A ex-cunhada veio para o exame...saiu com surra de vara

Fazia tanto tempo que Zilda não falava comigo que quando a mensagem chegou me surpreendi. Tinha mudado de cidade para ficar mais perto da família.
“Quem é viva sempre aparece. ” Escrevi
“Ai querido, queria tanto falar com você, mas as coisas estão complicadas. ”
“Talvez não, se tivesse aceitado meu pedido. ” Eu a tinha pedido em casamento.
Ela fazia faxina na minha casa logo que me separei, e acabamos tendo um relacionamento, que ela nunca quis rotular, mas nos gostávamos muito.
“Querido, já falamos sobre isso. Você ia acabar trocando minhas fraldas (ela é quase 20 anos mais velha) ou pagaria alguém para trocar, que você ia fuder, porque eu não ia mais dar conta desse seu fogo. ”
“Tá, mas o que você fez? Arrumou alguém de quem tem de trocar as fraldas!!!”
Na mudança acabou conhecendo alguém e disse que ia se casar. Fiquei furioso ao saber que o cara tinha problemas de saúde e era mais velho que ela.
“Anjo, tem coisas que você não entende…”
“Prefiro ficar sem entender. ” Fuzilei
Silêncio de alguns segundos.
“Olha, sei o quanto está chateado comigo, mas em nome de tudo que vivemos, quero te pedir um favor. ”
“Fala. ”
“A Nice precisa fazer um exame aí na cidade, mas é bem cedo, ela não conseguiu vaga no transporte da prefeitura e não tem horário de ônibus que chegue a tempo. Você, que tem muito conhecimento, consegue encontrar um lugarzinho barato para ela ir na véspera e dormir? ”
“Claro, mas por que ela não falou direto comigo?!”
“Por que sabe que você está chateado comigo, e achou que não falaria com ela. ”
“Besteira, mande me ligar que a gente conversa. ”
Nice era a irmã caçula da Zilda, nascida quando esta já era uma jovem adulta. Tem 47 anos, morena, 1,60m, uns 70 kg, beleza comum, mas muito simpática. Tem barriguinha por ter tido três filhos, mas peitos, coxas e uma bunda grandes e apetitosos, que desencaminhariam um batalhão.
E nossa história é cheia de safadeza.
Eu e a irmã, quando ainda estávamos juntos fomos visitá-la e a encontramos com problemas no casamento com Nil, o então marido, negando fogo para ela. Fizemos um churrasco para dar uma animada, bebemos muito, ficamos com tesão, as irmãs meio que fizeram uma aposta e acabamos trepando eu com a Zilda e ela com o Nil no mesmo ambiente, sem troca (#78963). No fim da trepada tive uma surpresa com o cara, que no dia seguinte não resistiu e me deu o cu! (#78964), o que talvez explicasse o desinteresse em foder aquela delícia. Depois quando o casamento acabou ela veio visitar a irmã e acabamos numa putaria à três (#112480).
Eu e Zilda ainda ficamos juntos um tempo, mas fomos nos afastando, já que não havia compromisso. E depois que apareceu com a história de casamento acabou o contato.
Até agora.
O celular apitou na mesa, óbvio quem era. E já fui jogando charme.
“Amor!!”
“Ai que delícia de lembrança! Oi querido! Tudo bem? Desculpa o sumiço…”
“Tudo bem, a culpa é da sua irmã. ”
Ela explodiu de rir. Tem um riso fácil e franco.
“É, a culpa é dela, mas disse o que preciso? ”
“Disse, e não se preocupe, vai ficar na minha casa. O lugar do exame é perto, vou tirar o dia e estar à sua disposição…”
“Hummmm…”
Tratamos dos detalhes. Ficou no ar a possibilidade de algo, mas não sem uma breve tortura: a porcaria do exame exigia abstinência sexual. Mas em momento algum falamos sobre isso. Perguntei sobre os filhos, perguntou das minhas filhas, falamos de trabalho, da vida, mas não demos um piu sobre trepar.
Só ficou no ar, meio implícito que ia ter sexo.
No dia combinado fui buscá-la na rodoviária vindo no último ônibus para a cidade. Que delícia ela estava!! Calça jeans justa marcando o rabão atrás e a buceta, uma camisa branca aberta no peito quase não dando conta de segurar os peitos maravilhosos e uma sandália de salto (sempre) que a fazia rebolar quando andava. Estava um pouco mais magra e com cabelos mais longos do que a última vez que a tinha visto.
