Não era correto, o casal sabia. Não estava certo, se a família deles soubesse o quê eles estavam fazendo, provavelmente a terceira guerra mundial eclodiria. Era ainda menos correto por parte dela, por assim, dizer, mas ali, sentada na cama, puxando sua elegante blusa de cashmere branca para cima, revelando ao seu primo o bronzeado da sua pele e o sofisticado sutiã de renda branca, ela não pensava muito nisso. Na verdade, ela nunca pensava.
De pé, em sua frente, seu primo abria a sua calça e a deixava cair no chão, revelando sua ereção, apontada diretamente em direção à prima. Ele gostava desse joguinho, da ostentação, de observar as reações da prima, torcendo para conseguir chocá-la com seus modos rudes.
- “Afffff, Claudinho... Eu não entendo como você consegue não usar uma cueca!”, ela disse, seu olhar, porém, travado na cabeça lisa e rosada da pica do seu primo, um convite quase que clamando pelo toque da sua mão.
- “Ah, foda-se... Não tô nem aí...”, ele respondeu, chutando a calça para longe, displicentemente. – “Além do mais deixa as mina tudo pirada... Quando veem minha rola dura, balançando, solta dentro da calça.”, falou. – “Igual você...”, concluiu.
- “Vai sonhando...”, ela falou, fingindo indiferença, mas excitada com a imagem daquela pica dura estufando a calça jeans. Sentiu sua vagina se contrair, a ansiedade pelo que estava por vir se manifestando. Esticou a mão, tentando tocar a pica na sua frente, mas o rapaz a puxou para longe, frustrando a garota.
- “Não põe a mão...”, falou, reaproximando o pau duro do rosto dela, lentamente. – “Quero ver você chupar minha rola sem por a mão nela.”, falou, empurrando o pau na direção do rosto da morena.
- “Afffff...”, ela retrucou, meio cansada daqueles joguinhos meio infantis, que seu primo tanto gostava.
Ela reclamou, mas atendeu ao desejo do rapaz, mais interessada em deixar a coisa fluir, do que em discutir as manias dele. Abriu a boca, satisfeita por enfim estar acontecendo ‘algo’ de erótico. Sentiu a cabeça quente do pau dele invadir sua boca, e depois ser puxada para fora. Novamente enfiada dentro da sua boca, e uma vez mais para fora. A partir da terceira invasão a ponta do pau duro dele quase tocava sua garganta, chegando a incomodá-la. Ela pôs a mão na base do pênis dele, freando um pouco seu ímpeto, mas logo ele arrancou a mão dela dali.
- “TIRA A MÃO, JÁ FALEI...”, ele disse, tirando o pau duro da boca dela e batendo com o cacete na bochecha dela, como se fosse um tapa. – “Toma, vadia... Toma, para aprender a não por a mão!”, disse, estalando o pau duro no rosto dela, dessa vez batendo na testa e olho dela.
- “PARA, CARALHO!!!”, ela respondeu, brava, se afastando dele. – “Larga a mão de ser imbecil, porra!”, retrucou, realmente incomodada, considerando deixar aquela transa pra lá, e ir embora do quarto dele.
- “Não põe a mão, caralho... eu já...”, ele ia retrucar, repetitivo, quando ela o interrompeu.
- “Presta a atenção... Você quer transar? Então para de besteira, ou eu vou embora.”, ela o cortou, definitiva.
Com muito custo, as coisas recomeçaram a funcionar, meio tímidas a princípio, fruto da treta inicial, mas logo foi tomando ritmo. A verdade é que os dois primos, embora parecessem água e óleo, por alguma razão estranha, nutriam um tesão absurdo um pelo outro. Da parte dele, era fácil entender o porquê.
Sônia, sua prima, era um tesão. Morena de corpo muito esbelto, extremamente vaidosa, como seus recentes implantes nos seios não deixavam dúvidas, a menina chamava a atenção por onde passava. Toda cheia de curvas voluptuosas, uma bunda arrebitada e coxas grossas, roliças, permanentemente vestida com roupas chamativas e ousadas, ela era uma delícia. Melhor do que isso tudo, era uma verdadeira tarada, e adorava uma putaria. Logo, era fácil de entender por que o loirinho meio mirrado era vidrado na prima.
