Olá a todos. Vai aqui mais um relato verídico. Eu negro, careca, 107 kg, 1,75cm, pica de 16 cm grossa, 51 anos. Depois de descobrir que meu amigo bacana Henrique gostava de levar vara e dar muita pirocada nele no curso em São Paulo (relato 253856 - Dividindo o quarto de hotel o playboyzão quis diversão), ficamos esperando uma oportunidade de rolar novamente. Ambos moramos no interior, uns 250 km de distância um do outro. Não é muito, mas somos ocupados. Viajei para outro estado, e ele acabou me mandando mensagem, normal, pois trocamos algumas todos os dias. Quando disse onde estava, ficou elétrico na hora: “Porra, negão, tá com muita pressa de voltar? ” “Não, terminei antes, posso tirar um tempo, por quê? ” “Caralho, vem pra cá bicho!! Daí tem ônibus pra cá de hora em hora, leva uma hora e meia. Depois são só mais três até sua casa. ” “Fechado, eu te aviso dos horários”. Até pensei na possibilidade por uns trinta segundos, mas ele é um cara ocupado, deixei quieto. Mas com convite… A expectativa me fez viajar de pau duro, porque sabia que ia ter putaria e o cara tem um cu de outro mundo…molhado e guloso demais, uma delícia. Cheguei para dormir na cidade e voltar pra casa no outro dia cedo. Ia me buscar na rodoviária mas ficou retido no escritório. Falei para não esquentar que iria até ele. Tomei um banho caprichado e fui. Ele disse que tinha uma surpresa. Era fim de expediente, as pessoas indo embora e a esposa dele, a Cláudia, estava lá. Loira toda trabalhada, olhos verdes, cabelos longos usando uma roupa de academia rosa que deixava ver o corpão de cavala.Eu não aguentava mais. Saber que um cara casado com um mulherão daqueles gemia numa rola me deixava louco de tesão. Eu já a conhecia e sempre foi simpática comigo. “Du, o Henrique me contou como você cuidou dele em São Paulo…” Oh, se não cuidei!! “Não deixe ele beber muito não, tá? Faz ele chegar em casa inteiro. ” “Pode deixar! ” Deu um beijo de língua nele, um no meu rosto e um abraço e se foi, toda linda e perfumada. Enquanto ela saía ele falou no meu ouvido: “Eu vou beber sim…muito leite de negão. ” Fiquei arrepiado. Quando ela se foi, perguntei qual era o plano. Ele tem uma chácara perto da cidade e pensou em fazer um churrasco. “Ah, velho, e se não se incomoda, convidei um amigo…” Arrepiei de novo. Passamos no mercado para comprar carne e cerveja enquanto ele combinava com o amigo. Eu acendia a churrasqueira quando chegou: tinha minha altura, uns 40 anos, corpo definido sem exagero, olhos escuros, moreno, cabelo máquina dois. Flávio. E imediatamente nos demos bem. Percebi o cara bolado, e fiquei na minha. Adoro assar carne então puxaram duas banquetas bistrô altas ficando ali no balcão comendo e bebendo enquanto eu trabalhava. O Henrique tava vidrado no cara, com tesão. Óbvio que era parceiro de foda. Houve um momento em que alisou a coxa dele, que ficou constrangido. Henrique disse para relaxar, que eu curtia também. Flávio ficou surpreso. “Foi ele que me deu a surra de vara em Sampa” - como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ele ainda parecia surpreso e assustado, mas Henrique o pegou pela nuca e lascou um beijão>Ele demorou para corresponder, ainda ressabiado, mas se deixou levar. E ficamos ali, conversando naturalmente, falando da vida. Flávio foi ao banheiro e Henrique perguntou o que achei dele. “Ele é um cara legal. ” “Achou ele gostoso? ” “Achei…essa é a surpresa? ” “Pensei que ia gostar de curtir a três…” “Eu sim, mas ele parece desconfortável. ” “É só agora, daqui a pouco ele relaxa…” Ele entrou atrás do balcão e pegou meu pau por cima da bermuda e trocamos um beijo delicioso, com as picas se roçando. “Iam começar sem mim? ” Flávio tinha voltado. Veio e primeiro beijou o Henrique, que o incentivou a me beijar, e o cara manda bem demais na língua. Ficamos nos beijando