que devia estar branco na frente da cunhada, que olhava sem piscar para ele. Havia informação demais naquela frase, e ele precisava de tempo para processar tudo. Tempo que ele não tinha, tal o olhar de raio-X que a menina dedicava para ele. Eles ficaram quase um minuto em silêncio, sem falarem nada. Por mais que ele quisesse ‘estender’ o assunto sobre ela mesma, seu pau querendo detalhes daquele bumbum lindo e, agora ele sabia, virgem, havia algo para ser tratado antes...
- “Como ela sabe disso? Você e a Sônia por acaso...”, ele começou, pisando em ovos.
- “...jamais tocamos nesse assunto com ela, ou com qualquer um, óbvio.”, ela cortou, seca.
- “Você não acha que eu...”, ele começou a falar, preocupado com as implicações do raciocínio dela.
- “Não... Eu não acho que você falou nada, porque não poderia saber sobre mim. Nem com a minha irmã eu jamais falei sobre o quê eu faço, ou deixo de fazer. Então, não... Não acho que você falou nada.”, ela falou, enxugando as últimas lágrimas.
- “Bom, Cu...”, falou, pensando se precisaria agora mudar o apelido malicioso com que eles se tratavam. – “Foi bizarro a Nanda chapar o coco e falar isso em uma rodinha, eu entendo, mas, tipo... foda-se o quê ela falou, desencana disso. Vai ficar só como conversa de bêbada, não pega nada...”, ele falou, tentando desviar o foco da conversa.
- “As meninas perguntaram para ela, como ela sabia com tanta certeza...”, ela falou, voltando a soluçar. – “Perguntaram isso na minha cara, você acredita?”.
- “Foda... As mulheres podem ser perversas, quando querem...”
- “Ela respondeu...”, prosseguiu, ignorando a fala dele. – “que havia ouvido isso de uma fonte segura... UM CARA QUE FICOU COM AS DUAS, E DISSE QUE ALI NÃO ROLA ANAL.”, concluiu, recomeçando a chorar.
Ela recomeçou a soluçar, inconsolável. O Rodrigo sentou-se ao lado dela, e abraçou, deixando ela botar a mágoa para fora, enquanto pensava no caso que acabara de ouvir. Era muita informação junta, e ele tinha uma certa dificuldade em acompanhar o raciocínio da cunhada, e as informações reveladas. Nem conseguia pensar direito pela ótica mais safada, do sexo em si. Mal havia tido tempo de processar que estavam falando também da sua namorada e que, sim, era verdade. Ela jamais havia liberado o cuzinho para ele, para enorme frustração do rapaz. Quando pensou nisso, a Susan falou:
- “Você entende o quê isso quer dizer, Rô?”, perguntou, os olhos marejados olhando para ele. Antes que ele respondesse, ela soltou a bomba: - “Até hoje, EU SÓ FIQUEI COM O FÁBIO!!! COM NENHUM OUTRO!”, falou.
Ele não pescou de primeira. Ela ajudou.
- “O filho da puta, além de aprontar por aí, de obviamente ter ficado com a Nanda (afinal, em que outra situação ele conversaria sobre isso com ela?), AINDA COMEU A MINHA IRMÃ CAÇULA!!!”
Agora, realmente, a verdade atingiu o rapaz com a força de um soco no estômago. E, ele acusou o golpe, sim. Não achava que a namorada fosse santinha, antes de começarem a namorar. Até sabia de uns casos isolados, mas isso tinha um peso muito diferente. Ficaram abraçados mais muitos minutos, sem falar nada. Um amontoado de coisas na cabeça de cada um. O tempo foi passando, eles não se largaram. Logo, meio cansados pela posição em que estavam, foram se acomodando melhor no sofá, ele meio largado, de lado, ela meio deitada sobre o peito dele.
A conversa foi sendo retomada muito lentamente. Aos poucos, uma pergunta aqui, uma confissão sobre intimidade ali. Ele soltou:
- “Poxa, Sussu... Linda como você é, fico imaginando as oportunidades que você deixou passar, para ser fiel a um cara só.”, falou, levantando a bola dela. – “Devia ter aprontado um montão... pelo menos teria empatado o jogo.”, falou, sem pensar, realmente.
- “O cara que chegou mais perto, foi você, Cu...”, ela falou. – “Naquela madrugada, da bebedeira, eu descobri um monte de coisas... Ainda não tinha essa parte final... Mas, olha... vou te falar...”, ela começou, depois, parou. – “Não... deixa para lá.”
- “Vai se fuder, porra... Começou, agora acaba.”, ele falou. – “Senão, nasce verruga no nariz.”, disse, soando meio cômico, ser infantil naquele clima todo. Funcionou, porque ela riu.
- “Deixa meu nariz fora disso...”, respondeu, se aninhando mais no peito dele.
- “Então fala...”
- “Tá bom, vai...”, ela começou, se apoiando no peito dele, ficando com o rosto a centímetros do dele. – “Sabe que naquela noite, se você tivesse tentado algo, eu teria transado com você?”
O silêncio de alguns segundos foi quebrado com ele puxando o rosto dela de encontro ao seu, e recomeçando o beijo, interrompido uma hora atrás. Dessa vez o beijo foi mais molhado, mais desejado, e muito mais longo. Suas línguas se tocaram com mais intensidade, as mãos seguravam os pescoços um do outro, e logo ela se ajeitou melhor sobre ele.
- “Você foi o único que me viu nua, fora meu namorado...”, ela falou, quando o beijo parou. – “E eu fico feliz que tenha sido você...”
- “Na verdade, eu não te vi nua...”, ele objetou, deslizando a mão pelo corpo dela, deixando-se levar pelo momento, ignorando o certo ou errado da situação.
- “Não? E como vestiu a minha camisola em mim?”, ela perguntou, a voz manhosa. – “Aliás, muito bom gosto, viu... Adoro aquela, em especial”, falou, fazendo-o pensar que nem teve tempo de vê-la com atenção vestindo a peça, negra.
- “Eu fechei os olhos, já te disse...”
- “Hã? Fechou, é? E como fez?”, perguntou, interessada, se erguendo sobre ele.
- “Braile...”, respondeu, puxando ela para mais um beijo, e sentindo seus lábios se abrirem em um sorriso, antes de colarem-se novamente aos dele.
- “Sacana...”, ela falou, excitada, e gostando da sensação. – “Fala... O quê você viu...”, perguntou, curiosa.
Ele não respondeu... Apenas olhou para ela, sobre ele, que já estava quase deitado no sofá. Lentamente, sem pedir permissão, tocou na alça do vestido branco dela, fazendo-a correr pelo seu braço. Ainda olhando fixamente para ela, repetiu o gesto no outro braço. O vestido começou a cair, e com a ajuda dele, logo apareceram os seios da garota. Firmes, lisinhos, tesudos, seus bicos rosados disparados, mostrando a excitação dela. Ele olhou fixamente para os seios dela, até levantar os olhos, para encontrar os dela.
Levou a palma da sua mão em direção ao seio dela, sentindo seu calor, sua textura, e a excitação dela no seu bico eriçado. Ela voltou a beijá-lo, e sem aguentar mais de tesão, finalmente ele satisfez a sua vontade, guardada há 15 dias...
Esticando sua mão para a perna dela, percorreu sua coxa acima, até se intrometer por baixo do vestido branco, e tocar sua bundinha, redonda, empinada, firme, no tamanho perfeito.
Mais uma vez na noite, um arrepio de tesão percorreu seu corpo todo.