E abriu o sorriso mais cativante ao me encontrar.
“Que saudade!!”
Nos abraçamos e senti sua pele lisinha e o perfume delicioso. Mas tremia. Perguntei por quê.
“Ai, querido, o exame…”
“Não se preocupe, tudo vai dar certo. ”
Saímos de mãos dadas e fomos direto a pizzaria de um amigo pois também havia um breve jejum para cumprir. Voltamos a falar da vida, das famílias e óbvio que falamos de lembranças
“Minha irmã foi louca de te deixar escapar. ”
“Foi escolha dela. ” Peguei sua mão por cima da mesa. “Mas nós estamos aqui”
Ela baixou os olhos, envergonhada
Ao sairmos para o carro ao abrir a porta para ela a prensei, segurou meu rosto e trocamos um beijo quente, cheio de intenções. Nossas línguas se cruzaram, loucas de mútuo desejo.
“Como eu quis isso, meu Deus!!”
Quando entrei no carro já foi pondo a mão na minha rola.
“Hummmmm, que delícia…essa noite não, mas amanhã depois do exame eu te compenso…” e mordeu minha orelha.
Ao chegarmos em casa levei a bolsa dela para o meu quarto como se fôssemos um casal comum chegando de viagem e não uma ex-cunhada de visita deixando-a à vontade para se deitar, enquanto trancava carro, casa, essas coisas. Quando subi imaginei que já estaria deitada, mas estava saindo do banheiro e puta que pariu!!!
Usava um pijaminha de short e blusinha amarelo, que era quase nada. As lindas coxas morenas e as polpas da bunda apareciam, o short se enfiando no cu a medida que andava; a blusinha era bem justa e pequena, e os seios estavam quase de fora das alcinhas.
“Cacete!!”
“O que foi, anjo?!”
‘É impressão minha ou você está mais gostosa? ”
Riu, foi para a frente do espelho, juntou os cabelos no alto da cabeça e eu não parava de olhar para aquela raba animal.
“Você não dorme mais pelada? ”
“`Raro, amor…depois da separação as crianças sempre queriam dormir comigo, então não dava, né? Acostumei, mas não muito…kkkkkkk”
E arrematou:
“E hoje que não vou mesmo!!! Vou dormir com o maior tarado que conheço, se eu fizer isso, perco o exame!!!”
“Às vezes a vida é muito difícil…”
Ela riu, deitou, levantou o lençol,
“Juro que depois do exame te compenso. ”
Ela deitou no meu peito, trocamos um beijinho e ficou em silêncio. Até explodir de rir.
“Que foi, mulher?!”
“Ah caralho, que loucura!! Eu estou aqui te beijando, deitada na sua cama, peguei na sua rola e nem quis saber se você tem alguém, nem perguntei…”
“Criatura, se tivesse alguém eu teria dito, ou se tivesse teria te posto num hotel. ”
“Mas ia me comer assim mesmo, né? ”
“Claro”
“Delícia…”
Ela se aninhou nos meus braços, pôs a perna sobre a minha, ronronou como uma gatinha e foi explorando meu corpo com a mão até alcançar meu calção, enfiar a mão dentro dele e acariciar meu pau e minhas bolas, que estavam doloridas estourando de desejo.
“Só um carinho gostoso em você” me deu um beijo no rosto. “A gente fica assim porque se começar, sei o que vai acontecer e não pode. ”
Espalmou a mão sobre o meu pau dentro do calção, e por incrível que pareça apesar do tesão aquilo foi tão relaxante e íntimo que acabei dormindo…
Ao acordar não a vi na cama, olhei para o relógio e já era hora de levantar. Segui o cheiro do café até a cozinha e a encontrei já vestida, com ar sério. Trocamos um beijo e perguntei.
“Anjo, teu jejum…”
“É pra você, amor. ”
Não queria deixá-la com vontade, mas o gesto tinha tanto carinho que só podia tomar.
Ao chegarmos na clínica o nervosismo dela voltou. O resultado do exame diria se era caso para cirurgia ou tratamento clínico. Ao fazer a ficha a atendente perguntou se eu era o marido.
“Sou.”
O olhar que ela me deu não podia ser mais carinhoso, seguido de um aperto na minha mão e um suspiro.
