— Anna, eu tô morto. Vou indo na frente pra casa. Você compra uma garrafa de água gelada e alguma coisa pra gente comer amanhã. Não demora — disse o marido, já virando a esquina, arrastando os pés.
Anna ficou sozinha. Vestidinho florido curto, sem sutiã, pernas branquinhas tremendo um pouco, aliança brilhando no dedo. Entrou no bar meio envergonhada, cabeça baixa.
Edu estava lá com os quatro amigos — todos malhados, tatuados, bebendo cerveja no fundo. Ele, português de 24 anos, branco como leite, corpo todo liso sem um pelo, braços grossos cheios de tatuagem preta, nariz perfeito, olhos cor de mel. Assim que viu Anna sozinha no balcão, sorriu devagar.
Começou sutil.
— Boa noite, linda. Água gelada? — perguntou Edu com voz grossa e sotaque lisboeta, aproximando-se devagar. — Tá sozinha agora?
Anna corou violentamente, olhando pro chão.
— Meu marido… ele foi na frente. Só vim comprar água e umas coisas pra comer… — murmurou, voz baixa, submissa.
Edu encostou no balcão ao lado dela, bem perto. O cheiro dele (suor limpo de homem + perfume forte) invadiu ela.
— Relaxa, gata. Aqui é bar dos amigos, tá seguro. Você é casada, né? Que aliança bonita… — Ele tocou de leve no dedo dela, só roçando. Anna puxou a mão rápido, mas sentiu um arrepio na bucetinha.
Ela ficou quieta, envergonhada, pagando as coisas. Edu não deixou ela ir embora. Começou a conversar baixo, conquistando:
— Você parece uma santa… vai na igreja, reza, né? Mas tem cara de quem sonha com coisa mais forte. Olha pra mim.
Anna levantou os olhos devagar. Os olhos mel dele prenderam ela. Ela ficou vermelha, mordendo o lábio.
— Eu… eu sou casada. Não posso… — sussurrou, mas não saiu do lugar.
Edu sorriu, voz mais baixa ainda:
— Ninguém tá vendo. Teu marido já foi. Fica mais um pouquinho. Só conversa comigo. Você é linda pra caralho… corpo gostoso assim, escondido debaixo desse vestidinho.
Ele elogiou devagar: o cabelo, os peitinhos que marcavam no tecido, as pernas. Anna tremia, bucetinha molhando contra a vontade, vergonha enorme, mas não conseguia ir embora. Ele era tão bonito, tão másculo, tão confiante…
Depois de uns minutos conquistando com palavras e olhares, Edu encostou o corpo no dela por trás, disfarçado, enquanto ela fingia olhar as prateleiras.
— Tá molhada já, né, Anna? — sussurrou no ouvido dela. — Posso sentir o cheiro de tesão dessa bucetinha casada.
Ela gemeu baixinho, pernas fraquejando.
— Por favor… eu sou religiosa… meu marido…
Mas Edu já tinha conquistado. Segurou o braço dela com firmeza (ainda não bruto) e levou ela pro fundo do bar, onde os amigos esperavam sentados, paus já marcando na calça.
— Agora vai sentar pro dono, putinha — rosnou, voz mudando de doce pra bruta.
Anna caiu de joelhos, mãos tremendo. Edu abriu a calça e a rola grossa de 20 cm saltou dura na cara dela.
Aí ele virou a besta.
— Chupa essa rola, sua puta casada de merda! — rosnou Edu, segurando o cabelo dela com força bruta e enfiando metade na boca. — Isso, engole, sua hipócrita religiosa! Teu marido tá indo pra casa dormir e você tá aqui de joelhos mamando rola de estranho no bar!
Anna engasgou, olhos arregalados de medo, lágrimas escorrendo, mas a bucetinha latejava forte. Tentou puxar a cabeça pra trás.
— Por favor… eu tenho medo… meu Deus… — murmurou rouca, baba escorrendo no queixo.
Edu riu cruel e meteu mais fundo, fodendo a garganta dela:
— Medo porra nenhuma, sua vadia safada! Olha pra aliança brilhando enquanto engole minha rola portuguesa! Reze pro teu Deus enquanto eu uso essa boca de santa como boceta! Chupa direito, cachorra! Mais fundo, porra!
Ele segurava a cabeça dela com as duas mãos e enfiava o pau com força bruto, batendo os ovos no queixo, cuspindo na cara dela entre as enfiadas.
— Isso… baba toda, sua ninfetinha envergonhada! Tá com medo mas tua bucetinha tá escorrendo no chão, né? Hipócrita do caralho! Amanhã vai pra igreja toda dolorida e cheia de porra na garganta!
Os amigos riam, paus pra fora, batendo punheta na cara dela. Anna chorava de medo, engasgando, mas chupava cada vez mais gulosa, gemendo alto, buceta pingando pela coxa.
Edu puxou o cabelo com força, tirou a rola da boca e bateu forte na cara dela:
— Olha pra mim, puta! Diz que quer mais! Diz que é minha cadela agora!
Anna, voz tremendo de terror e tesão:
— Eu… eu quero mais… sou sua… por favor… não para…
Anna engasgava, lágrimas escorrendo, medo puro nos olhos, mas a bucetinha dela pingava tanto que formava uma poça no chão sujo. O corpo traía ela — tesão maior que o medo.
Edu puxou a rola da boca dela com um estalo molhado, baba grossa escorrendo no queixo e peitos.
— Chega de só garganta, vadia. Agora esses machos vão arrombar todos os teus buracos.
Ele jogou Anna de quatro em cima de uma mesa de bilhar no fundo do bar, vestidinho já rasgado no chão. A bunda branquinha empinada, bucetinha inchada brilhando, cuzinho apertado piscando de medo.
