A Putinha do Meu Irmão Adotivo

Gabriela tinha apenas 18 anos, mas carregava dentro do corpo pequeno e branquinho uma lascívia que parecia acumulada há uma vida inteira. Pele de porcelana, quase transparente, seios grandes e pesados com auréolas enormes e rosadas que ficavam durinhas só de imaginar o que era proibido. Cabelo castanho ondulado caindo até a cintura, bundinha redonda, empinada e macia como pêssego. Ela morava com o irmão adotivo Ricardo desde que a mãe havia falecido. Ele, com 40 anos, era o homem que toda mulher sonhava em ter: alto, forte, voz grave e rouca, mãos grandes e veias saltadas nos antebraços. O tipo de homem que sabia exatamente como dominar, possuir e destruir uma mulher.
Todas as noites, no quarto que antes era dele, Gabriela se deitava nua na cama, abria as pernas e se tocava devagar, imaginando aquelas mãos grandes apertando seus seios, aqueles dedos grossos invadindo sua bucetinha virgem. Ela gozava em silêncio, mordendo o travesseiro, sussurrando o nome dele como uma prece suja.
Naquela tarde de calor sufocante em São Paulo, o ar estava pesado, úmido, quase palpável. Gabriela chegou da faculdade com o uniforme colado no corpo, a blusa branca transparente de suor. Foi direto para o banho e, de propósito, deixou a porta do banheiro entreaberta. A água quente escorria pelo seu corpo branquinho, descendo entre os seios, pelo vale da barriga, até pingar da sua bucetinha lisinha e depilada.
Ela ouviu o barulho da porta do quarto. Era ele.
Gabriela saiu do banho completamente nua, gotas de água brilhando como diamantes na pele clara. O cabelo molhado grudado nos ombros, os bicos dos seios rosados duros como pedrinhas. Quando ela entrou no quarto, Ricardo estava parado no meio do cômodo, camisa aberta, suor brilhando no peito largo.
Os olhos dele desceram devagar pelo corpo dela — dos seios pesados até a bucetinha rosada e brilhante. O pau dele inchou visivelmente dentro da calça social.
— Mano… eu cansei de fingir — sussurrou Gabriela, voz manhosa e trêmula de tesão. — Eu me toco todos os dias pensando em você. Quero que seja você quem me fode pela primeira vez.
Ela caminhou até ele, pegou a mão grande e calejada dele e levou direto para entre suas pernas. Os dedos dele tocaram a bucetinha quente, lisinha e encharcada. Um fio grosso de tesão escorreu pela coxa branquinha dela.
— Sente como eu tô molhada, Ricardo… tá pingando só de olhar pra você. Essa xaninha virgem é sua… sempre foi sua.
Ricardo rosnou como um animal. Em um movimento rápido, ele a pegou no colo, as pernas dela se entrelaçando na cintura dele. O volume monstruoso do pau dele, duro como pedra, pressionava direto contra a bocetinha aberta, esfregando a cabeçona grossa no clitóris dela.
Ele a jogou na cama com fome. Despiu-se rápido. Quando o pau dele saltou livre, Gabriela soltou um gemido baixo: era grosso, longo, cheio de veias saltadas, a cabeçona vermelha e brilhante de pré-gozo. Uma rola de homem maduro, pesada, latejante.
Ela se ajoelhou na cama, pegou aquela rola com as duas mãozinhas e enfiou na boca com desejo. Chupou com gulodice, lambendo as veias, sugando a cabeçona, babando inteiro enquanto ele gemia e segurava seu cabelo.
— Porra, Gabi… que boquinha gulosa… você nasceu pra chupar pau, sua putinha branquinha.
Ele a puxou pelos cabelos, deitou-a de costas e abriu suas pernas ao máximo. Caiu de boca na bucetinha dela. A língua quente e experiente lambeu devagar, depois chupou o clitóris com força, enfiando dois dedos grossos bem fundo, fodendo-a enquanto mamava. O barulho molhado e obsceno enchia o quarto. Gabriela se contorcia, gritando:
— Ai, mano… me chupa… me fode com a língua… eu sou sua putinha… sua putinha virgem!
Ela gozou pela primeira vez com um grito agudo, esguichando tesão na boca dele, o corpo tremendo violentamente.
Ricardo não esperou. Subiu em cima dela, posicionou a cabeçona grossa na entradinha apertada e empurrou. Centímetro por centímetro, ele abriu a bucetinha virgem dela. Gabriela gemeu alto, unhas cravadas nas costas dele, sentindo cada veia, cada pulsação enquanto ele a rasgava.
Quando meteu tudo até o talo, os dois gemeram juntos. Ele começou a foder. Estocadas profundas, fortes, brutais. O pau grosso entrava e saía, brilhando com o tesão dela, as bolas pesadas batendo contra a bundinha branquinha.
— Toma essa rola de 40 anos, sua irmãzinha safada… sente como sua bucetinha virgem tá engolindo meu pau todo — ele rosnava, apertando os seios dela com força, beliscando os bicos rosados.
— Me fode, mano… me arromba… me enche de porra… eu quero gozar no pau do meu irmão! — Gabriela gritava, rebolando desesperada, pernas tremendo.
Ele metia cada vez mais forte, o quarto ecoando com o barulho molhado de carne contra carne. Gabriela gozou pela segunda vez, apertando o pau dele com força, esguichando enquanto ele continuava socando.
Ricardo não aguentou mais. Cravou fundo, até o fundo do útero dela, e explodiu. Jatos grossos, quentes e abundantes de porra jorraram dentro dela, enchendo a bucetinha virgem até transbordar. A porra escorria pela bundinha dela, pingando na cama enquanto ele continuava metendo devagar, prolongando o prazer.
Eles ficaram ali, suados, ofegantes, colados. O cheiro de sexo proibido dominava o quarto.
Ricardo beijou o pescoço dela e sussurrou no ouvido:
— Agora você é minha, Gabi. Toda minha. E eu vou te foder todos os dias até você aprender a tomar rola como a putinha que você nasceu pra ser.
Gabriela, com a bucetinha latejando cheia da porra quente do irmão adotivo, sorriu e respondeu baixinho:
— Eu sempre fui sua, mano… sempre.
Foto 1 do Conto erotico: A Putinha do Meu Irmão Adotivo


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Ficha do conto

Foto Perfil aninha2020
aninha2020

Nome do conto:
A Putinha do Meu Irmão Adotivo

Codigo do conto:
262149

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/05/2026

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