Neve e Instinto

Eu tinha 24 anos e morava sozinha numa cabana pequena na beira da floresta, onde o inverno chega cedo e pesado. Depois que terminei com meu ex, adotei o Bruno, um pastor alemão branco enorme, forte e sempre carinhoso. Ele virou minha única companhia de verdade. Nas noites frias, quando a solidão apertava, eu me tocava pensando em coisas proibidas que via em vídeos antigos. Imaginava como seria sentir um animal de verdade dentro de mim. Gozava forte com isso, mas sempre jurava que era só fantasia.
Naquela tarde de neve fina, resolvi levar o Bruno pra passear. Coloquei uma legging térmica por baixo de uma saia curta de moletom, jaqueta e botas. O frio cortava, mas eu precisava sair. O Bruno corria feliz pela trilha, farejando tudo, e de vez em quando voltava pra lamber minha mão. Cada lambida quente na minha pele gelada fazia um calor subir entre minhas pernas. Fazia mais de três meses que eu não transava com ninguém. Minha buceta vivia molhada só de lembrar das fantasias que eu alimentava há semanas.
Entramos mais fundo na floresta. O silêncio era completo, só o barulho dos nossos passos na neve. De repente o Bruno parou, cheirou o ar e montou nas minhas pernas, esfregando o pau já meio duro na minha coxa. Parei de andar. Meu coração disparou.
— Bruno… não… — murmurei, mas minha voz saiu fraca.
Olhei ao redor. Ninguém. Só árvores brancas e neve caindo leve. A fantasia que eu repetia na cabeça estava ali, viva e quente, pulsando contra minha perna. Minha buceta latejava. A calcinha já estava encharcada.
— Porra… eu tô louca — sussurrei pra mim mesma.
Com as mãos tremendo de frio e excitação, abaixei a saia e a calcinha até os joelhos e fiquei de quatro na neve. O gelo queimava meus joelhos e as mãos, mas meu corpo inteiro ardia por dentro. Arqueei as costas, empinei minha bunda branca e abri bem as pernas. O Bruno não precisou de convite. O focinho quente dele lambeu minha buceta de baixo pra cima, a língua áspera raspando direto no meu clitóris inchado. Gemi alto e empurrei o quadril contra ele.
Ele montou rápido. As patas da frente apertaram minha cintura, as unhas arranhando de leve a jaqueta. O pau vermelho e pontudo acertou primeiro minha coxa, depois encontrou minha entrada molhada e entrou de uma vez. Soltei um grito abafado de prazer. Era grosso, quente, diferente de qualquer homem. O Bruno começou a meter com aquela velocidade animal, estocadas curtas e fundas, sem parar.
— Ai, caralho… assim… vai… — gemi, sentindo ele bater lá no fundo.
Logo senti o nó inchando. A base engrossou, esticando minhas paredes. De repente ele entrou inteiro e travou. Ficamos colados. O Bruno parou de estocar e começou a pulsar dentro de mim. O calor veio em jatos grossos e contínuos, enchendo tudo. Mesmo com o nó selando, um filete branco já escapava pelas bordas, escorrendo quente pelas minhas coxas e pingando na neve.
Eu tremia inteira. O nó pressionava tudo lá dentro, esfregando exatamente onde eu precisava. O prazer subiu rápido, quente, incontrolável. Gozei forte, meu corpo inteiro convulsionando, minha buceta apertando o nó enorme enquanto ondas de prazer me atravessavam. Gemi rouca, quase chorando de tão intenso.
— Tá me enchendo… tá me enchendo toda… — murmurei, sentindo ele continuar bombeando porra quente direto pro fundo.
Quase cinco minutos se passaram. Ficamos colados, o rabo dele balançando devagar. Eu sentia a barriga levemente inchada de tanto sêmen. O frio ao redor fazia tudo mais louco: corpo quente por dentro, gelo por fora.
Então o Bruno deu um puxão suave. O nó saiu de uma vez, sem luta. Não teve jorro explosivo. A maior parte já estava guardada fundo dentro de mim. Em vez disso, começou a escorrer um fio fino, constante, branco e viscoso, saindo direto do buraco que ele deixou.
Olhei pra trás, ainda de quatro. Minha buceta estava aberta. Um buraco vermelho, inchado, dilatado, as paredes pulsando devagar. O fio de porra descia devagar pelo meio da minha bunda branca, brilhando contra a neve. Fiquei ali, respirando pesado, sentindo o vazio repentino misturado com o peso quente lá no fundo.
O frio fazia tudo latejar mais.
O Bruno se aproximou, focinho curioso, e começou a lamber o que escorria. Cada lambida me fazia gemer baixo. Eu sabia que, se ficasse ali mais um pouco, ele montaria de novo.
A neve continuava caindo leve ao meu redor. Sorri, o rosto vermelho de prazer e frio.
— Boa cadela… — sussurrei pra mim mesma, sentindo o fio ainda escorrendo devagar.
Eu tinha cruzado a linha que tanto imaginara. E, pela primeira vez em muito tempo, não me sentia mais sozinha.
Foto 5 do Conto erotico: Neve e Instinto


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Ficha do conto

Foto Perfil diretornu
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Nome do conto:
Neve e Instinto

Codigo do conto:
259037

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
10/04/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
1