Fantasia compartilhada!


Ser safada é bom. E, ter um casamento de sexo gostoso é melhor ainda, é um sonho!
Meu amor e eu somos tão saciados nesse aspecto quanto é possível ser, mas sentia que estava faltando alguma coisa.

Não faltando algo que não fizemos, não é esse o espírito. Mas, algo que enriqueça nossa experiência como casal e como pessoas. Que nos permita expressar nosso amor sem ressalvas, sem disfarce, entre gente querida com liberdade. Como se fosse simplesmente algo que rolou espontaneamente… ao natural!

Com essa pulguinha atrás da orelha resolvemos nos unir a um casal delicioso que conhecemos por aqui. Eles são ótimos. E, para mim, é como se fossem uma versão de nós mesmos, no corpo que pertence a outro par de almas. São safados, gostosos, e acredito que serão ainda melhores que nós mesmos, pois são novinhos e terão toda a oportunidade.

Esse é um conto de fantasia, que começa assim:

Sem fazer rodeios, estávamos já os dois casais no motel. Já havíamos saído juntos, conversado, curtido a noite, tomado umas bebidas. O clima fora de descontração e muita sensualidade. E, sensualidade é o que nós duas temos de mais intenso. Duas rainhas do amor, para nossos reis!

Na nossa suíte, começamos com um belíssimo e irresistível espetáculo. Já bem soltinhas dos drinks, beijamos nossos amores e os posicionamos sentados cada um em uma poltrona, bem de frente para um pequeno palco de tatame com um poste no canto.

A partir daí foi só putaria senhoras e senhores, mas putaria gostosa, putaria da boa, e principalmente, putaria cheia de amor.

Com a luz ambiente bem tênue, abajures ligados ao lado das poltronas propositalmente, e dois spots acesos sobre o palco, e começamos a sensualizar para nossos homens. A princípio meio sem jeito, mas o tesão e a putinha dentro de nós falou mais alto.
Fizemos um belíssimo streap pra nossos homens, nossos machos, nossos clientes tarados.
Dançamos, rebolamos, tiramos a roupa uma da outra, bem provocadoras, olhando dentro dos olhos dos safados, que engoliam em seco a cada botão aberto na roupa uma da outra. Ficaram como dois meninos, diante de duas gostosas.

Por causa dos abajures acesos assistimos de camarote os cachorros safados tirarem as suas roupas e sentarem peladões nas poltronas com suas picas na mão, massageando aquelas toras, prontos para bater punheta para as duas putas que levaram pro motel!

Tiramos as roupas uma da outra, com delicadeza e sensualidade, exceto pela lingerie. Eu estava de lingerie de renda. Um conjunto lindo e bem delicado combinando. A safada tava com um fio dental totalmente cravado no rabo, só se via aquela bunda linda, e na frente um pedacinho de pano que mal cobria sua xana. E, sem sutiã! Apenas seus peitos lindos à vista, empinados e ouriçados, durinhos, bem arrepiados. Uma visão complemente erótica! Vadia! pensei na hora, mas com um grande sorriso de alegria e safadeza.

Já nesses trajes infernizamos nossos tarados. Sensualizamos, pra eles, dançamos com nossos corpos coladinhos, feito duas stripers bem caras! fizemos passinho de funk, com a raba de uma colada no corpo da outra e vice versa, praticamente duas putas mesmo, trabalhando, dando seu melhor pra entreter, seduzir e satisfazer dois clientes bem cafajestes e gostosos!

Sem sexo entre nós. Gostamos de pica! Gostamos muito de pica! Duas mulheres vadias fazendo programa, mais pelas picas que pelo dinheiro! ; )

No auge da sedução os cachorros estavam batendo uma freneticamente pra nós, ou melhor, batendo uma não, batendo duas!
Cada macho com seu caralho na mão, punhetando feito tarado assistindo pornô!
Foi a nossa deixa!