Já o contrário, era muito mais difícil de explicar. Fisicamente o rapaz não tinha nenhum atrativo especial, ainda mais para uma gata como ela. Ele era baixinho, troncudo, meio dentuço, e seus hábitos eram, para dizer pouco, detestáveis. Mas, e sempre havia o ‘mas’, ele era extremamente safado, sem meias palavras, eternamente disposto a uma putaria, e isso conquistava ela. Sua pica, muito maior do que se julgaria normal encontrar em alguém do tamanho do pirralho, sempre dura e pronta para uma trepada furtada, ajudava muito, era verdade.
Ela conseguira, enfim, deitar ele na cama, e se encarregava de, novamente, chupar aquele cacete duro. Ter a pica pulsante na sua boca rapidamente a excitou, e ajudada pela mão sem jeito dele, ela puxou sua legging rosa para baixo, junto com a minúscula calcinha branca, ficando totalmente nua. Aproveitando o corpo nu da prima, o loirinho deslizou sua mão pela coxa dela acima, até chegar às nádegas da moça. Ele, como vários pretendentes dela, aliás, era tarado pela bunda dela. Sem dizer nada, ele interrompeu a chupada dela, empurrando-a para que ficasse de joelhos na cama.
Do lado dela, a excitação era grande... Ela fazia uma força significativa para ignorar os modos do primo, pensando apenas na virilidade dele, e na vontade que ela estava de transgredir, de fazer algo errado pela sua natureza, e aproveitar isso. As meninas da sua sala, na faculdade de Medicina faziam isso fumando um baseado. Ela achava isso uma total perda de tempo. Transgredia transando, e gozando. Assim, se ajeitou de quatro na cama, como sabia que o primo (e a torcida toda do Flamengo) gostava de vê-la. Encostou os ombros no colchão, expondo ao máximo o seu rabo, pronta para uma trepada forte, intensa, e que com certeza iria fazê-la. Até que...
- “NÃO, PORRA!!! AÍ NÃO, CARALHO...”, gritou, encolhendo-se toda e fugindo do ataque por trás imposto pelo primo
O Cláudio era, de verdade, tarado pela bunda dela. Não obstante soubesse que ela não permitia sexo anal, ele não cansava de tentar, pensando talvez que, se insistisse muito, do nada, um dia ela cansaria de dizer ‘Não’, e ele lograria êxito. Só que não...
- “Meu, qual é o seu problema, hein? Quantas vezes eu tenho que responder que não dou atrás, caralho?”, falou, puta e frustrada, achando que realmente não conseguiria uma trepada decente naquele dia.
- “Afff, larga mão de ser regulada, porra...”, ele reclamou, ajoelhado, alisando seu cacete duro, para frente e para trás. - “Qual o problema? Deixa eu comer esse cu, caraio.”
- “Quer saber? Foda-se! Chega.”, ela falou, começando a se vestir. – “Você quer só me irritar, não quer transar.”, completou, realmente brava.
O Cláudio ficou olhando a prima se vestir, alisando seu pau ainda duro, meio sem entender o quê estava acontecendo com cara de bobo. Resolveu que aquela situação não era nada que não desse para resolver com uma boa chantagem.
- “Aí... Se você quiser engrossar mesmo, e for me deixar aqui, com a rola na mão, acho que vou ser obrigado a falar para a tia o quê rola entre a gente, tá ligada?”, disparou, triunfante. Ele sabia que a mãe da Sônia via as filhas como princesas, e um escândalo desses iria abalar os alicerces da civilização moderna.
- “Tenta, seu bichinha sardento...”, ela respondeu, chegando a centímetros do nariz dele, realmente repleto de sardas. – “Tenta isso, e vamos ver o quê O SEU PAI vai fazer com esse pintinho de brinquedo aí, que o senhor acha muito poderoso.”, ela respondeu, tocando fundo na ferida. A relação entre o loirinho e seu pai era, para dizer pouco, explosiva. – “Ou, se você for só um pouquinho inteligente, coisa que eu não sei se você é, vai tocar uma punhetinha bem gostosa pensando da transa que jogou fora aqui, e então, quem sabe, se você der sorte, a semana que vem a gente pode tentar de novo... ‘SE’você resolver se comportar direito. Fui...”
