Ana tinha só 26 anos. Pele branquinha como leite, corpo de parar o trânsito: seios firmes e empinados, cintura fina e uma bundinha redonda, empinada, que o uniforme justo da companhia aérea mal conseguia conter. Era a comissária mais gostosa do voo Guarulhos-Fortaleza. Quando o passageiro alto e forte de 45 anos embarcou quase no final, tudo mudou. Ao se inclinar para fechar o bagageiro acima da poltrona 22C, o quadril dela roçou direto no pau dele. Sentiu a grossura veiosa latejando, quente, já semi-duro. Ele pressionou de leve, esfregando a cabeça grossa contra a bocetinha dela por cima da saia. Ana sentiu um choque de tesão e a calcinha fio dental encharcar na hora. Durante o serviço, ele se levantou de propósito e colou o corpo nela, encaixando aquele pauzão veioso bem no meio da bundinha branquinha. Ana mordeu o lábio, a xaninha pulsando de desejo. No hotel IBIS, ele deixou o bilhete. Ana ligou. Uma hora depois, ele invadia o quarto 308 como um animal. Mal a porta fechou, ele a prensou contra a parede. Beijou-a com brutalidade, enfiando a língua enquanto as mãos grandes arrancavam o uniforme. Apertou os seios branquinhos com força, beliscou os bicos rosados até ela gemer. — Essa bundinha branquinha me deixou louco o voo inteiro… — rosnou ele, descendo o zíper. Ana caiu de joelhos. Tirou aquele pauzão veioso, grosso, cheio de veias saltadas, cabeça vermelha inchada brilhando de pré-gozo. Cheirava a macho. Ela babou inteiro, lambeu as bolas pesadas e engoliu até o fundo da garganta, engasgando, baba escorrendo pelo queixo enquanto ele fodia sua boca com força. — Que boquinha gulosa da porra… chupa mais, putinha. Ele a jogou na cama, abriu as pernas branquinhas dela com violência e caiu de boca na xaninha lisinha, rosada e pingando. Chupou o clitóris com fome animal, enfiando três dedos grossos bem fundo, fodendo-a rápido enquanto mamava. Ana se contorcia, agarrando os lençóis: — Ai caralho… me chupa mais forte… vou gozar na sua boca, porra! Ela gozou gritando, esguichando tesão no rosto dele. Sem misericórdia, ele a virou de quatro, abriu a bundinha branquinha e meteu o pauzão veioso até o talo na bocetinha apertada. Começou a socar com força bruta, batendo as bolas pesadas no clitóris, dando tapas fortes que deixavam a bunda vermelha. — Toma essa rola veiosa, sua putinha branquinha! — rosnava ele, puxando o cabelo dela como rédea. — Essa xaninha agora é minha! Ana rebolava desesperada, gemendo como uma vadia: — Me arromba… mete tudo… me enche de porra, caralho! Ele metia cada vez mais fundo, o pauzão latejando dentro dela. Virou ela de lado, levantou uma perna e socou ainda mais fundo, roçando o ponto G sem parar. Ana gozou de novo, apertando o pau com força, esguichando enquanto ele continuava estocando. Finalmente, ele cravou até o fundo e explodiu. Jatos grossos, quentes e abundantes de porra encheram a bocetinha branquinha até transbordar, escorrendo pelas coxas lisas em fios grossos. Mas ele ainda não tinha terminado. No chuveiro, fodeu o cuzinho virgem dela devagar no começo, depois com força, enchendo o rabinho apertado de leitinho quente. De madrugada, acordou Ana metendo devagar e fundo, sussurrando: — Essa branquinha vai levar porra minha a semana inteira… E fodeu mais uma vez, gozando pela terceira vez dentro dela, marcando a comissária como sua putinha particular.
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