O grupo era completamente normal: papo de série, trabalho, meme, trânsito e zoeira. Ninguém ali falava de sexo. Mas a voz da **Lara** transformava cada áudio inocente em pornografia pura na minha cabeça.
Naquela noite o papo era sobre insônia. Alguém perguntou como relaxava pra dormir.
Lara mandou áudio.
Deitei na cama, tirei a cueca, segurei meu pau já meio duro e apertei play.
“Gente, eu deito, apago a luz e fico imaginando alguém passando a mão devagar nas minhas costas… bem lento… até relaxar. Às vezes funciona, às vezes eu fico mais agitada kkk.”
Ela riu baixinho. Na minha cabeça eu já via ela de quatro na cama, bundinha empinada pra cima, só de calcinha fio-dental enfiada entre os lábios da bucetinha, gemendo enquanto eu metia devagar.
Comecei a bater punheta devagar, apertando a base grossa.
Mandei no grupo: “Lara, tua voz é calmante pra caralho ?? Manda mais.”
Ela respondeu:
“Calmante? Tá bom… hoje eu tô exausta. Tomei banho quente, tô aqui deitada só de camiseta larga, sem nada por baixo… cabelo molhado ainda… tô falando baixinho porque minha colega já dormiu.”
Meu pau latejou forte. Imaginei ela deitada de lado, camiseta subindo até a cintura, a bucetinha lisinha e rosada exposta, já molhada, os bicos dos seios marcando o tecido fino. Comecei a punhetar mais rápido, cuspindo na mão pra lubrificar.
Outro áudio chegou:
“Tô virando de lado agora… o lençol frio encostando na minha coxa… ai, que delícia esse friozinho na pele quente…”
Na minha mente eu já estava metendo nela por trás, segurando aquele cabelo castanho, socando fundo enquanto ela tentava falar baixinho no áudio pra não acordar a colega. Imaginava o barulho molhado da minha rola entrando e saindo da bucetinha apertada dela, as bolas batendo na bundinha.
Punhetei com força, o barulho obsceno enchendo o quarto.
Mandei pedindo mais.
Ela mandou, rindo manhosa:
“Imagina que eu tô bem pertinho do teu ouvido agora… ‘relaxa… deixa tudo pra lá…’ Tô respirando fundo aqui… sentindo o peito subir e descer…”
Eu fechei os olhos e fantasiei ela cavalgando no meu pau, os seios balançando, bucetinha engolindo minha rola inteira enquanto sussurrava no meu ouvido. Imaginava ela gozando apertando meu pau, esguichando enquanto eu socava de baixo pra cima.
No último áudio ela sussurrou quase gemendo:
“…e quando não consigo dormir, eu preciso aliviar um pouquinho… passar a mão devagar… bem devagar…”
Foi o fim.
Na minha cabeça eu via ela de joelhos na minha frente, boquinha aberta, língua pra fora, pedindo pra eu gozar na cara dela enquanto falava no áudio. Eu batia punheta como um animal, apertando a cabeçona inchada, imaginando que estava fodendo a garganta dela, depois virando ela de quatro e metendo no cuzinho apertado, enchendo os dois buracos de porra quente.
Quando ela deu aquela risadinha rouca e manhosa no final, eu explodi.
Gozei pra caralho — jatos grossos, longos e quentes espirrando no peito, na barriga, no pescoço, até pingar no queixo. O pau pulsava violento na minha mão, esguichando mais porra enquanto eu continuava batendo devagar, espremendo até a última gota. Tremi inteiro, gemendo o nome dela, imaginando que estava enchendo a bucetinha e o rosto dela de porra.
Fiquei ali, ofegante, corpo suado e melado de esperma, pau ainda latejando na mão.
Ela nunca vai saber que eu imaginei foder ela em todas as posições possíveis enquanto ela falava inocentemente sobre sono. Que eu fantasiava comer a bucetinha, o cuzinho e a garganta dela, deixar ela toda gozada, gravar os áudios dela gemendo meu nome, transformar aquela voz doce em gemidos de puta.
E toda noite eu volto pro grupo… esperando o próximo áudio pra repetir essa putaria toda na cabeça.
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QUEM QUISER O GRUPO ELE MANDOU NO PV E ENVIO PARA VOCES

Melhor que Lara, só mesmo a da foto.
Quero