Eu, uma devassa, casada, e realizada.


Experiência nova no final de semana. Viemos a uma casa de praia gigantesca com amigos, aqui em Búzios. Ainda estamos na casa, iremos em bora logo mais. Eu não podia deixar de relatar logo, em primeira mão, essa experiência que tivemos na noite da Sexta-feira.

Nessa hora só estávamos na beira da piscina eu, meu amor, a Val, Andreia, e a Paulinha, que vocês já conheceram da série Quase perdi o homem da minha vida. Caso não tenham lido recomendo que leiam. Os rapazes vão ficar animadinhos, e as meninas vão aprender algo novo e fantástico que tem potencial pra reviver qualquer relação que tenha caído na rotina. Sem falar que é um super tesão! ; D
Eu tinha acabado de sair da piscina, tinha acabado de colocar os dois pés no chão firme, quando a Paulinha foi elogiando meu corpo. Como se tivesse cabimento, a mulher é uma deusa, dizendo que eu tava gostosa. Modéstia à parte, tava mesmo. Voltei a treinar depois de muito anos e meu bumbum tá mais empinado que nunca, as coxas bem definidas, e o abdômen saradinho, e meus seios pela misericórdia sempre foram empinados e macios. Sei que tava me amando, me senti gostosa, e a água tocando por fora a minha pele somada às caipirinhas do dia aquecendo por dentro me deixaram animadinha.

Nisso meu amor também sai da piscina e me abraça por trás, corpo todo molhando e a pica super dura contra aminha bunda, pra eu ajudar a disfarçar. Não sei o que deu em mim, que dei uma reboladinha no cacete dele, e sai andando em direção à espreguiçadeira.
Agi como uma boa filha da puta. Por mais que já tivesse anoitecido e toda a área em volta da piscina estive escura era impossível não ver aquele mastro duro dentro do calção do meu homem gostoso. Ele ficou sem reação por uns dois segundos, depois caminhou rapidamente até a espreguiçadeira ao lado da minha e sentou. Para um homem tão safado e cafajeste, me surpreende a decência do meu amor. Ele é cachorro o suficiente para comer todas as três meninas ali presentes, ali mesmo, se for algo que eu realize, mas, fora desse contexto especifico ele é completamente respeitador e ficou desnorteado pelo que eu fiz.

O clima nas espreguiçadeiras ficou meio pesado, meio alvoroçado. E, não era de insatisfação ou desconforto. Era visível o tesão nas caras e nos corpos das meninas. Modéstia à parte, o pau do meu homem marca muito gostosamente uma roupa. Pra tentar descontrair a Paulinha veio até a minha espreguiçadeira, passou entre meu mor e eu, aquela bundona dela, e aqueles peitos redondos na cara do meu homem me deixaram com um friozinho na barriga. É incrível, já fizemos vários ménages que eu mesma organizei, já vi meu homem fodendo várias mulheres gatas, mas ainda senti um friozinho na barriga quando ela passou de biquininho a centímetros dos olhos dele.
Ela de aproximou e começou tentar mudar a atenção da visão que elas tiveram do pau do meu amor com as suas brincadeiras típicas, dizendo que eu tava uma gata, que tava muito gostosa, até apertou minha bunda, e quando olho para o lado o pau do cachorro tava ainda mais duro, coberto por sua camiseta meio amassada por cima, mas indisfarçável. Ele começou a ficar claramente desconfortável, suando tendo acabado de sair da piscina.

Até que a Andréia que tava mais alcoolizada não conseguiu sustentar o disfarce coletivo e soltou “amiga, acaba esse sofrimento do coitado. Faz de conta que a gente não tá aqui” “Não é meninas?”. Foi o maior burburinho, e eu além de tudo que tava acontecendo, com medo de acordar os outros amigos que já haviam se recolhido para dormir.
As reações ao comentário da Andréia foram as mais diversas. Sabe aquele momento da reunião em que todo mundo fala ao mesmo tempo e você não consegue entender nada, apenas ter uma ideia do que cada participante tá sentido? A Val protestou, xingou a Andreia, mas a cara dela não conseguia disfarçar o interesse a curiosidade sabe? Já a Paulinha tava com uma carinha sonsa, de quem não quer se entregar mas tá louca pra aquilo acontecer!
Que loucura me deu, ainda tava com gotinhas de água sobre minha pele, que causavam calafrios quando o vento batia. Ainda conseguia sentir os dedos dele dentro de mim, de quando estávamos na piscina, aquela pica dura do meu ladinho, e foi batendo um tesão de puta, que eu me levantei fui até a espreguiçadeira dele e passei meus joelhos pelo corpo dele e fiquei assim, um joelho ao lado de cada coxa dele, os seios bem na altura do seu rosto. Fiz isso com um sorrisão, como quem tá só brincando, só entrando na brincadeira, mas morrendo de tesão. Num determinado momento passei bem os seios na cara do meu safado.