- “Porra, prima... pera aí, vai.”, ele condescendeu, sabendo que não dava para levar a ameaça a sério. – “Pelo menos paga um boquete, vai... Só para me tirar do atraso aqui, vai.”
- “Tchau, Zé Punheta... Vê se lava a mão depois.”, ela falou, saindo da casa dele e indo em direção ao seu carro importado.
- “Arrombada!”, ele ainda conseguiu xingar, para a porta que se fechou.
Do outro lado da cidade, a irmã dela tomava um suco, com o grupo de amigas da sua sala. Igualmente estudante de medicina, a Susan era três anos mais velha do que a caçula e, portanto, estava no 5º ano da faculdade, enquanto a irmã passará para o 2º. As duas, de fato, eram consideradas pelos pais como as princesas da família, e todas as atenções e mimos eram dedicados às meninas prodígio, futuras médicas, sobrando muito pouca atenção para o filho mais velho, Ronaldo. As semelhanças entre as irmãs, entretanto, paravam por aí.
A Susan era muito mais recatada, delicada, do que a Sônia. Elegante, absurdamente linda, parecia uma princesa de fato. Seu corpo era disfarçado pelas roupas comportadas que usava, ao contrário da irmã, sempre ousada. Sua pele era clara como a do seu pai, assim como os cabelos ruivos, enquanto a caçula puxara a mãe, em um estilo notadamente mais latino. Em uma comparação rasa, alguém poderia dizer que a caçula era tipicamente brasileira, enquanto os dois irmãos mais velhos, Sueli e Ronaldo, eram praticamente europeus.
Sueli namorava já há muitos anos com Fábio, um garoto que praticamente crescera junto com o irmão dela, e a exemplo deste se formara recentemente engenheiro de minas. Ambos estavam sempre viajando em seus novos empregos, na mesma mineradora, e a família dela costuma dizer que o namorado era ‘o quarto filho deles’, tal a ligação entre eles. Já as amigas de faculdade de Susan achavam aquilo tudo muito clichê para ser legal.
- “E aí, Sussu?, perguntou Roberta, uma das maiores amigas da ruiva, usando o apelido de criança dela. – “O Príncipe Encantado está fora do reino, de novo? Mais uma vez, este mês? Então quer dizer que podemos cair na esbórnia essa 6ª feira, né?”, disse, ganhando um apoio ruidoso das outras duas amigas da rodinha.
- “Ah, para, Rô... Nada a ver.”, a Susan tentou escapar do assunto embaraçoso para ela, que era a ausência constante do namorado.
- “Ah, beleza... Então quer dizer que esse fim de semana, finalmente, ele está em casa?”, a Roberta insistiu.
- “Não sei porque vocês pegam no pé dele...”, a Susan respondeu, se recusando a embarcar na conversa da amiga. – “Afinal, ele está trabalhando, crescendo na empresa... Isso não deveria ser legal? Não é um pecado.”, concluiu, satisfeita por sua argumentação em defesa do namorado.
- “Não é, não...”, uma segunda amiga, Bia, respondeu, entrando na discussão. – “Pecado é o quê ele e seu irmão irão fazer no final de semana, naquela cidadezinha do interior, perdida do mundo civilizado...”, jogou no ar, ganhando um sorriso de aprovação da Roberta.
- “Hã?!”, perguntou a Susan, realmente perdida na ideia da amiga.
- “Cidadezinha do interior, dois caras solteiros, sem nada para fazer no dia seguinte, é sinônimo do quê, querida?”, perguntou a Roberta, captando o pensamento da amiga.
- “PUTEIRO!!!”, responderam todas as meninas do grupinho, juntas, provocando um frio no estômago da ruiva, que não havia considerado essa hipótese.
- “Affffff... Para!”, ela respondeu, com pouco caso, querendo acreditar que aquela conversa fosse só provocação das meninas.
- “Ah, lindinha... Para, você!”, a Roberta retrucou, pondo a mão sobre o ombro da amiga, dramaticamente. – “Você acha mesmo que sozinhos em Cabrobó-do-Oeste aqueles dois vão manter os pauzões dentro das calças, é?”
