O coroa pirocudo quis saber como era levar rola

Fazia um bom tempo que eu não ia no bar do Mi, nome obviamente fictício.
O lugar me rendeu muitas gozadas. Lá reencontrei meu amigo Adriano, que levou rola sem dó, encontrei o Baiano, com quem fiz uma pegação gostosa e conheci o Nogueira, o coroa negão com pau de jegue, 24 cm, que eu quis encarar a rolada e fiquei uns dias com o cu doendo.
Quando cheguei o Mi fez festa, e como o bar não estava cheio, me chamou de canto e perguntou porquê sumi.
“Trampando pra caralho e uma viagem longa velho, por quê? ”
“Porra, negão, tá foda…o bar tá com a maior má fama, mano! ”
“De quê? ”
“Tão falando por aí que aqui só tem bicha velha…os caras estão marcando putaria e até se pegando aí no banheiro!! Estou em cima pra não queimar mais o filme!!”
Não fiquei surpreso. Se eu mesmo arrumei três putarias lá, imagino o que andava rolando.
“O pior é esse aí ó!! Fica roçando os caras de pau duro e falam que é um jegue!! Tá fudendo minha vida!!”.
Nogueira entrava no bar. Ele tem 1,70m, negro, magro,60 e poucos anos, cabelo crespo grisalho e um bigode. O fato de ser magro faz a piroca parecer ainda maior quando tá pelado, delícia de macho.
Me abraçou e fez a mesma pergunta do Mi. Como tava um pouco “chumbado” sugeri dividir uma cerveja ao invés de pedir uma sozinho.
Falou sobre o trabalho, sobre o Du, seu filho, pra quem também dei a bunda, com ele olhando ainda, e contou que agora tinha uma namorada, mais companhia mesmo, porque ela reclamava do tamanho da jeba e só dava de vez em quando.
E já entrou no assunto, falando baixo e perto do ouvido:
“E aí, negão, gozando muito? ”
A pergunta me deixou de pau duro, embora não tivesse a fim de entrar naquela rola no dia, juro. Mas o jeito safado da pergunta, íntima, tinha me excitado.
“Menos do que eu gostaria, bicho. Ando perdendo de 1x0”
Pensei que queria saber se eu tava a fim de algo.
“Tenho um bagulho pra te perguntar…”
“Manda. ”
Ele pareceu constrangido, coçou o rosto…
“Não me leva a mal, negão…”
“Jamais, bicho, fala. ”
Coçou o rosto de novo, chegou perto do meu ouvido.
“Dar o cu é bom, mesmo? ”
Tive de me segurar pra não explodir de rir, o que ia constrangê-lo mais ainda. Tive de cobrir a boca pra segurar o riso.
“Porra negão…”
“Desculpa, velho, mas é muito engraçado você, com essa rolona, perguntando isso. ”
E continuei:
“Pensa um minuto: se não fosse bom você acha que eu teria levado esse seu pau de cavalo no cu? ”
Pensou por uns instantes.
“Qual é a sensação? ”
Aí eu tive de pensar por um minuto.
“Bom, o prazer é louco, nem dá pra descrever. E pelo menos pra mim, é doideira o que vou dizer, mas quando levo no rabo me sinto muito macho. ”
Ele se surpreendeu e ficou pensativo.
“Porra…”
A expectativa fez meu pau virar uma rocha. Cheguei no ouvido dele, insinuante:
“Quer experimentar? ”
Demorou a responder, constrangido.
“Sinceridade, ando pensando. Peguei um viadinho estes dias que era muito safado. Ele chupou meu cu e bateu uma pra mim até eu gozar com a língua lá, bicho!! Vi estrelas…fiquei pensando como seria uma rola…”
Continuou:
“Foi bom você ter aparecido. Pra uma porra dessas, só na confiança e sei que não vai esculachar. Eu ia mandar mensagem, mas não sabia como tocar no assunto. ”
“Obrigado pela confiança, bicho. A hora que quiser. ”
Ele coçou o rosto.
“Então, mano, ando num tesão do caralho. Se você não tiver outro compromisso aí, pode colar lá em casa e ver o que rola. ”
Fiquei arrepiado. Assim que processei o convite fiquei loucão…se ele quisesse outro dia eu teria de achar alguém pra fuder porque o saco ficou doendo de tanto tesão. Adoro inaugurar um cu e não posso reclamar; sempre aparece.
“Faz assim: vamos matar essa, e você vai pra sua casa. ” - É perto do bar - “Quando chegar, manda uma mensagem que encosto…assim a gente não dá pala do que rola. ”
E assim fizemos. Tomou os dois copos restantes quase no automático. Fiquei por lá esquentando o meu até dar a hora, com frio na barriga e o pau estourando a calça.
“Chega aí, portão tá aberto. ”
Paguei a cerveja, me despedi do Mi e fui andando até a casa. Portão e porta abertos, entrei e ele deitado na cama pelado, com aquela piroca apontada pro teto, vendo um vídeo de putaria na TV. Já fui tirando a minha roupa, e deitei ao lado dele balançando o pau.
“Como vai ser, negão? ”
Peguei a cabeça dele e já fui empurrando pro meu pau. Ele deu uma segurada, olhou pra mim meio assustado mas acalmei o cara.
