Rodrigo chegou em casa por volta das sete e meia da noite, o corpo todo moído depois de mais um dia quente na obra. Alto, pele branca, aquela barriguinha macia que Paula sempre apertava de brincadeira, ele abriu a porta do apartamento simples no Plano Piloto e sentiu o cheiro familiar de café fresco misturado com um perfume doce mais forte.
Na sala arrumada, as duas estavam sentadas no sofá, comportadas como se fosse só mais uma tarde normal de costura. Paula, sua esposa morena clara, lábios carnudos pintados de vermelho suave, cabelo preto encaracolado solto pelos ombros, usava a blusa branca fina de algodão que ela adorava pra trabalhar em casa. O tecido era leve o suficiente pra deixar a lingerie preta rendada aparecer bem quando a luz batia: os seios médios marcados, bicos escuros roçando o pano, uma visão que já deixava qualquer homem louco. A saia florida ia até os joelhos, recatada. Ludimilla, a trans que Paula tinha chamado pra ajudar com o vestido de noiva da prima, estava com um vestidinho soltinho elegante por cima da lingerie cara, pernas cruzadas, conversando baixo sobre tecidos e modelos.
— Chegou cedo hoje, amor — Paula disse com um sorriso, mas a voz já um pouco rouca por causa do vinho. Tinha um copo quase vazio na mão dela. — A Ludimilla tá me ajudando bastante aqui. A gente já adiantou o corpete.
Rodrigo cumprimentou as duas e sentou na poltrona em frente, tentando manter a calma. Mas o pau já começou a latejar dentro da calça só de ver a blusa branca fina da esposa e o jeito como Ludimilla olhava pra ele.
A conversa começou normal: fofoca de vizinha, o preço do tecido, o dia na obra. Mas Paula, depois de três anos casada e entediada pra caralho com a mesma rotina de sempre, tomou mais um gole e soltou:
— Rodrigo... eu tô cansada dessa vida de sempre a mesma coisa. Na cama é sempre rapidinho, luz apagada, sem graça. Hoje eu bebi um pouco e resolvi falar. Eu quero mais. Quero sentir coisas novas...
Ludimilla sorriu devagar, ainda comportada, mas os olhos dela já queimavam. Ela tirou o vestidinho soltinho com naturalidade, revelando a lingerie preta completa. O pau gostoso lisinho dela já estava meio duro, marcando volume na calcinha.
Paula não esperou. Puxou Rodrigo pro sofá, tirou a camisa dele devagar e começou a beijar o corpo todo do marido. Beijou o pescoço, lambeu o peito, desceu pela barriguinha macia, dando mordidinhas gostosas enquanto olhava pra ele com tesão e um pouquinho de vergonha.
— Você é tão gostoso, amor... — ela murmurou, voz manhosa, antes de abrir a calça e pegar o pau dele na boca quente. Chupava devagar, lábios carnudos deslizando, língua girando na cabeça, babando gostoso.
Ludimilla se levantou, foi por trás de Paula e levantou a saia florida devagar, admirando a bunda da esposa. Puxou a calcinha rendada pro lado e esfregou o pau gostoso lisinho na bucetinha já molhada de Paula.
— Posso, princesa? — Ludimilla perguntou baixinho, voz rouca e carinhosa.
Paula só gemeu com o pau do marido na boca e empinou mais a bunda. Ludimilla segurou os quadris dela e enfiou gostoso, devagar, centímetro por centímetro, sentindo a bucetinha quente e apertada abrir pra ela.
— Ai meu Deus, Ludimilla... tá enchendo tudo... que delícia... — Paula gemeu, voz abafada, enquanto continuava chupando Rodrigo com mais fome, saliva escorrendo pelos cantos da boca carnuda.
Ludimilla começou a foder ela por trás, ritmado e fundo, o corpo de mulher perfeita batendo contra a bunda macia de Paula. A blusa branca da esposa estava aberta, seios pulando dentro da lingerie preta, bicos duros roçando o tecido. Cada enfiada fazia Paula gemer mais alto no pau do marido.
Rodrigo estava hipnotizado, uma mão no cabelo da esposa, sentindo a boca quente dela trabalhar enquanto via Ludimilla foder Paula gostoso. O tesão estava insano.
Depois de um tempo, Ludimilla diminuiu o ritmo, tirou o pau devagar da bucetinha da Paula, deixando um fio de tesão ligando os dois. Paula soltou o pau de Rodrigo da boca, ofegante, e virou o rosto pra trás.
— Vem, amor... quero que você foda ela agora — Paula pediu, voz tremendo de excitação.
Rodrigo se levantou, posicionou Ludimilla de quatro no sofá, bem do lado da esposa. Levantou a lingerie dela, cuspiu na mão e esfregou na rosinha apertada. Empurrou devagar, sentindo o cu quente e macio dela abrir pra ele.
— Porra, que cu gostoso... — ele gemeu, entrando até o fundo.
Enquanto Rodrigo enfiava gostoso no cu da Ludimilla, ela voltou a foder a bucetinha da Paula por baixo, os três formando uma corrente safada e quente. Cada vez que Rodrigo metia fundo no cu dela, Ludimilla enfiava mais forte na esposa.
— Ai caralho... os dois me usando... tá tão bom... — Paula gemia alto, blusa branca toda amarrotada, seios vermelhos balançando.
— Vocês são deliciosos pra caralho... — Ludimilla murmurou rouca, voz cheia de tesão e um pouco de paixão. Ela estava se apaixonando pelo jeito que o casal se entregava.
O ritmo aumentou. Rodrigo fodia o cu apertado da Ludimilla com vontade, Ludimilla enfiava gostoso na bucetinha melada da Paula. Os gemidos dos três enchiam a sala.
Paula gozou primeiro, forte, a bucetinha apertando o pau da Ludimilla, esguichando nas coxas dela, corpo tremendo inteiro.
— Tô gozando... ai meu Deus...
Rodrigo não aguentou mais. Metendo fundo no cu da Ludimilla, gozou grosso, enchendo ela de porra quente. Ludimilla tirou da Paula e gozou nos seios da esposa, jatos brancos escorrendo pelos bicos escuros que apareciam por baixo da blusa branca aberta.
Os três caíram no sofá, suados, ofegantes, corpos colados.
Rodrigo levantou depois de um tempo, foi pro banheiro e trancou a porta. O pau ainda babando. Sentou na privada, relembrando cada detalhe: Paula beijando e chupando o corpo dele todo, Ludimilla enfiando gostoso nela por trás, o cu apertado da trans piscando no pau dele. Se punhetou rápido, gozando de novo em silêncio, mistura de culpa religiosa e um tesão que não passava.
Quando voltou pra sala, Paula e Ludimilla estavam se beijando devagar no sofá. Paula ainda de blusa branca aberta, lingerie toda bagunçada.
— Semana que vem eu volto pra continuar o vestido... e isso aqui também — Ludimilla disse, sorrindo com desejo nos olhos. Ela sentia uma inveja gostosa daquele casal.
Paula olhou pro marido, olhos ainda brilhando:
— Volta sim, Ludimilla. A gente precisa de muita ajuda ainda... bastante ajuda.
Rodrigo sentou entre as duas, uma mão na coxa macia da esposa, outra na de Ludimilla. Por fora, continuavam sendo o casal normal, médio, religioso. Mas por baixo daquela blusa branca fina da Paula, agora existia um segredo quente, molhado, proibido e viciante pra caralho. E nenhum dos três queria que acabasse.
