Gabi tinha apenas 18 anos. Pele branquinha, quase transparente, corpo de novinha recém-desabrochada: seios firmes e empinados, cintura fina e uma bundinha redonda, macia e empinada que balançava inocentemente quando ela andava. Ainda era virgem. Nunca tinha sentido um pau de verdade dentro dela.
O professor Roberto, 50 anos, era o titular de Literatura. Alto, forte, voz grave e olhar de macho experiente. Para Gabriela ele era quase um pai… até aquele semestre. Agora ele olhava para ela como quem quer comer.
Nas aulas, ele passava perto da carteira dela na primeira fila. Roçava o braço no ombro dela “sem querer”, deixava a mão cair pesada na coxa branquinha dela por baixo da saia curta. Gabriela sentia o calor da palma dele e o pau do professor já semi-duro marcando a calça social bem perto do seu rosto.
Um dia, depois da última aula, a sala ficou completamente vazia. Gabriela ficou para “tirar uma dúvida”. O professor fechou a porta, trancou e virou-se para ela com os olhos escurecidos de desejo.
— Vem cá, sua putinha branquinha — rosnou ele, voz rouca.
Puxou-a pela cintura e prensou contra a mesa. Beijou-a com fome animal, enfiando a língua fundo enquanto as mãos grandes subiam a saia e apertavam a bundinha branca com força bruta. Gabriela gemeu na boca dele, a calcinha fio dental já encharcada.
Ele a sentou na mesa, abriu as pernas dela e se ajoelhou. Puxou a calcinha para o lado e atacou a xaninha virgem, lisinha e rosada. Chupou o clitóris com violência, enfiando dois dedos grossos bem fundo, fodendo-a com a mão enquanto mamava. O barulho molhado e obsceno ecoava na sala vazia.
— Que bucetinha virgem e apertada… tá pingando pra caralho — grunhiu ele.
Gabriela agarrou os cabelos dele, tremendo inteira:
— Professor… ai meu Deus… tá tão gostoso… me chupa mais forte!
Ela gozou pela primeira vez na vida, esguichando tesão no rosto do professor.
Sem dar tempo, ele abriu a calça e libertou o pauzão veioso, grosso, cheio de veias saltadas, cabeça vermelha inchada brilhando de pré-gozo. Gabriela olhou hipnotizada.
Ele segurou a base e esfregou a cabeçona melada na entradinha virgem dela, abrindo os lábios rosados devagar. Empurrou. A cabeçona forçou a entrada apertada. Gabriela gemeu alto de dor e prazer. Ele continuou empurrando até meter metade… depois, com um golpe firme, enterrou tudo até o talo.
— Aaaahhh! — gritou Gabriela, unhas cravadas nas costas dele.
O pau do professor pulsava dentro dela, latejando, esticando a bucetinha virgem ao máximo. Ele começou a meter. Primeiro devagar, depois cada vez mais bruto, socando fundo, batendo as bolas pesadas no clitóris dela. A mesa batia contra a parede com força.
— Toma essa rola grossa, sua putinha de 18 anos… essa xaninha branquinha agora é minha — rosnava ele, apertando os seios dela com força.
Gabriela gozou de novo, apertando o pau veioso com espasmos violentos, esguichando enquanto ele continuava metendo sem parar.
No final, ele puxou o pau para fora e explodiu. Jatos grossos, quentes e abundantes de porra branca jorraram sobre a barriga branquinha dela, nos seios, escorrendo até a bucetinha ainda aberta e latejante. Gabriela olhou fascinada, passou os dedos na porra quente e levou à boca, provando o gosto do professor pela primeira vez.
Ele a beijou novamente, ofegante, e sussurrou no ouvido dela:
— Amanhã, depois da aula, você vai ficar aqui de novo. E eu vou te foder nessa mesa até você aprender a tomar rola como uma boa putinha.
Gabriela, com a bucetinha ardendo, a porra escorrendo pelas coxas branquinhas e o corpo tremendo, apenas sorriu e assentiu.
A novinha de 18 anos tinha acabado de perder a virgindade… na sala de aula… com o professor de 50 anos