“Vai no seu tempo mano…” mas mantive a mão na nuca dele pra não recuar.
Ele passou os lábios fechados na cabeça da pica, depois abriu um pouco, abocanhou a cabeça e foi agasalhando aos poucos. Meio desajeitado, mas bem babado, começou um boquete me deixando fora da terra, e comecei a gemer. Segurei a nuca dele só pra acertar o ritmo, mas mesmo minha pica não sendo grande deu umas engasgadas. Mesmo atrapalhado com o tesão que eu estava ia acabar gozando, então tirei a boca dele da pica, e fui pra cima chupando aquela rolaça como podia, porque eu engolia só metade e ela já tava na minha garganta, mas era só para dar um gás porque me confessou que mesmo com aquele pirocão não ligava de ser mamado.
“”Eu gosto de cu, negão! ” Me disse.
Então comecei a lamber seu saco, desci para o “campinho” e cheguei no cu. Enfiei a língua e afundou no buraquinho. Não estava tão apertado. O dedo entrou fácil e falei:
“Ah, safado, já andou brincando aqui, né? ”
Ele se punhetava e gemia.
“OH negão, já tentei pôr umas coisas, mas fiquei bolado…”
“Está com medo de viciar safado? ”
“Hummmm, não negão, de machucar mesmo…”
E voltei a lamber seu cu com gosto. Deixei bem babado e perguntei onde tava o KY, que eu sabia que ele tinha. Pus uma camisinha, a lambuzei de lubrificante, mais uma quantidade no anelzinho, ergui a pernas dele e apontei a cabecinha para o buraco. A cabeça passou, deu um urro e teria me empurrado pra fora se não estivesse na posição de franguinho assado; eu travei o corpo dele com o meu com os braços entre suas pernas.
“Porra negão!!”
“Já passou a cabeça, mano, espera…”
E sem pressa, mas sem parar, afundei o resto da rola naquele cu. O coroa começou a choramingar.
“Mano, mano, que é isso?!”
“Calma, velho, que daqui a pouco fica bom…respira mais devagar…”
Eu tava ali, metendo de frango no coroa magrão com aquela pica de jumento espremida entre minha barriga e a dele. Como eu o fiz erguer bem as pernas uma parte das costas dele tava fora da, empurrando o pirocão para a direção do rosto, faltando acho que um palmo pra estar na boca dele…que delícia.
Comecei um vai e vem devagar, mas ele continuou choramingando.
“AAAIIII mano, que caralho, onde eu tava com a cabeça? ”
“Relaxa cuzão, que seu buraquinho já tá até piscando. ”
E estava, descontroladamente. Continuei marretando o cu, até os gemidos substituírem o choro.
“Ah, agora tá gostando né, safado?! Então toma rola na bunda, filho da puta!!”
“Ah-ahn-ahn-ahn-ahn”
Putz, que cu delicioso o cara tem, que achado! Ficou de olhos fechados a maior parte do tempo, no começo com semblante de dor, mas agora concentrado, sentindo minha piroca bem no fundo do cu.
“Oh-oh-oh. Oh, oh, oh, oh, ooooooooooohhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!”
Senti minha barriga totalmente molhada. Ergui meu corpo, o deixei mais solto e vi que as minhas pírocadas faziam jatos de leite voarem da rola GG. Nogueira gozou tanto que esporrou até no próprio queixo. Que tesão do caralho!
Eu vinha me segurando fazia um tempo e com o gozo dele, soquei, soquei e soquei sem pena até despejar meu leite no fundo daquele cu. Gozei horrores e deixei meu corpo cair sobre o dele. Aí ele me surpreendeu: quando fiz isso ele começou a alisar minhas costas, com carinho.
Saí de dentro, e me olhou parecendo cansado, mas aliviado. Fiquei de joelhos na cama, tirei a camisinha que tava lotada de porra e dei um nó.
“Caralho negão, gozou tudo isso?!”
Dei um tapinha na bunda dele, que era pequena e redonda.
“Com um cu desses não tinha como…e olha você, tem gozo até no rosto! ”
Ele riu e eu deitei do lado dele, ambos suados de pingar.
‘E aí, o que achou? ”
“Mano, no começo eu tava vendo estrelas, mas depois nem sei o que rolou… Quando vi já tava esporrando, caralho…”
“E então…” perguntei segurando a rola dele. “Tem próxima vez? ”
“Ce tá louco?! Meu cu tá no maior pisca-pisca aqui, mas por hoje tou satisfeito, bicho…”
E me deu um selinho carinhoso.
Quando o deixei ainda tive de ficar uns 10 minutos no carro até as pernas pararem de tremer .... Foi uma gozada do caralho.


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Comentários


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casalbisexpa Comentou em 30/03/2026

sexo bom é onde todos comem todos




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O coroa pirocudo quis saber como era levar rola

Codigo do conto:
258166

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
30/03/2026

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