“Se é para brincar de casinha, vamos fazer isso direito. ” Pensei,
Quando saiu da sala, era outra pessoa. Era caso de tratamento clínico, com medicamentos, cirurgia descartada. Trocamos um abraço e um beijo de alívio e fomos comer alguma coisa.
Sem a sombra da dúvida, Nice era outra pessoa. Fomos a uma boa padaria da cidade tomar café e ela estava risonha e leve.
E discretamente, com a mão grudada na minha rola.
Fomos para casa, mas eu tinha de trabalhar um pouco ainda. Quando ela entrou no escritório já vestida à vontade…puta que pariu, de novo!!
Topzinho preto mal dando conta dos seios e um shortinho branco que deixava as polpas da bunda praticamente de fora.
Ela fez uma pose de revista, dobrando um pezinho toda oferecida.
“Gostou amor? ”
Fui pra cima dela beijando muito e já a levando para a cama. Tirei sua roupa toda e ela se encolheu, como se defendendo, eu abri seus braços e comecei a beijar e mamar os seios, lambendo sem dó e molhando de saliva os bicos grandes e tentando pô-los de uma vez na boca, um de cada vez. Depois fui lambendo seu corpo todo enquanto ela gemia loucamente só com essas carícias.
“Ai, safado, cachorro, como eu queria isso!!”
Cheguei onde queria, a delícia de buceta que ela tem. Lambi a virilha e parti para a grutinha, toda babada já, escorrendo pelo meu queixo e língua todo aquele sabor delicioso, enquanto ela segurava minha cabeça, fazendo com que minha língua fosse bem fundo, e eu aproveitava para chupar o grelinho puxando pra fora.
“Ai, puta que pariuuuuuuuuuuuuuu!!!!!”
Prendeu minha cabeça entre suas coxas, quase me faltando o ar e gozou loucamente, chegando a erguer as costas da cama.
“Seu puto sem vergonha, sabe como mexer comigo”
Fui beijá-la com todo seu gozo ainda na minha boca e queixo. Ela segurou meu rosto e lambeu tudinho.
“Como eu esperei por isso…”
Ela deitou na minha barriga, pegou meu pau e pôs na boca, e ali deitada, ficou mamando sem pressa, apertando minhas bolas e chupando a cabecinha. Ela começou a apertar meu saco, dava umas cócegas deliciosas e a porra vindo.
“Amor, vou gozar!!”
Ela então passou e me punhetar, pôs todo meu pau na boca e nisso comecei a despejar porra naquela garganta, ela continuava apertando meu saco como se quisesse tirar até a última gota.
Ficamos ali deitados no carinho um tempo, mas precisava mesmo trabalhar e disse a ela que a hora que quisesse comer avisasse, que eu pediria algo.
“Não, amor…deixa, eu cozinho algo…”
Não queria que ela tivesse o trabalho, mas insistiu, e que comida maravilhosa fez.
Voltei ao trabalho depois e disse a ela para descansar, e foi para minha cama. Quando terminei fui para o quarto já de piroca pronta para putaria, totalmente livre pra fuder.
Entrei no quarto e ela já foi erguendo o lençol, mostrando estar peladinha, de lado, com a pepeca apertada nas lindas coxas.
“Vem amor, que tou babando já!!”
E estava mesmo. Caí de boca na bucetinha e ela começou a esguichar na minha língua pouco depois, gozando.
“Ai meu Deus, vou morrer de gozar…”
Ficamos ali nos acariciando, eu beijando e mamando aqueles peitos deliciosos com gosto, sem pressa, pressionando os bicos dentro da boca. Ela estava adorando, e então disse:
“Quer fuder eles?!”
Ela sentou na cama, eu fui metendo a rola entre aqueles seios deliciosos, ela os apertando e acariciando o pau ali, numa espanhola foda do caralho.
“Não vou aguentar, vou gozaaaaar!!”
“Goza em mim, cachorro safado”
E pôs a cabeça perto do meu pau, com a língua oferecida para fora, só esperando minha porra na boquinha.
E mandei ver.
“Ooooooooohhhhhhhhhhhhhhhh!!!!”
Daquele jeito não ia sobrar nada de mim…aquela morena deliciosa com os lábios lambuzados da minha porra, rindo da minha cara.
“Duvido me beijar agora. ”
Fui lá e a beijei bem gostoso, misturando a saliva com a minha própria porra.
“Ai, você é muito puto, amor!!!”