Os quatro amigos cercaram ela. Edu mandou primeiro:
— Um na buceta, um na boca. Eu vou abrir esse cuzinho virgem de casada.
Um amigo meteu tudo na bucetinha apertada de uma vez. Anna gritou alto:
— Ai meu Deus… tá rasgando… eu tenho medo… por favor devagar…
— Cala a boca e toma rola, sua ninfetinha safada! — berrou Edu, dando um tapa forte na bunda que deixou marca vermelha. — Medo porra nenhuma! Tua bucetinha tá sugando ele como uma puta barata!
Enquanto isso, outro pau grosso entrou na boca dela, fodendo a garganta no mesmo ritmo. Anna babava, engasgava, corpo tremendo inteiro.
Edu cuspiu no cuzinho dela, esfregou a cabeça da rola grossa e começou a forçar devagar no início… depois enfiou tudo de uma vez.
— Arrrgh! — gritou Anna, olhos esbugalhados de dor e prazer insano. — Não… no cu não… eu sou casada… perdoa-me Senhor…
Edu riu como animal e começou a estocar fundo, mão no cabelo dela puxando pra trás:
— Isso, chora, sua vadia religiosa! Cuzinho apertado de santa levando rola portuguesa bruta! Olha como tá engolindo tudo! Teu marido tá em casa dormindo e você tá aqui sendo arrombada nos três buracos ao mesmo tempo!
Os três buracos dela foram completamente tomados. Buceta, cu e boca — todos fodidos sem parar. Os homens trocavam de lugar, rodízio bruto. Um saía da buceta todo melado e enfiava na boca dela pra ela provar o próprio tesão. Outro metia no cu enquanto batia na cara dela com a rola.
Anna gozava sem controle, corpo convulsionando, esguichando na mesa, lágrimas misturadas com baba e suor. Entre um gemido e outro só conseguia murmurar:
— Tenho… medo… ai que gostoso… não para… perdoa-me Deus… eu sou uma puta…
Edu virou ela de lado, deitou um amigo embaixo e mandou ela sentar na rola dele na buceta. Outro amigo meteu no cu na mesma hora. DP duplo — buceta + cu.
— Toma dois paus juntos, sua cadela casada! — rosnou Edu, metendo na boca dela enquanto os outros dois enfiava forte por baixo. — Olha como tua bucetinha e teu cuzinho tão arrombados! Amanhã você não vai conseguir sentar na igreja!
Anna gritava abafado pela rola na boca, corpo inteiro tremendo de orgasmos seguidos. Medo, vergonha e tesão misturados deixando ela completamente quebrada.
Os homens não aguentaram mais. Um por um gozaram dentro dela:
Porra quente enchendo a buceta até transbordar
Jatos grossos no fundo do cu
Gozo na garganta, na cara, nos peitos, no cabelo
Edu foi o último. Puxou ela pelo cabelo, olhou nos olhos destruídos de prazer e mandou:
— Abre a boca, puta. Recebe o gozo do teu dono.
Encheu a língua dela de porra grossa e branca. Anna engoliu tudo, tossindo, olhando pra ele com cara de cachorrinha submissa.
Deitada na mesa, nua, escorrendo porra de todos os buracos, aliança ainda no dedo, Anna murmurou algo meio rouca...
Os amigos se afastaram. Edu pegou Anna no colo com carinho, levou ela pro sofá velho no canto escuro do bar e deitou ela com delicadeza. Sentou ao lado, nu, corpo malhado brilhando de suor.
— Shhh… calma, minha linda… — murmurou com voz rouca mas suave, bem diferente da besta de antes. — Você foi perfeita, Anna. Tão corajosa… tão gostosa…
Ele passou a mão grande e quente devagar nos cabelos dela, limpando as lágrimas do rosto com o polegar. Depois desceu carinhosamente, acariciando os seios empinados e sensíveis. Dedos leves circulando os bicos, apertando de leve, massageando com carinho.
— Olha pra mim, princesa… respira fundo. Eu tô aqui. Ninguém vai te machucar de verdade. Você é minha agora, mas eu cuido de você.
Anna ainda tremia, buceta e cu latejando, mas o toque dele era tão carinhoso que ela relaxou. Gemeu baixinho quando ele chupou um bico do peito com calma, lambendo devagar, sugando gostoso enquanto a outra mão descia pela barriguinha até a bucetinha inchada e cheia de porra.
— Tá tão sensível… tão molhadinha ainda… — sussurrou ele no ouvido dela, beijando o pescoço. — Deixa eu te fazer gozar gostoso agora, sem pressa. Só pra você.
Dois dedos entraram devagar na bucetinha, curvando pra cima no ponto G, enquanto o polegar massageava o clitóris inchado. A outra mão não parava de acariciar e apertar os seios com carinho. Edu beijava a boca dela devagar, língua dançando suave, enquanto acelerava os movimentos na buceta.
— Goza pra mim, minha putinha linda… goza no meu dedo… você merece…
Anna gemeu alto, corpo arqueando. O medo virou prazer puro. Gozou forte mas suave, bucetinha apertando os dedos dele, esguichando um pouco de porra misturada com o tesão dela. Tremendo nos braços dele, olhos fechados de prazer.
Edu abraçou ela forte contra o peito tatuado, beijando a testa, acariciando as costas:
— Isso… boa menina. Respira. Você foi incrível hoje. Amanhã, quando quiser, volta pra comprar “água”. Eu vou te foder bruto… e depois cuidar de você assim. Tá bom?
Anna, voz fraquinha e submissa, ainda com porra escorrendo pelas coxas:
— acho que não volto mais estou com muita vergonha.