Passo o dia no trabalho em constante excitação, com a calcinha úmida e o ânus latejando em uma espera angustiante. Fui casada por quinze anos e naquela época ceder o cu era um evento raro, reservado a datas especiais. Com o T é diferente, ele me come quando quer, eu gozo horrores e ainda passo o resto do dia com o corpo pedindo por ele.
Temos as fantasias mais perversas possíveis. O T é um homem raiz, machão, que gosta de ditar as regras e acredita na divisão clara dos papéis. É o oposto completo do meu casamento anterior onde eu precisava assumir o controle de tudo, inclusive na cama, onde ele adorava um dedo no rabo, (algo que faço sem problemas se for o pedido). Agora passo o dia querendo a pica do T, vou ao banheiro diversas vezes tentando controlar a vontade de me tocar, mas prefiro guardar cada centelha de desejo para quando chegar em casa, mamar gostoso a pica do meu macho e me entregar completamente para ser a cadelinha dele.
Nos finais de semana, quando não estamos com as crianças, transamos o tempo todo. Paramos apenas para comer, beber ou relaxar, e logo voltamos para a putaria total. Às vezes, para ele não pensar que sou a louca do sexo, vou para o quarto e uso um brinquedinho para me masturbar. Gozo gostoso, me recomponho e volto para ficar com ele, mas dura pouco tempo. Logo estou em cima dele novamente.
Esse nível de desejo me assusta um pouco, pois nunca fui assim. Sempre soube que tinha uma putinha safada dentro de mim, mas nunca nesse nível, e fico feliz que ele aguente o tranco. Ele me come com vontade, de novo e de novo.
Sussurro no ouvido dele que quero que coma minha irmã e digo o nome dela, o homem vai à loucura. Eu até deixaria acontecer tranquilamente, só pelo tesão, mas minhas irmãs jamais topariam.
Agora estou à espera de uma amiguinha para o meu macho foder. Quero vê-lo fazendo ela gozar como faz comigo, ele gozando nela e, depois, me deixar limpar tudinho.
Uma fotinha de uma das minhas masturbacoes

Que conto gostoso de ler... Votado