Nós descansamos mais um pouco, até cochilamos. Quando acordei fui mijar e ao voltar ela estava deitada de lado, o lençol todo bagunçado, deixando aquela raba grande de fora.
Ajoelhei e comecei a lamber e beijar as polpas. Ela acordou.
“Ai, safado…”
Fui empurrando ela pro meio da cama, pra ficar de bruços e entendeu, ficando de quatro na cama.
“Fode sua cadela, cachorro!!!”
Sentei a rola naquela buceta, toda babada de tesão de novo. Ver aquela mulher deliciosa entregue, de quatro como uma puta sem vergonha, me deu um novo ânimo, e martelei a buceta com vontade, sem pena.
“Gozeeeeiiiiiii”
Eu não tinha reparado como ela tem o gozo fácil; continuei fudendo e num momento tirei pra ela respirar, mas quando fui pôr de novo ela abaixou um pouco as pernas e cabeça da pica foi parar na entrada do anelzinho.
Aí fiquei louco pra meter no cu.
“Não amor, não dá!!”
Eu já tava empurrando a cabecinha, e como ela tava absurdamente molhada, a lubrificação estava pronta.
“Deixa amor, só um pouquinho. ”
“Não amor, não dá…”
“Prometo que não vou te machucar, se doer eu tiro…”
Aham…kkkkk
“Ai, só um pouquinho safado…”
Empurrei sem pressa, mas sem parar, que é o melhor jeito de não doer. Quando estava todo dentro, montei nela, beijei sua nuca e brinquei com a bucetinha encharcada, e dei meus dedos pra ela lamber.
“Sente seu gosto, amor…”
“Hummmmmm”
E fui martelando o cuzinho, primeiro devagar, depois mais rápido, e ela enlouqueceu.
“Aiiiinnnnn amor!!!”
Eu a segurei pela cintura, passei a dar tapas na bunda linda e morena, que ia voltava com a minha pirocada em ondas que terminaram no seu quadril…não consigo nem dizer como era bom aquilo.
E as coisas tomaram um rumo ainda mais insano.
Tive a impressão de que ela tinha peidado na minha rola. Aconteceu de novo. E agora não mais impressão, pois comecei a sentir aquele cheirinho acre de merda e o cuzinho liso.
Então veio a certeza.
“Ai amor!!! Tira, por favor, que tá dando vontade de fazer cocô, por favor!!!”
Eu enlouqueci.
“Não vou, sua puta!!! Pode cagar no meu pau, e ainda vai cagar merda misturada com porra, toma!!!”
Meu gozo tava vindo, sem controle, o cheiro aumentou, dei mais umas bombadas e explodi num gozo feroz.
E ela também.
“Aiiiiiiiiiiiiíííííííííí”
Então senti um jato saindo da buceta dela e atingindo minhas pernas…Nice gozou de esguichar. Caiu de bruços na cama e eu junto. Escondeu o rosto no travesseiro.
“Ai meu Deus, que vergonha…caguei e gozei…”
E completou:
“Por favor, não saí daí agora, se não o pior vai acontecer…”
Acariciei suas costas, beijei sua orelha, roubei um selinho porque ela, envergonhada, nem queria olhar pra mim. Tive de consolá-la com jeitinho.
“Tudo bem amor, não gozou gostoso? ”
“Gozei…Nunca gozei desse jeito, juro !!!” Mas olha a bagunça!!!”
“Bagunça se arruma, não se preocupe… foi uma delícia. Nem eu gozei assim antes”
E era verdade. Ela pareceu mais conformada. E pouco depois, disse que eu podia sair de dentro dela, que dava para chegar no banheiro.
Saí de dentro do cuzinho e disparou feito um raio para o banheiro, fechando a porta.
Fui olhar a minha piroca e não era catastrófico. Tinha um pouco na ponta e do lado, só. Pelo tempo que macetei aquele cu pensei que ia sair bem zuado.
O que foi absurdo foi o último gozo dela. Os lençóis estavam uma bagunça, tinha nosso suor, minha porra e onde ela estava uma umidade que daria para torcer…caralho.
Peguei tudo e levei para a lavanderia, tomei um banho só com água no outro quarto e voltei para vê-la.
Ainda estava no banheiro, de porta fechada.