- “Ah, não enche...”, a ruiva respondeu, meio acusando o golpe, meio pensando que, talvez, um certo sentimento ruim dela, afinal de contas, tivesse razão de ser. – “E como é que a senhorita sabe que ele tem um pauzão?”, ela disparou, atirando certo, mas no alvo errado.
- “Ela eu não sei, mas se estamos falando do seu irmão, eu sei que tem...”, a Bia falou, satisfeita. – “E um PUTA pauzão, diga-se de passagem!”, emendou.
- “CONTA!”, foi o grito quase em uníssono das meninas, tirando, claro, a própria Susan.
Ela não estava gostando nem um pouco daquela conversa. Não gostava de ver as meninas falando do seu irmão mais velho, não gostava de pensar nele traindo a namorada, de quem ela era amiga, e gostava muito menos de imaginar seu namorado cercado de putas em uma cidadezinha no interior. Entretanto a conversa seguiu, com a Bia dando detalhes sórdidos da sua aventura com o irmão da amiga, e reforçando muito os ‘atributos’ do rapaz.
Logo, entretanto, a conversa voltou para os planos da noitada da sexta-feira, e as amigas simplesmente não aceitaram um ‘não’ como resposta da Susan. Praticamente a convocaram para uma noitada das meninas, prometendo muita festa, muita agitação e razão o suficiente para a Susan esquecer o namorado putanheiro, como elas definiram o rapaz.
- “Só vai ser difícil achar alguém com uma rola igual a dele, né, mas de repente um boy de pau pequeno, mas que saiba usá-lo, te faz esquecer o traidor...”, a Roberta disparou, jogando a isca.
- “Aiiii, Roberta... Para com isso. Não quero achar rola nenhuma, só dançar um pouco.”, ela falou, andando em direção ao seu carro importado. – “E, de novo, quem te disse que o pau do Fábio é grande?”
- “É não é? Ou é?”, perguntou a amiga, rindo. – “Para de frescura e conta, cacete...”
- “Ai, vocês não existem...”, respondeu, impaciente, destravando o carro. Parou, olhou para as amigas que a fitavam, ansiosas, e se deu por vencida. – “Tá booooommm... É, sim... Bem grande.”
Ela entrou no carro importado e, mesmo com os vidros fechados ouvia os gritinhos histéricos das amigas, que comemoravam como se algum time tivesse feito um gol, rindo e batendo as mãos. Assim que se afastaram e a Susan partiu com o carro, a Bia falou para a Roberta:
- “Cacete, amiga...”, ralhou, beliscando o braço dela. – “Você precisa parar de dar bandeira, meu... Mais um pouco ela ia se ligar.”
- “Ahhh... Eu acho que eles nem namoravam ainda, quando aconteceu...”, a loira respondeu.
- “Tá louca? Esses aí namoram desde o jardim da infância...”, disparou a Nicole, até então quieta. – “Nem vem... Você pegou o namorado dela... Sem desculpa.”
- “Mas a Bia também pegou...”, a Roberta se defendeu, atacando a amiga.
- “Jura, amiga? O irmão e o namorado?”, a Nicole perguntou, admirada.
- “E, inclusive, juntos...”, a morena respondeu, provocando um alvoroço entre as amigas, mais uma vez comemorando um ‘gol’ fictício.
Fato é que a 6ª feira chegou. A mulherada do 5º ano realmente foi para a balada, o irmão mais velho estava fora de casa, os pais foram para a chácara da família, e a Sônia ficou sozinha em casa. Como ela já vinha meio que subindo pelas paredes desde o encontro frustrado com o primo Cláudio, aquele encontro, aproveitando a casa vazia era uma consequência quase natural.
Deitada em sua cama, o quarto iluminado por uma luz indireta emprestando um tom meio amarelado, tênue, a morena sentia a boca do seu parceiro subindo pela parte interna das suas coxas, aquecendo-a com a ansiedade pelo contato com sua boceta. Ele mordiscou a parte interna da sua coxa, prorrogando a ansiedade, fazendo-a enfiar os dedos no meio dos cabelos dele e puxar sua cabeça na direção correta. Experiente, entretanto, o rapaz resistiu, retirando a mão dela e levando a sua própria para o meio das pernas dela. Encontrou o sexo dela quente, úmido, ávido por ação.
