Era verão na costa da Bahia, e eu, Victor, precisava desaparecer. Aos 39 anos, com 1,78m e 88 quilos bem distribuídos — cintura fina, quadris largos e uma bunda redonda que sempre chamava atenção —, eu vivia fugindo de mim mesmo. Advogado bem-sucedido em Salvador, eu tinha tudo: dinheiro, status, um apartamento de frente pro mar. Mas por dentro era só fome. Fome de me entregar, de ser usado, de servir um homem de verdade. Meu pau pequeno e delicado nunca me fez sentir macho. Eu me sentia uma fêmea presa num corpo que a sociedade insistia em chamar de homem. Aluguei uma casa isolada numa ilha pequena, acessível só de barco, a meia hora da costa. Queria silêncio para escrever um livro que nunca saía. O corretor avisou: “O caseiro da ilha é o Tião. Ele cuida de tudo por aqui. Homem de confiança.” Quando cheguei de lancha, Tião me esperava no pequeno cais. Trinta e quatro anos, 1,93m de puro músculo nordestino bronzeado. Pele morena dourada de sol, barba cerrada, cabelo curto e olhos castanhos que pareciam ler a alma da gente. O corpo era uma escultura: ombros largos, peito largo coberto de pelos escuros que desciam pelo abdômen marcado, braços grossos de quem puxa rede o dia inteiro, e pernas poderosas dentro de uma bermuda jeans surrada. O volume entre as pernas era impossível de ignorar — um pau grande mesmo em repouso, balançando pesado com o movimento do barco. — Bem-vindo, doutor — disse ele com voz grave e rouca, estendendo a mão calejada. O aperto foi firme, demorado. Senti o cheiro dele: sal, sol, suor limpo e homem. Meu cu piscou involuntariamente. Nos primeiros dias mantive distância. Trabalhava na varanda com vista pro mar, enquanto Tião pescava, consertava a casa ou trazia suprimentos. Eu o observava de longe: o jeito como as costas largas brilhava de suor, como a bermuda marcava aquela rola grossa quando ele se agachava. Ele era hétero assumido, viúvo há três anos, pai de um filho que morava com a avó no continente. Eu era só o “doutor da cidade” pra ele. Ou era o que eu pensava. Uma tarde, o mar ficou agitado. Tião apareceu na varanda, sem camisa, suor escorrendo pelos pelos do peito. — Doutor, vou sair pra pescar antes da maré. Quer ir junto? Pode ajudar a puxar a rede. Aceitei. No barco pequeno, o balanço do mar nos jogava um contra o outro. Seu corpo quente e cheiroso roçava no meu. Quando puxamos a rede cheia de peixes, ele riu alto, satisfeito, e deu um tapa amigável na minha coxa. — Tu tem força escondida, hein, Victor? — Os olhos dele desceram por meu corpo. — E esse rebolado quando anda... tá me distraindo desde que chegou. Fiquei vermelho. Não respondi. Naquela noite, uma tempestade forte chegou sem aviso. O vento uivava e as ondas batiam forte na casa. Às três da manhã, a luz acabou. Bateram na porta. Abri e lá estava Tião, encharcado, só de bermuda, o corpo brilhando com a água da chuva. Os mamilos escuros endurecidos, a bermuda colada marcando cada centímetro daquele pau monstruoso. — A lancha tá batendo no cais. Preciso amarrar melhor. Vem me ajudar? Fui. Na escuridão e na chuva, trabalhamos juntos. Quando voltamos pra casa, estávamos molhados e ofegantes. Ele fechou a porta e me olhou de um jeito diferente. — Tu obedece rápido, Victor. Gosto disso num homem... ou melhor, numa mulherzinha como tu. Meu coração disparou. Ele deu um passo à frente, me prensando contra a parede com o corpo enorme. Não foi violento — foi inevitável. Sua mão grande segurou meu queixo com firmeza. — Eu vi como tu me olha. Como tua bunda rebola quando passo. Faz tempo que não como alguém... e tu tá pedindo pra ser comida. — Tião... — sussurrei, a