e foi um tal de arrancar pica das roupas e sarrar…eu sarrava na do Flávio, que era um pouco maior que a minha, uns 18 cm, mas grossa e a cabeça parecia um cogumelo, uma delícia, e do Henrique, que se ajoelhou e passou a abocanhar nossas toras, uma de cada vez, e as duas como dava ao mesmo tempo, enquanto revezamos entre nos beijar e chupar o peito um do outro. Fomos para um quarto e tiramos o resto das roupas. Eu e Flávio nos deitamos lado a lado e enquanto Henrique nos mamava, nos pegávamos. Em um momento Flávio foi para trás do Henrique e começou a lamber o cu dele, que gemia como uma puta. “Oooooooooh caralhoooooooo” Henrique tinha deixado umas camisinhas ao lado da cama, Flávio pôs uma, abriu as bandas da bunda do Henrique e entrou no rabo dele sem dó nem cerimônia e ele, acostumado que estava, deu uma empinada no corpo, virou e trocou um beijo assim que sentiu tudo dentro e depois voltou a me mamar. Com a língua para fora meio que fazia um colchão pra minha pica, depois a punha toda ela na boca e me punhetava, com a tora cabeçuda do Flávio totalmente atolada no cu…que delícia de putaria!! Henrique lambeu meu campinho e o rego, abri as pernas um pouco e depois todo para levar aquela língua no cu, o que me deixou maluco e fez os gemidos aumentarem. Flávio o fodia com ritmo, ele me linguava e pôs um dedo no meu cu. Vendo que eu estava gostando fez um sinal que entendi e concordei com outro. Pediu para o Flávio parar um pouco, encapou o pau com uma camisinha, passou cuspe no meu cu e começou a atolar o pau no meu rabo me fodendo; Flávio ficou fascinado com toda aquela putaria. Tive de me arreganhar muito para receber a pica do Henrique, que entrou tranquila porque como falei no conto anterior, ela é curta e fina, desproporcional para um cara do tamanho dele. Mas sabe o que faz com ela, porque assim que entrou senti uma rolada que não lembro de ter sentido, mas também porque Flávio aumentou muito as estocadas, pirado de tesão de estarmos engatados como cães de rua. “Caralho, que cu gostoso negão!!” Falou isso várias vezes e me beijava. Fiquei fora de mim de tanto tesão. O louco era que eu sentia que estava a ponto de gozar, de repente isso sumia e meu pai murchava. Acho que nunca gemi tanto numa foda como aquele dia. Mas apesar do tesão louco que me dominava era desconfortável, porque abri bem e joguei as pernas para cima, por sobre minha cabeça para levar a rolada do Henrique, enquanto este levava do Flávio, e eu aguentava o peso dos dois que, com um tesão da porra não se preocuparam em aliviar. Desconfortável, mas com muito tesão, porém os caras não gozavam, e senti que eu também não ia. Ficamos naquele bolo de putaria até que Henrique berrou: “Poooorrrraaaaaaaaa!!!” E descarregou uma gala do caralho no meu cu. Aquela pica fina parecia ter dobrado de grossura e não parava de soltar leite no meu rabo. Flávio o segurou pelos ombros, afundou a rolaça no Henrique e também gozou horrores. “Pu-ta-que-pariuuuuuuuuuuuuuu….ooooooooooohhhhhhhhhhhhh” Ainda ficamos um tempo engatados, nos recuperando. Henrique me beijou, depois beijou o Flávio, que saiu de dentro dele. O que as camisinhas tinham de porra era uma doideira. “Te machucamos, negão? ” Flávio perguntou. “Que é isso, cara?! Foi bom demais!!!” Então pude relaxar, uma ótima sensação. Uma putaria para a história, eu saciado sem precisar gozar de tão bom. Henrique foi buscar umas cervejas e quando passou pelo Flávio levou um tapão no rabo. “Vai lá puta, trazer cerveja para seus machos!!!” Voltou e ficamos os três na cama, pelados. Henrique deitado, Flávio meio sentado ao lado dele e eu atravessado nos pés da cama. Henrique acabou cochilando, então eu e Flávio conversávamos baixinho. Fui mijar e estava no banheiro despreocupado quando sinto uma mão na minha bunda. “Que rabo bonito, negão. ” Era o