Ele primeiro deslizou os dedos por todo o ventre dela, atiçando-a ainda mais. Percorreu os lábios dela, sentindo-os molhados, até deslizar lentamente um dedo para dentro dela, experimentando seu calor. Ela arqueou as costas, acusando o golpe, como que dizendo para ele estar pronta para a ação, esperando a visita do seu cacete, duro e pulsante. Mas ele seguiu seu próprio , torturando-a mais. Finalmente, após deslizar seu dedo para dentro e para fora da sua boceta por quase um minuto, ele aproximou sua boca da xana dela e a beijou, como se fosse uma boca.
Primeiro lentamente, sentindo suas reações. Depois colocando seus lábios a ela, e finalmente colocando sua língua para jogo, excitando-a imediatamente a um nível altíssimo, fruto dos longos minutos de preâmbulos a que ele havia submetido a garota. Mais uma vez arqueando as costas, puxou novamente a cabeça do amante para junto de si, com ose quisesse enfiá-la inteira dentro da sua boceta, tal o tesão que experimentava. Sentiu aquele calor seu velho conhecido, intenso, explosivo, nascendo no interior do seu corpo e migrando por todas as suas terminações nervosas em direção ao seu sexo. Fustigada pela língua experiente do rapaz, ela gozou escandalosamente, sem nenhuma vergonha ou pudor:
- “Asssssssiiiimmmmm... Shhhhhhhhhhhhhhhh, caraaaaaalho... Ahhhhh, vai... vai... chupa... Ahhhhhhhhhhhhhh, põe a línguinha, põe, põe lá no-no-no... no... fuuuuuundoooooooooooooo!!!”, gemeu, estremecendo com a chupada recebida.
- “Goza, gostosa... goza, que a noite está só começando...”, ele respondeu, levando a mão para cima pelo corpo dela, até seus maravilhosos seios empinados, firmes e sexys.
Finalmente, ela pensou, os tremores do orgasmo recente ainda sacodindo seu corpo, conseguira gozar essa semana. Parecia que tudo rumava contra isso, desde o encontro frustrado na casa do seu primo. Mas agora, de maneira diferente, tudo parecia enfim estar funcionando. Ela lembrou-se da rola dele, longa, pulsante, forte... A cabeça rosada, lisinha. Aquilo fez sua xoxota se contrair de novo, a vontade pela trepada retornando com tudo, mesmo tendo acabado de gozar.
Esticou a mão e, sem surpresa, encontrou o membro duro do seu amante, que pulsou em resposta ao toque da sua mão. Mexeu nele, alisando-o para frente e para trás, provocando-o. A vontade de cair de boca nele rivalizava com o desejo de sentar-se sobre ele. Avaliou o tamanho, com os dedos. Não era tão grande quanto o do seu primo, era verdade, mas iria servir muito bem, como ela bem o conhecia. Afinal, estava acostumada a aproveitar muito as transas com seu namorado.
- “Rô... Eu estou doidinha para você por essa pica gostosa dentro de mim.”, falou, sabendo que o namorado curtia também um bom sexo falado.
- “E eu estou doidinho para matar a saudades dessa bocetinha linda...”, respondeu o Rodrigo, embora na verdade esperasse ser retribuído com um bom boquete.
Mas, sem reclamar, ele puxou a garota sobre ele, como sabia que ela gostava de iniciar as transas, mantendo o cacete apontado para cima. Ela se ajeitou sobre ele e, após esfregar a xoxota sobre a cabeça do pau dele algumas vezes, fazendo a cabeça dele se intrometer entre seus lábios, desceu a cintura lentamente, engolindo aquele naco de carne dura.
O pau do namorado era significativamente menor do que o do primo, mas ele a satisfazia totalmente, fazendo na cama tudo o quê ela queria, ao contrário do primo, sempre rebelde. Talvez por isso mesmo seu tesão pelo primo fosse tão grande, afinal de contas. Mas, quem iria fazê-la aproveitar agora era o namorado, e ela resolveu se concentrar no momento, e começou a se mexer sobre o namorado, gingando a cintura. O pau dele cravado em sua xoxota a excitava novamente, e logo ela gemia sobre ele, acelerando cada vez mais os movimentos.