Descemos do palquinho e caímos de boca nos cachorros engolindo aqueles cacetes até encostarem na garganta, tirando gemidos graves dos nossos clientes amores. Cada menina com o seu!
Mamamos aquelas picas com todas as nossas energias, todo o nosso erotismo, gemendo, escorrendo melado pelas bucetinhas, parecia um sonho, e nossos boquetes foram naturalmente evoluindo para deliciosos beijos gregos. Lentos, demorados, babados!

Nossos machos se contorciam e gemiam nas poltronas. A gente gemia enquanto dava linguadas nos seus cus do nosso tesão. Linguadas, lambidas, chupadas no cu dos nossos machos, chega estalava, nossos gemidos se misturavam e eu gozei ali mesmo!

Foi quando, quase simultaneamente tivemos a ideia gostosa, e pusemos em prática;

Embora haja uma grande distinção entre safados e safados…
Têm os carinhas, que dispensam apresentações, vocês sabem o que é um “carinha”, e têm os homens mesmo, até entre esses, têm os homens, e os HOMENS. É desses últimos que a gente quer, e, é desse tipo que a gente tem. Duas putinhas de sorte, as famosas putas de um homem só como diziam antigamente. Casadas mas duas completas devassas, dedicadas aos machos das nossas vidas. Por isso demos aos nossos cachorros um gostinho, uma amostra, do sonho molhadinho e meladinho de todo homem safado e cafajeste.

Num ato máximo de sedução e putaria, nós duas tiramos nossas calcinhas e ficamos de joelhos, de costas pra nossos amores.
O dela tava à nossa esquerda e o meu à direita, então invertemos posições, fiquei à esquerda e a minha parceira de crime à direita. Cada uma no mesmo lado em que estava o homem da outra.
Nós viramos de costas para eles, ajoelhamos bem sensualmente, olhando pra trás, cada uma olhando fixamente os olhos do seu amor, descemos empinando a raba até ficar de quatro no palquinho, cada uma de nós mais próxima ao homem da outra, mas, nossas rabas voltadas cada uma na direção dos nossos próprios machos!

Nessa hora o tesão no ambiente era altíssimo. Por mim tava me sentindo como num set de filme pornô. Sendo a co-estrela do espetáculo e ao mesmo tempo a vagabundo do lugar, junto com a gata maravilhosa que tava de quatro ao meu lado. Duas rabas gostosas empinadas, bucetinhas arreganhanadas escorrendo mel, cuzinhos piscando de tesão, nervosismo no máximo, mas o desejo também.

E, essa era a cena, nossos machos, nossos clientes sentados em suas poltronas, de frente para o palquinho, a uns dois metros um do outro, sentados completamente nus e com as picas nas mãos, de quando em quando reiniciando suas punhetas, pois estavam tão extasiados com a visão que às vezes paravam meio boquiabertos pra ficarem só admirando o espetáculo, com aqueles seus caralhos em riste.

Sentados, pelados, picas duras ao máximo!
No palquinho, eu e minha colega, fazendo nosso trabalho. Nós duas de quatro uma ao lado da outra, eu do lado onde tava a poltrona do homem dela e ela no lado da poltrona do meu, nossos corpos bem pertinho um do outro em paralelo, mas, levemente inclinados de maneira que ambos os machos podiam ver bem ambas as rabas expostas, mas, o ângulo era meu rabo voltado pra meu cliente e o dela pro cliente dela, só pra os dois ficarem igualmente loucos de tesão, com aquele clone de sete de filmagem das brasileirinhas.
Aquela impressão de que era uma orgia completa, um monte de putas à disposição pra os atores safados saírem metendo, sabe? Fodendo em filinha feito dois garanhões? Bem ao estilo vagabundas-cafajestes mesmo. Aquilo foi o auge até então do quão putas nós somos.
Mas, putas casadas.
A intenção ali era seduzir, era enlouquecer, proporcionar algo absurdamente excitante em nossos machos. Era como se estivéssemos numa joint venture, uma iniciativa em que nos associamos para elevar completamente o patamar de sedução, safadeza e putaria daquela ocasião, causando a sensação de que nossos cliente gostosos estavam numa deliciosa orgia. Tudo isso para dar prazer aos nossos próprios homens, nossos próprios machos. Eu tava ali pelo meu, e ela pelo dela. E nossos cachorros pelas putas que se apresentavam pra eles, mas, sabíamos que nossos homens gostosos estariam loucos pra entrar em nós, pra nos foder. Era sedução compartilhada, para jobs individuais.