Flávio. Então pegou minha rola, e ficou acariciando. “Mas curti mesmo seu pau…” “Achei que você fosse ativo, cara” “O Henrique gosta mais de levar vara, mas eu curto uma sacanagem sem grilo…” Começou a me punhetar, com meu pau ainda mole, mas com tanto carinho que logo virou endureceu. E caiu de boca. “Piroca de macho com gosto de mijo…delícia” O cara era um puto. Gostava de rola mais do que parecia. Me fez um boquete cheio de vontade, com uma sede anormal, olhando bem nos meus olhos enquanto agasalhava meu pau. Então levantou, se apoiou na tampa do vaso e abriu o rabo: “Vai negão, mete essa caralha no meu cu!!” Enfiei a língua naquele rabo moreno e desfrutei. O cara gemia demais, minha língua entrou todinha e fiquei brincando e babando. Ia buscar uma camisinha, mas ele mandou meter no pêlo. Entrei no cara sem dó. “Porrrrrraaaaaaaa!” Esperei um segundo, e sentei a pirocada, sem dó e sem parar. O cara até chorava. “Fode negão!!!Fode esse cu, porraaaaa!!!” Segurei ele pelos ombros e só ouvia meu saco batendo no rabo dele, que era malhadinho e redondo. Aquela coceira na base da coluna apareceu, e sabia que viria uma gozada daquelas. Flávio batia uma sem dó da rola, o braço dele se mexendo com fúria na bronha. “Oooooooooohhhhhhhh caralhoooooooooooo!!!” E esporrou na tampa do vaso. Debrucei sobre ele, lambi as orelhas e apertei seus mamilos. “Vou gozar, filho da puta!!!!” “Goza negão, estoura esse cu de leite!!!” Segurei ele pela cintura e caralho, como gozei!!! Gozei tanto que parecia que até as bolas iam sair junto. Ficamos os dois ali, eu ainda dentro dele, e ouvimos gemidos atrás de nós. Quando saí dele e me virei, Henrique se torcia na porta de pau na mão, e explodiu um gozo grosso jorrando longe. “Puta que pariu seus viados, que metida do caralho!!!” Flávio o beijou. “Seu filho da puta, vai me deixar viciado nessa porra!!” Nos recompusemos e fomos nos arrumar, com o Henrique olhando bem tudo, porque a empregada viria no dia seguinte limpar para eles usarem no fim de semana. “Já pensou se ela encontra uma camisinha por aí? ” Flávio, relaxado e cheio de graça, respondeu: “Ela ia achar que trouxemos umas putas aqui, e não que nós somos as putas! ” Eu caí no riso, mas Henrique ficou meio bolado. Acho que nunca tinha pensado algo do tipo. Depois de tanta putaria, chegando no hotel foi só banho e cama. Na manhã seguinte, Henrique se despediria de mim na rodoviária, mas Flávio perguntou se eu ainda estava no hotel, se prontificando a me dar carona. No estacionamento parou num canto afastado, debaixo de uma árvore e pegou no meu pau: “E essa pica, negão? ” “Tá aí, velho. ” Abriu a braguilha e me deu uma mamada foda, em que eu até baixei as calças pra curtir melhor. Pirei que nem me preocupei se tinha gente perto ou ia dar ruim. “Vou gozar, caralho!!!” Ele não fez menção nenhuma de tirar meu pau da boca e a enchi de leite. Quando vi que o safado queria porra peguei a cabeça dele, segurei no meu pau e quando esporrei nem engasgou…engoliu tudinho. Ao sairmos do carro disse que costumava ir para minha cidade e perguntou se rolava se aparecesse lá. Falei que era de boa. Só não gostei de um pedido que me fez: “Então mano, eu só pediria para você não falar com o Rico sobre isso. ” Prometi, mas não fiquei feliz. O cara era meu amigo e ao que me constava entre eles era só trepada, putaria sem compromisso. Não entendi o porquê daquilo. E Henrique nos encontrou na rodoviária desconfiado. Me despedi dos dois e fui embora saciado, mas de pica a cada lembrança da putaria.
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Tá louco que foda boa, me senti no meio do trio, mamando, dando o cú também.
Quando li que o cara curte chupar pica mijada gozei na hora.
Eu tbm curto pica suada, puta tesao foda de machos assim !
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