Querendo aproveitar ao máximo a transa, o Rodrigo virou os corpos dos dois, deixando-a por baixo. Afastou bem as suas pernas, garantindo acesso livre às suas estocadas na menina, seu pau mergulhando livremente para dentro da xoxota dela. Os minutos foram se sucedendo, o tesão dela crescendo cada vez mais e mais, seus gemidos ficando mais intensos, até ele perceber que ela estava perto de um novo orgasmo. Interrompeu a transa, dando o golpe final (em ambos, na verdade).
Fez ela se virar da cama, ajeitando-a de quatro na cama. A visão da bunda dela, a pele lisinha, o delicado (e muito pequeno, e cavado) triângulo branco, denunciando o tamanho mínimo dos biquinis que ela usava, fez seu pau endurecer ainda mais. Deslizando seu cacete duríssimo pelo meio das bochechas das nádegas, ele passou perto do seu sonho de consumo, proibido, e apontou o pau para baixo, de encontro à xoxota dela. Ela até empinou um pouco a bunda, facilitando o encaixe.
Recomeçou a penetrá-la, e em trinta segundos ela gemia alto, mostrando o orgasmo se aproximando. Ele segurou-a pela cintura e meteu com vontade nela, seu pau deslizando rapidamente para dentro e para fora dela, até que ela gozou, cerca de um minuto antes dele próprio:
- “Ahhhhhh... Ahhhhhhh... Uffffffssssssssssssss... Hmmmmmmm... Vem-vem... ahhhh, ahhh, ahhh, ahhhh, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh”
- “Assim... caralho, que tesão... Ufffffssss, vou gozar...”, ele anunciou, desnecessariamente.
Sacando o pau de dentro dela, esguichou três jatos de porra quente e grossa sobre suas costas, pintando as costas dela com listras esbranquiçadas. Prostrado, deitou-se ao lado dela, ambos respirando de modo ofegante, até que ela adormeceu. Cerca de dez minutos depois, ele se levantou e usou uma toalha do banheiro para secar a menina. Puxou as cobertas sobre ela, se vestiu, e pé ante pé para não a acordar, se dirigiu para a porta, para sair.
Ao chegar na sala viu, pela grande janela, que um carro parara em frente a casa e alguém descera. Olhou no relógio e viu passar das três horas da madrugada. Entendeu que a cunhada estava retornando da sua balada, e abriu a porta para ela. Com muita surpresa, viu que ela não estava entrando. Com cuidado foi até o portão, pensando se poderia ser outra pessoa, e então a viu.
Encostada na parede ao lado do portão, meio sem ação, a ruiva parecia ter dormido em pé ali. Ele a chamou, sem resposta: - “Sussu, tudo bem? Quer ajuda?”. Abrindo o portão e chegando perto da garota viu que ela estava totalmente bêbada. Revirou os olhos, divertido, pensando na reação dos pais das duas “princesas”, se as vissem agora: Uma nua na cama após trepar a noite toda, e a outra bêbada na calçada. Tendo ele próprio passado por várias dessas, se solidarizou com a cunhada e resolveu ajudá-la a entrar, até porque ela parecia meio resolvida a dormir ali mesmo, de pé, encostada na parede.
- “Caramba, Cu...”, falou usando o apelido maroto com que se chamavam em alusão a ‘Cunhada(o)’, - “A festança foi boa, hein...”
- “Zuzzzo beinnn...”, ela respondeu, fazendo-o rir. – “Não conte pra minha... minha... você sabe...”, ela conseguiu falar, mostrando que ainda tinha juízo, embora não pudesse terminar uma frase decentemente.
Passando o braço por cima do seu ombro, foi ajudando a menina a percorrer a passarela entre o portão da rua e a porta da sala. Aproveitou, e não havia como não fazê-lo, para reparar na cunhada, já que o perfume dela estava mexendo com ele.