Olhei para o lado, tentando sentir o que minha parceira de trabalho tava sentindo e a visão foi, seu rostinho deitado de lado, colado no chão, olhos fechados, boquinha meio aberta e bem vermelha de desejo, e na face a maior expressão de tesão a maior cara de puta, mais ou menos como a minha também deveria estar. Fiz som de quem limpa a garganta e ela abriu os olhos, nossos rostos estavam bem próximos um do outro, ela me olhou e eu abri um sorrisão bem safado. A gata respondeu com um sorriso, alegre, meio tímido, mas cheio de intimidade e sacanagem. Nessa mesma hora, como que por transmissão de pensamento tivemos a mesma ideia, e sem falar nada, levamos nossas mãos às nossas xanas e iniciamos uma deliciosa siririca em dupla!

Para a gente a sensação era libertadora. Era como se finalmente estivéssemos expressando na totalidade quem nós realmente éramos. Duas putas safadas, devassas, duas “brasileirinhas” sem pudor, duas putas casadas, sendo putas com seus amores!

Impossível demorar muito, e começamos a gozar naquele ambiente de mais pura putaria. Ai foi a vez dos nossos machos agirem por instinto. Eles se levantaram na mesma hora, com suas toras em riste e latejando, vieram até nós e meteram. Meteram mesmo, meteram gostoso, feito dois atores pornô bem talentosos!
Não teve carinho, pelo menos foi isso que eu vi com ela e senti comigo.

O cachorro da minha amiga veio por trás com o caralho todo melado de desejo, posicionou-se, fez um rápido alongamento, deu uma punhetada pra sentir bem sua pica que tava parecendo pedra, e socou de uma vez só, até o talo. Literalmente atolou o cacete na minha amiguinha, que recebeu a tora com um gemido profundo, e uma carinha de sofrimento por prazer! Tínhamos acabado de gozar caramba, e os tarados vieram meter nas nossas xaninhas imediatamente!
A gata só deu seu sexo, se debruçou ainda mais empinando e abrindo o rabo, rostinho colado no chão, bem de frente pra mim, a menos de um palmo talvez, e vi tudo de camarote, cada nuance e cada estocada violenta. As metidas do homem dela faziam um som gostoso contra sua raba. A partir daí foram só carões e gemidos, misturados com alguma expressão bem obscena!

Da minha parte, mal recuperei o fôlego, pela gozada na siririca, quando senti dois tapões na minha bunda, e uma estocada de caralho abrindo a minha buceta encharcada e entrando, trazendo aquela sensação gostosa e tão bem conhecida por mim. A pica do meu homem! Aquilo tirou um gemido e um sorriso do meu rosto, junto com uma rebolada bem provocativa, rebolada que dei bem na hora que minha colega de trabalho tava olhando pra mim, e reagiu com um sorrisão de mulher safada vendo putaria das boas.

Depois disso foi só sacanagem. Os dois cachorros safados nos foderam como se suas vidas dependessem daquilo. Meteram sem dó. Só se ouviu o arfar dos machos e nossos gritos de puta ecoando pelo quarto, junto com os sons das metidas, das quatro virilhas se encontrando em uma sinfonia erótica hipnotizante, gostosa, densa. Uma aura de putaria nos cercava. Sentíamos completamente livres, como sempre deveríamos ter sido. Duas vagabundas de filme, e dois caras bem gostosos e completamente cafajestes, nos comendo gostoso, sem meia conversa, só foda das boas, pica pra dentro de duas vagabundas!