voz tremendo de tesão. Ele me beijou. Beijo de macho: dominante, língua invadindo, barba arranhando minha pele lisa. Suas mãos grandes apertaram minha bunda, abrindo as nádegas por cima do short. — Tira a roupa. Quero ver minha fêmea. Obedeci, tremendo. Quando fiquei nu, ele sorriu, satisfeito. — Olha essa bundinha... feita pra levar rola. E esse pintinho pequeno... coitadinho. Tu não nasceu pra ser macho, né? Nasceu pra servir. Ele tirou a bermuda. O pau pulou livre: 24 centímetros grossos, veioso, cabeça rosada e inchada, pesado. Um pau de macho alfa. — De joelhos. Ajoelhei no tapete. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e esfregou o pau no meu rosto, batendo nas bochechas, nos lábios. — Cheira teu macho. Isso... lambe as bolas. Agora chupa devagar, minha princesinha. Chupei com devoção, olhando pra cima como ele mandou. Ele gemia rouco, fodendo minha boca com estocadas controladas, profundas, mas sem me machucar. Quando gozou, segurou minha cabeça e jorrou forte na garganta. — Engole tudo. Não perde uma gota do leite do teu homem. Depois me carregou pro quarto como se eu não pesasse nada. Me colocou de quatro na cama, cuspiu no meu cu e abriu com os dedos grossos. — Tá piscando pedindo rola... que vadia gulosa. Entrou devagar no começo, me abrindo, me preenchendo. A dor virou prazer quente. Quando estava todo dentro, ele deitou o corpo sobre o meu, mordendo minha nuca. — Agora tu é minha, Victor. Minha mulher da ilha. As estocadas foram profundas, ritmadas, possessivas. Ele segurava meus quadris, me puxando contra si, gemendo no meu ouvido: — Geme pra mim, minha fêmea... isso... aperta esse cu gostoso. Gozou dentro de mim com um urro longo, enchendo meu intestino de porra quente. Não saiu. Ficou lá, duro ainda, e começou a se mover de novo. Fodemos a noite inteira — na cama, contra a parede, na varanda enquanto a chuva caía. Ele gozou quatro vezes: boca, cu, cu de novo. Sempre mandando eu segurar o leite dele dentro. Na manhã seguinte, acordei dolorido e feliz. Preparei café da manhã — ovos, pão na chapa, suco de laranja. Tião entrou, só de bermuda, me abraçou por trás e apertou meus mamilos. — Boa menina. Gostei disso. A partir de agora tu cuida da casa e de mim. Eu cuido do resto... e de ti. E foi assim que virou nossa rotina deliciosa. De dia ele pescava ou consertava coisas na ilha. Eu escrevia um pouco, mas principalmente cuidava da casa, cozinhava, lavava suas roupas. Toda vez que ele voltava suado, eu já estava esperando — de joelhos no cais, ou de quatro na sala, ou só de avental na cozinha. Ele me fodia em todo lugar: me curvando sobre a mesa de jantar, na rede da varanda balançando com as estocadas, no chuveiro, até no barco ancorado. Sempre com aquela voz grave e carinhosa: — Isso, minha princesinha... toma o pau do teu macho. Segura meu leite dentro dessa bucetinha apertada. Tu nasceu pra isso. Às vezes ele me fazia passear nu pela casa só com um plug no cu, cheio dele. Outras, me chamava de “esposinha” enquanto eu chupava seu pau depois do almoço. Quando o dono da casa ligou dizendo que precisava adiar meu retorno, Tião sorriu, me puxou pro colo e meteu devagar enquanto eu falava ao telefone, me controlando pra não gemer. — Fica o tempo que quiser, doutor — disse Tião depois, gozando dentro de mim mais uma vez. — Essa ilha agora tem dono... e tu tem um macho. Naquela ilha isolada, eu finalmente encontrei o que sempre quis: ser completamente dele. A fêmea submissa, obediente e bem comida de um verdadeiro macho alfa. E eu nunca fui tão feliz.
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