O filho do casal de amigos virou uma linda mulher

Olá às amigas e amigos!
Obrigado pelo carinho de sempre…vamos a mais um relato verídico, e espero que gostem.
Eu tinha de dar um presente, e não erro indo à loja de um amigo que vende artigos de bom gosto. Ao chegar o cumprimentei e como já atendia clientes me encaminhou para uma colaboradora nova. De cara percebi que era trans. Uns 28/30 anos, cabelos negros longos, olhos verdes usando óculos de aros grandes destes que estão na moda, 1,70m de altura e tomando formas femininas. Peito pequeno, mas com quadril e uma bela rabinha, transição em andamento. Achei que a conhecia de algum lugar.
“Padrinho, não lembra mais de mim? ”
Forcei o foco da memória e em segundos veio a resposta, me atordoando.
“Natália!! Como você está linda!!!”
Sorriu com prazer, não só pela lembrança, mas por tê-la chamado pelo novo nome.
Porque a Natália nasceu Rodrigo.
Filha de um casal de amigos, os primeiros que fiz na cidade, trabalhando juntos. E desde pequena Natália não se identificava como menino. Insistia em se vestir de bailarina nas matinês de carnaval e aniversários e seu quarto era rosa e cheio de Barbies. Acompanhei o sofrimento dos pais não por vergonha dela, mas pelo que ela passava. Médicos e psicólogos no achismo e exalando preconceito, tentando manipulá-los de acordo com uma visão pessoal de mundo, sem falar em família e amigos evaporando ou dando todo tipo de palpite idiota. Resolveram mudar de estado e cheguei a visitá-los, mas foram ainda mais longe por uma proposta de emprego e acabamos perdendo contato.
Perguntei sobre os pais e disse que também voltaram à cidade, aposentados, e tentavam mesmo me encontrar. Fez na hora uma chamada de vídeo com eles que foi pura felicidade, e marcamos na chácara em que moram para o fim de semana. Ela ficava num pequeno apartamento na cidade e estava namorando.
Chegou o finde e fui feliz rever Beto e Ana, meus amigos e compadres pois Nat é minha afilhada de crisma e chegou um pouco depois com o namorado, e de cara não gostei do sujeito, percebendo que os pais também não gostavam. Era indiferente com ela e não fazia questão de ser agradável. Só não estragou a visita porque tínhamos muito do que rir e lembrar. Ainda assim saí antes do que pretendia, pois ele era brusco com ela e eu ia soltar a língua.
Me mandou mensagem depois perguntando porque tinha ido embora cedo e parecendo contrariado.
“Não gostei do seu namorado. Ele te trata com desdém na frente dos seus pais e me segurei para não falar o que penso. Não é assim que se trata uma mulher. ”
Me disse que entendia, e que não se sentia mesmo querida por ele, tendo percebido meu desconforto.
Pouco depois terminou.
A partir daí nossas conversas ficaram mais íntimas. Perguntava sobre relacionamentos, minha vida e um dia não se conteve.
“Você teria problemas em ficar com alguém trans? ”
Disse que não; importante era que eu a a pessoas nos gostássemos, sem esse tipo de preocupação.
“Gosto de gente. ” Finalizei.
As conversas ficaram ainda mais carinhosas, mas eu não quis ser invasivo. E acho que ela tinha algum tipo de medo.
Num sábado haveria uma roda de samba numa galeria comercial. O grupo convidado era de amigos e fui prestigiar, e falava com a Natália pensando em convidá-la a ir, mas nem precisei: estava lá com algumas pessoas. Mandei uma mensagem de safadeza perguntando o que fazia.
“Estou numa roda de samba…adoraria que estivesse aqui. ”
“Eu também adoraria. Aliás, esse verde com prata de seu vestido é lindo. ”
A descrição da roupa criou nela um minuto de confusão, e em choque olhou para si e para o celular, depois em volta tentando me encontrar, mas não me veria de onde estava. Digitava o celular freneticamente quando cheguei por trás e cobri seus olhos.
Ao tirar as mãos ganhei um abraço carinhoso além da conta. Longo e apertado.
“Querido, que coisa boa!!!”
Ficou ao meu lado com as duas mãos no meu ombro e a enlacei pela cintura. Os amigos ficaram meio chocados. Eram um gayzinho, um casal de lésbicas e uma linda ruiva de cabelos encaracolados, usando um shortinho jeans socado, um rabão, que parecia não processar o carinho da Natália por mim.
Ela foi ao banheiro e ao voltar me abraçou por trás, e suas mãos ficaram na minha cintura, meio despreocupadamente roçando minha pica. Aquela brincadeira inocente na aparência acabou me excitando e fiquei de pau duro, e ela aproveitou que tinha gente na frente para acariciar a cabecinha por sobre a calça.
