Certo dia, um dia comum como qualquer outro dia, no final do expediente, decidi parar em um espetinho de calçada para: 1º tomar uma cerveja. 2º comer um espetinho de churrasco.
Esse dia não foi ruim. A minha vida que estava horrível. Eu havia acabado de me separar, havia a questão dos filhos, pensão alimentícia…
Havia duas semanas que eu havia alugado uma “kitnet”. Vida de divórcio: solidão, silêncio, calmaria e falta de sexo.
Eu tinha um colchão de casal, um ventilador de 40 polegadas, um fogão e uma geladeira. Para mim era o suficiente naquele momento.
Saí do trabalho e fui direto para um “espetinho” que havia na esquina do meu novo “lar”.
Depois de oito cervejas e alguns churrascos, eu fiquei animado: Álcool, churrasco,
Nesse dia, especificamente, eu estava cansado e a minha sanidade pedia por algum anestésico, físico e moral. Naquele dia eu estava entregue ao prazer.
A minha sede por tesão estava em um nível insano. Quando casado, não transava todos os dias. Mas transava umas três vezes por semana, em média. Normalmente, eram quatro ou cinco transas semanais.
Todavia, nos dias que antecederam a separação, era a escassez quem prevalecia nessa relação.
A mais de quinze dias sem sexo, eu estava sedento. A rotina é algo que complica muitas coisas, especialmente durante uma separação.
Naquele dia no espetinho, encontrei-me com um amigo dos tempos de infância. Eu estava sozinho com a minha cerveja e com o meu espetinho, totalmente abstraído quando aquela voz me invadiu:
Você não é o Pedro CDF do colégio militar, é? - Ele interrompeu minha refeição.
Perdão. Não sei do que está falando.
Sou eu, Pedro! Não lembra? Da escola militar: Pedrinho.
Certeza não havia, más familiaridade, sim.
Daí ele passou a relatar vários fatos daquela época do colégio militar; irrefutáveis. Então não havia outra solução, senão crer e aceitá-lo como a pessoa que dizia ser.
Nisso conversamos muito, rememoramos muitas coisas daquela época, enquanto bebíamos uma cerveja após a outra. Em dado momento decidimos continuar a conversa na minha kitnet, que era próxima de onde estávamos.
Compramos mais cerveja no caminho e seguimos para a minha kitnet.
Sempre fui (e ainda sou) um amante do cinema, séries e dos desenhos animados. Logo, na minha casa não podia faltar uma TV de boa resolução, uma internet veloz e um serviço de streaming que suprisse toda essa necessidade.
Conversamos, bebemos e assistimos muitas coisas dos anos 70 e 80. Em dado momento percebemos que a bebida estava acabando e o “Eduardo” (o amigo de infância) se prontificou em providenciar mais. Enquanto isso eu fui ao banheiro, onde vomitei, tomei um bom banho e escovei os dentes com muita lisura.
Nesse tempo o Eduardo pediu bebidas pela internet e, mexendo no meu serviço de streaming, acabou por achar os canais adultos.
Quando eu voltei pra sala, onde estávamos, havia um silêncio contido, penumbra e o Eduardo indo de canal em canal do pacote de entretenimento adulto.
Eu o surpreendi quando a tv mostrava uma cena de sexo entre dois homens e uma mulher. Um casal executava a posição “69”, um dos homens por baixo e a mulher por cima. Eles trocavam prazer simultaneamente: ela com a boca no sexo dele e ele com a boca no sexo dela. Daí o terceiro homem se aproxima por trás da mulher e a penetra na vagina enquanto o outro homem praticava cunilíngua. Então o pênis do segundo homem escapa da buceta da mulher e o primeiro homem, com certa habilidade, acolhe o pênis em sua boca antes de devolvê-lo à vagina da companheira.
Óbvio que o meu amigo estava com uma ereção plena assistindo a cena e, excitado, não percebeu quando eu me aproximei dele.
Nossa, a brincadeira tá boa aqui, né?!
Comentei assustando o meu amigo Eduardo com a minha presença.
Surpreendido, Eduardo nem conseguiu se justificar, mas, vendo o estado em que ele se encontrava, fingi naturalidade e falei:
Relaxa, isso é natural. Se quiser te deixo aqui sozinho até terminar isso aí. Falei me referindo a masturbação intensa em que estava.