Quando entrei, mesmo morto de trepar, o pau já deu sinal de vida novamente, pois estava sentada no vaso, peladinha, e sou maluco por ver mulher assim, exibindo as curvinhas do quadril e a ponta dos pezinhos erguida .... Que delícia…
Mas estava com a cabeça abaixada e escondida entre os braços. Ajoelhei e falei com carinho.
“Amor…”
“Me deixa, tou morrendo de vergonha! ”
“Não precisa disso…não gostou? ”
“Nunca gozei assim…”
“Então…”
“Mas caguei no seu pau. ”
“Não tem problema, adorei isso, tou até bambo…”
Levantou o rosto.
“Jura? ”
“Juro, e já foi… não foi nada, já limpei…se terminou, vamos tomar um banho. ”
A peguei pela mão, fomos pro chuveiro e tivemos um banho muito carinhoso, esfregando um ao outro com delicadeza e ficamos um tempo abraçados.
Abri as janelas, troquei os lençóis e a levei para dar uma volta e tomarmos uma cerveja.
Foi com um shortinho branco e uma blusinha preta, ajeitou o cabelo num rabo de cavalo, bem gostosa, com os caras quebrando o pescoço para olhar na rua.
Estávamos sentados na choperia quando começou a rir, então pôs a boca perto do meu ouvido e falou:
“Seu puto safado, fez eu me cagar de levar rola…quero ver o que mais você tem pra mim? ”

   


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


263019 - O filho do casal de amigos virou uma linda mulher - Categoria: Travesti - Votos: 10
262505 - Fui visitar o playboyzão para fuder de novo - Categoria: Bissexual - Votos: 10
258166 - O coroa pirocudo quis saber como era levar rola - Categoria: Bissexual - Votos: 7
253856 - Dividindo o quarto de hotel, o playboyzão quis diversão - Categoria: Bissexual - Votos: 9
253855 - Fim de semana com a irmã mais velha da Vera - a festa - Categoria: Coroas - Votos: 1
253853 - Fim de semana com a irmã mais velha da Vera - o dia da festa - Categoria: Coroas - Votos: 1
253852 - Fim de semana com a irmã mais velha da Vera - a chegada - Categoria: Coroas - Votos: 2
250513 - Da sedução à pegação, acabou em fodeção - parte II - Categoria: Bissexual - Votos: 5
250512 - Da sedução à pegação, acabou em fodeção - primeira parte - Categoria: Bissexual - Votos: 4
249609 - Quando dona Vera fez 80 anos - a noite seguinte - Categoria: Coroas - Votos: 4
249608 - Quando dona Vera fez 80 anos - Categoria: Coroas - Votos: 6
230006 - Descobrindo o vizinho - hora dele levar pica - Categoria: Gays - Votos: 14
229933 - Descobrindo o vizinho. - Categoria: Gays - Votos: 12
206911 - Consolando a amiga lésbica. - Categoria: Fetiches - Votos: 13
181352 - Metendo sem dó no noia - Categoria: Gays - Votos: 27
128792 - Outra trepada com o negrão pirocudo...e ainda ficou melhor - Categoria: Gays - Votos: 18
128687 - Levando vara do negrão pirocudo - Categoria: Gays - Votos: 36
123789 - A noite - uma surpresa de extremo prazer - Categoria: Fetiches - Votos: 8
117551 - Fim de semana de sol, tesão e revelações - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
117161 - Dupla curtição - Categoria: Gays - Votos: 11
116291 - A fantasia de Simone. - Categoria: Fantasias - Votos: 6
116222 - Viagem a dois...vira a três e vira prazer... - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 9
113482 - As primeira vezes de Stella: no anal e no motel - Categoria: Coroas - Votos: 10
112598 - Eu e Estela - Categoria: Coroas - Votos: 6
112480 - Visita da cunhadinha. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 7
101700 - Dia de punheta - Categoria: Masturbação - Votos: 5
88137 - Nova brincadeira com o Jorjão. - Categoria: Gays - Votos: 6
87991 - Brincadeira de machos com o negrão maconheiro. - Categoria: Gays - Votos: 16
86700 - Seu Nilson, 80 anos e dona Vera, 74 anos. - Categoria: Coroas - Votos: 10
86517 - Zilda bateu uma pra mim... e a enfermeira também. - Categoria: Masturbação - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil negroexpert
negroexpert

Nome do conto:
A ex-cunhada veio para o exame...saiu com surra de vara

Codigo do conto:
263526

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
02/06/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0