Então a convidei para dançar.
“Querido, nunca dancei samba na vida. ”
“Deixa o corpo leve e me acompanha. ”
E a puxei para mim, colando meu corpo ao dela, que suspirava, errava os passos, mas foi pegando o jeito. Nos divertimos e em um momento nossos olhares se cruzaram. Mais nada a ser dito. Procuramos um canto e trocamos nosso primeiro beijo, de tirar o fôlego.
“Pena que estou com meus amigos. ”
“Tudo bem, temos tempo. ”
Voltamos para o grupo e segurava levemente meus dedos. Decidiram ir embora e ela se chateou, mas falei para ir em paz.
“Depois conversamos com calma…”
Fiquei mais um pouco e então fui para casa. Tinha acabado de tomar um banho quando chegou mensagem no celular.
“Não queria ter te deixado. ”
“E eu não queria que fosse. ”
Me perguntou o que fazia e respondi que ia tomar um uísque e abrir um livro.
“Hummmm, adoraria te acompanhar…”
Não perdi a chance.
“Preparo um copo ou levo a garrafa? ”
“Traz a garrafa, estarei te esperando…”
Peguei o carro e cheguei lá em 10 minutos.
Quando abriu a porta quase enfartei. Usava um baby-doll preto rendado com um shortinho apertado, descalça, exalando sensualidade.
Trocamos um selinho e foi à cozinha buscar copos e um balde de gelo. Trouxe um deles longo, pôs duas pedras de gelo e serviu um dedo acima delas. Não pude deixar de admirar.
“Você prestava atenção!!”
“Sempre. ”
Eu e o pai dela tomamos muito uísque juntos; a mãe prefere cerveja. Eu sempre tomo do mesmo jeito e ela lembra.
Se sentou no sofá sobre as pernas dobradas e ficamos conversando, muito sexy. Me contou que os amigos que estavam com ela no samba fizeram piadinhas sobre nós depois. Iam a casa de um amigo e isso a fez desistir.
“Não queria criar problemas…”
“Não, gato, foi uma lição. Nenhum deles fez por mim um quarto do que você já fez. ”
E passou a lembrar de como apoiei os pais sobre as escolhas dela, a vez em que discuti quase acabando em porrada com um tio por ela, quando dei um vestido que queria…
“Agora me senti velho…”
Ela se aproximou de mim.
“Não está velho, tá gostoso, isso sim. ”
Nos beijamos e ela se deitou sobre mim no sofá. Acariciei seu rosto e cabelos, foi descendo pelo meu corpo, pôs a mão sob a minha blusa e apertou meus peitos. Levantou minha camiseta, foi beijando minha barriga até chegar a braguilha, quando olhou para mim com um olhar safado e puxou o zíper. A cueca apareceu e ela deu uma mordidinha pelo tecido, soltou meu cinto, puxou a cueca e a minha rola, de 16 cm grossa, surgiu apontada para o teto.
“Nossa, que delícia!!”
Então endireitou a cabeça e agasalhou minha piroca beeeemmmm devagar, salivando-a toda escorrendo até o saco, com um ritmo preciso e delicioso de sobe e desce e gemidos.
“Ummmm, ummmmm, ummmmmm”
Perdi o rumo, ficando totalmente entregue à mamada da gostosa, segurando sua nuca e acariciando seu rosto. Puxou minhas calças e quase arranca o tênis junto, mas terminou tirando com carinho. Ela se despiu, e veio para cima esfregando os peitos pequenos na minha barriga.
“Eu tou uma bola, gata! ”
“Tá gostoso, isso sim! ”
Abocanhei os peitinhos dela um de cada vez, lambendo, chupando e mordendo, depois juntei os dois e com seu corpo sobre o meu passei a dedar o cuzinho e apertar a bundinha deliciosa, bem redonda e firme.
“AIiiiinnnnnnn, gato!!”
Ela roçava a virilha no meu pau escondendo a pica, mas eu a sentia batendo nas minhas coxas. Ficamos um bom tempo nos beijando e olhando, ela como se não acreditasse que estávamos ali.
Honestamente, nem eu. Não parecia real. Eu a vi menino, eu a vi crescer, a crismei e ia trepar com ela mulher…
Depois de um beijo mais longo pediu, olhando nos meus olhos.
“Gato, me come? ”
Mais um beijo e fomos para o quarto de mãos dadas, ela me olhando com vergonha, os olhos baixos. Subiu na cama insinuante, uma perna de cada vez, ficou de quatro e falou:
“Mete! ”
Mas não ia ser assim. Caí de boca no cuzinho, rosado e enrugadinho, sem pressa, usando a língua o mais fundo possível.
“Aiiiiiinnnnnn ammooooorrrrr!!!!”
Enquanto linguava o cuzinho percebi que fazia o possível para manter seu pau longe de mim. Neste momento o segurava com a mão direita puxando-o pra longe da minha língua. Coloquei minha mão por sobre a sua, ela o apertou mais contra o corpo, mas subi em suas costas, beijei sua nuca e orelha e falei, colocando a mão sobre a sua de novo:
“Deixa, amor…”
Ela virou o rosto pra mim.
“Você não liga, gato? ”
Respondi pegando na piroca, que era bonita, um pouco menor e menos grossa que a minha, linda. E comecei a punhetar, enquanto roçava meu pau na sua bundinha e beijava seu pescoço.
“AIiiiiii meu Deussssss!!!”
Beijei seu ouvido e falei:
“Vou te foder. ”
“Vem gato!!!”
Dei mais umas lambidas no cuzinho e apontei a cabeça pro buraquinho. Não precisei forçar muito e passou, então sem parar mas sem pressa meti tudo de uma vez.
“Ooooohhhhhhhhhhhhhh!”
Ela deu uma viradinha na cabeça e perguntou:
“Você tá todo dentro de mim, gato?!”
“Estou!!”
“Então mete!!! Me fode gostoso!!!!”
E passei a meter sem dó naquele cu. Eu a beijava, passava o braço em volta do pescoço, ela gemia gostoso e eu socava aquele cu com carinho, mas sem pena, meu saco batendo no dela, um “plof, plof, plof” maravilhoso, enquanto seu cuzinho apertava e engolia minha piroca, piscando sem parar.
“Aaaaaiiiiieeeeeeee!!!”
“Tou te machucando?!” E beijei seu rosto.
“Não amor, eu tou gozandooooo!!!”
Pus a mão na cabeça da pica e recebi nela jatos quentes e grossos. Ver a minha delicinha trans esporrando daquele jeito fez o meu tesão não esperar mais.
“Caralhooooooooo!!!”
E gozei descontroladamente naquele rabo, que continuava a apertar minha rola loucamente. Tanto que achei que ia apagar.
Ficamos ali, engatados e suados, ela de bruços com meu pau atolado no rabinho.
Sai dela e ficou de ladinho, beijando meu rosto.
“Pretinho safado, me deixou molinha…”
“Eu que não levanto mais daqui hoje. ”
Riu, passou a mão no cuzinho e mostrou o dedo com a minha porra.
“Olha o que você fez comigo!!”
Lambi o dedo,
“Ah, que safado!!”
Afundou no meu braço.
“Querido, tou tão feliz que não é problema para você…”
“O quê?!”
E levou minha mão para sua pica.
“Tem pessoas e pessoas, mas não devia ser pra quem gosta de você. ”
E passei a punhetar o pau dela de leve, com carinho.
“Hummmmm, delícia, mas vou no banheiro tirar essa porra toda antes que eu acabe grávida!!”
Voltou com um copo de uísque que passamos a dividir, sentados na cama e conversando. Ela começou a brincar com meu pau despreocupadamente, carinhosa, que logo ficou de pé.
“Amor!!!” Ela olhou assustada. “Já?!”
E começamos a nos beijar, comigo chupando seus peitos, depois ela chupando os meus enquanto me batia uma. Então caiu de boca no meu pau novamente, ainda sensível, mas pronto pra mais putaria. Lambia meu saco e colocava minhas bolas inteiras na boca. Depois fez eu me deitar, e com um ar de tigresa com a presa em mãos, olhou safada e disse:
“Quero sentar na tua piroca…”
Se colocou na posição, virada pra mim, pegou minha pica e foi passando na entrada do cuzinho, brincando. Então segurou e foi baixando a bunda nele, o engolindo aos poucos.
“Oooohhhhh”
Assim que entrou todo pôs as mãos no meu peito, fechou os olhos e o cuzinho passou a piscar loucamente. Começou a fazer movimentos para frente e para trás, depois rebolar, muito, mas muito mesmo até começar a quicar na minha rola.
“Me come amor, me come gostoso safado!!! Esfola meu cu!!!!”
A segurei pelas coxas forçando pra baixo. Ela jogou o corpo pra trás com sua pica apontando pra cima. Estava enlouquecida de tesão, de olhos fechados, quicando no meu pau e o cuzinho piscava tanto que não aguentei: gozei muito, de novo. Eu nem imaginava que pudesse gozar daquele jeito duas vezes.
Sentindo meu leite jorrar no cu olhou pra mim, surpresa, passando a se punhetar desesperada e entregue, parecendo querer separar o pau do corpo e soltou um monte de leite no meu peito e barriga.
“Aiiiiiii gaaatooooooooo!”
E soltou mais alguns jatos de porra, enquanto se recuperava.
Ficamos ali abraçados, suados, babados e esporrados.
“Puto sem vergonha, arrebentou minha bundinha…”
A coloquei de bruços, abri as bandas do rabinho e massageei seu cuzinho com a língua enquanto aparava minha porra que escorria do buraquinho, enquanto ela ria.
“Ai, seu safado!! Me dá sossego pelo amor de Deus!!”
Pedimos uma pizza e dormi por lá mesmo, mas essa parte fica para a próxima.

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Ficha do conto

Foto Perfil negroexpert
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Nome do conto:
O filho do casal de amigos virou uma linda mulher

Codigo do conto:
263019

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
27/05/2026

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