Não esperava aqui, mas o cachorro agarrou meus dois seios ao mesmo tempo, afastou os bojos do sutiã para as laterais e caiu de boca nos meus peitos, sugando um e apertando o outro, alternando isso entre os dois. Fui pega de surpresa, mas não consegui pedir pra parar. Estava consciente de que estávamos ao livre, consciente de que as meninas estavam vendo aquilo, mas fechei os olhos como se ao fazer isso o mundo exterior também fosse sumir, e só relaxei, sentindo aquela chupada nos meus seios, apertões, mordidas, lambidas, PQP, fique feito uma cachoeira. A calcinha do biquini tava completamente enxarcada.
Nessa hora o tesão de puta falou mais alto e guardei meus seios dentro do sutiã, empurrei seu tronco para trás, para ele recostar na espreguiçadeira e ele obedeceu. Beijei sua boca gostosamente, e desci beijando seu pescoço e seu tronco, beijando e lambendo seus mamilos, seu abdômen. Nesse momento o silencia era cortante no ambiente, só se ouvia um ou outro carro passando ao longe, meus beijos na pele do meu amor, o rangido da espreguiçadeira, e, nos momentos de pausa entre meus beijos, o silencio aumentava e conseguíamos ouvir as respirações ofegantes dos 5 ali presentes. Eu sempre parando pra olhar para o meu amor, e notar sua cara de tesão e espanto pela minha espontaneidade. De estar pensando que eu tô mais sem vergonha do que nunca.

Depois de algum rodeio por culpa da incerteza da situação, finalmente cheguei no pau que tava parecendo aço e todo melado, chega tava uma bela marca no calção. Após hesitar um pouco, respirei fundo e tomei coragem. Meti as duas mãos nas laterais, por baixo do corpo dele e puxei seu caução, ao que ele me ajudou levantando o quadril. Vocês não queriam isso? Agora vão ter de camarote. Pensei!
E, sem a mínima coragem para olhar ao redor comecei a chupar o cacete gostoso do meu macho. No instante em que a o calor da pica se aproximou dos meus lábios, antes mesmo do toque das peles eu já esqueci o mundo ao redor. Só queria sentir aquela cabeçona quente na minha língua, nas minhas bochechas, no céu da boca, na minha garganta. Queria sugar aquele caralho, até receber leitinho na boquinha com uns gemidos bem sacanas do meu cachorro gostoso. E foi o que fiz, chupei aquele caralho com gosto.
Eu babava na pica e depois metia toda na boca, tirando bem sequinha, fazia sequencia de metidas, como se tivesse levando na buceta em vez da boca, punhetei, suguei suas bolas, sem parar de bater punheta. E, senti vontade de repetir uma coisa nova que fizemos. Foi quando abri os olhos pra me comunicar com meu amor, mandar ele abrir e levantar as pernas pois queria passar a língua no cu dele.
Aprendi isso com uma deusa que eu acompanho aqui e fiz uma vez só, mas, meu amor urrou de prazer e deu uma gozada incrível que me fez gozar só pelo orgasmo dele, foi delicioso, e ainda quero fazer isso a duas, eu lambendo o cu do meu cachorro, e alguma amiguinha chupando seu pau. Deve ser incrível!
Cada vez que descubro uma forma de dar prazer ao meu amor já começo a pensar como daria pra tornar aquilo ainda mais intenso, mais gostoso, mais safado. Homens adoram putaria, homens como ele. Isso proporcionado pela própria esposa é receita pra vida sexual cinematográfica.

