O Encontro com o Cara Misterioso Do Tinder

Era uma sexta-feira de novembro de 2025. Estava em casa, entediada, com a buceta pegando fogo e querendo dar, mas como sou mais caseira e não curto baladas, resolvi baixar o Tinder. Aquele app parece um cardápio e o que tem de rola não é brincadeira. Curti alguns caras, mas um perfil em especial me chamou atenção: não tinha foto da pessoa, apenas uma imagem de uma garrafa de uísque com umas notas de cem Reais ao lado (provavelmente tirada da internet). Na descrição, apenas: "Vamos nos conhecer, em troca te dou dinheiro e/ou presentes". Pensei: "por que não?", e dei o match.
Rapidamente ele mandou mensagem:
— Você entendeu a proposta?
— Entendi sim.
A conversa acabou por aí naquele dia. Fui dormir frustrada, com muita vontade de transar, (nunca consegui gozar sozinha, me tocando) e nenhum homem tinha despertado vontade suficiente para me fazer sair de casa. No sábado de manhã, mandei meu contato para ele no app e segui com meu dia. Logo meu celular tocou:
— Oi Josy, seja bem-vinda, aqui é o Van. (Sim, foi este o nome que ele me passou)
— Oi Van, tudo bem?
— Tudo sim. Está disponível para sair hoje?
— Estou, mas tem que ser durante o dia, pois à noite tenho compromisso.
— Ok, me manda a localização que vou te buscar, vou te pagar cem Reais, ok?
— Humm, vai me buscar? Ok. Mas ficarei apenas uma hora. E para onde costuma ir?
— Uma hora é muito pouco. Costumo levar na minha casa.
— Quanto ao tempo, beleza, posso ficar mais, mas se eu não gostar, sairei no mesmo instante, ok? E na sua casa é complicado, como posso confiar?
— Apenas respondi sua pergunta de onde costumo ir, mas podemos ir em outro lugar.
— Beleza então. Você vai de saia ou vestido?
— De saia, pode ser?
— Pode, venha sem calcinha!
— Combinado.
Às 14:00 ele chegou. Sendo sincera, não me arrumei muito: coloquei uma minissaia, uma blusinha, um tênis e só passei um batom vermelho. Não era um encontro romântico, era sexo; não estava indo pelo dinheiro, mas pelo suspense de não saber quem era e pela excitação do desconhecido.
Entrei no carro. Ele era um homem moreno, alto, magro, com um perfume que exalava masculinidade. Não era nenhum galã, mas dava para tirar uma casquinha. Comecei a falar e não parei mais; parecia que nos conhecíamos há muito tempo. O caminho foi tranquilo e, por coincidência, ele me levou para casa dele em uma cidade vizinha, perto da casa da minha irmã, o que me deixou mais segura.
Lá, ele foi um cavalheiro: puxou a cadeira, ofereceu uma cerveja e conversamos por um longo período. Ele era inteligente, falava bem, tinha conhecimento de tudo. Depois de um tempo, já bem à vontade, fomos para a sala jogar videogame. Rimos bastante, até que o clima esquentou. Ele me beijou, me abraçou e suas mãos deslizaram pelas minhas pernas, abrindo-as para ter acesso à minha bucetinha, que a essa altura já estava toda molhada. Ele enfiou dois dedos enquanto sugava minha língua. Deitou no chão da sala e me botou por cima. Pedi para ele usar camisinha, mas ele disse que não tinha, tentei resistir, juro, mas foi impossível; eu estava há dias sem transar e ele me deixou excitada demais para parar ali.
Sentei nele e foi como se estivesse matando a abstinência. O pinto dele era comprimido, fino, preto, duro e gostoso! Fui ao céu e voltei. Depois, ele se levantou, me levou até a cama e me penetrou novamente. Dessa vez, ele ficou por cima, seguindo em um vai e vem gostoso e ritmado.
Então ele parou por um momento, pegou algo no guarda-roupa e ajustou a porta em um ângulo que o espelho nos refletisse na cama. Ajustou a luz do quarto e colocou uma música mais animada. Em suas mãos, ele trazia dois vibradores, eram diferentes de tudo o que eu já tinha visto: a ponta era curvada e tinha um sugador (não, eu não conhecia aquilo; é o que dá ficar casada tanto tempo que a gente não conhece as novidades do sex shop). Ele ligou, passou lubrificante e penetrou aquele dildo em mim, posicionando a cabeça do "brinquedo" no meu clitóris. Não consigo descrever quão boa foi a sensação; meu corpo tremeu todo, meu cuzinho piscava e, em pouquíssimo tempo, gozei sentindo um prazer até então desconhecido.
Ele brigou comigo:
— Por que não me avisou que ia gozar? Tem que avisar!
— Me desculpe, não farei novamente.
Ele me penetrou novamente e urrava dizendo: "Que buceta quente, minha nossa, é muito quente!". E toda vez que ele colocava o vibrador, me fazendo gozar, repetia o quanto minha buceta estava quente. Gozei muito, nem vimos a hora passar. Quando ele terminou, vimos que já era noite. Ele me pediu para desmarcar meu compromisso e ficar lá; eu não tinha condições de dizer não, pois realmente queria transar mais. Desmarquei, e ele pediu uma pizza para nós.

Continuarei o que aconteceu no dia seguinte em um próximo conto!


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Ficha do conto

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pretacachorra33

Nome do conto:
O Encontro com o Cara Misterioso Do Tinder

Codigo do conto:
263527

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
02/06/2026

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1

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