Ela trajava uma minissaia preta, muito curta, e uma blusa de paetês prateada que muito mal escondia seus seios. Estes, embora muito menores do que os da irmã caçula (afinal, ela não havia colocado silicone) eram muito tentadores. Ele tentou afastar essa ideia, e abriu a porta para ela entrar. Ela parou na porta, sem saber se devia entrar ou não. Sorrindo para ela, compreensivo, o Rodrigo falou:
- “Vamos, minha linda dama... É hora de ir para a cama.”, disse.
- “Linda... dama...?”, ela repetiu, rindo, como só as garotas bêbadas sabem rir.
- “Claro... Você está linda.”, ele condescendeu – “Aliás, você é linda sempre.”, falou, surpreso com ele mesmo. Pensou que jamais teria dito isso com ela sóbria.
- “Voxe é um... cara... LEGAL!”, ela conseguiu concluir, em cerca de vinte segundos para falar a frase toda. – “Eu GOXTO de voxê...”
- “Eu também gosto de você, Cu...”, falou, ousando na formulação da frase.
- “Voxê quer... me levar para... a... a... cama?”, ela falou, os dois braços colocados ao redor do pescoço dele, as palavras soando altas demais àquela hora, e naquela situação.
- “Nossa... Eu levaria você para a cama fácil, fácil...”, ele respondeu, se divertindo com o jogo de palavras, ainda mais porque tinha certeza de que ela não se lembraria disso no dia seguinte.
Embora, óbvio, ele não fosse fazer nada de errado com ela, ainda mais naquele estado de embriaguez, o joguinho de palavras com aquela gata, vestida daquele jeito (ele podia jurar que se espichasse mais um pouquinho os olhos, conseguiria ver o biquinho do seio dela pelo decote), e ainda com aquele perfume...
A Susan estava realmente trançando as pernas, literalmente. Ele resolveu ajudá-la de uma vez, antes que a Sônia acabasse acordando e pegasse a irmã mais velha naquele estado. A relação entre as duas era para lá de tempestuosa, e essa situação não iria ajudar. Ele estava decidido a se solidarizar com a cunhada e tentar livrar a barra dela. Se abaixou, e tirou os sapatos dela, para parar com o barulho dela andando, e evitar um acidente sobre saltos.
- “Voxê está... tirando... minha... roupa...”, ela falou, parecendo que ia começar a dormir de novo.
- “Só os sapatinhos, princesa...”
- “Eu... eu tenho... namorado... e voxê... voxê namora a pirralha. Isso...”, ela conseguiu concluir, de olhos meio fechados.
- “Ahhh, mas beleza... eles não estão aqui, agora.”, ele brincou, obviamente, para ele mesmo.
- “Ahhhh... Tão, tá...”, ela respondeu, fazendo-o pensar se ela iria em frente mesmo.
Atravessou a sala, passou pela porta do quarto da Sônia e parou para ouvir se vinha algum barulho lá de dentro. A Susan, praticamente carregada por ele, ainda soltou um – “Aqui... não! É da... pirralha!”, ao que recebeu de volta um – “Pssssssiu!” dele, o quê ocasionou uma óbvia (e inconveniente gargalhada dela).
Chegaram, enfim, ao quarto dela. Entraram. Ele ficou pensando na merda que poderia acontecer se a namorada acordasse, e decidiu deixar a porta totalmente aberta. Se a namorada aparecesse do nada, melhor ver que ele estava só ajudando a mais velha. Assim, levou ela até a cama. A ideia era apenas ajeitá-la ali, e cair fora. Porém, pensou, rapidamente, deixá-la assim iria apenas prorrogar o problema, já que pela manhã fatalmente a Sônia a veria adormecida de roupa, e iria somar dois mais dois. Porém, a garota não tinha condições de se trocar sozinha.
O Rodrigo ficou olhando para ela, deitada na cama, e pensando sobre o quê fazer. O juízo o mandava simplesmente cair fora dali, enquanto estava ganhando o jogo. Ajudara a cunhada, a namorada não vira nada, era só ir embora. Mas, pensou com o lado errado do cérebro, ele estava sendo meio covarde. A ajuda mesmo, de verdade, por mais hipócrita que a ideia parecesse, seria tirar a roupa da garota, cobri-la, e então ir embora. Isso sim seria um ‘Resgate Nota 10’.