Mas como comecei a contar, abri os olhos pra fazer aquilo e não resisti a olhar em volta. A Paulinha tava deitada bem do ladinho, à esquerda na minha espreguiçadeira. Estava só deitada de lado na espreguiçadeira e de frente pra nós, a expressão do rosto estava bem controlada, mas seu rosto tava super vermelho, dava pra ver as marcas de mordidas em seus lábios, seus peitos estavam quase rasgando o top do biquini, e dava pra notar a força que ela estava fazendo nas coxas, provavelmente pra segurar o melzinho pra não escorrer.
Não senti nenhum ciúme, só tesão. Do outro lado, a Val tava deitada do mesmo jeitinho, mas, com as pernas dobradas, coberta por um toalhão e sua mão esquerda estava explicitamente dentro do top, acariciando os seios, a direita eu não enxerguei, mas pela posição imagino que o braço tava por trás do corpo, e a mão provavelmente tava na xana, vindo por trás da bunda.
A safada da Andreia que fingiu ter sugerido brincando não se fez de rogada e colocou um cadeira de plástico bem por trás da espreguiçadeira do meu cachorro, meio para o lado direito da gente. Tinha uma visão perfeita da mamada e tinha afastado os top e a calcinha do biquini para o lado e tava batendo uma freneticamente, dedo dentro da xana enquanto a outra mão se alternava entre dedilhar seu grelinho e apertar os seios, uma completa vagabunda, mas teve a consideração de se posicionar por trás do meu esposo. Tá perdoada.

Essa foi a visão completa que eu tive, e na hora dei uma mordiscada na pica que o fez abrir os olhos, então fiz sinal com a cabeça pra ele olhar em volta. Meu cafajeste olhou calmamente ao redor, levando seu tempo ao olhar pra cada uma, e voltou a olhar pra mim, e começou a bater uma. Como fazia um tempinho que eu tava mamando acelerei as linguadinhas no cu dele, sabendo que ele devia estar perto de gozar. Logo após isso a beira da piscina virou uma atmosfera sexual.

Meu amor batendo uma punheta, gemendo com minhas linguadinhas no cu dele, eu gemendo de tesão com aquilo tudo, a Paulinha já com uma mão dentro do biquini gemendo fininho e baixinho, a Andreia gozando feito uma puta, gemendo a menos de um metro do ouvido do meu amor, e a Val também não disfarçava mais, deitada de frente, pernas abertas, apertando os seios e dedilhando com velocidade se botãozinho de prazer, apenas coberta pela toalha e tentando segurar os gemido, mas sem conseguir evitar de se contorcer.
Nessa luxúria coletiva um som grave, alto e estremecido invadiu o ambiente, era o gemido do meu macho dando uma gozada deliciosa. Acelerei as lambidas e chupadas no seu cu e ele acelerou a punheta gozando mais e estremecendo do orgasmo, ficando com a mão e o abdômen cobertos de leitinho. Mais ou menos um minuto depois, meio recomposta, subi pela virilha até a barriga, lambi e tomei toda a leitada, ainda bem quente e bem grossa. Depois lambi toda a sua mão e deixei limpinha. Engoli toda a porra do meu amor na frente das meninas, olhando pra elas e soltando um sorrisinho bem de vagabunda.

Após isso, o silêncio constrangedor no ar era ensurdecedor. Ficamos assim algum tempo que não sei precisar quanto. Então, o safado se levantou da espreguiçadeira, peladão mesmo, juntou nossa toalha, seu calção, jogou tudo dentro da minha bolsa. Enquanto isso eu só conseguia continuar sentadinha aos pés da espreguiçadeira dele ainda molinha de tesão, e as meninas jogadas em seus lugares em conseguir se mexer de vergonha, e de tremor nas pernas. Meu homem gostoso safado me deu a mão e me levantou. Foi até a espreguiçadeira do lado, se curvou e deu um beijo no rosto da Paulinha, como sempre faz. Foi até a Andréia e fez a mesma coisa, e o mesmo com a Val, como se nada tivesse acontecido, completamente pelado e com o pau ainda bem inchado.

Dava pra ver o tesão em tudo nelas. Já o meu tava recomeçando a ferver novamente, por causa da atitude ousada do meu Homem safado.
Juntei-me a ele com a bolsa de praia e entramos. Naquela noite não vimos sono. Trepamos até de manhãzinha, e com os raios de sol já entrando pelas frestas adormecemos a manhã inteira, despertando só para um almoço cheio de carinhas desconfiadas. Foi uma loucura e uma delícia.

Sinto-me cada dia mais livre pra ser a puta que sempre quis, e dar cada vez mais prazer e experiências ao meu homem, meu macho, meu amor.
Eu, uma devassa, casada, e realizada!


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu, uma devassa, casada, e realizada.

Codigo do conto:
260424

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
26/04/2026

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