Que delícia de sensação, que tesão exacerbado. Tudo surreal de gostoso.
Quando demos por nós mesmos estávamos uma inclinada em relação á outra, meio que em V, o rostinho dela beeeem juntinho do meu, nossos antebraços cruzados sobre o tatame do palquinho, eu segurando nela e ela segurando em mim. Firme, com força!
Era como se uma estivesse apoiando a outra naquele momento intenso, e ao mesmo tempo servindo de suporte físico uma pra outra pra aguentar as estocadas de ator pornô, que nossos amores estavam nos dando. Estocadas fortes! Nos abrindo profundamente.

E nós, a aquela altura éramos só duas putinhas sendo fodidas gostoso, feito uma duplinha de acompanhantes atendendo juntas, sendo arregaçadas. Minhas mãos segurando firme o antebraço dela e ela os meus, rostinhos pertinho, e expressões de dor de prazer nas caras das duas, embora nesse momento estava impossível pra nós abrir os olhos, só gritos e gemidos, e um orgasmo tântrico que veio como uma cachoeira e com um formigamento intenso em toda a minha xana, na hora que os machos começaram a gozar nos inundando de porra e enchendo o ar de gemidos gostosos, gemidos de macho, gemido de quem realmente gozou gostoso e tá totalmente satisfeito, sabe? De tarado esvaziando as bolas?
Que gozadas!
Imediatamente chegamos ao orgasmo novamente, com nossos corpos estremecendo, nossas coxas tremendo feito vara verde, nossas xaninhas bem fodidas e super melada, encharcadas das leitadas dos nossos machos.

Estávamos no paraíso!

Lentamente fomos voltando à consciência. Nossos olhos foram abrindo, nos vimos bem pertinho uma da outra, centímetros. Nenhum constrangimento no ambiente. Olhamos uma dentro dos olhos da outra e o único sentimento era de realização, uma cumplicidade que nunca tinha experimentado na minha vida. Depois, sorrisinhos trocados com aquela sensação de que uma sabia exatamente o que tava se passando na cabeça e no coração da outra. E, uma paz! Aquela paz pós orgasmo!

Em seguida eles saíram de dentro de nós, os caralhos ainda duros, pingando da mistura de melado da puta com gala do ator pornô. A mistura mais erótica que existe. Como que transmitindo pensamento os dois vieram até nós e meteram nas nossas bocas. Fiquei toda arrepiada com o gemido que minha coleguinha deu. Aquela gosta de chupar um caralho! É notável! Ela gemeu com uma satisfação absurda, e deixou a pica do seu amor limpinha, nem leitada nem melado, nada sobrou. Chega a cabeça saiu lustrada da boca da safada. Um trabalho impecável! Uma delícia!
Lógico que não fiquei pra trás e limpei a pica do meu amor com minha língua, engolindo tudinho!

Depois, todos nos olhamos e sorrimos satisfeitos, caímos deitados no tatame do palquinho e relaxamos. Relaxamos mesmo!

Ficamos lá, os quatro devassos, felizes, satisfeitos, e esgotados, deitados. Nossos homens deitados por trás de nós nos abraçando. E cochilamos juntinhos. Até o tesão nos despertar, para darmos continuidade ao final de semana de prazeres!

Mas essa continuidade eu vou pedir à minha coleguinha de programa para escrever. Estamos compartilhando uma fantasia.

Minha amiga de obscenidades!

Sem espírito de competição, queremos fazer tudo. A ideia é, tudo o que eles já fizeram a gente experimentar, e eles também fazerem tudo o que nós dois já experimentamos. Pra depois compartilharmos nossas experiências e deliciosas impressões.
Serão nossos confidentes íntimos, tipo casais espelhos, na putaria e no amor!


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fantasia compartilhada!

Codigo do conto:
262909

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
25/05/2026

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