Eduardo guardou o pênis duro dentro das calças, inspirou fundo e respondeu:
Pedro, mil perdões! Eu tô numa “seca” a tanto tempo que não segurei o tesão, cara.
Eu não o penalizei pelo ocorrido. Mas reparei na cena que ele assistia e comentei:
Porra! Isso aí deve ser uma loucura!
Então ele respondeu:
Tu nunca fez? Putz, é um tipo de tesão que não dá para descrever!!
Instigue:
Tu já fez isso aí??
De pronto veio a resposta:
Já. Duas ou três vezes. Na primeira vez eu gozei na hora que o outro cara meteu na pepeka dela. Quando o pau dele roçou na minha língua eu gozei. Não deu pra aguentar o tesão!
Comentei :
Caralho, Eduardo! Sério isso? Puta que pariu, brother!! E aí?? Tu gozou e o cara saiu de cima da gata?
Eduardo sem cerimônia respondeu de pronto:
Claro que não, Pedro. Eu continuei chupando o grelo dela e lambendo o pau dele até eles gozarem.
Nessa hora o meu pau já estava rachando de tão duro. O tesão tinha tomado conta de mim. E o meu pau já tinha começado a babar e o volume dele duro já marcava na minha calça é a marca da baba que escorria já mostrava onde a cabeça da minha rola estava pulando.
Porra Edu, tesão demais essa porra toda que você falou.
Daí o Eduardo continuou:
O pior foi que eu não consegui parar de chupar nem de lamber. Hora era ela, hora era no pau dele. Não dava pra diferenciar na hora que o tesão é pra valer.
Comentei:
Porra cara, delícia demais isso. Me deu o maior tesão ouvir isso!
Falei e então mostrei pro Edu o volume do meu pau duro por baixo do meu shorts Já sujo com a baba da minha rola.
Nisso, Eduardo fez o mesmo e também mostrou o dele.
Não dava pra acreditar naquilo. Na marca do pau do Edu na cueca box que usava.
Ele era absurdamente grande e, na mesma proporção, grosso. Animalesco!
Delicioso. Lindo. Perfeito!
Assim como eu, o pau gigante dele também babava e tinha sujado a cueca.
E agora, o que a gente faz desse jeito?
Perguntou ele. Mas ele não teve resposta verbal. Eu ajoelhei e, antes de tudo, acariciei o pau babado dele por cima da cueca suja antes de tirar pra fora e encher a boca com aquela rola deliciosamente monstruosa.
Eduardo gemeu antes de gozar e me engasgar com o seu leite espresso, quente e cheiroso. Ele não se preocupou comigo. Engasgado, sufocado, não importava naquela hora. Ele apenas segurou a minha cabeça e forçou o pau pela minha garganta até os meus lábios tocarem a sua pélvis lisa. Ele me segurou até despejar a última gota do seu leite dentro de mim.
Nisso, enquanto ele socava na minha boca e goela abaixo, eu me masturbava no mesmo ritmo das estocadas dele. Quando ele segurou a minha cabeça e a prendeu contra a sua pélvis e começou a gozar em mim (dentro, na minha garganta), eu também gozei. Gozamos juntos e com o mesmo tesão e intensidade. O sêmen dele eu bebi todo. Foi muito. Abundante.
O meu sujou tudo num raio de dois metros do meu pau. E foi um gozo igualmente abundante e volumoso.
Em seguida ele veio retribuir o prazer e quis chupar o meu pau, mas eu tinha acabado de gozar de um jeito que eu ia precisar de um tempo para me recompor. Diferente dele que nem amoleceu por completo e quando veio com a boca em mim, já estava de pau duro outra vez.
Eu chupei e bati pra ele até ele gozar outra vez e, é claro que eu fiz ele gozar na minha boca. Não dá pra desperdiçar um leite gostoso daquele!
Descansamos um pouco. Tomamos mais duas ou três cervejas até o celular dele tocar e ele sumir.
Não sou passivo. Nem gay. Sou bi ativo, casado, mas, o homem que nunca meteu numa bucetinha enquanto mama numa pica grossa e veiúda, recomendo experimentar.