Pensou mais um pouco, uma voz irritante gritando para ele sair dali. Chegou perto da Susan e sussurrou para ela:
- “Sussu... Você precisa tirar essa roupa, para poder dormir...”
- “Zuzzo bein...”, ela balbuciou de volta. Aquilo não ia funcionar.
- “O quê você usa para dormir, Sussu?”, ele perguntou. – “Onde está?”
- “Lá-á-á...”, ela apontou, sem olhar, para uma cômoda cheia de gavetas.
Reticente, olhando para a porta sem parar, ele abriu a primeira gaveta... Camisetas. Segunda gaveta... Meias, calcinhas... Ele tentou mal registrar isso. Abriu a terceira gaveta, e achou várias roupas de dormir... camisolas, pijamas, conjuntos. Pegou a primeira que achou.
Era uma camisola, preta, de alcinhas. Imaginou a cunhada dentro daquela peça, e seu pau deu um sinal de vida dentro da calça. Ignorou a imagem. Respirou, pensou no que estava fazendo, e concluiu que era loucura. Melhor ir embora. Caminhou até a porta, e deu uma última olhada na Susan. Largada sobre a cama, toda torta, vestida, a imagem da derrota. Ele não podia deixar ela assim, podia? Podia, e devia...
Saiu do quarto, em direção a porta da sala. Passou em frente ao quarto da namorada, a porta entreaberta. Pensou no risco que correra, ela podia ter levantado, ter ido em direção a cozinha, por exemplo, e tê-lo pelo no quarto da irmã. Ela continuava a dormir profundamente. Saiu e, dessa vez, fechou a porta do quarto dela. Agora, pensou, se ela se levantasse e saísse, ele ouviria o barulho da maçaneta, não era mesmo? Voltou em direção ao quarto da Susan.
Entrou, e foi direto para camisola preta, decidido a resolver aquela situação. Sessenta segundos, e ele trocaria a menina, e iria embora. Pensou até em fazer isso de olhos fechados, ou olhando para o lado, para não juntar sacanagem àquela missão de resgate. Falou para a Susan:
- “Cu... Vou ajudar você a se trocar, tudo bem? Pode ser? Para você não ser pega assim, dormindo vestida com a roupa da noite...”. Sem resposta. Precisou repetir a frase, chacoalhando a menina.
- “Voxê vai tirar... minha roupa???”, ela falou, parecendo que iria enfim, mandá-lo embora dali. – “Zuzzo beeemmm.. ahahah... não... tô... nem aí...”
Bem... Então agora ele tinha uma permissão para aquela loucura. Mas não era putaria, e ele estava, de verdade, mais do que decidido a não tirar o menor proveito da situação. A Susan era uma delícia, mas ele jamais se aproveitaria dela assim, bêbada. Começou a procurar o botão ou zíper da saia, para abrir a peça. Ela até ajudou, levantando um pouco a cintura do colchão. Ele, após um tempo que pareceu uma eternidade, achou o botão. Abriu. Abaixou o zíper... Cacete, pensou, agora não tinha mais volta. Se a Sônia aparecesse, ele precisaria se mudar para, sei lá, Cuba, talvez. Fora que a própria Susan podia acordar e começar a gritar. Um gelo se formou no seu estômago.
Pegou a camisola de novo, como se aquilo fosse um salvo conduto para ele. Puxou a saia preta dela para baixo pelas suas pernas. Saiu muito fácil, escorregando, facilitado pela meia-calça que ela usava. Ele não havia pensado nesse complicador. Livre da peça, a Susan começou a se virar na cama, se ajeitar para dormir de lado. Ele falou para ela:
- “Calma, Sussu... Precisa tirar isso, também... Calma que você já, já, vai estar dormindo, ok... Me ajuda...”.
Ela ajudou... Ele tirou a meia calça dela, e foi impossível não sentir a maciez das longas pernas da menina, e a muito, mas muito pequena calcinha preta que ela usava. Ele duvidou que aquele triângulo fosse suficiente para esconder a xoxota dela, mas, era. A visão daquele conjunto era quase mágica. Ele simplesmente se esqueceu da situação, e ficou ali, parado, admirando aquela visão divina.
Então, aconteceu...